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universidade do vale do itajaí – univali

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Academic year: 2023

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CONANDA – Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente CMDCA – Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. COMDICA – Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Itajaí FUNABEM – Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor.

HISTÓRIA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO BRASIL E A DOUTRINA

BRASIL QUINHENTISTA

No século XIII foi instalada a primeira Roda Exposta, sistema que se difundiu amplamente a partir dos séculos XIV e XV e se generalizou na Europa a partir do século XVII. O objetivo da Roda dos Expostos ou Roda dos Enjeizados era abrigar crianças abandonadas para que pudessem distraí-las dos perigos da prostituição, da marginalização e da vadiagem.

A CRIANÇA E O ADOLESCENTE NO PERÍODO OITOCENTISTA

  • O movimento higienista no Rio de Janeiro

18 LORENZI, Gisella Werneck I: Um breve histórico dos direitos das crianças e jovens no Brasil. Vale ressaltar que a República do Brasil tem seu início oficial em 15 de novembro de 1889.

A CRIANÇA E O ADOLESCENTE: DOS CÓDIGOS À CONSTITUIÇÃO

A Lei 3.779 […] tinha como objetivo centralizar a execução da política nacional de ajuda, por isso o SAM propôs ir além do caráter normativo do Código Juvenil de 1927. A Constituição Federal de 1988 alterou significativamente a legislação sobre proteção de crianças e adolescentes ao estabelecer a doutrina da proteção total, que difere da doutrina da ilegalidade então em vigor com o Código Juvenil.

A CONVENÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA NA ORGANIZAÇÃO DAS

A Conferência Mundial sobre Direitos Humanos, baseada nos princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e do Instrumento sobre os Direitos da Criança (1959), promoveu a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança em 1989. Representa certamente o instrumento jurídico internacional mais transcendente para a promoção e aplicação dos direitos da criança.

A CRIANÇA CONTEMPLADA PELO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO

Nessa linha de pensamento, surgiu em 1990 a Lei Federal sobre a Situação da Criança e do Adolescente, que foi reconhecida, também pela ONU, como uma das mais modernas e avançadas legislações para a proteção de crianças e adolescentes. A afirmação de Veronese69 também é viável, ressaltando que o Estatuto da Criança e do Adolescente tem a função relevante, ao regulamentar o texto constitucional, de garantir que ele não se torne letra morta.

A DOUTRINA DA PROTEÇÃO INTEGRAL

  • O princípio da condição peculiar de pessoa em desenvolvimento e o princípio
  • A Doutrina da proteção integral e a tutela jurisdicional diferenciada

Regulamentando o referido dispositivo constitucional, o Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº. A Lei 8.069/90 reproduziu o conceito de proteção integral em seus artigos 1º a 6º. O artigo 1º da Lei 8.069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente afirma expressamente que: “Esta lei dispõe sobre a proteção integral da criança e do adolescente”. [enfase adicionada]. O princípio da proteção integral e o trabalho das crianças e adolescentes no Brasil: com as alterações promovidas pela Lei n.

Declarações como as feitas acima por Oliva servem de parâmetro para investigar o papel do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente. 6º do Estatuto da Criança e do Adolescente81 e outros finalizam com uma conclusão segundo o autor supracitado. Revela-se através do desejo de desenvolvimento saudável e íntegro das crianças e adolescentes.

O Estatuto da Criança e do Adolescente regulamentou alguns procedimentos especiais, o que, por si só, é indicativo de uma proteção que atua de acordo com as características do direito material86.

A DOUTRINA DA PROTEÇÃO INTEGRAL À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE

SOCIOAMBIENTALISMO, A DOUTRINA DA PROTEÇÃO INTEGRAL E A

Segundo o termo cunhado por Pereira da Silva, podemos falar da “ecologização”106 da teoria da constituição e do direito constitucional e da ordem jurídica como um todo. Portanto, não é mais possível negar a construção – em curso – da teoria constitucional ecológica, que possibilita a defesa do direito constitucional ambiental. Com base na validade normativa da “constituição ambiental”, como refere Gomes Canotilho, foi estabelecido um novo “programa jurídico-constitucional”.107.

À luz de tais reflexões, segundo Sarlet e Fensterseifer111, é possível enfatizar a emergência de um constitucionalismo sócio-ecológico (ou ecológico, como optam alguns) – ou, pelo menos, a necessidade de construção de tal ideia –, onde progresso está sendo feito. em relação ao modelo de constitucionalismo social. A Constituição lançou as bases para uma lei moderna – a lei socioambiental, que se caracteriza por um novo paradigma de direitos de cidadania, incluindo os direitos individuais, e que vai muito além. A infância e a adolescência sofrem de forma particularmente diferenciada a degradação que assola o planeta, dado o fato de serem legalmente consideradas detentoras da condição especial de desenvolvimento humano, fato que enfatiza a necessidade de um estudo diferenciado deste tema acarreta, em de acordo com as recomendações da referida – Doutrina de Proteção Integrada.

Além das questões relacionadas à degradação e poluição ambiental, outras situações obrigam à necessidade de maior discernimento e alinhamento entre a doutrina da proteção integral, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o direito ambiental, pois uma série de temas emergem sem um olhar permeado por esta diferenciação inerente à criança e ao adolescente como sujeitos com direito à proteção integral e prioritária, dada a sua condição distintiva de ser humano em desenvolvimento.

A PROTEÇÃO SOCIOAMBIENTAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NA

Em seguida, é apresentada uma nova contextualização, na qual são abordadas a sociedade de risco e a proteção socioambiental de crianças e adolescentes. Na mesma obra, os autores mencionam ainda que Spink, Medrado e Mello (2002) apontam que “a noção de risco característica da modernidade está intimamente relacionada com a incorporação cultural da noção de probabilidade” (p. 151). Da noção de risco à noção de vulnerabilidade, procuramos articular melhor as condições que favorecem a suscetibilidade dos sujeitos ao dano.

Assim, defendem que se a norma justificava intervir no presente com base na projeção do futuro, o conceito de risco tem como escopo a modificação do próprio presente, através da previsão do futuro - que é previsto com base na intersecção . dos dados estatísticos, o papel dos especialistas e da ciência é fundamental. Com base nos conceitos que Hillesheim e Cruz trouxeram até aqui, é possível perceber uma diretriz de como idealmente deveria ser realizada a ampla proteção socioambiental de crianças e jovens no contexto de uma sociedade que hoje é designada como vulnerável. Como, através do cálculo de probabilidades, procuramos controlar todas as variáveis ​​da vida para prever o que vai acontecer e permitir a modificação do que não é desejado, o conceito de risco funciona numa perspectiva de causa e efeito. uma noção cronológica de tempo.

Os autores defendem ainda que a noção de risco é então individualizada, o que torna o próprio indivíduo responsável pela sua condição (risco) e deve ser instrumentalizado para transformá-la, através da implementação de comportamentos preventivos.

A FALTA DE DEMOCRATIZAÇÃO DOS RISCOS: INJUSTIÇA AMBIENTAL E

Acselrad180 relata que o movimento pela justiça ambiental estruturou suas estratégias de resistência recorrendo de forma inovadora à própria produção do conhecimento, tal como considerava o conhecimento científico. A partir dos resultados obtidos na pesquisa citada acima, o Reverendo Benjamin Chavis cunhou a expressão “racismo ambiental” para denotar isso. O movimento pela justiça ambiental tentou assim internacionalizar-se para construir uma resistência global devido às dimensões globais da reestruturação espacial da poluição.

No Brasil, a discussão sobre justiça ambiental amadureceu desde a década de 90, principalmente após a conferência denominada “Rio 92”. A importância do conceito de justiça ambiental surge da observação de que a crescente escassez de recursos naturais e a desestabilização dos ecossistemas afectam diferentes grupos sociais ou áreas geográficas de uma forma desigual e muitas vezes injusta.203 [ênfase adicionada]. A experiência do Movimento pela Justiça Ambiental mostra como é possível organizar as populações para exigir políticas públicas capazes de evitar que a desigualdade social e racial prevaleça no meio ambiente, bem como situações como a que Henri Acselrad relatou em seu artigo Justiça.

Antes de abordar a questão das políticas públicas e sua relação com as relações socioambientais, e mais precisamente das políticas públicas de atenção socioambiental a crianças e adolescentes, vale ilustrar este capítulo com alguns dados e estatísticas oferecidos pelo Mapa da Injustiça Ambiental . e Saúde no Brasil, que incluem em seu escopo a menção de crianças e adolescentes como grupo-alvo da injustiça ambiental.213.

SOCIOAMBIENTALISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS

O CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO

  • O Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente de Itajaí –
  • O Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente de Itajaí –

Lei nº. A Portaria 3.353/98 dispôs sobre a Política Municipal de Cumprimento dos Direitos da Criança e do Adolescente do município de Itajaí. 5º - O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente é o órgão de assessoramento e fiscalização da política de concretização dos direitos da criança e do adolescente e das ações. Quanto à competência do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, alguns fragmentos presentes no art.

Após uma breve leitura desses artigos, fica claro que o Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Município de Itajaí tem clara função consultiva e fiscalizadora das políticas de serviço público em seus dispositivos legais e que as mesmas devem se basear em proteção total. VIII. A Conferência Municipal de Itajaí sobre os Direitos da Criança e do Adolescente foi realizada no dia 29 de novembro de 2011, no Sandri Palace Hotel, em Itajaí/SC. I - 08 (oito) Vereadores titulares com seus suplentes, indicados pelo poder executivo e representando os seguintes órgãos e entidades de governo do município: .. f) Secretaria da Criança e do Adolescente;.

Cerca de cento e trinta pessoas participaram da VIII Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, sendo que mais da metade do público eram adolescentes.

O CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO

Bem como a incerteza e até aparente falta de conhecimento de qual será a função/papel a ser desempenhado pelo Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente no município de Itajaí. O objetivo geral da pesquisa é compreender, através de uma perspectiva dialética baseada na abordagem qualitativa, como os direitos das crianças e dos jovens - em especial a proteção integral que lhes é conferida e a proteção socioambiental - devem ser comunicados e, assim, geridos. para o desenho de políticas públicas que priorizem a proteção socioambiental integral de crianças e jovens. Para tal, foi necessário centrar a atenção na atuação dos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Jovem, tendo em conta as competências que lhes são conferidas em relação à formulação e fiscalização de políticas públicas relacionadas com a infância e a juventude.

O caminho percorrido para a construção desse resultado iniciou-se com o traçado do cenário da evolução histórica dos direitos das crianças e dos adolescentes no Brasil e seus desdobramentos na moderna e avançada Doutrina da Proteção Integral, na medida em que possibilita a criação de um dogma. Construção da Política Nacional dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente e do Plano Decenal dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente 2011-2010. Diretrizes Teóricas do Caderno de Cidadania: Reflexões sobre Cidadania e Direitos Humanos, Estatuto da Criança e do Adolescente e Cidadania Ambiental.

Governo brasileiro lança protocolo com diretrizes para garantir os direitos das crianças em situações de desastre.

Referências

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