• Nenhum resultado encontrado

Censo SUAS 2014.indd

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "Censo SUAS 2014.indd"

Copied!
178
0
0

Texto

Secretária de Avaliação e Gestão da Informação | Paulo Jannuzzi Secretário Nacional de Assistência Social | Ieda Castro. Censo SUAS 2014: análise dos componentes sistêmicos da política nacional de assistência social - Brasília, DF: MDS, Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação; Secretaria Nacional de Assistência Social, 2015.

CENSOSUAS 2010CENSOSUAS 2014

APRESENTAÇÃO

O PANORAMA DA ASSISTÊNCIA

SOCIAL NO BRASIL

CENSOSUAS 2014

5 CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DIRETRIZES ESPECÍFICAS PARA MELHORAR AS POLÍTICAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EM CADA UMA DAS ÁREAS DE GOVERNO (BRASIL, 2012). Na prática, a PNAS forneceu uma base orientadora para os procedimentos a serem seguidos pelos gestores das políticas de assistência social em todo o país4.

Figura 1: Marcos legais da Assistência Social no Brasil.
Figura 1: Marcos legais da Assistência Social no Brasil.

METODOLOGIA

Os seus instrumentos e objectivos são definidos conjuntamente pela Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) e pela Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (SAGI). Questionário Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS): Identificação, Estrutura Física, Serviço de Proteção e Atenção Integral à Família (PAIF), Serviço de Acesso Social, Gestão, Coordenação e Recursos Humanos.

Tabela 2:  Quantidade de equipamentos respondentes segundo o  Status Censo SUAS.
Tabela 2: Quantidade de equipamentos respondentes segundo o Status Censo SUAS.

CENSOSUAS 2014CENSOSUAS 2014

GESTÃO DO SUAS

Política e gestão do fundo municipal.Organização da assistência social por níveis de segurança social. As secretarias municipais exclusivas de assistência social apresentaram crescimento percentual gradativo e atingiram 4.278 órgãos gestores municipais com essa característica.

Gráfico 1: Distribuição percentual de Secretarias Municipais Exclusivas  de Assistência Social segundo Grandes Regiões – Brasil, 2010 a 2014.
Gráfico 1: Distribuição percentual de Secretarias Municipais Exclusivas de Assistência Social segundo Grandes Regiões – Brasil, 2010 a 2014.

FINANCIAMENTO DA

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

57 Financiamento da Política de Assistência Social Gráfico 21: Distribuição percentual de estados e municípios de acordo com a função da iniciativa de gasto do fundo correspondente – Brasil, 2014. 61 Financiamento da Política de Assistência Social Gráfico 26: Percentual de municípios de acordo com a transferência de recursos por meio de convênios com ONGs e entidades privadas - Brasil, 2014.

Gráfico 15: Evolução dos recursos da União executados voltados ao  BPC para pessoas idosas – Brasil, 2002 a 2013
Gráfico 15: Evolução dos recursos da União executados voltados ao BPC para pessoas idosas – Brasil, 2002 a 2013

EQUIPAMENTOS

Caminho acessível para espaços do CRAS Caminho acessível para banheiro Banheiro adaptado para deficientes Aluga-se. Por exemplo, segundo as normas da ABNT, 26,5% dos Centros de Convivência possuem trajeto acessível para os espaços das unidades e 25,9% possuem acesso principal com rampas e trajeto acessível a partir da calçada de espera (Gráfico 38). De acordo com o Censo SUAS de Centros de Convivência havia um computador conectado à internet (Quadro 39).

Caminho acessível para banheiro Caminho acessível para vagas de unidades Entrada principal equipada com rampas e caminho acessível desde calçada até. Caminho acessível nos espaços do CREAS Caminho acessível para o banheiro Banheiro adaptado para pessoas com mobilidade reduzida (idosos, portadores de necessidades especiais, etc.). Caminho acessível para os espaços do centro POP Caminho acessível para a casa de banho Casa de banho adaptada para pessoas com mobilidade reduzida (idosos, pessoas com necessidades especiais, etc.).

Uma das Unidades possuía banheiro adaptado, 57,7% possuíam acesso principal adaptado com rampas, 73,4% possuíam trajeto acessível para os dormitórios e áreas de uso coletivo e 74,5% possuíam trajeto acessível para o banheiro (Gráfico 56). As Unidades de Acolhimento são as que melhor atendem aos requisitos: uma das Unidades possuía instalações sanitárias adaptadas, 57,7% possuíam acesso principal adaptado com rampas, 73,4% possuíam trajeto acessível para os dormitórios e áreas de uso coletivo e 74,5% possuíam trajeto acessível para o banheiro.

Tabela 5: Quantidade total de equipamentos do SUAS – Brasil, 2014
Tabela 5: Quantidade total de equipamentos do SUAS – Brasil, 2014

SERVIÇOS OFERTADOS PELO SUAS

Estão divididos em três principais áreas de atuação: Serviço de Proteção à Família e Atenção Integral (PAIF); serviços Convivência e fortalecimento de vínculos - destinados a crianças, adolescentes, jovens e idosos, e Serviço de assistência social básica no domicílio para deficientes e idosos. Dos serviços especiais de assistência social, 13 países prestam directamente serviços de média procura e 18 serviços de elevada procura. De acordo com o censo SUAS de 2014, a maioria dos países não possuía um serviço/unidade especial regional de proteção social de média e alta complexidade.

A Assistência Social dispõe de equipe gestora de Proteção Social Especial de média e alta complexidade segundo grandes regiões - Brasil, 2014. Serviço especializado em abordagem social Serviço de proteção social para adolescentes de acordo com medidas socioeducativas. Não há equipe/responsável de referência pela gestão do PETI na Proteção Social Especial.

Os Serviços Básicos de Proteção Social deverão ser prestados nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centros Comunitários. Quanto à existência de equipes gestoras especiais de proteção social de média e alta complexidade, verifica-se que a região onde havia mais equipes estruturadas de média complexidade era o Nordeste, com 760.

Figura 2: Síntese da organização da politica de assistência social  nos municípios, segundo a tipificação nacional dos serviços  socioassistenciais - Brasil, 2010
Figura 2: Síntese da organização da politica de assistência social nos municípios, segundo a tipificação nacional dos serviços socioassistenciais - Brasil, 2010

RECURSOS HUMANOS DO SUAS

A Norma Operacional Básica de Recursos Humanos (NOB-RH/SUAS), criada em 2006, constitui um marco regulatório para a atuação dos colaboradores do SUAS. Em 2014, a maioria dos funcionários do SUAS atuava no CRAS, seguido pelos que atuavam nos Centros de Convivência e depois pelos profissionais das Unidades de Acolhimento (Tabela 6). 107 SUAS Recursos Humanos Analisando a série histórica, identificamos um aumento no percentual de quem possui Ensino Superior completo e uma diminuição no percentual de trabalhadores que possuem apenas o ensino fundamental (Gráfico 73).

PERSPECTIVAS E DESAFIOS DO PROGRAMA CAPACITASUAS NO ÂMBITO DA INOVAÇÃO E DO COMPROMISSO COM A QUALIFICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SUAS. 123 Recursos Humanos dos partidos SUAS (CIBs), do Conselho Estadual de Assistência Social (CEAS) e do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS). Para a realização dos cursos, foi criada em 2012 a Rede Nacional de Formação e Educação Permanente SUAS (RENEP-SUAS), que atualmente é composta por 121 Instituições de Ensino Superior (IES), públicas e privadas, incluindo alguns Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. (IFEs) e escolas estaduais.

Os níveis médios de satisfação com a abordagem prática e a participação ativa do pessoal do SUAS têm sido os mais elevados. A Rede Nacional de Formação e Educação Permanente do SUAS foi criada em 2012 para operacionalizar o programa com 121 instituições de ensino superior e capacitou os próprios funcionários do SUAS.

Tabela 6: Quantidade total de trabalhadores por unidade – Brasil, 2014
Tabela 6: Quantidade total de trabalhadores por unidade – Brasil, 2014

INCLUSÃO PRODUTIVA

Com o objetivo de avaliar a interface entre projetos de assistência social e inclusão produtiva, o Censo SUAS 2011 incorporou um bloco de questões referentes às ações de inclusão produtiva desenvolvidas pelas secretarias de assistência social dos municípios. 59,1% deles o fizeram através da Secretaria de Assistência Social em colaboração com outras secretarias, e 17,5% realizaram essas ações exclusivamente através da Secretaria de Assistência Social (gráfico 100). Em uma das metrópoles brasileiras foram realizadas ações, programas ou projetos de inclusão produtiva por meio da Secretaria de Assistência Social.

Sim, da Direcção de Assistência Social e de outras Direcções Municipais. Sim, exclusivamente de outras Direcções Municipais. Analisando as ações, programas ou projetos de formação, qualificação ou formação profissional de acordo com o porte dos municípios, observa-se que independente do porte do município, as ações são executadas majoritariamente pelas Diretorias de Assistência Social e demais Secretarias. Ao mesmo tempo, neste nível as ações são realizadas exclusivamente pela Secretaria de Assistência Social.

59,1% deles fizeram isso por meio das Secretarias de Assistência Social, em colaboração com outras secretarias, e 17,5% realizaram essas ações exclusivamente por meio da Secretaria de Assistência Social. Em uma das metrópoles brasileiras, as ações, programas ou projetos de inclusão produtiva foram implementados por meio do Ministério da Assistência Social, enquanto a maioria dos municípios que não desenvolveram programas de ação de inclusão produtiva foram os pequenos municípios I e II.

Gráfico 100: Percentual de municípios que desenvolvem ações,  programas ou projetos de inclusão produtiva – Brasil, 2014
Gráfico 100: Percentual de municípios que desenvolvem ações, programas ou projetos de inclusão produtiva – Brasil, 2014

CENSOSUAS 2014CENSOSUAS 2010CENSOSUAS 2014

PARTICIPAÇÃO SOCIAL NO SUAS

São representantes da sociedade civil: utilizadores, organizações de utilizadores, entidades de assistência social e entidades de trabalhadores. O Conselho Nacional de Assistência Social lidera os Conselhos de Assistência Social no debate sobre a atualização das respectivas leis de criação. Em 2014, houve aumento no percentual de Conselhos Estaduais e Municipais de Assistência Social que deliberaram sobre o Plano de Assistência Social.

De acordo com as Diretrizes para os conselhos na área da ajuda (2007), os conselhos têm diversas áreas de responsabilidade. 147Participação social no SUAS 97,6% avaliaram e opinaram sobre a declaração sintética anual de desempenho físico-econômico, 92,9% avaliaram e opinaram sobre o plano de ação municipal, 84,5% dos conselhos municipais foram casos de controle social do Bolsa Família programa e 82,2% avaliaram e emitiram parecer sobre os relatórios de atividades e a execução financeira dos fundos do Fundo de Assistência Social (Gráfico 115). Em 2014, a região que mais utilizou recursos do IGD-SUAS para financiar o funcionamento dos conselhos municipais de assistência social foi a região Nórdica, seguida pelas regiões Nordeste e Centro-Oeste (gráfico 120).

Este capítulo teve como objetivo demonstrar como a sociedade civil tem participado da assistência social por meio dos conselhos estaduais e municipais de assistência. As séries históricas indicam que o papel dos conselhos estaduais e locais na elaboração do plano de ajuda está aumentando.

Gráfico 107: Distribuição Percentual de Conselhos Municipais de  Assistência Social segundo grandes regiões – Brasil, 2010 a 2014
Gráfico 107: Distribuição Percentual de Conselhos Municipais de Assistência Social segundo grandes regiões – Brasil, 2010 a 2014

BENEFÍCIOS NO SUAS

Os benefícios assistenciais são divididos em duas modalidades: Seguro de Prestação de Assistência Social Continuada (BPC) e Benefício Casual. As regiões Sul e Norte têm cerca de 400 mil beneficiários do BPC e por último a Região Centro-Oeste com quase 350 mil habitantes. A evolução do número de Beneficiários do BPC divididos por idosos e deficientes é apresentada no gráfico seguinte.

As regiões Nordeste e Sudeste aparecem como o maior destino dos recursos do BPC com R$ 7,58 e R$ 5,81 bilhões, respectivamente, em 2014. Cadastro de beneficiários do BPC no CadÚnico aparece em seguida com 87,2% das respostas, inserção de beneficiários em serviços de assistência social 82,4%, apoio e acompanhamento no processo de concessão do BPC com 79,8%, articulação com outros setores, inserção de beneficiários em diversas políticas sociais com 69%, distribuição nos CRAS e CREAS do município de listas territorializadas de famílias com beneficiários do BPC com 57,7% e, por fim , realizando estudos sobre as condições de vulnerabilidade de famílias com idosos e pessoas com deficiência com 50,7% das ações relacionadas ao BPC desenvolvidas pela Assistência Social (Gráfico 126). Destes, aproximadamente 50% atendiam até dez idosos beneficiários do BPC e 21% atendiam de 11 a 20 idosos beneficiários do BPC.

Quanto às unidades de acolhimento dedicadas exclusivamente ao atendimento de crianças e/ou adolescentes com deficiência, 42 no total, 46,5% afirmaram atender até 10 crianças e/ou adolescentes beneficiários do BPC. Em 30,2% dessas unidades foram atendidas mais de 30 crianças e/ou adolescentes beneficiados pelo BPC (Gráfico 128).

Gráfico 121: Evolução da quantidade total de Beneficiários do BPC –  Brasil, 2004 a 2014
Gráfico 121: Evolução da quantidade total de Beneficiários do BPC – Brasil, 2004 a 2014

CONSIDERAÇÕES FINAIS CENSO SUAS 2014

As secretarias municipais exclusivas de assistência social apresentaram crescimento percentual gradativo e atingiram 4.278 órgãos gestores municipais com essa característica. Ressalta-se que 29,3% dos municípios afirmaram não receber verbas estaduais para o cofinanciamento da assistência social. A maioria dos assistentes sociais dos órgãos de gestão do Estado estão legalmente empregados.

As séries históricas mostram que é cada vez maior o papel dos Conselhos Estaduais e Municipais de Assistência Social na revisão do Plano de Assistência Social. Guia do Índice de Gestão Descentralizada do Sistema Único de Assistência Social – IGDSUAS; A Efetividade das Instituições Participantes no Brasil: Estratégias de Avaliação, 2012. Instruções gerais do Conselho Nacional de Assistência Social para a adequação da Lei de criação de Conselhos à regulamentação vigente e ao exercício do controle social no SUAS.

A contribuição dos conselhos de assistência social para a implementação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Supervisão dos Conselhos de Assistência Social: Módulo 1: Assistência Social no Brasil: Políticas, Recursos e Fiscalização.

Imagem

Gráfico 1: Distribuição percentual de Secretarias Municipais Exclusivas  de Assistência Social segundo Grandes Regiões – Brasil, 2010 a 2014.
Gráfico 2: Percentual de órgãos gestores estaduais por formalização  de áreas da assistência social enquanto subdivisão administrativa –  Brasil, 2013 e 2014.
Gráfico 12: Percentual de municípios segundo existência de Plano Municipal  de Assistência Social por porte de município – Brasil, 2011 a 2014.
Gráfico 13: Percentual de municípios que possuem Plano Municipal de  Assistência Social (PMAS) por grandes regiões – Brasil, 2013 e 2014.
+7

Referências

Documentos relacionados

O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS, no uso de suas atribuições juntamente com a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação - PROGRAD e a Coordenação Institucional