V – SUBPROJETOS EXECUTIVOS E SEU ANDAMENTO
VIII. QUALIDADE DO ENSINO
Uma das características que explica o paradoxo é exatamente o que se faz para melhorar a qualidade de ensino: projetos especiais, formação de professores, etc, e que não têm exercido impacto sobre a sua qualidade. Isso se deve, fundamentalmente, ao fato de que o processo de educação continuada dos professores é feito fora da escola e na base de questões que nem sempre ou, quase nunca, estão relacionadas concretamente com os problemas da escola.
A base fundamental para essa mudança é a realização da formação, dentro do conceito de educação continuada de professores, baseada nos problemas da escola e utilizando instrumentos de ensino presencial e à distância.
Nesse sentido, discutimos a questão, continuamente, nesses cinco meses, com a DOT, que elaborou uma proposta de formação que já está em prática (Figura 16), cujos planos de trabalhos específicos são: o Círculo de Leitura e Escrita – uma vez que uma das prioridades fundamentais é a alfabetização no verdadeiro sentido da palavra; o Projeto Mão na Massa; o Projeto Educom.rádio;
o Projeto de Ensino Médio Formando para Integrar; a Informática Educativa – construção de uma identidade midiática; a formação e o intercâmbio cultural que é o ensino de línguas. A questão da inclusão tem tido atenção especial, com a implantação dos CEFAIs (Centro de Formação e Acompanhamento à Inclusão), dos SAAIs (Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão) e dos cursos de capacitação de professores que atendem classes regulares com alunos com necessidades educacionais especiais incluídos.
A DOT, também, está complementando a formação de professores do educação infantil, integrando o cuidado com a educação que é uma forma recente e legal de atender essa questão. Na Divisão de Educação de Jovens e Adultos estamos atuando através dos projetos: EJA (Educação de Jovens e Adultos), CIEJA (Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos), MOVA (Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos), CMCT (Centro Municipal de Capacitação e Treinamento).
Os principais objetivos da proposta da DOT são os de contribuir para o fortalecimento da organização escolar e possibilitar a coesão da enorme equipe pedagógica da Secretaria Municipal de Educação.
Esse projeto foge das ações pulverizadas e também de programas, absolutamente homogêneos, realizados em larga escala, que tratam todos os professores e alunos de forma padronizada. Por essa razão, o programa da DOT, Figura 16 – QUALIDADE DO ENSINO – PROJETOS PEDAGÓGICOS ESPECIAIS(DOT)
em consonância com a proposta original, apresenta uma nova forma de articular todos os projetos e ações em torno de um eixo comum que é a gestão pedagógica baseada nas questões e nos problemas das escolas retomando as unidades educacionais como palco central da formação continuada e colocando em pauta o compromisso de todos com a aprendizagem das crianças, jovens e adultos, possibilitando, também, à escola adquirir um ambiente acadêmico, que é absolutamente necessário.
As Metas são:
9 Alfabetizar (tornar os alunos competentes em leitura e escrita) todos os alunos do 2º ano do Ciclo I em diante;
9 Consolidar a organização e funcionamento da Rede Municipal como espaço de autoria na formação continuada e produção de conhecimento didático e ético, úteis na formação integral das crianças.
Para isso reorganizou-se a DOT em um núcleo de quatro divisões:
9 Círculo de Leitura e Escrita
9 Ensino Fundamental, Médio e Educação Especial 9 Educação Infantil
9 Educação de Jovens e Adultos
Cada uma das divisões está sendo responsável por um plano de trabalho que inclui diferentes ações ao longo dos nossos quatro anos de gestão. Para exemplificar, estamos colocando o Calendário das Atividades DOT dentro de um de seus programas prioritários, que é Círculo de Leitura e Escrita.
1-OS SUBPROJETOS FUNDAMENTAIS
Dentro deste aspecto, estamos trabalhando em algumas propostas de maior relevância:
1.1 CÍRCULO DE LEITURA E ESCRITA
Alguns projetos merecem um detalhamento especial.
No presente momento a equipe DOT já iniciou a ação Gestão Pedagógica:
sobre ler e escrever em praticamente todas as Coordenadorias. Os participantes
são os gestores das unidades educacionais de 10 EMEFs, pessoal da DOT- Pedagógica da Coordenadoria e uma formadora do Círculo. Nos dois primeiros encontros foram mapeados os problemas de aprendizagem da leitura e da escrita vinculados à gestão, levantados os conteúdos de estudo necessários para o enfrentamento destes problemas e discutidos os instrumentos para diagnosticar a situação dos alunos de cada escola em relação ao desenvolvimento na leitura e na escrita. Nesta primeira etapa de implantação serão atingidas 133 escolas, 10 por Coordenadoria de Educação.
O SOS OSL, outra ação do Círculo, visa aprimorar o trabalho dos professores orientadores das salas de leitura. Esta ação já foi oferecida às Coordenadorias que já se inscreveram e iniciarão os encontros no final de junho.
Além dessas duas ações, constatou-se a necessidade de acompanhar os projetos desenvolvidos pelas Coordenadorias, nos diferentes segmentos, o que será a terceira ação do Círculo, em parceria com as demais divisões da DOT.
1.2 – EDUCAÇÃO INFANTIL
Na Educação Infantil já estamos exercendo as seguintes atividades:
1.2.1 – Centros de Educação e Cultura Indígena – CECIs
• Exposição “Os CECIs e a Educação: Um Olhar Propositivo sobre os CECIs na Cidade de São Paulo”;
• Encontros para a “Construção dos Regimentos e Orientações quanto à Proposta Pedagógica dos CEIs Indígenas, vinculados aos CECIs”;
• “Avaliação de um ano dos CECIs na Cidade de São Paulo” Levantamento dos avanços, dificuldades e proposta de temas para a formação continuada dos responsáveis pela ação educativa;
• Elaboração do “Relatório anual das Atividades dos Centros de Educação Infantil Indígena, vinculados aos CECIs”
1.2.2 – CEIs Conveniados (indiretos e particulares)
• Formação Inicial das ADIs:
Participação no Seminário “Redes Tecendo Rede – A formação do professor de Educação Infantil” para apresentação de uma proposta de formação inicial em nível Médio na Modalidade Normal em parceria com as Entidades sociais conveniadas à SME;
• Elaboração do documento “Formação em nível Médio na Modalidade Normal para as ADIs da Rede Conveniada de CEIs/Creches: Uma Proposta”.
1.2.3 – CEIs Diretos e EMEIs: GT-EI
Em parceria com as Coordenadorias de Educação, constituição de um Grupo de Trabalho- GT com o objetivo de refletir, discutir, organizar, elaborar e encaminhar propostas para atendimento das demandas da Educação Infantil na Cidade de São Paulo em seus aspectos pedagógicos e estruturais.
1.2.4 – Cursos:
• ”A Hora E A Vez da Equipe de Apoio à Ação Educativa: A Educação Infantil Construída de Mão em Mão”
Através do convênio firmado entre a PMSP/SME e o MEC/FNDE a DOT – Ed. Infantil organizou esta ação de formação, que envolverá 25% dos profissionais da Equipe de Apoio à Ação Educativa dos CEIs e EMEIs, sob regência da Fundação de Apoio à Faculdade de Educação-FAFE/USP.
Serão desenvolvidos ao longo dos encontros conteúdos que contribuirão para apropriação significativa das questões relacionadas ao Educar e Cuidar e da Cultura da Infância que por sua vez trarão elementos para que esse segmento de profissionais possa contribuir tanto na elaboração quanto no desenvolvimento dos Projetos Pedagógicos de suas U.Es.
• “Nutrir e Educar: Alimentando Idéias”
A organização dos tempos e espaços para a alimentação bem como as relações interpessoais de todos os envolvidos neste fazer serão alguns dos conteúdos abordados nesta ação. Representantes das equipes técnicas, de apoio e também da comunidade escolar participam deste curso que prevê a elaboração de um projeto sobre alimentação em cada
Unidade Educacional participante. Esta formação tem a parceria de SME/DOT-EI, SMG/DME, Equipe da Escola Promotora de Saúde e Nestlé.
Representantes das DOT-Pedagógicas das C.E. que se interessarem também poderão participar desta parceria.
• ”Entre na Roda: Leitura na Educação Infantil e na Comunidade” e “Brincar:
O Brinquedo e a Brincadeira na Rotina da Educação Infantil”
ADIs, Professores, ATEs, Supervisores e Comunidade participam dessa proposta de incentivo e orientação à leitura que visa tanto o desenvolvimento e a formação de leitores (na escola e na comunidade) quanto o enriquecimento das práticas dos profissionais de Educação Infantil. Ambas ações são promovidas por SME/ DOT- EI em parceria com CENPEC/Fundação VW e prevêem a elaboração e execução de um projeto nas Unidades Educacionais referente aos conteúdos trabalhos nos cursos.
1.2.5 – “70 anos de Educação Infantil”
Um vídeo e exposições regionalizadas foram algumas das muitas idéias que surgiram (e estão em discussão) para marcarmos os 70 anos da Educação Infantil na cidade de São Paulo. O vídeo já começa a ser elaborado. Temas e formas para a exposição e outras comemorações serão definidas ainda nesse semestre.
1.2.6- Gestão pedagógica: Otimização dos tempos e espaços de aprendizagem na educação Infantil
Escolares de Educação Infantil de cada Coordenadoria de Educação. Os gestores pedagógicos das Coordenadorias de Educação e das Unidades de Educação Infantil participarão desta ação de formação que destacará o papel desses gestores como responsáveis e facilitadores do planejamento e da organização dos tempos e espaços de aprendizagem nas Unidades Educacionais da Rede.
1.2.7 -Projeto Padrão Novo CEI / EMEI
Em parceria com SME-ATP – Plano de Obras e EDIF- Projetos iniciamos uma agenda de encontros que tematizarão o Espaço Físico e os Ambientes de Aprendizagem nas Unidades de Educação Infantil. Ainda neste semestre as Coordenadorias de Educação e suas Unidades Escolares serão envolvidas nesta agenda.
1.3- ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
No Ensino Fundamental e Médio as seguintes atividades foram exercidas:
• Elaboração de Plano de Ação da DOT Ensino Fundamental e Médio e apresentação do mesmo ao Secretário de Educação e Coordenadores de Educação das Coordenadorias.
• Visitas às Escolas de Ensino Fundamental da RME, e elaboração de relatório diagnóstico das necessidades de formação. Ação articulada ao DOT Círculo de Leitura.
• Participação em apresentação do Programa de Gestão Pedagógica nas Coordenadorias de Educação.
• Reuniões internas de formação na divisão DOT Ensino Fundamental e Médio e nas reuniões quinzenais entre DOT / Coordenadores de Educação e Diretores de Orientação Técnica.
• Elaboração de Planos de Trabalho FNDE 2005 e 2006
1.3.1 – Ensino Médio
• Encontros sistemáticos com escolas de ensino médio para diagnóstico e construção coletiva de projeto de formação em gestão e acompanhamento.
• Apresentação e implantação, em parceria com a empresa POSITIVO, do portal de educação APRENDE BRASIL.
• Curso de 20 horas para coordenadores das escolas de ensino médio para uso pedagógico do portal APRENDE BRASIL.
• Cursos de 4 horas para 60 professores de diferentes áreas de ensino médio para exploração, implantação e uso do Portal.
• Discussão sobre a implantação de projeto de gestão integrada SIGA, em parceria com a Fundação Pitágoras.
• Visita a São José dos Campos para observar a implantação do sistema de Gestão em escolas do município para analisarmos as experiências inovadoras que podem ser aplicadas em nossa gestão.
• Organização, junto com professores de Ensino Médio, do I Encontro de Professores de Ensino Médio do município para discutirmos a qualidade do ensino oferecida aos alunos nesta modalidade.
• Organização, em Parceria com CIEE , para realização de orientação vocacional dos alunos de 3º s anos do Ensino Médio.
• Organização da escolha do livro didático de ensino médio, de português e matemática através do PNLEM.(Plano Nacional do Livro de Ensino Médio/MEC)
1.3.2 – Projeto Educom.rádio
• Levantamento diagnóstico junto às escolas que participaram dos cursos de formação para conhecermos:
a. A situação dos equipamentos de rádio enviados para as escolas;
b. O uso do equipamento pelas escolas;
c. O envolvimento das equipes das escolas e dos alunos no Projeto;
d. A utilização didática do recurso.
• Elaboração de relatório a partir do diagnóstico;
• Reunião com responsáveis pelo Projeto nas Coordenadorias para aprofundar diagnóstico e preparar Encontro com escolas que responderam que o mesmo está integrado ao seu Plano Pedagógico e com a equipe da USP que estava à frente da formação no ano anterior;
• Elaboração de um Programa de rádio com a intenção de orientar como fazer uso do equipamento;
• Encontro com 59 escolas da Rede que passaram por formação e estão com o Projeto em andamento nas escolas. Total de 250 pessoas que ouviram a Secretaria através do Secretário, da Secretária Adjunta, USP e outros e se reuniram em grupos para discutir o Projeto;
• Questionário enviado às escolas para levantar possíveis necessidades de manutenção do equipamento;
• Contato com empresas que forneceram os equipamentos para negociar a manutenção;
• Organização de Plano de Formação a partir das necessidades apontadas pelas escolas nos Encontros;
• Encontro de Formação com Coordenadorias com objetivo de potencializar o uso do recurso nas UEs. (elaboração do Plano de Ação das Coordenadorias).
1.3.3 – Projeto Mão na Massa
• Elaboração de pauta e coordenação de reuniões com os formadores do Projeto: dias 07/04; 10/05; 18/05 e 16 de Junho de 2005;
• Participação em reuniões na Estação Ciências – Projeto Mão na Massa Brasil: 28/04 e 03/06/2005;
• Elaboração de proposta de formação e contatos com a Estação Ciências, para estabelecimento de Projeto de formação em parceria, nos anos de 2005 e 2006: dias 13 e 16/06/2005;
• Participação no Taller Latino Americano para formadores, administradores e professores – Ensino das Ciências baseado na indagação: de 23 a 28 de Maio de 2005, em Bogotá;
1.3.4 – Informática Educativa
• Levantamento nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental, nos CEUs e unidades que possuem SAAI de alunos portadores de cegueira para instalação do software Virtual Vision;
• Formação de professores dos Centros Integrados de Educação de Jovens e Adultos CIEJA – dos Módulos I e II do Itinerário Formativo de Informática;
• Acompanhamento da formação de supervisores e equipe pedagógica das Coordenadorias de Educação para uso da MESA EDUACIONAL ALFABETO que se encontra nas salas de leitura e SAP das EMEFs.
• Acompanhamento da formação de Coordenadores Pedagógicos das Escolas de Ensino Médio para uso do Portal Aprende Brasil;
• Acompanhamento da formação de 06 turmas de Professores das Escolas de Ensino Médio para uso do Portal Aprende Brasil;
• Acompanhamento da formação de 09 turmas de Professores Orientadores de Informática Educativa – POIE da Coordenadoria de Educação de Campo Limpo.
1.3.5 – Educação Especial
• Planejamento e elaboração do curso optativo: As Adaptações Curriculares e o fazer pedagógico” – MEC / FNDE;
• Visita às Instituições que mantém convênios de Educação Especial com a S.M.E;
• Apresentação do Plano de Trabalho ao. Secretário Municipal de Educação;
• Reunião com o Conselho Municipal do Deficiente;
• Reunião com o Instituto São Paulo, sobre projeto aprovado pelo FUMCAD;
• Contato com AACD, Fundação Dorina Nowill e LARAMARA para envio de proposta para o curso do MEC/FNDE;
• Visita à Associação de Pais e Amigos das Crianças com distúrbios Neuro- Motores – APAC;
• Reunião com representantes das EMEEs (Escolas Municipais de Educação Especial);
• Análises e pareceres acerca dos Planos de Trabalho dos CEFAIs;
• Audiência no Ministério Público;
1.3.6 – Educação de Jovens e Adultos
Dentre as ações inerentes ao setor, a Divisão de Orientação Técnica de Jovens e Adultos participou da elaboração das diretrizes de DOT e viabilização de ações emergenciais que se fizeram necessárias.
Empenhou-se em fazer um reconhecimento da realidade encontrada, detectando a necessidade de transformar essa situação, implicando também refletir sobre as instâncias deste sistema educacional, em sua estrutura e funcionamento, mecanismos que podem contribuir para o êxito de nossos projetos, estabelecendo diretrizes políticas para executá-los. Acompanhamento conjunto e articulado da Proposta de
Ensino Fundamental e Médio, Divisão de Educação Infantil. GESTÃO PEDAGÓGICA – Aprendizagem na Escola: ponto de partida e ponto de chegada em parceria com as Coordenadorias de Educação e o Trio Gestor: Supervisor Escolar, Coordenador Pedagógico e Diretor de Escola.
Ações realizadas:
• Participação, com a Assistência Técnica de SME, da avaliação e organização da legislação referente a EJA.
• Realização de estudos, com Coordenadores de Educação, sobre a legislação e a readequação do trabalho pedagógico desenvolvido nos CIEJAs.
• Realização de avaliação qualitativa e quantitativa da EJA, MOVA e CIEJA.
• Avaliação e extinção do CIEJA da Penha.
• Elaboração do Calendário MOVA.
• Revisão da Portaria 3006/04 – SME – Dispõe sobre a Educação de Jovens e Adultos na Rede Municipal de Ensino.
• Reorganização do CIEJA.
• Participação em Reunião junto ao CME para reorganização do CIEJA.
• Curso de Capacitação para os professores dos CIEJAs na implantação do Itinerário Formativo de Informática.
• Pesquisa DOT-EJA 2005 para traçar o perfil da EJA da Cidade de São Paulo.
• Criação da II Unidade do CMCT – Centro Municipal de Capacitação e Treinamento.
• Mapeamento Nacional de Iniciativas de Alfabetização.
• Organização do fluxo de informações DOT / COORDENADORIAS /CIEJA.
• Reuniões quinzenais com gestores dos CIEJAs e Supervisão Escolar.
• Reorganização do CIEJA com a implementação do Itinerário Formativo de Informática.
• Termo de Cooperação com o Conselho Regional de Ile – de – France.
• Participação no Projeto Ação Jovem da Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo, garantindo para os alunos de EJA do Ciclo I e CIEJAs 10.000 benefícios de R$60,00 para jovens de 15 a 24 anos.
• Estudo e implementação do Projeto Projovem com verba do FNDE/2005 para atendimento e inclusão de jovens e adultos no Ciclo II,de 18 a 24 anos, com ajuda financeira e formação específica.