Ä Reuniões de apresentação e registro de percepções com a Alta Direção do MinC e Entidades Ligadas e demais técnicos da organização;. A construção da árvore de macroprocessos do MinC e suas Entidades Relacionadas partiu da compreensão de sua Missão Institucional e Objetivos Estratégicos.
RESULTADOS ALCANÇADOS
Plano Estratégico da Fundação Cultural Palmares
Criar canais de comunicação mais rápidos e eficazes entre a coordenação da Fundação Palmares e as mais diversas lideranças das comunidades negras. MACROPROCESSOS: A construção da árvore de macroprocessos da Fundação Palmares foi baseada na proposta apresentada para todo o sistema federal de cultura.
Instrumentos Legais para a Implementação da Estrutura Organizacional proposta Em função da natureza jurídica da Fundação Palmares, a alteração em sua estrutura
A coesão do novo modelo de gestão da Fundação Cultural Palmares assentará em novos arranjos e mecanismos organizativos, assentes na definição de um órgão colegiado de decisão operacional (mantendo o papel estratégico do actual Conselho Curador), com destaque para o multidisciplinar. trabalhar em equipe, com base em uma lógica matricial, em que os técnicos são divididos de acordo com os projetos desenvolvidos pela Fundação. Fundamental para garantir a coesão organizacional, o modelo enfatiza a consolidação de um sistema de planejamento.
DIAGNÓSTICO
Elaboração e proposição do Contrato de Gestão
O contratante (MinC) será responsável por monitorar, avaliar e controlar os resultados, bem como fornecer os recursos e ferramentas necessários para atingir as metas pactuadas no Contrato de Gestão. O contratante, IPHAN, representado por seu gestor sênior, será responsável por executar as ações necessárias para atingir as metas pactuadas.
Elaboração dos instrumentos legais necessários para a qualificação
A formulação dos indicadores de desempenho, com o objetivo de avaliar os objetivos propostos, levou em consideração a efetividade, eficiência e efetividade dos processos finais do IPHAN.
CONCLUSÕES
OBJETIVO ESPECÍFICO
Fundo Nacional de Cultura
A análise destaca ainda o desequilíbrio regional das tarifas de serviços: enquanto no Centro Oeste 11% da demanda é atendida e no Sudeste 9,1%, no Nordeste esse percentual cai para 6,3% e no Norte para 6,7%. No cruzamento dos dados do valor solicitado de recursos com o volume atendido, fica evidente mais uma vez o privilégio do Sudeste e do Centro-Oeste: o primeiro atendido com 7,2% do valor e o segundo com 6,7%, enquanto o Nordeste tem apenas 2%. É interessante notar também que o valor da solicitação é desproporcional ao número de projetos: embora o Sudeste solicite o maior número de projetos, o Nordeste é o líder entre as regiões no que diz respeito ao valor solicitado.
Verificou-se que os recursos alocados para atender a demanda também não estão relacionados com a parcela de recursos solicitada. Ä a distribuição regional dos recursos não acompanha a procura, nem em relação ao número de projetos, nem em relação ao montante total solicitado;
O MECENATO
Olhando este serviço em termos regionais, verificamos uma grande concentração no Sudeste (da ordem de 85,6% em 2001, contra apenas 2% no Nordeste no mesmo ano). Com o passar do tempo, nota-se o crescimento da concentração em valores absolutos no Sudeste, um crescimento relativo na região Sul, aliado à estabilidade do Nordeste e do Norte, e a diminuição no Centro-Oeste. Na verdade, enquanto o valor total dos incentivos cresceu 18% no período, no Sudeste cresceu 20%, no Sul cresceu 75%, enquanto no Nordeste cresceu 2%, 15% no o Norte diminuiu. e 23% no Centro-Oeste.
PATRONOS: Apropriação de recursos gerados em outras regiões do Sudeste e Sul. A concentração de encorajadores e incentivos também pode ser vista de uma perspectiva diferente. A tabela mostra que embora apenas 17 empresas respondam por 61% do total de incentivos, o relacionamento regional. Um total de 326 empresas respondem por 94,5%, demonstrando como os esforços de captação de recursos estão concentrados em um universo muito pequeno de serviços.
A análise apresentada destaca distorções como a concentração em regiões do país e em alguns segmentos culturais, justificando a necessidade de revisão dos critérios de desconcentração e direcionamento de recursos aplicados pelo PRONAC.
METODOLOGIA ADOTADA
RESULTADOS ALCANÇADOS
Ä criar mecanismos para incentivar a agregação (desconcentração) de recursos, ou seja, estimular, por meios legais, a migração de recursos da União e/ou dos estados para os municípios; Ä no caso do PATRONAZH serão necessárias contrapartidas maiores no Sul e no Sudeste, em comparação com as que serão exigidas no Norte e no Nordeste. Ä a destinação de pelo menos 10% dos recursos incentivados para projetos especiais, determinados pelo MinC, e destinados a políticas culturais regionais de caráter compensatório;
Os procedimentos actualmente adoptados não estabelecem controlo sobre a distribuição do produto cultural produzido com incentivos fiscais, nem estabelecem critérios que garantam o acesso público. Dessa forma, dado o objetivo do PRONAC de difundir e proporcionar acesso à cultura, a proposta de minuta de decreto prevê a necessidade de planejar e comprovar a distribuição, e também são incluídos critérios básicos para a distribuição do produto para garantir o cumprimento das premissas acima expostas. Ä Criação de fundo para viabilizar vitalíciamente atividades culturais em entidades privadas sem fins lucrativos (do tipo “bolsa”) para ser considerado projeto cultural para fins de apoio do PRONAC.
Ä Inclusão de controle de reemissão de projetos/produtos culturais para obtenção de informações sobre o ciclo de vida e duração do produto cultural incentivado.
CONCLUSÕES
Aprova a estrutura regimental e o quadro demonstrativo de cargos em comissões e cargos bônus do Ministério da Cultura, e dá outras providências. Art. 1º Ficam aprovadas a estrutura regimental e o quadro demonstrativo de cargos na Comissão de Gestão de Grupo e Assessoria Superior - DAS e de Funções Satisfeitas - FG do Ministério da Cultura, na forma dos Anexos I e II a este Decreto. Artigo 4.º Os regulamentos internos dos órgãos do Ministério da Cultura são aprovados pelo Ministro de Estado e publicados no Diário do Governo.
VI - auxiliar o Ministro de Estado e os diretores dos órgãos e entidades do Ministério na coordenação e fiscalização dos assuntos internacionais, bilaterais e multilaterais, na área da cultura; I – auxilia o Ministro de Estado na supervisão e coordenação das atividades das Secretarias integrantes da estrutura do Ministério e das entidades a ele vinculadas; III - auxiliar o Ministro de Estado na definição de diretrizes e na implementação de ações na área de competência do Ministério;
VIII - coordenar, planejar e supervisionar as atividades relativas aos sistemas de planejamento e orçamento, contabilidade, organização e modernização administrativa, administração financeira, administração de recursos de informação e informática, recursos humanos e serviços gerais, no âmbito do Ministério. II – coordena a elaboração e execução da proposta orçamentária, a programação financeira do Ministério e de suas entidades vinculadas, bem como a execução das atividades relacionadas ao planejamento, orçamento, finanças e contabilidade, em nível setorial; XV – planejar, coordenar e supervisionar as atividades de desenvolvimento de recursos humanos do Ministério e entidades vinculadas; Isso é.
VII - acompanha a implementação das políticas na área de sua competência, propondo, quando necessário, alternativas que garantam o respeito aos resultados e aos impactos diretos. X - opinar, quando solicitado pelo CDFNC, sobre os recursos que lhe forem remetidos; e XI- apoiar, respeitada a política cultural estabelecida para sua área de competência, a promoção e difusão da cultura brasileira no exterior, em colaboração com outros órgãos e entidades públicas e privadas. III – desenvolver e propor planos, programas e projetos de impacto nacional na KNPC, bem como atuar na sua implementação direta, quando aprovado pelo Conselho, para garantir o cumprimento dos resultados diretos e impactos econômicos e sociais predeterminados pelas políticas públicas de sua área de competência;
XI – apoiar, observada a política cultural determinada para a área de sua jurisdição, a promoção e difusão da cultura brasileira no exterior, em cooperação com outros órgãos e entidades públicas e privadas; Isso é. X - mediante solicitação, o CDFNC emite parecer sobre os recursos enviados; e XI - apoiar, observada a política cultural estabelecida para a área de sua jurisdição, a promoção e difusão da cultura brasileira no exterior, em colaboração com outros órgãos e entidades públicas e privadas. III - desenvolver e propor planos, programas e projetos da CNPC de impacto nacional e atuar na sua implementação direta, quando aprovado pelo Conselho, de modo a garantir o cumprimento dos resultados diretos e dos efeitos econômicos e sociais predeterminados pela política pública em sua área de competência;
X – emitir parecer, quando solicitado pelo CDFNC, sobre recursos que lhe forem enviados; e XI – apoia, observada a política cultural estabelecida para sua área de competência, a promoção e difusão da cultura brasileira no exterior, em colaboração com outros órgãos e entidades públicas e privadas.
Dos Secretários
Compete ao Conselho Nacional de Política Cultural - CNPC o exercício das atribuições previstas no Decreto nº. Compete à Comissão Nacional de Estímulo Cultural - CNIC o exercício das atribuições previstas na Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 e os regulamentos associados.
Compete ao Conselho Nacional de Museus – CNM exercer as atribuições definidas no Decreto nº. de 2002. III – supervisiona e coordena a coordenação dos órgãos do Ministério com os órgãos centrais de determinados sistemas da área de competência do Executivo. Secretariado;
Aprova o estatuto e o quadro de cargos nos comitês e funções bônus da Fundação Cultural Palmares - FCP e dá outras providências. 1° O Estatuto e a tabela de indicação de cargos em comissões e funções bônus da Fundação Cultural Palmares – FCP são aprovados na forma dos anexos I e II deste decreto. 4° O regimento interno da Fundação Cultural Palmares é aprovado pelo Ministro de Estado da Cultura e publicado no Diário Oficial da União no prazo de noventa dias a contar da data de publicação deste decreto.
Artigo 3º A gestão da Fundação Cultural Palmares será exercida por um Conselho de Administração composto pelo Presidente e outros dois diretores por ele indicados. Os titulares de outros cargos em comitês e funções bônus serão indicados pelo presidente da Fundação Cultural Palmares. 3. As regras de funcionamento do Conselho Curador serão definidas no regimento interno da Fundação Cultural Palmares.
III – aprovar a proposta da diretoria da fundação relativa à determinação de prioridades e diretrizes gerais para as atividades da fundação, sua implementação e divulgação;
Da Diretoria
II – coordena e supervisiona o funcionamento dos sistemas de execução orçamentária e financeira, de recursos humanos e de serviços gerais da Fundação; Isso é. III – coordena e supervisiona todas as atividades relacionadas ao apoio logístico e operacional necessárias ao funcionamento da Fundação. II – implementar o plano de ação da fundação e demais deliberações da diretoria e do conselho curador do colégio;
VII – exercer outras atribuições que lhe sejam atribuídas por este estatuto e pelos atos internos da Fundação. Os bens e direitos que possui, independentemente de adquiri-los ou mesmo doá-los, fazem parte do patrimônio da Fundação Cultural Palmares. Os fundos e recursos da Fundação Cultural Palmares serão utilizados exclusivamente para a realização dos seus fins.
As regras de organização e funcionamento das unidades da Fundação Cultural Palmares serão determinadas em regimento interno.
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