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1. Congresso Gaúcho de Análises Clínicas - CONGRELAB

· Local: Porto Alegre/RS

· Site: https://congrelab.com.br

2. Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

· Local: Rio de Janeiro

· Site: cbpcml.org.br

3. Congresso Brasileiro de Análises Clínicas

· Local: Belo Horizonte/MG Site: http://www.sbac.org.br/cbac

19.

A seguir, são indicadas as principais entidades de auxílio ao empreendedor:

Abe

· Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Site: http://portal.anvisa.gov.br/

· Agência Nacional de Saúde (ANS) Site: http://www.ans.gov.br

· Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT Site: http://www.abnt.org.br

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· Associação dos Profissionais de Análises Clínicas e Diagnóstico por Imagem (APAC)

Site: http://www.apacrp.com.br

· Ministério da Saúde Site: http://www.saude.gov.br

· Sociedade Brasileira de Análises Clínicas Site: http://www.sbac.org.br

20.

Norma técnica é um documento, estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido que fornece para um uso comum e repetitivo regras, diretrizes ou características para atividades ou seus resultados, visando a obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto. (ABNT NBR ISO/IEC Guia 2).

Participam da elaboração de uma norma técnica a sociedade, em geral, repr entada por: fabricantes, consumidores e organismos neutros (governo, instituto de pesquisa, universidade e pessoa física).

Toda norma técnica é publicada exclusivamente pela ABNT – Associação Bra leira de Normas Técnicas, por ser o foro único de normalização do País.

1. Normas específicas para um Laboratório de Análises Clínicas ABNT

R NM ISO 15189:2008 - Laboratórios de análises clínicas - Requi tos especiais de qualidade e competência.

Esta Norma define os requisitos de qualidade e competência específico para os laboratórios clínicos

ABNT NBR NM 318:2007 – Laboratório de análises clínicas - Informação roporcionada pelo fabricante com os reativos de diagnósticos in vitro para uso

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profissional.

Esta Norma especifica os requisitos para as informações fornecidas

lo fabricante de produtos de diagnóstico in vitro incluindo os produtos reativos, calibradores, materiais de controle e componentes de reativos para uso profissional.

ABNT NBR NM 319:2007 – Laboratórios de análises clínicas - Instruç

s de utilização dos equipamentos para diagnóstico in vitro para uso profissional.

Esta Norma especifica os requisitos aplicáveis ao conteúdo das in

ruções de uso dos equipamentos para diagnóstico in vitro (IVD ou DIV) para utilização profissional.

ABNT NBR NM 311-1:2007 – Laboratório de análises clínicas - Pré- analítico - Parte 1: Formulário de solicitação.

Esta parte d

norma estabelece as recomendações para o modelo s formulários de solicitação de exames e seu uso correto.

ABNT NBR NM 311-2:2007 – Laboratório de análises clínicas - P -

analítico - Parte 2: Preparação do paciente.

Esta Norma e

abelece recomendações para os laboratórios cl

icos ou organização da qual faça parte, com referência aos aspectos da fase pré- analítica referidos na preparação do paciente em laboratór

s nas análises clínicas.

ABNT NBR NM 306:2006 – Laboratório de análises clínicas -

ecomendações para o controle interno da qualidade em ensaios quantitativos.

O objetivo do documento é recomendar procedimentos de co

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role interno da qualidade (CIQ) para assegurar o atendimento aos requisitos de precisão e exatidão, sempre que os ensaios são realizados. Os procedimentos têm como objetivo monitorizar o desempenho analítico de um método e alertar para a presença de problemas que podem limitar a utilidade do resultado no uso pretendido.

ABNT NBR NM 307:2006 – Laboratório de análises clínicas

Recomendações para julgamento dos resultados quantitativos do controle interno da qualidade e da avaliação externa da qualidade.

Estas diretrizes têm como objetivo descrever as recome

ações para análise, interpretação e julgamento dos resultados do CIQ. Descrevem também as recomendações para intervenção em resultados fora de controle ou inaceitáveis, mas não proporcionam ações corretivas e preventivas especificas As diretrizes são aplicáveis em qualquer locação que realiza testes de laboratório e se aplicam fundamentalmente a testes quantitativos.

ABNT NBR NM 308:2006 – Laboratório de análises clínic

- Equipamentos para uso no laboratório - Critérios para a seleção de fornecedores.

Esta Norma estabelece os princípios básicos para a s

eção de fornecedores de equipamentos destinados a seu uso nos laboratórios de análises clínicas.

ABNT NBR NM 309:2006 – Laboratório de análises clín

as - Reativos para uso no diagnóstico "in vitro" - Conservação da cadeia do frio - Armazenamento, transporte e distribuição.

Esta Norma estabelece o procedimento para o manejo

ísico e administrativo de reativos para uso no diagnóstico "in vitro" durante seu armazenamento, transporte e distribuição que garanta em todo o momento sua conservação nos elos da cadeia de frio até o consumidor final com o fim de assegurar sua qualidade e estabilidade.

ABNT NBR NM 310:2010 – Laboratório clínico - Requ itos de elaboração dos laudos de exames.

Esta Norma estabelece as regras que tem que ser

guidas para a preparação dos laudos do laboratório de análises clínicas, tanto nos aspectos conceituais como nos formais.

ABNT NBR NM 296:2005 – Análises clínicas - Méto

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s para a verificação da calibração dos fotômetros e espectrofotômetros.

Oferecer ao profissional encarregado do labora

rio de análises clínicas um relatório com os controles indispensáveis que devem ser efetuados, periodicamente, para avaliação de funcionamento do seu instrumento de medição.

ABNT NBR ISO 18308:2013 – Informática em Saúd

— Requisitos para uma arquitetura de registro eletrônico de saúde.

Esta Norma define o conjunto de requisitos p

a a arquitetura de um sistema que processa, administra e transmite a informação de registro eletrônico de saúde (RES): uma Arquitetura de RES (ARES). Os requisitos são formulados de modo a assegurar que estes RES sejam fiéis às necessidades da assistência à saúde, sejam clinicamente válidos e confiáveis, eticamente aceitáveis, atendam à legislação vigente, apoiem as boas práticas clínicas e facilitem a análise de dados para uma infinidade de propósitos.

ABNT NBR NM ISO 22870:2008 – Laboratórios c

nicos - Teste laboratorial remoto (TLR) - Requisitos para qualidade e competência (ISO 22870:2006, IDT).

Esta Norma brinda os requisitos aplicáveis

o TLR e se pretende que seja usada conjuntamente com a NM ISO 15189. Os

requisitos desta Norma são aplicáveis quando o TLR é realizado em hospitais, clínicas e em Instituições de saúde que provém cuidados ambulatoriais. Esta Norma

MERCOSUL pode ser aplicada em medidas transcutâneas, análises de ar expirado e monitorização in vivo de parâmetros fisiológicos.

ABNT NBR 12807:2013 – Resíduos de serviço de saúde — Terminologia.

Esta Norma define os termos empregados e relação aos resíduos de serviços de saúde.

ABNT NBR 12808:1993 – Resíduos de servi de saúde – Classificação.

Esta Norma classifica os resíduos de s

viços de saúde quanto aos riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública, para

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que tenham gerenciamento adequado.

ABNT NBR 12809:2013 – Resíduos de ser

ços de saúde — Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde intraestabelecimento.

Esta Norma estabelece os procediment

necessários ao gerenciamento intraestabelecimento de resíduos de serviços de saúde os quais, por seus riscos biológicos e químicos, exigem formas de manejo específicos, a fim de garantir condições de higiene, segurança e proteção à saúde e ao meio ambiente.

ABNT NBR 12810:1993 – Coleta de res uos de serviços de saúde – Procedimento.

Esta Norma fixa os procedimentos e

gíveis para coleta interna e externa dos resíduos de serviços de saúde, sob condições de higiene e segurança.

ABNT NBR 13853:1997 – Coletores p

a resíduos de serviços de saúde perfurantes ou cortantes - Requisitos e métodos de ensaio.

Esta Norma fixa as característic

de coletores destinados ao descarte de resíduos de serviços de saúde perfurantes ou cortantes, tipo A.4, conforme a ABNT NBR 12808.

ABNT NBR 15943:2011 – Diretrize

para um programa de gerenciamento de equipamentos de infraestrutura de serviços de saúde e de equipamentos para a saúde.

Esta Norma estabelece os compo

ntes mínimos de um programa de gerenciamento de equipamentos.

ABNT NBR ISO 15223-1:2010 – P

dutos para a saúde — Símbolos a serem utilizados em rótulos, rotulagem e

informações a serem fornecidas de produtos para saúde - Parte 1: Requisitos gerais.

Esta parte da ABNT NBR ISO 1

23 identifica os requisitos para o desenvolvimento e utilização de símbolos que visam

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expressar informação para a utilização segura e apropriada de produtos para a saúde.

Esta Norma também apresenta os símbolos que satisfazem os requisitos desta parte da ABNT NBR ISO 15223.

ABNT NBR ISO 17665-1:2010 –

sterilização de produtos para saúde — Vapor - Parte 1: Requisitos para o

desenvolvimento, validação e controle de rotina nos processos de esterilização de produtos para saúde.

Esta parte da ABNT NBR ISO

7665 especifica requisitos para o desenvolvimento, validação e controles de rotina para o processo de esterilização por vapor de produtos para saúde.

ABNT NBR ISO 17665-1:2010

Esterilização de produtos para saúde - Esterilizadores de vapor a baixa temperatura e formaldeído - Requisitos e métodos de ensaio.

Esta parte da ABNT NBR I

17665 especifica requisitos para o desenvolvimento, validação e controles de rotina para o processo de esterilização por vapor de produtos para saúde.

ABNT NBR 15659:2009 – E

erilização de produtos para saúde — Vapor - Parte 1: Requisitos para o

desenvolvimento, validação e controle de rotina nos processos de esterilização de produtos para saúde.

Esta Norma específica

requisitos e métodos de ensaios aplicáveis a esterilizadores LTSF, que usam uma mistura de vapor a baixa temperatura e formaldeído como agente esterilizante, e que estejam operando somente abaixo da pressão ambiente.

ABNT NBR 11816:2003 –

sterilização - Esterilizadores a vapor com vácuo, para produtos e saúde.

Esta Norma fixa os r

uisitos exigíveis para esterilizadores a vapor com capacidade volumétrica maior que duas unidades de esterilização (UE), especialmente os usados no campo da medicina.

Inclui também o campo industrial, quando, por motivos médicos, materiais devem ser esterilizados.

2. Normas aplicávei

na execução de um Laboratório deAnálises Clínicas

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ABNT NBR 15842:201

- Qualidade de serviço para pequeno comércio – Requisitos gerais.

Esta Norma estabe

ce os requisitos de qualidade para as atividades de venda e serviços adicionais nos estabelecimentos de pequeno comércio, que permitam satisfazer as expectativas do cliente.

ABNT NBR 12693:2

0 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio.

Esta Norma esta

lece os requisitos exigíveis para projeto, seleção e instalação de extintores de incêndio portáteis e sobre rodas, em edificações e áreas de risco, para combate a princípio de incêndio.

ABNT NBR 5410:

04 Versão Corrigida: 2008 - Instalações elétricas de baixa tensão.

Esta Norma es

belece as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, a fim de garantir a segurança de pessoas e animais, o funcionamento adequado da instalação e a conservação dos bens.

ABNT NBR 135

2008 - Instalações elétricas de baixa tensão - Requisitos específicos para instalação em estabelecimentos assistenciais de saúde.

Aplica-se o

isposto na ABNT NBR 5410, com as seguintes exceções: Adicionar: Os requisitos específicos desta Norma aplicam-se a instalações elétricas em estabelecimentos assistenciais de saúde, visando garantir a segurança dos pacientes e dos profissionais de saúde. NOTA 1 Quando a utilização de um local médico for alterada, em particular com a introdução de procedimentos mais complexos, deve-se adequar a instalação elétrica existente à alteração promovida, de acordo com os requisitos desta Norma.

Essa é uma questão ainda mais crítica se envolver procedimentos intracardíacos e de sustentação de vida de pacientes. NOTA 2 Quando aplicável, esta Norma pode ser utilizada em clínicas veterinárias. Nota 3 Esta Norma não se aplica a equipamentos eletromédicos. Para equipamentos eletromédicos, ver série de normas ABNT NBR IEC 60601.

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ABNT NBR I

/CIE 8995-1:2013 - Iluminação de ambientes de trabalho - Parte 1: Interior.

Esta Norm

especifica os requisitos de iluminação para locais de trabalho internos e os requisitos para que as pessoas desempenhem tarefas visuais de maneira eficiente, com conforto e segurança durante todo o período de trabalho.

ABNT NBR

419:2005 - Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas.

Esta No

a fixa as condições de projeto, instalação e manutenção de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA), para proteger as edificações e estruturas definidas em 1.2 contra a incidência direta dos raios. A proteção se aplica também contra a incidência direta dos raios sobre os equipamentos e pessoas que se encontrem no interior destas edificações e estruturas ou no interior da proteção impostas pelo SPDA instalado.

ABNT N

5626:1998 - Instalação predial de água fria.

Esta

rma estabelece exigências e recomendações relativas ao projeto, execução e

manutenção da instalação predial de água fria. As exigências e recomendações aqui estabelecidas emanam fundamentalmente do respeito aos princípios de bom

desempenho da instalação e da garantia de potabilidade da água no caso de instalação de água potável.

ABNT

BR 8160:1999 - Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução.

Est

Norma estabelece as exigências e recomendações relativas ao projeto, execução, ensaio e manutenção dos sistemas prediais, de esgoto sanitário, para atenderem às exigências mínimas quanto á higiene, segurança e conforto dos usuários, tendo em vista a qualidade destes sistemas.

AB

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NBR IEC 60839-1-1:2010 - Sistemas de alarme - Parte 1: Requisitos gerais - Seção 1:

Geral.

E

a Norma especifica os requisitos gerais para o projeto, instalação, comissionamento (controle após instalação), operação, ensaio de manutenção e registros de sistemas de alarme manual e automático empregados para a proteção de pessoas, de propriedade e do ambiente.

NT NBR 9050:2004 Versão Corrigida:2005 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.

sta Norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade.

21.

· Agitador orbital: é usado na cultura de microrganismos, experimentos e

pesquisas que necessitam de agitação, mistura ou qualquer outro teste de aglutinação e floculação;

· Alvará sanitário: licença de funcionamento ou licença sanitária. Documento expedido pelo órgão sanitário competente Estadual, Municipal ou do Distrito Federal, que libera o funcionamento dos estabelecimentos que exerçam atividades sob regime de vigilância sanitária;

· Amostra: pequena parte ou porção de alguma coisa destituída de valor comercial que se dá para ver ou provar;

· Analito: componente ou constituinte de material biológico ou amostra de

paciente, passível de pesquisa ou análise por meio de sistema analítico de laboratório clínico;

· Anomalia: estado ou qualidade do que é anômalo; anormalidade, defeito, irregularidade;

· Autoclave vertical: é uma máquina empregada para esterilizar materiais por meio de calor úmido que trabalha sob pressão em altas temperaturas. O produto serve para realizar várias etapas como o aquecimento, a esterilização e finaliza com a secagem dos materiais;

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· Balança analítica: equipamento para laboratório de uso mais restrito, diferentemente da balança semi-analítica, essa balança para laboratório exige experiência e destreza do operador e possui altíssimo grau de precisão. É utilizada principalmente em determinação de massas em análises químicas, determinação de quantidade absoluta ou relativa de um ou mais constituintes de uma amostra;

· Banho-maria sorológico: aquecer uma amostra de maneira lenta e uniforme;

· Centrífuga: aparelho ou máquina cujo funcionamento faz uso da aceleração centrífuga obtida através da rotação de um recipiente e que serve para separar substâncias de densidades diferentes;

· Colorímetro: um aparato que permite que a determinação da absorbância de uma solução em uma frequência particular de cores;

· Diagnóstico: qualificação dada por um médico a uma enfermidade ou estado fisiológico, com base nos sinais que observa;

· Estufa de esterilização: a função deste equipamento é fazer a esterilização e secagem de materiais cirúrgicos, médicos e odontológicos, por meio do calor seco.

Neste tipo de assepsia promove a eliminação da vida microbiana por meio de uma oxidação, em que acontece a desidratação das células;

· Fusão: reunião de duas ou mais sociedades ou firmas coletivas, que se

extinguem, formando nova entidade jurídica, sob razão ou denominação diferente, com a mesma ou diversa organização e fim;

· Homogeneizador de sangue: é um equipamento que serve para manter as células sanguíneas em uma suspensão homogênea;

· Laudo: opinião escrita em que um perito ou árbitro emite seu parecer e responde aos quesitos que lhe foram propostos pelo juiz e pelas partes interessadas;

· Micropipeta: instrumento volumétrico usado para transferência de certos volumes, de modo preciso, sob determinadas temperaturas.

· Parâmetro: aquilo que serve de base ou norma para que se proceda à avaliação de qualidade ou quantidade; medida, padrão;

· Pipeta: tubo de vidro com uma escala para graduação de volumes, us. em operações de laboratório na transferência de líquidos que dele são aspirados

· Prevenção: precaução para evitar qualquer mal; evitação;

· Produto para diagnostico de uso “in vitro”: reagentes, padrões, calibradores, controles, materiais, artigos e instrumentos, junto com as instruções para seu uso, que contribuem para realizar uma determinação qualitativa, quantitativa ou semi-

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quantitativa de uma amostra biológica e que não estejam destinados a cumprir função anatômica, física ou terapêutica alguma, que não sejam ingeridos, injetados ou

inoculados em seres humanos e que são utilizados unicamente para provar informação sobre amostras obtidas do organismo humano;

· Reagente: diz-se de ou substância que provoca uma reação química e serve, nas análises, para se reconhecerem os corpos simples ou compostos que entram na

composição da substância que se estuda; reativo;

· Resíduo: aquilo que resta, sobra de um produto;

22.

Para se diferenciar da concorrência e oferecer aos clientes inovação, é preciso estar atento às formas de diferenciação do seu negócio. O ramo de laboratórios de análises clínicas é bastante concorrido. Os grandes grupos são capazes de baixar os seus preços e oferecer alta complexidade em seus serviços. Ao pequeno empreendedor, restam oportunidades em médias e pequenas cidades.

Uma opção é a parceria para a instalação do laboratório dentro de hospitais. Assim, terá acesso exclusivo aos pacientes internados, aos pacientes de consultas e

eventuais emergências. Além disso, é importante investir em parceria com planos de saúde.

Algumas dicas que podem trazer benefícios e fazer o seu negócio evoluir:

· Ter uma boa recepção: espaço, cadeiras suficientes, atendimento adequado a cada paciente;

· Ter um bom sistema de gestão: para otimizar os processos;

· Ter funcionários preparados: para o caso de pacientes com medo de agulhas, por exemplo;

· Organize o fluxo: evitará erros humanos;

· Agilize os resultados sem perder qualidade;

· Facilite a entrega dos resultados: utilize plataformas online;

· Elabore relatórios de apoio e gerenciamento do laboratório;

· Faça ações de marketing não tradicionais: campanhas de agasalho, eventos que envolvam a saúde, dia da saúde;

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· Trabalhe o encantamento dos pacientes para conseguir indicações.

23.

Ser empreendedor é ser dono do seu próprio negócio. Abrir uma empresa requer preparo, planejamento, cuidados, foco. O empreendedor deve estar atento às

necessidades dos seus clientes e comprometido com o seu negócio. É aconselhável uma autoanálise para verificar qual a situação do empreendedor frente ao conjunto de características desejáveis, visando identificar oportunidades de desenvolvimento. Além de conhecer as características do seu produto/serviço é preciso também possuir características empreendedoras:

· Iniciativa e proatividade: mostrar que é engajado e quer crescer, demonstrar organização, conhecer bem o ramo do negócio;

· Autoconfiança: confiar em si mesmo para tomar decisões, arriscar, buscar novas soluções;

· Análise e planejamento: analisar a concorrência, a economia, setores ligados ao negócio, o mercado, saber sobre o funcionamento da empresa, pesquisar e observar permanentemente o mercado;

· Conexão e criatividade: estar atento às inovações e mudanças no mercado;

· Controle: não esquecer quem está no controle, saber administrar todas as áreas;

· Liderança: liderar com eficácia, planejar, dividir funções, estabelecer metas, liderar a equipe de profissionais;

· Persistência e otimismo: para driblar os possíveis problemas;

· Aprendizagem contínua: buscar se capacitar sempre;

· Criatividade; buscar novos caminhos e soluções, estar disposto a inovar e promover mudanças;

· Comprometimento, determinação e perseverança: planejar o crescimento da empresa, cuidar da saúde financeira, manter clientes satisfeitos;

· Negociação: ser bom negociador para lidar com clientes e fornecedores, vender benefícios;

· Lidar bem com o fracasso: usar suas experiências ruins como formas de aprendizado;

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· Eficiência: usar o dinheiro disponível com inteligência, estudando a melhor forma de aplicá-lo;

24.

ABERTURA SIMPLES. O que eu preciso saber para abrir um laboratório de análises clínicas. Disponível em: < https://aberturasimples.com.br/abrir-um-laboratorio-de- analises-clinicas/>. Acesso em setembro de 2019.

ACELERALAB. O futuro dos laboratórios de análises clínicas. Disponível em: <

https://www.aceleralab.com.br/single-post/futuro-laboratorio-analises-clinicas>. Acesso em setembro de 2019.

AGÊNCIA BRASIL. Pesquisa mostra que quase 70% dos brasileiros não têm plano de saúde particular. Disponível em: < http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018- 02/pesquisa-mostra-que-quase-70-dos-brasileiros-nao-tem-plano-de-saude-particular>.

Acesso em setembro de 2019.

ANVISA. RDC 302/2005. Disponível em: <

http://portal.anvisa.gov.br/documents/10181/2718376/RDC_302_2005_COMP.pdf/7038 e853-afae-4729-948b-ef6eb3931b19>. Acesso em setembro de 2019.

AUTOLAC. Como montar um laboratório de análises clínicas. Disponível em: <

https://autolac.com.br/blog/como-montar-um-laboratorio-de-analises-clinicas/>. Acesso em setembro de 2019.

AUTOLAC. Como deve ser a estrutura de um laboratório de análises clínicas.

Disponível em: < https://autolac.com.br/blog/estrutura-de-um-laboratorio-de-analises- clinicas/>. Acesso em setembro de 2019.

BIOMEDICINA PADRÃO. Como abrir um laboratório de análises clínicas. Disponível em: < https://www.biomedicinapadrao.com.br/2012/09/como-abrir-um-laboratorio-de- analises.html>. Acesso em setembro de 2019.

DESTINO NEGÓCIO. Quanto a sua empresa deve investir em divulgação da marca.

Disponível em: https://destinonegocio.com/br/empreendedorismo/quanto-a-sua- empresa-deve-investir-em-divulgacao-da-marca/>. Acesso em setembro de 2019.

DICIONÁRIO MICHAELIS. Disponível em: https://michaelis.uol.com.br. Acesso em setembro de 2019.

FÓRUM SAÚDE DIGITAL. Especialista diz que mercado de laboratórios de análises clínicas deve se consolidar para reduzir custos dos exames. Disponível em: <

https://forumsaudedigital.com.br/especialista-diz-que-mercado-de-laboratorios-de- analises-clinicas-deve-se-consolidar-para-reduzir-custos-dos-exames/>. Acesso em

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