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Testes com variação da demanda

Para avaliar a eficácia da aplicação do inversor de frequência no controle de nível e os valores de sintonia propostos, tanto para o controle PI como para o controle PID, foram realizados testes com variação da demanda de fluido do processo. Isto foi feito através da manipulação da válvula HV-01 e estabilização do setpoint em 50%. Observando o gráfico do controle PI na figura 4.3, nota-se decréscimos sucessivos da rotação do motor (MV) e apesar disso o nível (PV) se mantinha bem próximo do set point apenas com pequenas oscilações.

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Isto porque, o bombeio reduzia a medida em que a válvula HV-01 era restringida e a vazão de saída diminuia.

Figura 4.3 – Gráfico da variação de demanda (PI)

Para o controle PID, com a sintonia proposta, foi apresentado também um bom desempenho embora, menos suave mas, com melhor estabilização. O gráfico da figura 4.4 representa o comportamento da planta durante a alterâcia na demanda com dois acréscimos sucessivos seguidos de dois decréscimos e um acréscimo. Mesmo assim o nível se manteve alinhado com o set point.

Figura 4.4 – Gráfico da variação de demanda (PID)

4.3 TESTE COM ALTERAÇÃO DE SINTONIA

Devido a simplicidade do processo da planta experimental e do ótimo desempenho

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demonstrado pelo inversor de frequência, a sintonia desta malha não apresentou grandes obstáculos dispensando assim a utilização de métodos complexos. Porém uma parametrização equivocada ou negligenciada pode comprometer o controle e a estabilidade do processo. Em plantas de processo industriais isso pode provocar perdas produtivas, danos ambientais e até mesmo acidentes fatais.

Na figura 4.5, no início do gráfico, o controlador PID encontrava-se sintonizado em P:10, I:0,25 e D:8. Desta forma observa-se um comportamento sereno do processo em que a PV prossegue alinhada e junto ao SP e com a MV constante. A partir da alteração de apenas um dos parametros, I:2, o processo entra em regime oscilatório.

Figura 4.5 – Gráfico da alteração de sintonia (PID)

No segundo teste realizado, representado pelo gráfico da figura 4.6, foram alterados todos os paramentros sendo, P:2, I:2 e D2. Esta alteração provocou um descontrole

significativo com saturação extremada da MV, que retornou a normalidade quando o controle foi retomado com a inserção dos parâmentros anteriores. Certamente, se o descontrole do processo continuasse, o motor poderia sofrer danos ou no mínimo diminuir sua vida útil.

Figura 4.6 – Gráfico da alteração de sintonia (PID)

5 CONCLUSÃO

A proposta do projeto apresentado era demonstrar a aplicação do inversor de frequência em uma malha de controle de nível e através da construção de uma planta experimental, proporcionar ao usuário unir os conhecimentos teóricos aos práticos.

Para estes objetivos a planta experimental foi concebida de forma compacta e sua malha de controle com característica de um processo contínuo de fácil visualização e interpretação, alcançando assim, os requisitos para projeto.

Os resultados obtidos quanto à aplicação do inversor de frequência no controle de nível mostraram-se satisfatórios, baseados na análise gráfica do comportamento do sistema em diversas situações simuladas.

Outro fato interessante neste projeto é que o usuário pode observar pelo software a dinâmica do processo associando as curvas do gráfico à atuação dos equipamentos. Assim, pode-se ouvir a aceleração do motor enquanto a curva da MV ascende no gráfico e até mesmo em alguns casos, perceber golfadas de fluido no tanque superior decorrente da ação derivativa na antecipação do erro.

Enfim, diante dos comentários expostos, conclui-se que os objetivos propostos foram alcaçados plenamente, consolidando o conhecimento acerca da aplicação de inversores de frequência. Para melhoria contínua e o desenvolvimento tecnológico, novos estudos e pesqui- sas podem ser lançadas valendo-se da estrutura sólida do projeto como a implementação de outras variáveis, outros métodos de sintonia e modelagem do sistema.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FUNEPE. Materiais Didáticos. Norma ABNT 6023. Disponível em:

< http://www.funepe.edu.br:91/funepe/professores/materiais/155/ABNT%20-

%20NBR%206023%20e%2010520.pdf> Acesso em: 05 março 2007.

FAASTESP. Publicações. Manual do inversor de Freqüência. Disponível em:

<http://www.faatesp.edu.br/publicacoes/Inversores_de_Frequencia.pdf>

Acesso em: 02 fevereiro 2008.

WEG. Manuais Técnicos. Manual do CFW-07. Disponível em:

<http://www.weg.net/br/Produtos-e-Servicos/Geral/Central-de-Downloads/Resultado-da- Busca/(group)/1?keyword=CFW-07> Acesso em: 07 abril 2008.

ADVANTECH. Dados do Módulo ADAM-6022. Datasheet. Disponível em:

<http://www.advantech.com.br/products/ADAM-6022/mod_1-2MLBGY.aspx>

Acesso em: 12 junho 2008.

DANCOR. Dados Técnicos. Manual da Bomba CW-04. Disponível em:

<http://www.dancor.com.br/index.php> Acesso em: 1 dezembro 2008.

UNICAMP. Inversores. Controle por Inversores. Disponível em:

<http://www.dca.fee.unicamp.br/~rangel/controle/home-page/inversor2.doc>

Acesso em: 07 fevereiro 2009.

PROFIBUS. Medição de nível em tanques pela pressão diferencial. Princípio de Funcionamento.<http://www.profibus.org.br/artigos/Medicao+de+nivel+em +tanques+pela+pressao+diferencial.html> Acesso em: 24 abril 2009.

CTI. Colégio Técnico Industrial Prof. Mário Alquati. Apostila de Fundamentos de Controle de Processos. Disponível em: <www.cti.furg.br/.../apostilas/Senai%20- %20Fundamentos

%20de%20 Controle%20de% 20Processo.pdf> Acesso em: 06 agosto 2009.

ANEXOS

Anexo 1: Imagem da Planta Experimental

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Anexo 2: Tabela de Configuração do Inversor de Frequência

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PARÂMETRO FUNÇÃO FAIXA DE VALORES AJUSTE FÁBRICA

AJUSTE

USUÁRIO PÁGINA

P000 ACESSO PARÂMETROS

0 ... 4 6 ... 10 = LEITURA 5 = ALTERAÇÃO

0 5 51

PARÂMETRO LEITURA P002 ... P099

P002

VALOR PROPORCIONAL FREQUÊNCIA (P208

X P005)

0 ... 6553 __ __ 51

P003 CORRENTE MOTOR 0 ... 32 A __ __ 51

P004 TENSÃO CC 0 ... 862 V __ __ 51

P005 FREQUÊNCIA MOTOR 0 ... 300 Hz __ __ 51

P007 TENSÃO DE SAÍDA 0 ... 600 V __ __ 51

P023 VERSÃO SOLFTWARE 2.XX __ __ 51

PARÂMETRO REGULAÇÃO P100 ... P199 RAMPAS

P100 TEMPO ACELERAÇÃO 0,2 ... 999 seg. 5 5 52

P101 TEMPO DESACELERAÇÃO 0,2 ... 999 seg. 10 10 52

P104 RAMPA "S"

0 = INATIVA 1 = 50%

2 = 100%

0 0 52

REFERENCIA FREQUÊNCIA

P120 BACKUP DA REFERENCIA 0 = INATIVA

1 = ATIVA 1 1 53

P121 REFERENCIA TECLA Fmin ... Fmax. 0 3 53

P122 REFERENCIA JOG 0 ... 60 Hz 5 5 53

P124 REF. 1 MULTISPEED Fmin ... Fmax. 3 __ 54

P125 REF. 2 MULTISPEED Fmin ... Fmax. 10 __ 54

P126 REF. 3 MULTISPEED Fmin ... Fmax. 20 __ 54

P127 REF. 4 MULTISPEED Fmin ... Fmax. 30 __ 54

P128 REF. 5 MULTISPEED Fmin ... Fmax. 40 __ 54

P129 REF. 6 MULTISPEED Fmin ... Fmax. 50 __ 54

P130 REF. 7 MULTISPEED Fmin ... Fmax. 60 __ 54

P131 REF. 8 MULTISPEED Fmin ... Fmax. 66 __ 54

LIMITES DE FREQUÊNCIA

P133 FREQUÊNCIA MÍNIMA 0,0 ... Fmax. 3 3 55

P134 FREQUÊNCIA MÁXIMA Fmin ... 300 Hz 66 66 55

CONTROLE U/F

P136 COMPENSAÇÃO I X R 0 ... 9 1 1 56

P137 GANHO I X R AUTO. 0,0 ... 1,00 0 0 57

P138 ESCORREG. NOMINAL 0,0 ... 10,0% 0 0 57

LIMITES DE CORRENTE

P156 COR. SOBRECARGA 0,2 X Inom. ... 1,3 x

Inom. 1,0 x Inom. 2,6 x Inom. 59

P169 COR. MAX. SAÍDA 0,2 X Inom. ... 2,0 x

Inom. 1,35 x Inom. 2,0 x Inom 60

PARÂMETRO CONFIGURAÇÃO P200 ... P399

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PARÂMETRO GENÉRICOS

P202 TIPO DE CONTROLE 0 = U/F 60Hz

1 = U/F 50 Hz 0 0 61

P204 CARREGA PAR. FABR.

0 ... 5 5 = CARREGA

PADRÃO

0 0 61

P206 TEMPO AUTO-RESET 0 ... 255 seg. 0 5 61

P208 FATOR ESCALA REF. 0,0 ... 99.9 1 1 62

DEF. LOCAL / REMOTO

P220 SEL. LOCAL / REMOTO

0,2 e 3 = LOCAL 1 = REMOTO

4 = DI2 ... DI4 5 = SERIAL (L) 6 = SERIAL ( R )

4 1 63

P221 SEL. REF. LOCAL

0 = TECLA 1 = AI1 >= 0

2 e 3 = AI2 4 = P.E.

5 = SERIAL

6 = MULTISPEED 7 = SOMA AI > 0 8 = SOMA AI

0 0 63

P222 SEL. REF. REMOTO

0 = TECLA 1 = AI1 >= 0

2 e 3 = AI2 4 = P.E.

5 = SERIAL 6 = MULTISPEED

7 = SOMA AI > 0 8 = SOMA AI

1 1 63

P223 SELEÇÃO GIRO LOC.

0 e 2 = ANTI-

HORÁRIO 1 = HORÁRIO 3 = DI2

4 = SERIAL

3 0 64

P224 LIGA, DESLIGA LOC.

0 = TECLA I/O 1 = INATIVO

2 = SERIAL

0 0 64

P225 SELEÇÃO JOG LOC.

0 e 1 = INATIVO

2 = DI3 ... DI4 3 = SERIAL

2 1 64

P226 SELEÇÃO GIRO REM.

0 e 2 = ANTI-

HORÁRIO 1 = HORÁRIO

3 = DI2 4 = SERIAL

3 0 64

P227 LIGA, DESLIGA REM.

0 = TECLA I/O 1 = INATIVO

2 = SERIAL

1 1 64

P228 SELEÇÃO JOG REM.

0 e 1 = INATIVO 2 = DI3 ... DI4

3 = SERIAL

2 0 64

ENTR. ANALÓGICA

P234 GANHO ENTR. AI1 0,00 ... 9,99 1 1 66

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P235 SINAL ENTR. AI1 0 = 0 a 10V / 20 mA 1 = 4 ... 20 mA 0 1 66

P238 GANHO ENTR. AI2 0,00 ... 9,99 1 __ 66

P240 OFFSET ENTR. AI2 100% ... 100% 0 __ 66

SAÍDA ANALÓGICA

P251 FUNÇÃO SAÍDA AO1

0 = FREQ. SAÍDA 1 = FREQ. ENTR.

2 = COR. SAÍDA

0 0 67

P252 GANHO SAÍDA AO1 0,00 ... 9,99 1 1 67

ENTRADA DIGITAL

P264 FUNÇÃO ENTRADA DI2

0 = SENT. GIRO 1 = LOCAL / REM.

2,3,4,5 e 6 = SEM

FUNÇÃO 7 = MULTISPEED

(MS2)

0 2 68

P265 FUNÇÃO ENTRADA DI3

0,2,6,8 = SEM

FUNÇÃO 1 = LOCAL / REM.

3 = JOG 4 = S/ERRO EXT.

5 = ACELERA P.E.

7 = MULTISPEED (MS1) 9 = HAB. RAMPA

1 0 68

P266 FUNÇÃO ENTRADA DI4

0,2,6,8 = SEM

FUNÇÃO 1 = LOCAL / REM.

3 = JOG 4 = S/ERRO EXT.

5 = DESACELERA

P.E.

7 = MULTISPEED (MS0) 9 = HAB. RAMPA

9 0 68

SAÍDA DIGITAL

P277 FUNÇÃO RELÉ RL1

0 = Fs > Fx 1 = Fe > Fx (V 3.00

OU MAIOR) 2 = Fs = Fe

3 = Is > Ix

0 __ 70

Fx e Ix

P288 FREQUÊNCIA Fx 0 ... 300 Hz 3.0 3.0 71

P290 CORRENTE Ix 0 ... 2,0 x Inom. 1,0 x Inom. 4,1 A 71

DADOS INVERSOR

P295 CORRENTE NOMINAL

100 = 1,8 A 101 = 2,6 A

102 = 4,1 A 103 = 6.0 A

104 = 7,3 A 105 = 10,0 A (P296=0)

e 9,3 A (P296=1) 106 = 6,5 A

107 = 13,0 A 108 = 16,0 A

DE ACORDO

COM A CORRENT

E DO INVERSOR

102 72

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P296 TENSÃO NOMINAL

0 = 220V / 230V 1 = 380V / 400V /

440V / 460V / 480V

DE ACORDO

COM A TENSÃO

DE ALIMENTA

ÇÃO

0 72

P297 FREQUÊNCIA DE

CHAVEAMENTO

4 = 5,0 KHz

5 = 2,5 KHz 4 5 72

FRENAGEM CC

P300 DURAÇÃO FRENAGEM 0,00 ... 15,0 seg. 0 0 73

P301 FREQ. DE INÍCIO 0,00 ... 15,0 Hz 1 1 73

P302 TENSÃO CC FREN. 0,00 ... 10,0 % 2 2 73

PULAR FREQUÊNCIA

P303 FREQ. EVITADA 1 Fmin ... Fmax. 20 20 74

P304 FREQ. EVITADA 2 Fmin ... Fmax. 30 30 74

P305 FREQ. EVITADA 3 Fmin ... Fmax. 40 40 74

P306 FAIXA EVITADA 0,00 ... 25,0 Hz 0 0 74

INTERFACE SERIAL

P308 ENDEREÇO INVERSOR 1 ... 30 1 1 75

RIDE-THROUGH

P311 RAMPA DE TENSÃO 0,00 ... 10,0 seg. 0 0 76

PARÂMETROS MOTOR

P401 CORRENTE MOTOR 0 ... 1,30 x Inom. 1,0 x Inom. 1,7 A 77

Anexo 3: Diagrama de Processo e Instrumentação

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DIAGRAMA DE PROCESSO

O diagrama de Instrumentação segue a simbologia de identificação dos instrumentos, baseado nas normas ANSI / ISA – S 5.1 1984 (R1992) e NBR 8190, sendo um documento onde tem-se uma visão ampla e funcional da planta. Através deste diagrama, que na indústria é conhecido como P&ID (Diagrama de processo e instrumentação), visualizamos os

principais instrumentos, as ligações básicas e os tipos de sinal da telemetria entre os

componentes da Planta, desde a tomada de processo, transmissores e atuadores até o controle e a supervisão implementados no sistema. O módulo ADAM, que faz a função do LC-101, foi representado como um instrumento computer function (do Inglês, função de computador), cuja simbologia é pouco utilizada em P&ID. Porém, preferiu-se empregar esta notação, que se mostra mais adequada para sistemas com interface via Computador.

Anexo 4: Diagrama de Malha

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Anexo 5: Tabela de Configuração do Transmissor LD-301

Árvore de Programação Usando o Programador

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Árvore de Programação Usando o Programador

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Árvore de Programação Usando o Programador

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APÊNDICES

Apêndice 1: Procedimento de Operação da Planta Experimental

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL DA PLANTA EXPERIMENTAL

VERIFICAÇÕES INICIAIS

1- Certificar-se de que os disjuntores de alimentação da Planta Experimental estejam desligados (voltados para baixo);

2- Certificar-se de que a chave de partida esteja na posição “0”;

3- Posicionar chaves de funções (verde, vermelha, branca e amarela) para baixo;

3-Verificar estado dos cabos e plug´s (120VCA e 220VCA);

4-Verificar se o cabo de 110VCA que alimenta a Planta está conectada a um filtro de linha ou estabilizador;

5-Verificar se o cabo do Computador está ligado ao filtro de linha ou estabilizador;

6-Verificar toda a instalação física dos instrumentos: LT-101, MB-102, HV-01(50% aberta);

- válvula (central) equalizadora, fechada;

- válvulas (laterais) das câmeras de alta e baixa, abertas;

7-Certificar se há algum vazamento, e que o nível do TQ-02 esteja na marca indicada.

LIGAÇÕES INICIAIS

1-Conectar na rede elétrica o cabo de 220VCA;

2- Conectar na rede elétrica o cabo do estabilizador (110VCA);

3- Ligar os disjuntores da Planta Experimantal;

4-Verificar se a fonte, o Módulo ADAM , o Transmissor e o Inversor estão energizados;

5-Ligar o Computador;

6-Abrir o Programa Adam Ethernet I/O Utilities;

7-Verificar se o programa reconheceu o HOST com endereço IP: 10.0.2.49 e o ADAM-6022 com endereço IP: 10.0.2.202;

8- Clicando em “(10.0.2.202)( ADAM-6022)” aparecerá o objeto “6022”;

9- Clicando no objeto “6022” aparecerão na tela as abas Inpu, Output e PID;

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10- Acessar a aba PID para permitir o controle sobre o processo (Sugere-se iniciar com o controle em automático (Control Mode: AUTO) e com set point e 50% (SV);

11- Acionar a chave de partida, posição “1”;

12- Acionar chave de função habilita geral (verde).

Obs:

Para garantir que a planta opere normalmente, é necessário que as configurações do inversor e as calibrações do transmissor e do controlador estejam em conformidade com o projeto.

Apêndice 2: Procedimento de Calibração Transmissor de Nível LD-301

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