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centro universitário de maringá

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Academic year: 2023

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Além disso, abordando também a forma como as mulheres respondem às normas e modelos desejados que lhes são impostos. Pode ajudar as mulheres a reavaliar os métodos que utilizam na busca pelo corpo ideal. Laver e Probert (1989) argumentam que as mulheres eram representadas de forma diferente, dizendo que “a quietude e a sensibilidade eram as qualidades mais admiradas.

COMUNICAÇÃO E MODERNIDADE

Segundo Thompson (2011), o desenvolvimento da tecnologia envolvendo os campos da comunicação afetou as atividades das indústrias de mídia, ou seja, todos os meios de comunicação. Dessa forma, a publicidade possibilitou uma multiplicação do consumo veiculado pela mídia, além de ampliar os meios de comunicação e a forma como ela chega à sociedade.

MODA E CONSUMO

Mesmo diante da necessidade que a cultura de massa tem de atender às necessidades dos indivíduos, o autor levanta a questão dos efeitos de longo prazo da mídia. Com isso, o autor afirma que a cultura de massa funciona para tornar fictícia uma parte da vida do consumidor.

INFLUÊNCIA DA MODA NO COMPORTAMENTO

Afirma que, além da função de satisfação proporcionada pela mídia, a cultura de massa conseguiu “redirecionar as relações individuais e coletivas, difundindo novos padrões de vida” (LIPOVETSKY, 2000, p. 225). Com a ajuda do teórico Morin (1999), o referido autor explica a ideologia dos novos modelos existenciais, nos quais a cultura de massa foi um agente que possibilitou o declínio dos valores tradicionalistas, retirou da sociedade comportamentos passados ​​e introduziu uma visão de sociedade e formas de comportamento, novas ideias e estilos.

TENDÊNCIAS DE MODA

Laver (1995) assume que os hábitos de moda refletem práticas de uma época passada, quando os indivíduos expressavam os seus valores e comportamento através da forma como se vestiam. Houve uma mudança significativa na forma como os consumidores são influenciados na compra de um produto de moda. Dessa forma, coleções e tendências de moda podem chegar a diferentes cidades que antes não eram reconhecidas.

Também um empresário que explica como funciona a produção de moda que desenvolve e como ela vai parar na televisão. Além disso, um doutor em moda que explicou a história da moda e como ela funciona hoje e um estilista que explicou a relação da moda com Maringá. O vídeo documentário se chama “Influência da moda de Maringá na mídia”, que aborda uma análise de como a mídia pode ser influenciadora da moda na sociedade, e conduz a conversa com base na opinião pública e em profissionais da área.

Além disso, o trabalho também é voltado para mulheres que gostam de moda e que reproduzem o que é exibido na televisão e nas novelas. A entrevista com a estilista foi realizada ao fundo de uma pintura, com algumas imagens relacionadas à moda, o local foi escolhido justamente por isso e para apresentar sua diversidade. Depois disso, vêm pesquisas com pessoas que gostam de moda e também com a psicóloga Rosane Uchoa, o estilista Denis Martins de Oliveira e o sociólogo Gilson Aguiar.

A PRODUÇÃO DE MODA MARINGAENSE ABRE HOJE ALGUMAS ÁREAS RELATIVAMENTE NOVAS, PRINCIPALMENTE NESTA ÁREA. PRODUÇÃO PARA TEMOS CATÁLOGO PRODUÇÃO PRODUÇÃO EM CISTERNAS O EDITORIAL DE MODA FOI CONSTRUÍDO PARA QUE HÁ UM CAMPO RELATIVAMENTE NOVO AQUI PARA MARINGÁ COM. VEJO QUE HÁ PESSOAS QUE NO FINAL ACHAM ISSO MUITO MAIS IMPORTANTE DO QUE MIM E ME CONSIDERO UMA PESSOA QUE AMA MODA.

Tabela 1: Custos de produção
Tabela 1: Custos de produção

MODA E NOVELAS

VÍDEODOCUMENTÁRIO

Zandonade e Fagundes (2003, p. 15) afirmam que o videodocumentário caracteriza-se “por apresentar determinado acontecimento ou fato, mostrar a realidade de forma mais ampla e por sua extensão interpretativa”. Na década de 1950, Zandonade e Fagundes (2003) afirmam que nesse período também pôde ser percebida uma grande influência comercial norte-americana. Zandonade e Fagundes (2003, p. 25) afirmam que: “os novos documentaristas romperam com o modelo clássico através da inovação no gênero e na linguagem.

Nesse período o documentário conseguiu ganhar mais espaço nas universidades, Zandonade e Fagundes (2003) comentam que isso também aconteceu com os movimentos estudantis da época. Isso possibilitou a produção de documentários de autores onde foram influenciados pelo modelo europeu e formaram uma linguagem própria, sem definição de padrões. Segundo Zandonade e Fagundes (2003), permitiu que os produtores de documentários tivessem um novo espaço para veicular suas produções.

Afirmam ainda que os temas abordados tanto no cinema como na televisão sempre envolveram uma parte da sociedade, onde estes meios como transmissores de informação foram relevantes no desenvolvimento crítico da sociedade. O acadêmico escolheu material sem narração e V.O, onde a própria peça contaria o tema escolhido.

DESCRIÇÃO DO VÍDEODOCUMENTÁRIO

A faixa etária designada para o material é ampla, pois a peça aborda um tema de interesse para todas as idades, além dos entrevistados do vídeo-documentário serem de diversas idades. Representam o grupo de pessoas que acompanham a moda vista na televisão, principalmente nas novelas, que se inspiram nos personagens e não sabem o que querem. E o terceiro representado por duas mulheres é o grupo de pessoas que não se importam com moda, são boas do jeito que são, mas que também são influenciadas indiretamente por ela.

ENTREVISTAS

A ideia de filmar nesses locais foi tornar a representação do entrevistado sobre o assunto mais ecologicamente correta, mostrando o local onde eles trabalham. Os entrevistados foram escolhidos através de uma análise em conjunto com o consultor, o que levou à conclusão de que essas quatorze pessoas foram essenciais para o desenvolvimento do produto. Foram escolhidas pessoas entre 20 e 65 anos para as pesquisas, com o objetivo de analisar e observar a opinião de todos sobre a moda e como ela chega a pessoas de todas as idades, demonstrando assim a diversidade.

Para as fontes dos produtos foram selecionados os seguintes entrevistados: Patrícia Silva, jornalista; Cyntia Rigolon, dentista; Talita Dias Tomé, revisora; Poliane Tavares, artesã;. Caroline Maggi, revisora; Giovana Deoldoto, estudante; Ana Luiza Berbert, empresária; Gilson Aguiar, sociólogo; Joyce Bandeira, publicitária de moda; Priscila Barreto, influenciadora digital; Sabrina Levinton, Doutora em Moda; Gustavo, dono do Casulo Feliz; Denis Morais de Oliveira, estilista; Rosane Uchoa, psicóloga. Diante de todos os entrevistados, representantes das áreas de educação e de atividade, foram feitas diversas perguntas, para que cada indivíduo pudesse expressar a sua opinião sobre os temas analisados, e o público pudesse formar uma opinião sobre o tema.

Os entrevistados responderam perguntas semelhantes às do grupo representado: pessoas que gostam de moda, que não se importam com moda e que acompanham a moda das novelas. A partir dessas questões, foi estabelecida uma sequência no produto audiovisual, que misturou as respostas de todos os entrevistados.

EDIÇÃO/MONTAGEM

Para isso foi utilizado um microfone de lapela para captar o som com boa qualidade e não deixar ruídos interferirem. Para isso, foi utilizada uma trilha sonora com ritmo movimentado representando os desfiles. Começa então com enquetes sobre moda e mídia, nas quais as entrevistas são variadas para serem dinâmicas e mostrarem opiniões diferentes.

O acadêmico decidiu então inserir um trecho do filme: Backy Bloom's Consumer Delusions, que serviu para contextualizar as enquetes que se seguem. Além disso, o vídeo conta com a participação da influenciadora digital Priscilla Barreto, que discute como ela e a influência da moda atuam na sociedade. E também com Gustavo Rocha, dono da Happy Cocoon, empresa de Maringá, que tem contrato com seriados da Rede Record e participa da Rede Globo, para envio de produtos.

A escolha de pessoas de diferentes idades para o documentário foi baseada na ideia de destacar o ponto de vista de todos, sendo a idade mais importante que a moda. Para completar o vídeo, utilizamos a fala do psicólogo em que ele orienta sobre o consumo, e o trecho do filme: Os delírios de consumo de Backy Bloom, que representa a vitória do personagem em relação às compras.

CUSTOS

BEM, ACHO QUE O LOOK ME ESCOLHE. SE EU ESCOLHER O LOOK SÓ OLHO NA SALA DE AULA E DECIDO ALGO PARA USAR NO DIA. É UMA MISTURA, NA VERDADE PARTE DE COISAS QUE ESTÃO NA MODA E PARTE DO QUE EU GOSTO MUITO PORQUE NÃO TENHO EXATAMENTE COMO SEGUIR UM ESTILO PORQUE MISTRO MUITA COISA E CHEGA A UMA MISTURA. O QUE EU TIVE UMA VEZ. DEPENDE MUITO DO MEU HUMOR DEPENDE DA FASE DA VIDA. ASSO MUITO NA INTERNET ENTÃO VOU ALGUMAS CÓPIAS.

NÃO ESCOLHO ROUPAS PARA AS PESSOAS EU ESCOLHO PARA MIM, POR ISSO NÃO FAZ SENTIDO PREOCUPAR-SE COM O QUE AS PESSOAS PENSAM DE MIM NÃO, NÃO QUER ESTAR NA MODA MAS NÃO HÁ NECESSIDADE DE SEGUIR ALGO CHAMADO ASSIM. O QUE EU TENHO SE EXISTE MODA HÁ UMA COISA A SEGUIR NÃO PRECISO SEGUIR SÓ FAÇO O QUE QUERO FAZER E VISTO A ROUPAS QUE QUERO USAR. EU GOSTO ENTÃO NÃO SEI SE CHOCA MUITO MAS AO MESMO TEMPO NÃO ME IMPORTO SIM EU GOSTO JUSSARA É ISSO QUE ESTOU NA VIBE DE USAR, INCLUINDO AQUI EM MARINGÁ Vejo GENTE TÃO FEIA PARA MIM PORQUE NÃO MORO AQUI ENTÃO JÁ PERCEBI QUE AS PESSOAS VÃO ME OLHAR FEIA MAS NÃO ME IMPORTO, NÃO ME IMPORTO. ACHO QUE TENHO UMA LIMITAÇÃO PORQUE NÃO COMPRO O QUE NÃO É MEU ESTILO. ESTA É UMA GRANDE LIMITAÇÃO, ENTÃO HÁ TAMBÉM A LIMITAÇÃO FINANCEIRA E A LIMITAÇÃO DE IDADE QUE TEMOS PORQUE NÃO HÁ UTILIZAÇÃO QUE QUERO COMPRAR.

GERALMENTE COMPRO O QUE ACHO QUE ADEQUA AO MEU ESTILO E AO MEU CORPO. O LOOK QUE MAIS GOSTEI FOI O TRAJE USADO NO SABONETE MILO AMOR ETERNA AMOR QUE ERA UMA SAIA COMPLETA ESTAMPADA E UM VESTIDO BRANCO DE CARPA. MAS A CONSTRUÇÃO DESTE TRAJE SE FOR SABÃO EM TEMPO REAL POUCO TEMPO DE DIFERENÇA EM COMPARAÇÃO COM OS NOSSOS DIAS DIÁRIOS NÃO HÁ RAZÃO PARA CRIAR UM TRAJE ESPECIAL POSSO TRABALHAR COM AQUELE QUE JÁ TENHO MERCADO.

E É CLARO QUE CAUSA REAÇÃO, AS PESSOAS COMPRAM UM PRODUTO COM O DESTAQUE EM MENTE E A PESSOA É ENCORAJADA A PENSAR QUE SEU DESTAQUE NO GRUPO ESTÁ RELACIONADO COM O PRODUTO QUE ESTÃO USANDO, A ESTÉTICA QUE APRESENTA, A FORMA DE SER REPRESENTA, E A FORMA QUE ESTOU FALANDO É MUITO MAIS APARENTE DO QUE ESSENCIAL. QUERIA GASTAR MUITO, VOCÊ ENTENDE, MAS NÃO, NÃO GASTO MUITO EM COMPARAÇÃO COM MEUS AMIGOS PORQUE EU. JÁ FIZ MUITAS COMPRAS POR IMPULSO, HÁ PEÇAS QUE Vejo NO MEU GUARDA-ROUPAS COM ETIQUETAS QUE USEI UMA OU DUAS VEZES E NÃO PRECISAVA DELAS, MAS ME DÁ UMA ENORME SENTIMENTO DE CULPA.

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Tabela 1: Custos de produção

Referências

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Agora no contexto que nós estamos isso fica um pouco além, utópico, mas que também quer dizer que ele, o indivíduo, é capaz de controlar os fatores determinantes do