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APLICABILIDADE DA SÚMULA VINCULANTE NO ... - Univali

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Academic year: 2023

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CONSIDERAÇÕES INTRODUTÓRIAS

Inicialmente, para melhor compreensão do assunto, é necessário conceituar o próprio conceito de “Fonte de Justiça”. Ainda no que diz respeito ao conceito de “Fontes do Direito”, Washington de Barros Monteiro apresenta um conceito mais enxuto e conciso, ipsis literatura: “Fontes.

DO SISTEMA COMMON LAW E CIVIL LAW

Nesse sentido pode-se dizer que a lei é objeto do Ato Introdutório e principal fonte do direito. Outra influência na formação do Direito Romano e, consequentemente, do Sistema de Direito Civil, é a presença do Direito Canônico, que escreveu toda a sua ordem em Canônico.

DAS FONTES DO DIREITO

  • F ONTES M ATERIAIS
  • F ONTES F ORMAIS
    • Fontes Formais Estatais
    • Fontes Formais Não Estatais

As fontes formais são formas de manifestação do direito, com as quais um advogado aprende e descreve um fenômeno jurídico. Além das fontes formais, que são formas de expressar o direito, devemos separar as fontes materiais que geram conteúdo jurídico.

ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

  • DO CONCEITO DE ESTADO
  • DO ESTADO DE DIREITO
  • DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

Para compreender plenamente o conceito de Estado Democrático Constitucional, é necessário estudar outra figura: o Estado de Direito. O Estado de Direito é um Estado ou uma forma de organização político-estatal cujas atividades são determinadas e limitadas pela lei.77. Após a definição do Estado de direito, a percepção do Estado de direito torna-se menos difícil.

Desde o início, o Estado de direito, para ser verdadeiramente um, deve ser assumido como um Estado de direito liberal. A configuração do Estado Democrático de Direito significa não apenas unir formalmente os conceitos de Estado Democrático e Estado de Direito.

SEPARAÇÃO DOS PODERES

  • TEORIA DE JOHN LOCKE
  • TEORIA DE MONTESQUIEU
  • TEORIA DE ROUSSEAU
  • DA TEORIA DA SEPARAÇÃO DOS PODERES NO BRASIL

A teoria da separação de poderes proposta por John Locke, que deixa de lado o poder judiciário e também coloca o poder legislativo como o poder soberano, entendendo que este último poder, sendo imperioso e coercitivo, deve ter tal status hierárquico em relação aos demais poderes. MONTESQUIEU não reconhece a supremacia do poder legislativo sobre os demais, o que é característico do “monismo-absolutismo” defendido por ROUSSEAU. Ao contrário das teorias que apontam o poder legislativo como a autoridade máxima de John Locke e Jean-Jacques Rousseau, a figura do poder judicial está presente na filosofia de Montesquieu e também explica a razão desta distinção: “O poder de julgar não deve ser atribuído a um senado permanente, mas deve ser realizado por pessoas do povo."95.

Para escrever o livro que contém sua teoria da divisão de poderes, ele se baseou na filosofia de John Locke, na qual sobrepõe o poder legislativo aos demais poderes.98. Mas acontece que a falta de harmonia entre as forças de cada poder, bem como a designação do legislador para julgar, fez com que sua filosofia perdesse força.

A ORGANIZAÇÃO DO JUDICIÁRIO

  • DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
  • DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA
  • DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
  • DA JUSTIÇA FEDERAL
  • DA JUSTIÇA ELEITORAL
  • DA JUSTIÇA DO TRABALHO
  • DA JUSTIÇA MILITAR
  • JUSTIÇA COMUM
  • PRINCÍPIOS REGULADORES DA ORGANIZAÇÃO DO PODER
    • PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO EFETIVA INDIVIDUAL
    • PRINCÍPIO DO JUIZ NATURAL
    • PRINCÍPIO DO DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO
    • PRINCÍPIO DA UBIQUIDADE DA JURISDIÇÃO
    • PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE
    • PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA

É importante lembrar que, além dos órgãos estabelecidos na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, existem também instituições importantes para a função judiciária, que são o Ministério Público, a Defensoria Pública e a Advocacia Pública. . . A composição do CNJ está determinada no art. 103 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, formada por quinze membros, sendo nove do Poder Judiciário. Além disso, os requisitos para ingresso no cargo ministerial são: . idade: 35 a 65 anos; ser brasileiro nato ou naturalizado; notável conhecimento jurídico e reputação ilibada, requisitos contidos no art. 104 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.

Direto Constitucional, 2004. pág. 480. . não esteja sob a jurisdição do Supremo Tribunal Federal, esteja sob ameaça ou violação concreta, ou quando essas autoridades da República violem os direitos fundamentais dos cidadãos.111. É responsável por conhecer e julgar questões relativas à organização e exercício dos direitos políticos, de votar e de ser votado, e é composto pelos seguintes órgãos: Tribunal Superior Eleitoral; tribunais eleitorais regionais; Juízes eleitorais e juntas eleitorais, conforme estipulado no art. 118 a 121 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.

DA UNIFORMIZAÇÃO JURISPRUDENCIAL

Outra instituição que revela a característica da unidade judicial são as decisões em ações judiciais para determinação de constitucionalidade, esse tipo de ação foi introduzida na ordem constitucional pela emenda constitucional nº. 03/93, que é o Art. 2º 2º As decisões de mérito definitivo proferidas pelo Supremo Tribunal Federal nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade terão eficácia contra todos e serão vinculativas em relação aos demais órgãos da justiça e da administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal. [. .]. Além da unificação da prática judicial, as ações declaratórias também têm efeito vinculante, ou seja, tornam-se obrigatórias para todos, mas especialmente para o juiz de primeira instância, que seria até punido caso não as utilizasse.

No STF, a decisão tomada em Ação Direta de Inconstitucionalidade, Ação Declaratória de Constitucionalidade ou na Alegação de Descumprimento de Preceito. Fundamental tem efeito vinculativo, ou seja, deve ser aplicado a todos os casos sobre o mesmo assunto.

ORIGEM

Súmulas com efeito vinculante originam-se com a chegada da Emenda Constitucional nº. 45, de 8 de dezembro de 2004133, que promoveu a reforma judicial e acrescentou à Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, entre outros, o art. O Supremo Tribunal Federal, de ofício ou por provocação, por decisão de dois terços de seus membros, após reiteradas decisões sobre questões constitucionais, poderá adotar sumário que, ao ser publicado na imprensa oficial, terá efeito vinculativo em relação a demais órgãos do Supremo Tribunal Federal, do poder judiciário e da administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como sua revisão ou anulação, na forma definida em lei. O Supremo Tribunal Federal, que, considerando-o válido, anulará o ato administrativo ou revogará a decisão judicial recorrida e decidirá que outra seja proferida com ou sem aplicação de súmula, conforme o caso.

Nesse sentido, os precedentes vinculantes abriram um leque de possibilidades para o STF. apenas legitimados para a elaboração dos referidos sumários), pois permitiram a conversão da decisão em decisões com efeitos vinculativos, de ofício ou por provocação, com a anuência de 2/3 dos seus ministros, criando assim um sumário vinculativo, nos termos com a constituição. texto artístico.. Portanto, o resumo deve ter caráter vinculante, pelo menos para os tribunais e para a administração pública, como medida de política judicial, a fim de reduzir o número de ações em curso nos tribunais, embora, como afirma a Ministra Sepúlveda Pertence disse, quando na Presidência do Supremo Tribunal Federal, não é “uma solução maravilhosa, maravilhosa, que curaria todas as doenças, resolveria todos os problemas e problemas do judiciário”136.

CONCEITO E NATUREZA JURÍDICA

Como é facilmente perceptível, a norma constitucional que autorizava a criação de súmulas vinculantes pelo STF dependia de regulamentação, o que foi devidamente feito com o advento da lei 11.417, de 19 de dezembro de 2006139, que regulamenta a edição, revisão e extinção de súmulas vinculantes, o que possibilita a edição de resumos vinculativos, o que até então não ocorria. Nota-se que as súmulas não são editadas do zero, não há nenhuma atividade de criação do Tribunal, o que ocorre é simplesmente a consolidação do entendimento daquele órgão jurisdicional que, após repetidas decisões no mesmo sentido, o entendimento em verbete conciso consolida e objetivo. Isto não acontece porque os resumos, em última análise, carecem de legitimidade, mas porque não se destinam à previsão geral, abstrata e erga omnes de uma determinada situação objetiva para a qual existe uma determinada consequência jurídica.144.

Não se cria uma proposição hipotética, abstrata e geral, que não se confunda com a obrigação de seguir certo entendimento sobre o assunto. Por fim, conclui-se que as súmulas vinculantes não devem ser reconhecidas como normas, uma vez que não houve a devida legitimidade para sua edição – pelo Poder Legislativo – e sua questionabilidade limita-se ao Poder Judiciário e à Administração Pública, sem qualquer efeito. .

EDIÇÃO, REVISÃO E CANCELAMENTO

XI - Tribunais Superiores, Tribunais Estaduais ou Distritais e dos Territórios Federais, Tribunais Regionais Federais, Tribunais Regionais do Trabalho, Tribunais Regionais Eleitorais e Tribunais Militares. 1. O município pode propor, incidentalmente para o curso do processo em que é parte, a edição, revisão ou cancelamento de declaração sumária vinculativa, o que não autoriza a suspensão do processo. 2º No procedimento de edição, revisão ou cancelamento do enunciado do resumo vinculativo, o relator poderá aceitar, com decisão transitada em julgado, o comparecimento de terceiros neste caso, nos termos do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal.

Os autorizados a propor a edição, revisão ou anulação de súmulas vinculantes são praticamente os mesmos autorizados a propor ação declaratória de inconstitucionalidade, com exceção da Defensoria Pública Geral da União e dos Tribunais Superiores, dos Tribunais de Justiça do Estados ou dos Territórios Distritais e Federais, Tribunais Regionais Federais, Tribunais Regionais do Trabalho, Tribunais Regionais Eleitorais e Tribunais Militares, que têm legitimidade apenas para tratar de súmulas vinculantes. Para editar, revisar ou cancelar súmula vinculante é necessária decisão favorável de 2/3 dos membros do STF, interpretação do § 3º do art.

EFEITO VINCULANTE

Os resumos vinculativos devem ser editados, revisados ​​e cancelados com extremo cuidado, durante o tempo em que um resumo vinculativo é editado, milhares de processos tomam rumos que contradizem sua entrada, o que pode causar danos incalculáveis. Com isto, um resumo que antes era apenas consultivo pode agora ter um efeito verdadeiramente vinculativo, deixando de ser facultativo e não podendo ser contrariado. A súmula vinculante aprovada pelo tribunal também confere efeito vinculante à decisão, uma vez que a administração pública deve agir de acordo com a redação da súmula, bem como os juízes e magistrados do país.

Outros processos de competência do STF (habeas corpus, mandado de segurança, recurso extraordinário e outros) não têm força vinculante, portanto a decisão tomada nesses processos é válida apenas entre as partes. Federal, informar o resultado do julgamento para que retire do ordenamento jurídico a norma considerada inconstitucional.151 Assim, o que caracteriza o instituto da súmula obrigatória é o seu efeito e deve ser interpretado como se a lei fosse para toda a administração pública, direta. ou indireta, bem como todos os órgãos judiciais.

TESE FAVORÁVEL À INSTITUIÇÃO DA SÚMULA VINCULANTE

Dessa forma, há uma busca cada vez maior por suportes jurídicos mais céleres, como é o exemplo das Resumos Vinculantes. Consideremos o fato de o Poder Público ser o maior “cliente” (em termos de número de processos em que está envolvido) do Judiciário brasileiro, pois questiona repetidamente direitos fundamentais que já foram anteriormente reconhecidos pelo Supremo Tribunal Federal - STF -; Com isso, será feito um breve panorama da mudança que pode ser alcançada com a introdução do precedente vinculante no modelo brasileiro.154. Ainda nesta área, um dos principais pontos contrários à publicação de súmulas vinculantes é a imobilização do Poder Judiciário, o que ocasionaria uma fraude à livre convicção e à independência funcional do magistrado.

Portanto, como a ligação se dá apenas com o enunciado do sumário, o juiz terá que utilizar uma operação mental para verificar a relevância do sumário para o caso concreto que lhe é apresentado, bem como em relação a ele. A fixação de precedente vinculante pelo Supremo Tribunal Federal. . 2004. pág. 85. . os padrões aplicados à situação fática que está sendo analisada para formar um julgamento.

TESE CONTRÁRIA À INSTITUIÇÃO DA SÚMULA VINCULANTE

  • DA VIOLAÇÃO A TEORIA DA SEPARAÇÃO DOS PODERES E DA
  • DA VIOLAÇÃO AO PRINCÍPIO DO LIVRE CONVENCIMENTO, AO
  • DAS CRITICAS À SÚMULA VINCULANTE

A concentração do poder das decisões judiciais nas mãos dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal, que no seu entendimento desconhecem as diferentes realidades do país. Outro órgão de grande importância dentro do Judiciário, a OAB – Ordem dos Advogados do Brasil também se manifesta. Em contrapartida, a tese contrária à aplicabilidade de tal instituto oferece fortes argumentos, como a violação da separação de poderes, uma vez que a emissão de súmula vinculante é considerada uma verdadeira usurpação da atividade legislativa do Poder Legislativo, ou seja, , todo o processo legislativo, aliás burocrático, é suprimido.

O Poder Público viu o instituto da súmula obrigatória como remédio para o problema crônico da estrutura judiciária, mas passados ​​10 (onze) anos do anúncio da Emenda Constitucional 45/04 e 08 (oito) anos da lei. com a aprovação de 33 (trinta e três verbetes), verifica-se que nada mudou. A parte da doutrina que contradiz a existência de precedentes vinculantes destaca a usurpação da atividade legislativa do poder legislativo, prejudicando a democracia.

Referências

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Não se pode esquecer que as situações de comunicação (quem fala, para quem, em que contexto, com que objetivo, etc.) são diferentes para cada uso de linguagem, portanto