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Boletim Estatístico da Pesca Marinha e

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Academic year: 2023

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Os dados aqui apresentados referem-se a descargas realizadas no estuário da Lagoa dos Patos no 1º e 2º semestres de 2015. Percentual do total desembarcado (%). metade de 2015;. Porcentagem do número total desembarcado (%); Coeficiente de variação de expansão (CV)..28 Tabela 5.3 A: Produção semestral total em kg por artes e espécies nos pesqueiros industriais monitorados no primeiro semestre de 2015..29 Tabela 5.3 B: Produção semestral total em kg por artes e espécies em áreas de pesca industrial monitoradas no segundo semestre de 2015. Número de desembarques por espécies (número)..33 Tabela 5.4 B: Produção mensal em kg de espécies capturadas com SINGLE TREES da pesca industrial no segundo semestre de 2015; Número de pousos por espécies (número)..33 Tabela 5.5 A: Produção mensal em kg de espécies capturadas pela EMALHE na pesca industrial no primeiro semestre de 2015; Número de pousos por espécies (número)..33 Tabela 5.5 B: Produção mensal em kg de espécies capturadas pela EMALHE na pesca industrial no segundo semestre de 2015; Número de pousos por espécies (número)..34 Tabela 5.6 A: Produção mensal em kg de espécies capturadas pela ESPINHEL na pesca industrial no primeiro semestre de 2015; Número de pousos por espécies (número)..35 Tabela 5.6 B: Produção mensal em kg de espécies capturadas pela ESPINHEL na pesca industrial no segundo semestre de 2015; Número de pousos por espécies (número)..37 Tabela 5.7 A: Produção mensal em kg de espécies capturadas com PARTRÅ da pesca industrial no primeiro semestre de 2015; Número de pousos por espécies (número)..37 Tabela 5.7 B: Produção mensal em kg de espécies capturadas com PAIR DRAG pela pesca artesanal no segundo semestre de 2015; Número de pousos por espécies (número)..37 Tabela 5.8 A: Produção mensal em kg de espécies capturadas com LINE/LIVE BANHO da pesca industrial no primeiro semestre de 2015; Número de pousos por espécies (número)..38 Tabela 5.8 B: Produção mensal em kg de espécies capturadas por POW/LIVE BAIT da pesca artesanal no segundo semestre de 2015; Número de pousos por espécies (número)..38 Tabela 5.9 A: Produção mensal em kg espécies capturadas por Pesca industrial POT no primeiro semestre de 2015; Número de pousos por espécies (número)..38 Tabela 5.9 B: Produção mensal em kg espécies capturadas por Pesca industrial POT no 2º semestre de 2015; Número de pousos por espécies (número)..38 Tabela 5.10 A: Produção mensal em kg de espécies capturadas pela TANGONE TRAIL (FISH) da pesca industrial no primeiro semestre de 2015; Número de pousos por

Percentual do total navegado (%); Expansão Coeficiente de Variação (CV); Número de desembarques estimado por espécie (Nº)..47 Tabela 7.2 B: Produção mensal estimada em kg da pesca artesanal no 2º semestre de 2015;. 48 Tabela 7.3 A: Produção semestral total em kg por arte e espécie nos locais de pesca artesanal monitorados no 1º semestre de 2015. pesca no 1º semestre de 2015; Número de desembarques por espécie (N.º) Número de desembarques por espécie (N.º)..49 Tabela 7.5 A: Produção mensal em kg de espécies capturadas pelo SAQUINHO na pesca artesanal no 1º semestre de 2015; Número de desembarques por espécie (N.º)..50 Tabela 7.5 B: Produção mensal em kg de espécies capturadas pelo SAQUINHO na pesca artesanal no 2º semestre de 2015; Número de desembarques por espécie (N.º)..50 Tabela 7.6 A: Produção mensal em kg de espécies capturadas pelo FRAME na pesca artificial no 1º semestre de 2015; Número de desembarques por espécie (N.º) ..50. Número de desembarques por espécie (N.º) ..52 Tabela 7.9 A: Produção mensal em kg de espécies capturadas por SAC da pesca artificial no 1º semestre de 2015;.

Número de desembarques por espécie (Nº)..52 Tabela 7.10 A: Produção mensal em kg de espécies capturadas pelo KERSH na pesca artesanal. no primeiro semestre de 2015; O monitoramento contínuo dos desembarques é uma ferramenta importante para analisar o comportamento pesqueiro e possíveis flutuações na captura de peixes em uma determinada área. O projeto “Estatísticas de desembarque pesqueiro na região sul do Rio Grande do Sul e região oceânica adjacente” é resultado de convênio firmado entre o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e a Universidade Federal do Rio Grande (FURG) em 2010 .que tem apoio metodológico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Boletim Estatístico da Pesca da Região Sul do Rio Grande do Sul Ano 2015 (1º e 2º Semestre) é a continuação da reestruturação metodológica.

Cadastro dos locais de desembarque (censo estrutural)

O projeto de monitoramento “Estatísticas de desembarque de peixes na região sul do Rio Grande do Sul e área oceânica adjacente” foi realizado em 2012 como um estudo piloto que se estendeu até o primeiro semestre de 2013. Para este estudo, 12 locais de desembarque foram distribuídos entre os quatro municípios margeando a foz da Lagoa dos Patos: Barrinha/Navegantes, em São Lourenço do Sul; colônia Z3, em Pelotas; Ilha Torotama, Ilha dos Marinheiros, Bosque, São Miguel, 4º trecho da Barra e centro, em Rio Grande; Várzea, Povoação da Barra, 5º trecho da Barra e centro, em São José do Norte. A seleção desses locais foi feita com base em algumas características sobre as quais havia informações disponíveis na época: espécies-alvo e artes de pesca predominantes, volume de produção e facilidade de acesso.

Em 2013, após um ano de pesquisa de campo, o projeto de monitoramento foi reestruturado com base na Metodologia Estatística Pesqueira: Pesca de Bordo (MEPE), desenvolvida pelo IBGE. Esta reestruturação visava formalizar um plano de amostragem que permitisse tirar conclusões sobre os desembarques totais na pesca industrial, semi-industrial e artesanal e acrescentar locais de desembarque ao programa de monitorização. detalhados a seguir, foi aplicado a partir do segundo semestre de 2013 e é utilizado até o presente momento.

Estratificação, dimensionamento e seleção dos pontos amostrais

Alocação dos coletores e operação de monitoramento da pesca

Expansão da captura total em kg por espécie

Artesanal: quando a embarcação tem comprimento menor ou igual a 12 (doze) metros e pesca principalmente no estuário; Semi-industrial: quando a embarcação tiver comprimento entre 12 (doze) e 16 (dezesseis) metros com pesca na zona costeira adjacente; Industrial: quando a embarcação tiver comprimento igual ou superior a 16 (dezesseis) metros com pesca na área costeira e oceânica adjacente.

A pesca na região sul do Rio Grande do Sul é feita com diferentes artes ou aparelhos de pesca. As artes de pesca desembarcadas em 2015 na região sul do Rio Grande do Sul estão descritas a seguir.

Saquinho

Saco

Pote

Traineira

Espinhel de anzol

Esse tipo de rede é utilizado por pescadores artesanais, visando espécies que formam cardumes densos e podem ser capturadas em grande número. Boletim Estatístico da Pesca Marinha e Estuarina do Sul do Rio Grande do Sul Boletim Estatístico da Pesca Marinha e Estuarina do Sul do Rio Grande do Sul. Investigando os aspectos técnicos, econômicos e ambientais da pesca artesanal no estuário dos Lagos dos Patos, Brasil.

Figura 4: Operação de pesca com espinhel de superfície (A) e espinhel de fundo (B) (Fonte: Montealegre-Quijano et  al., 2011)
Figura 4: Operação de pesca com espinhel de superfície (A) e espinhel de fundo (B) (Fonte: Montealegre-Quijano et al., 2011)

Parelha

Vara e Isca viva

Conhecida como pesca com iscas de barco, esta modalidade é realizada em regiões tropicais e subtropicais para a captura de espécies pelágicas que naturalmente formam cardumes, ou que podem ser atraídas para a superfície. Quando um cardume de atum é avistado, a isca viva é lançada na água para atrair a espécie-alvo.

Redes de cerco (lance)

Emalhe

Imagem

Figura 2: Arte de pesca pote. (Fonte: Ávila-da-Silva et al.,2014)
Figura 3: Operação de pesca com traineira (Fonte: Website Grupo PET Engenharia de Pesca)
Figura 4: Operação de pesca com espinhel de superfície (A) e espinhel de fundo (B) (Fonte: Montealegre-Quijano et  al., 2011)
Figura 6: Operação de pesca com vara e isca viva (Fonte: Stefan Weigert).
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Referências

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19 Tabela 4 – Demonstrativo do custo mensal do desperdício de Alface Crespa – Valor mensal; Percentual de perdas; Percentual de desperdício; Custo mensal do desperdício;