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TRABALHO E RESSOCIALIZAÇÃO 577

No documento Ciências Sociais, Exatas e da Terra. (páginas 45-194)

 

A ESSÊNCIA DO INVESTIMENTO EM VALOR ­ A CONCEPÇÃO DO GRANDE INVESTIDOR JOHN NEFF.

   

Autor(es):

Amanda Beatriz Vasconcelos Galdino da Silva: Discente do curso de Administração do UNI­RN   Karla Janaina Marques da Rocha : Discente do curso de Administração do UNI­RN   

    Orientador(es):

Márcio Carvalho de Brito: Docente do UNI­RN   

(Introdução)  John  Neff,  nascido  em  19  de  setembro  de  1931,  em  Wauseon,  Ohio,  EUA,  estudou  marketing  industrial,  mas frequentava  aulas  noturnas  para  conseguir  uma  graduação  em  finanças.  Um  investidor  em  valor,  com  sua  filosofia  de investimentos  que  enfatizava  a  importância  de  uma  ação  com  preço  baixo  em  relação  aos  rendimentos.  Usou  as  primeiras experiências de vida a seu favor. Construiu ideias próprias para ir contra a maré do mercado e decidir sozinho sobre as ações.

Na faculdade obteve diploma em estudo bancários e finanças e trabalhou para o Nacional City Bank, como analista de títulos.

O desejo de obter conhecimento na área de investimentos e tornar­se mais independente, o levou a posição de analista de títulos  no  Windsor  Fund  em  1963.  John  Neff  foi  encarregado  do  Fundo  Windsor  (fundo  com  maior  patrimônio  nos  Estados Unidos)  por  31  anos,  quando  bateu  o  mercado  em  25  desses  31  anos.  Neff  descreve  a  si  mesmo  como  um  investidor  em

“Preço­Lucro baixo. Um homem destemido encorajava sempre seus colegas a colaborar nas suas decisões. Nunca procurou por  publicidade  em  sua  carreira  da  mesma  forma  que  muitos  outros  administradores  de  fundos  cinco  estrelas.  A  partir  da publicação de suas memórias ­ John Neff on Investing ­ ele conseguiu o amplo reconhecimento que merece.

(Metodologia)  Para  compreender  a  história  de  John  Neff  como  investidor,  foi  utilizada  como  metodologia  a  pesquisa bibliográfica, tendo como fonte de informações: o capítulo 7 do livro Os Grandes Investidores, e materiais encontrados na rede mundial de computadores.

(Resultados) O presente trabalho tem como finalidade mostrar como o investidor John Neff tirava vantagem do conhecimento do comportamento do mercado de ações, como ir além do simples índice de preço­ lucro baixo (P/L), onde ele sempre procura os  principais  fatores  para  poder  examinar  uma  empresa,  e  também  a  clareza  dos  traços  pessoais  de  independência  de pensamento,  necessários  para  grandes  investimentos  de  longo  prazo  bem­sucedidos.  Neff  dizia  que  um  bom  lugar  para  se procurar  por  ideias  são  as  cotações  de  ações  em  jornais  de  finanças  que  atingiram  novos  patamares  baixos.  E  como  um investidor em baixo P/L você tem que entender as idiossincrasias do Mercado e descobrir as diferenças entre ações que estão sendo vendidas baratas das ações com perspectivas muito ruins.

(Conclusão) John Neff nunca foi uma estrela: sempre adotou uma posição simples e afastada de Wall Street, a meca nova­

iorquina  do  capitalismo  mundial.  John  Neff,  procurava  ir  contra  a  corrente,  administrando  as  possibilidades  de  ganhar  com eventuais  notícias  positivas  sobre  as  empresas  esquecidas  pela  maioria  dos  investidores.  Neff  gostava  de  investir  em empresas e setores em crise e, por isso, dizia que comprava “ações desconfortáveis”. Além de ser um investidor disciplinado, a sua tática era simples: ignorar o mercado. Neff seguia sempre os mesmos indicadores, em particular uma versão modificada da relação preço­lucros. O gestor defendia que a relação preço­lucros (P/L), que resultada da divisão da cotação da ação pelos lucros que lhe são atribuídos, é um bom indicador, mas que poderia ser melhorado

Palavras­Chave: Investimentos; Ações; Preço­lucro; Valor

 

A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NO RIO GRANDE DO NORTE: UMA ANÁLISE DO MERCADO DE ALIMENTOS ORGÂNICOS E A QUALIDADE DE VIDA DO CONSUMIDOR NATALENSE.

   

Autor(es):

Manuella Alves da Rocha: Discente do curso de Administração do UNI­RN   Kelwin Pereira Serafim: Discente do curso de Administração do UNI­RN    Natasha Leite Peixoto: Discente do curso de Direito (matutino) do UNI­RN   Rayane Karollina Rodrigues Marinho: Discente do curso de Administração do UNI­RN  

Maria Helena Viana Costa: Discente do curso de Administração do UNI­RN       

Orientador(es):

Karina de Oliveira Costa Bezerra: Docente do UNI­RN   Karine Symonir de Brito Pessoa: Docente do UNI­RN  Ana Rosa Gouveia Sobral da Câmara: Docente do UNI­RN  

(Introdução)  (INTRODUÇÃO)  O  tema  abordado  tem  como  objetivo  mostrar  o  crescimento  de  empresas  de  alimentos orgânicos no estado do Rio Grande do Norte e como as famílias natalenses veem aderindo a alimentação mais saudável para sua família. As empresas estão em busca de crescimento da agricultura agroecologia no RN, essas empresas ficam cada ano mais forte, tendo em vista que a maioria dos cidadãos tem sua fonte de renda da agricultura. A ideia de analisar o mercado consumidor e empresas de alimentos orgânicos é para identificar a procura das pessoas por uma melhor alimentação, vendo que hoje o mercado está sendo tomado por alimentos transgênicos. A pesquisa é realizada com a visão de conscientizar os consumidores  a  terem  uma  alimentação  mais  saudável.  Buscamos  também  olhar  para  as  empresas  e  ver  como  elas  estão sendo  gerenciadas  para  que  os  natalenses  adquiram  esses  alimentos,  quais  são  as  pesquisas  realizadas  por  elas  e  como fazem para administrar e melhorar esse crescimento de alimentos orgânicos no mercado.

(Metodologia) (METODOLOGIA) O método de pesquisa utilizado pelo grupo consistiu em uma coleta de dados e informações em  sites  na  internet,  casos  concretos,  baseados  na  pesquisa  efetuada  através  de  um  questionário  aplicado  pelo  grupo realizado  com  pessoas  de  faixas  etárias  diferenciadas,  possibilitando  que  o  grupo  possa  disponibilizar  de  casos  reais, resultando em uma explanação mais ampla do assunto abordado. A partir das informações adquiridas, o grupo realizou uma triagem  para  que  fossem  selecionadas  apenas  as  melhores  e  mais  relevantes  informações,  sempre  buscando  opiniões  e pontos de vista de pesquisadores, estudiosos, pessoas que estão envolvidas nesse mercado, de modo a garantir uma maior riqueza ao trabalho que se pretende apresentar.

(Resultados) (RESULTADOS) Na pesquisa realizada com pessoas de idades de 20 a 60 anos sobre o mercado de alimentos orgânicos em natal obtivemos que a maioria das pessoas busca uma qualidade de vida melhor e que o mercado de alimentos orgânicos  está  em  crescimento,  entretanto  mais  de  50%  acredita  que  é  difícil  de  encontrar  esse  tipo  de  alimento.  Dessa pesquisa  51,4%  diz  que  “as  vezes”  consomem  os  alimentos  orgânicos,  33,3%  diz  que  consomem  os  orgânicos  15,3%  não consomem, desta forma observa­se que os natalenses encontra­se atras dos alimentos mais saudáveis. Para a maioria, 64%

afirma que os valores colocados para os alimentos não é viável, vendo que a população está cada vez buscando alimentos mais saudáveis deveria ser feito uma melhor distribuição dos preços dos alimentos, tornando assim mais acessível.

(Conclusão)  (CONCLUSÕES)  O  presente  artigo  teve  como  finalidade  realizar  um  estudo  sobre  o  mercado  de  alimentos orgânicos no Rio Grande do Norte e a qualidade de vida de seus consumidores. Com base nos dados coletados na pesquisa realizada pelo grupo, é possível apontar que nem sempre esses alimentos são fáceis de encontrar e seu valor de compra não é  muito  acessível,  porém  acredita­se  que  se  trata  de  um  mercado  promissor  podendo  gerar  empregos  e  renda  a  muitas famílias cultivadoras, revendedores e distribuidoras de alimentos orgânicos, movimentando a economia da região.

Palavras­Chave: Palavras­chave: Alimentos orgânicos. Saúde. Agricultura familiar.

 

A INDÚSTRIA DE ENERGIA NO RN: A ENERGIA EÓLICA E SEU POTENCIAL EMPREENDEDOR  

 

Autor(es):

karla gabriela costa bernardino: Discente do curso de Administração do UNI­RN   Everson Felipe Mesquita da Silva: Discente do curso de Administração do UNI­RN  

André Vicente da Silva : Discente do curso de Administração do UNI­RN    Pedro Henrique Barbosa da Silva Gomes: Discente do curso de Administração do UNI­RN  

Paulo Izaque Bezerra: Discente do curso de Administração do UNI­RN       

Orientador(es):

Karina de Oliveira Costa Bezerra: Docente do UNI­RN   Ana Rosa Gouveia Sobral da Câmara: Docente do UNI­RN 

Karine Symonir de Brito Pessoa: Docente do UNI­RN  

(Introdução) O trabalho produzido tem o intuito de mostrar a Indústria de Energia no Rio Grande do Norte, identificar o avanço econômico local: Mostrar os benefícios e os malefícios, analisar as melhorias no mercado regional, apontar o possível aumento de empregos no Estado e verificar um possível investimento no setor eólico. A pesquisa está voltada para o âmbito da energia eólica,  mostrando  assim  todo  o  avanço  histórico,  desde  a  sua  produção  a  evolução  estrutural  tanto  como  na  sua  forma  de utilização.

(Metodologia) Esta pesquisa caracteriza­se como exploratória e descritiva. segundo Gil (2008), a pesquisa exploratória tem como  finalidade  desenvolver,  esclarecer  e  modificar  conceitos  e  ideias.  É  habitual  neste  tipo  de  pesquisa  envolver levantamentos bibliográficos e documentais, entrevista não padronizada e estudos de casos. (Gil 2008). A coleta de dados foi através  do  uso  de  dados  secundários  em  artigos  científicos  e  dados  atualizados  de  sites  oficiais  como:  CERNE.  Os  dados foram  tratados  por  meio  de  seleção  de  informações  referentes  a  quantidade  de  parques  eólicos  que  estão  em  operação.

Posteriormente, analisou­se os gráficos com uso de abordagem qualitativa e quantitativa que apontam os valores gastos para produzir a energia eólica.

(Resultados)  A  matéria­prima  tem  com  custo  alto,  por  ter  equipamentos  com  a  tecnologia  avançada  e  a  mão­de­obra qualificada e o recurso principal é o vento que não existe nenhum custo. Atualmente existem 127 parques eólicos em operação e o estado está em segundo lugar como maior produção de energia no Brasil. O investimento para a construção de um parque eólico torna­se de valor elevado garantindo um retorno em tempo recorde e a duração média das turbinas de vida útil é de 25 a 35 anos, por ter materiais resistentes. O mercado é competitivo porque os empreendedores sempre acompanham através de leilões e ações, para que possam ter um bom retorno financeiro. A demanda no mercado consumidor é constante e abundante, pois tudo gira em torno da energia, independente seja ela renovável ou não. Lembre­se energia eólica é uma ação limpa.

(Conclusão) O investimento para a energia eólica é muito alto apesar de que a matéria prima (os ventos) não existe custos, porém os equipamentos têm toda uma tecnologia nas turbinas e a mão de obra especializada para que as torres realizem o trabalho tem um custo também muito alto. De acordo com o que contatamos com a pesquisa, o investimento para a construção de um parque eólico torna­se um valor elevado com um retorno á longo prazo. A pesquisa também mostrou que as empresas estudadas realizam um estudo aprimorado financeiramente para o preparo de um investimento tão alto.

Palavras­Chave: Energia Eólica, Mercado Competitivo, Sustentabilidade.

 

A INFLUÊNCIA DA MARCA UNI­RN NA ESCOLHA DOS ALUNOS INGRESSANTES NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO  

 

Autor(es):

Patrick Alefy de Miranda França: Discente do curso de Administração do UNI­RN      

Orientador(es):

Franklin Marcolino de Souza: Docente do UNI­RN   

(Introdução) Observou­se que existe uma grande exigência dos alunos em busca do curso de administração em instituições de  ensino  superior  (IES),  gerando  assim  uma  busca  minuciosa  por  um  ensino  de  boa  qualidade  com  certificações  e reconhecimentos  institucionais,  boa  estrutura  do  Campus,  docentes  qualificados  para  ministrar  as  aulas  e  boa  localização.

Com  isso  temos  como  objetivos  verificar  fatores  considerados  importantes  para  a  imagem  da  marca  na  visão  dos  alunos ingressantes no curso de administração; identificar a percepção dos alunos ingressantes no curso de administração em relação à marca UNI­RN; traçar o perfil socioeconômico do aluno ingressante do curso de administração.

(Metodologia) Este trabalho optou por utilizar uma pesquisa descritiva e quantitativa, cujo método é baseado em indicadores capazes de fornecer informações que contribuam satisfatoriamente para o entendimento do resultado da pesquisa aplicada. O universo  e  amostra  são  os  59  alunos  de  1°  ano  do  curso  de  administração.  Foi  aplicado  um  questionário  com  11  (onze) questões fechadas, os dados foram tabulados de forma a serem analisado através da ferramenta Surveymonkey.

(Resultados)  Verificou­se  como  os  estudantes  ingressantes  no  curso  de  administração  compreendem  a  marca  de  uma instituição  de  ensino  parece  ser  um  dos  fatores  importantes  para  determinar  o  sucesso  das  IES.  Especificamente  sobre  a criação  do  valor  da  marca  UNI­RN,  e  a  partir  dos  resultados  identificados,  se  buscou  saber  o  entendimento  dos  alunos  do primeiro ano de administração do UNI­RN. Quanto à faixa etária dos alunos, predominou­se 80,9% dos entrevistados entre os de  17  a  25  anos.  A  maior  parte  dos  entrevistados  está  além  de  estarem  cursando  o  ensino  superior  tem  uma  ocupação profissional que soma 56,3% e 43,8% apenas estudam. A maioria dos entrevistados pertence ao sexo masculino, com 66,7%

dos  respondentes,  contra  33,3%  do  sexo  feminino.  Nota­se  que  a  maioria  dos  entrevistados,  representados  por  18,8%  dos alunos, estão entre 3 a 4 salários mínimos, seguido de 18,8% com renda familiar acima de 6 salários mínimos. Soube­se que 45,8%  dos  alunos  respondentes  avaliam  a  IES  como  sendo  muito  forte,  e  43,8%  disseram  que  a  marca  é  forte.  A  grande maioria dos alunos respondentes que totaliza 52,1% afirma que o maior atributo que associa a marca UNI­RN é o ensino de boa qualidade. Percebeu­se que 41,7% dos alunos consideram como fator importante para a imagem da marca em relação ao curso de administração a boa qualidade do ensino, seguido de 20,8% que afirmam que é pela estrutura que a IES oferece. Foi questionado  se  as  expectativas  dos  alunos  ingressantes  do  curso  de  administração  estão  sendo  atendidas  com  relação  à escolha  pelo  centro  universitário  e  85,1%  afirmam  que  sim,  estão  tendo  suas  expectativas  atendidas.  Também  foi  visto  que todos responderam que indicariam o centro universitário para outras pessoas que desejam cursar o ensino superior. O maior influenciador na tomada de decisão dos ingressantes pela escolha do curso de administração do UNI­RN foram amigos com total de 47,9%, seguido dos seus familiares (20,8%).

(Conclusão) Os resultados obtidos por meio da análise desenvolvida, nesta pesquisa, permitiu chegar à conclusão de que, a marca  torna  ainda  mais  forte  uma  instituição  de  ensino  e  fidelizam  seus  consumidores  (alunos).  A  marca  não  é  apenas  um sinal ou um símbolo qualquer, mas sim algo que ele pode acreditar que é para o seu bem estar, pois o cliente sempre quer o melhor produto/serviço e a melhor marca.

Palavras­Chave: Marketing, Marca, Percepção.

 

A INFLUÊNCIA QUE A SEGURANÇA DE UMA CIDADE TEM SOBRE O FUNCIONAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO MERCADO DE TURISMO NO RN.

   

Autor(es):

Gabriel José dos Santos Guerra: Discente do curso de Administração do UNI­RN   Isaque Nicodemos Moreira de Azevedo: Discente do curso de Administração do UNI­RN   Nayara Oliveira Souza da Costa Ferreira: Discente do curso de Administração do UNI­RN  

Andrimana Buyoya Habizimana: Discente do curso de Administração do UNI­RN       

Orientador(es):

Karina de Oliveira Costa Bezerra: Docente do UNI­RN   Karine Symonir de Brito Pessoa: Docente do UNI­RN  Ana Rosa Gouveia Sobral da Câmara: Docente do UNI­RN  

(Introdução)  (INTRODUÇÃO)  No  Brasil,  o  turismo  representa,  atualmente,  cerca  de  3,6%  do  PIB  (Produto  Interno  Bruto), empregando,  direta  e  indiretamente,  mais  de  10  milhões  de  pessoas.  O  turismo  estimula  um  desenvolvimento  limpo  e sustentável, que tem como princípio preservar para gerar renda. Além de forte alavanca econômica, contribui também para a ampliação do repertório cognitivo do provo brasileiro, diversificando referências históricas, culturais e sociais.

(Metodologia) (METODOLOGIA) Trata­se de uma pesquisa descritiva, pois se compreende que nesse tipo de investigação “os fatos  são  observados,  registrados,  analisados,  classificados  e  interpretados  sem  que  haja  a  interferência  do  pesquisador.  E quanto  ao  objeto  de  investigação  foi  desenvolvida  uma  pesquisa  de  campo,  porque  foi  efetuada  a  coleta  dos  dados  nos ambientes  (Agências  turismo,  empresas  hoteleiras,  comerciantes  de  produtos  artesanais,  e  alguns  turistas)  onde  se  pôde investigar espontaneamente o fenômeno da insegurança e suas consequências no terceiro setor, sem que os pesquisadores interferissem  nos  dados.  Como  amostra  consultamos  as  agências  de  turismo,  para  a  coleta  de  dados  feita  visita  aos  locais onde  se  encontravam  os  informantes,  tais  como  centros  de  artesanato  e  no  tratamento  dos  dados  foi  usado  o  método qualitativo.

(Resultados) (RESULTADOS) A falta de segurança no estado RN através de uma pesquisa realizada até final de setembro o Rio  grande  do  norte  mostra  que  teve  1.875  assassinatos  atingido  uma  média  de  228  homicídios  por  mês  ou  quase  8 homicídios por dia, sendo um número tão assustador que faz com que o turistas tenham receio de virem a Capital. Além disso, pequenos  empresários  constataram  que  essa  falta  de  segurança  atingia  pelo  menos  30%  das  suas  vendas.  E  por  fim,  são várias as notícias que mostram turistas sendo vítimas de assaltos ou outros tipos de violência, fazendo com que gere cada vez mais uma má repercussão para o estado.

(Conclusão) (CONCLUSÃO) Diante dos resultados obtidos, pode­se concluir que a segurança é fundamental para que o local se apresente seguro e se torne ainda mais atrativo para os viajantes, já que mesmo o nosso estado apresentando altos índices de insegurança e violência, isso não foi o suficiente para parar o mercado de turismo, mas trouxe um aspecto muito negativo para a economia do local, já que, devido aos noticiários que mostraram a violência principalmente na cidade de Natal, faz com que  as  pessoas  fiquem  alertas  e  prefiram  escolher  outro  lugar  de  destino  que  não  os  façam  se  sentirem  ameaçados  ou desprotegidos, e sem a movimentação do turismo na região, causará uma queda na economia, já que o turismo também está interligado com outras atividades que geram renda para o estado.

Palavras­Chave: Turismo, turista, insegurança.

 

A INFLUÊNCIA QUE A SEGURANÇA DE UMA CIDADE TEM SOBRE O FUNCIONAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO MERCADO DE TURISMO NO RN.

   

Autor(es):

Gabriel José dos Santos Guerra: Discente do curso de Administração do UNI­RN   Vitoria Serafim Felipe: Discente do curso de Administração do UNI­RN   

Isaque Nicodemos Moreira de Azevedo: Discente do curso de Administração do UNI­RN   Nayara Oliveira Souza da Costa Ferreira: Discente do curso de Administração do UNI­RN  

Andrimana Buyoya Habizimana: Discente do curso de Administração do UNI­RN       

Orientador(es):

Karina de Oliveira Costa Bezerra: Docente do UNI­RN   Ana Rosa Gouveia Sobral da Câmara: Docente do UNI­RN 

Karine Symonir de Brito Pessoa: Docente do UNI­RN  

(Introdução)  (INTRODUÇÃO)  No  Brasil,  o  turismo  representa,  atualmente,  cerca  de  3,6%  do  PIB  (Produto  Interno  Bruto), empregando,  direta  e  indiretamente,  mais  de  10  milhões  de  pessoas.  O  turismo  estimula  um  desenvolvimento  limpo  e sustentável, que tem como princípio preservar para gerar renda. Além de forte alavanca econômica, contribui também para a ampliação do repertório cognitivo do provo brasileiro, diversificando referências históricas, culturais e sociais. Mas para isso, deve haver uma boa administração dos governantes para que esse mercado se desenvolva, pois sem uma boa infraestrutura, como por exemplo, a falta de segurança, pode afetar negativamente o mercado e gerar grandes prejuízos para a economia local.

(Metodologia) (METODOLOGIA) Trata­se de uma pesquisa descritiva, pois se compreende que nesse tipo de investigação “os fatos  são  observados,  registrados,  analisados,  classificados  e  interpretados  sem  que  haja  a  interferência  do  pesquisador.  E quanto  ao  objeto  de  investigação  foi  desenvolvida  uma  pesquisa  de  campo,  porque  foi  efetuada  a  coleta  dos  dados  nos ambientes  (Agências  turismo,  empresas  hoteleiras,  comerciantes  de  produtos  artesanais,  e  alguns  turistas)  onde  se  pôde investigar espontaneamente o fenômeno da insegurança e suas consequências no terceiro setor, sem que os pesquisadores interferissem  nos  dados.  Como  amostra  consultamos  as  agências  de  turismo,  para  a  coleta  de  dados  feita  visita  aos  locais onde  se  encontravam  os  informantes,  tais  como  centros  de  artesanato  e  no  tratamento  dos  dados  foi  usado  o  método qualitativo.

(Resultados) (RESULTADOS) A falta de segurança no estado RN através de uma pesquisa realizada até final de setembro o Rio  grande  do  norte  mostra  que  teve  1.875  assassinatos  atingido  uma  média  de  228  homicídios  por  mês  ou  quase  8 homicídios por dia, sendo um número tão assustador que faz com que o turistas tenham receio de virem a Capital. Além disso, pequenos  empresários  constataram  que  essa  falta  de  segurança  atingia  pelo  menos  30%  das  suas  vendas.  E  por  fim,  são várias as notícias que mostram turistas sendo vítimas de assaltos ou outros tipos de violência, fazendo com que gere cada vez mais uma má repercussão para o estado.

(Conclusão) (CONCLUSÃO) Diante dos resultados obtidos, pode­se concluir que a segurança é fundamental para que o local se apresente seguro e se torne ainda mais atrativo para os viajantes, já que mesmo o nosso estado apresentando altos índices de insegurança e violência, isso não foi o suficiente para parar o mercado de turismo, mas trouxe um aspecto muito negativo para a economia do local, já que, devido aos noticiários que mostraram a violência principalmente na cidade de Natal, faz com que  as  pessoas  fiquem  alertas  e  prefiram  escolher  outro  lugar  de  destino  que  não  os  façam  se  sentirem  ameaçados  ou desprotegidos, e sem a movimentação do turismo na região, causará uma queda na economia, já que o turismo também está interligado com outras atividades que geram renda para o estado.

Palavras­Chave: Turismo, turista, insegurança.

No documento Ciências Sociais, Exatas e da Terra. (páginas 45-194)

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