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Colégio Pedro II

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Academic year: 2023

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Na obra Colégio Pedro II Aberto à Terceira Idade: Informática para a Terceira Idade, Nascimento descreve um projeto cujo público-alvo são os idosos. Para atender esse público, em 2015 foi criado o Programa “Colégio Pedro II aberto à terceira idade”, que considera a educação continuada como elemento fundamental para a qualidade de vida dos idosos.

A participação “ativa”

Diferentes materiais artísticos utilizados são adaptados para tornar a atividade mais acessível e mostrar aos participantes que objetos simples do cotidiano podem ser reaproveitados por meio da criatividade para novos usos. Com isso, além dos materiais artísticos tradicionais (pincel, lápis de cor, canetas, tesoura, cola, papel), também podem ser encontrados materiais como colheres de pau e talheres para substituir as pastas de papel e fazer dobras; caixas de ovos em vez de latas de tinta; corantes de anilina comestíveis em vez de tintas (as anilinas também são boas porque não são tóxicas); bloco de cortar, vincar e perfurar para carne/legumes em vez de papel especial; peças de diversos materiais para fazer texturas e carimbos (papelão, isopor, esponjas, plástico, pincéis, panos, lã de aço).

Mãos à obra

Esta experiência permitiu aos participantes abrir o livro refletindo sobre si mesmos, mas também observando as reflexões dos outros. Para encorajar os participantes a pensar e registrar algo sobre si mesmos, foi sugerido que imaginassem suas próprias mãos.

Combinação

Depois de coletar vários dados, os participantes chegaram a manipular algumas revistas para ver se podiam usar alguma imagem ou ideia para sua composição. Ao final da aula, o trabalho serviu para que as pessoas se apresentassem à turma, mostrassem seu registro visual e comentassem seu processo de criação.

Cores

Formas básicas

Entrevista visual

Resumo: Este artigo é fruto da disciplina complementar intitulada: Literatura africana: abordagens culturais que legitimam identidades, ministrada no Colégio Pedro II, Campus São Cristóvão. Esta pesquisa teve início no Mestrado Profissional em Práticas de Educação Básica do Colégio Pedro II.

Estudos Literários na Educação Básica

O termo “grandes civilizações” revela uma visão eurocêntrica que valoriza pessoas cuja expressão literária atingiu a escrita e gêneros considerados mais sofisticados. Voltando ao aspecto social da leitura literária, resta-nos observar qual a obra literária que mais ocupa o espaço da escola.

Literatura: um direito do aluno

Essas foram as atividades realizadas até o momento com a turma de espanhol da terceira idade no Campus Duque de Caxias. Esse conjunto de informações justificou a inclusão do curso de informática no programa "Colégio Pedro II Aberto à Terceira Idade".

Figura 1- Alunos no Curso Espanhol para Terceira Idade do Campus Duque de  Caxias
Figura 1- Alunos no Curso Espanhol para Terceira Idade do Campus Duque de Caxias

Detalhes do curso realizado no Colégio Pedro II

Diagnóstico das necessidades e dificuldades do público participante

Ações desenvolvidas durante o curso

Identificou-se maior necessidade de repetição no público mais velho por relatarem de forma indireta. Para facilitar a análise dos resultados obtidos, serão apresentados a seguir quatro gráficos que indicam a situação inicial dos participantes do curso de Informática para a terceira idade em relação ao uso geral do computador e de algumas das ferramentas revisadas no curso. Esse fato fortalece a tese de que o público mais velho tem maior necessidade de repetição contínua das atividades práticas para que o conteúdo seja estabelecido.

Assim foi criado o curso de Informática para Terceira Idade - Nível Intermediário, possibilitando aos participantes das primeiras turmas aprofundar seus estudos. Além disso, o curso de Informática para terceira idade – Nível Fundamental (agora denominado) foi ampliado para o campus Duque de Caxias, ampliando as oportunidades de inclusão digital. Disponível em: .

O surgimento do termo terceira idade introduziu um novo estilo de vida, a forma de viver a velhice no mundo contemporâneo.

Gráfico 1 - Uso do Computador. Situação dos alunos antes do curso.
Gráfico 1 - Uso do Computador. Situação dos alunos antes do curso.

Experiência de cooperação

Atividades

Resumo: Nos últimos anos, o Colégio Pedro II (CPII) ampliou sua oferta de cursos avançados para atender às demandas e necessidades educacionais da sociedade. Desde sua fundação, em 1837, o Colégio Pedro II consolidou-se como uma instituição educacional de grande referência nacional, cuja história guarda estreita relação com a história da educação brasileira (FERNANDES, 2006; TAVARES, 2002). Apesar de não se afastar do compromisso com a oferta de educação básica de qualidade, a escola tem ampliado gradativamente as atividades de pesquisa e extensão promovidas pela própria escola ou em colaboração com outras instituições, como constatado nos três últimos relatórios anuais de gestão e prestação de contas5 do Colégio Pedro II.

Apesar de ter em conta a importância, em qualquer contexto, da aproximação e cooperação mútua entre os diferentes níveis de ensino - neste caso, Básico e Superior -, as especificações do Colégio Pedro II colocam-no numa posição peculiar no que diz respeito às práticas de orientação: trata-se de uma instituição especializada no ensino básico que promove a difusão de saberes construídos ou reaproveitados no próprio piso escolar. Para caminhar nessa direção, este artigo pretende analisar uma experiência de formação continuada desenvolvida no Colégio Pedro II na forma de um curso de orientação, com o objetivo de identificar suas contribuições para o processo de formação de professores e demais profissionais participantes. A atividade é parte integrante do Fórum Permanente de Formação Continuada de Professores, espaço de diálogo entre os Programas de Pós-Graduação do Colégio Pedro II e da Educação Básica.

O tema também é apresentado no contexto de uma pesquisa-ação desenvolvida no Programa de Mestrado em Práticas da Educação Básica do Colégio Pedro II (MPPEB).

Figura 2 - Atividade Oficina de Culinária: alimentação saudável
Figura 2 - Atividade Oficina de Culinária: alimentação saudável

Perfil dos participantes

Um dos maiores desafios que nossa classe enfrenta hoje é fazer a ponte entre o professor de educação física e o professor do ensino fundamental. Para enfrentar esses desafios, a oferta de cursos avançados promovidos pelos professores tem crescido (TAVANO, 2012). A partir da análise de conteúdo das falas dos graduandos, constatamos que, na avaliação dos participantes, os pontos positivos do curso de extensão Aprender a Aprender estão centrados em três categorias: qualidade didática do curso, potencial de aprendizado e possibilidade de troca de experiências entre os alunos.

Os egressos já atuaram em diferentes níveis e modalidades de ensino: 10 atuam ou já atuaram na educação infantil; 28 no Primeiro Segmento do Ensino Fundamental e 31 no Segundo Segmento; 26 trabalham ou já atuaram no ensino médio regular e 8 no ensino médio profissionalizante. O grupo também era formado por professores atuantes ou atuantes na graduação (6), pós-graduação lato sensu (4) e pós-graduação strictu sensu (4). Ainda, entre os participantes do curso final estavam aqueles que atuam ou atuaram na Educação de Jovens e Adultos (13) e na Educação Especial (4).

Acreditamos que a diversidade dos egressos em relação às disciplinas ministradas, ao tempo de ensino e ao nível e modalidade de atuação enriqueceu o grupo e aumentou as possibilidades de troca entre eles.

Qualidade didática do curso

Essas crenças não são generalizadas ou generalizáveis ​​para todas as ações possíveis, mas localizadas em um contexto de ação. Após a conclusão deste curso, tenho consciência de que nós, professores, podemos contribuir para que o aluno se torne cada vez mais independente e capaz de aprender conteúdos por conta própria, onde somos apenas facilitadores. Desde que eu estava no programa, acredito que o papel do professor não é repassar conteúdo, mas permitir que o aluno entenda o mundo e a realidade em que está inserido, podendo agir para mudar e melhorar ambos.

Também é possível relatar contribuições que não se limitam à prática docente, pois obviamente atingiram o corpo docente na medida em que também contribuíram para a nossa crença na autoeficácia e para o nosso desenvolvimento como seres humanos pensantes, críticos, inventivos, criativos etc. Participar do curso Aprender a Aprender: Contribuições da Teoria Social Cognitiva à Prática Pedagógica me fez perceber o quanto é importante nos tornarmos agentes de nosso aprendizado, assumirmos o controle de nossas próprias vidas. Os estudos sobre autoeficácia contribuem para uma compreensão mais clara do contexto em que as práticas pedagógicas estão inseridas, na perspectiva do professor.

Conforme expresso pelos participantes, podemos considerar que o fortalecimento das crenças de autoeficácia pode funcionar como um importante mecanismo de intervenção positiva no desempenho e comprometimento do professor.

Potencial para promover aprendizagem

Coleção Novo Velho Colégio Pedro II. estabelecendo metas mais precisas para orientar seu processo de estudo, assim como o meu. O curso de extensão Aprender a aprender: contribuições da Teoria Social Cognitiva, em especial, proporcionou um novo olhar sobre as estratégias que utilizei em meus estudos e me levou a refletir sobre a prática cotidiana em sala de aula, que modificou alguns conceitos que naturalmente já estão incorporados e aplicados. Segundo Rosário e Polydoro (2014), por meio da vivência de suas próprias situações de ensino, o professor adquire informações sobre suas habilidades para ensinar, planejar e avaliar.

Ou seja, na opinião dos participantes, o curso proporcionou uma série de reflexões sobre a prática pedagógica, o que contribuiu para o processo de autorregulação do ato docente. As maiores contribuições para a minha prática foram o aumento da importância dada ao planejamento, à autoavaliação e principalmente ao momento de parar e refletir: “Onde estou errando. O curso contribuiu para o enriquecimento da minha metodologia de ensino, da minha metodologia de estudo e, para ir além, da estruturação dos meus hábitos pessoais também.

Os comentários descritos acima mostram que o curso contribuiu significativamente para a prática pedagógica cotidiana.

Troca de experiências

Fonte: Diretoria de Orientação, Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Orientação e Cultura do Colégio Pedro II. O sistema de bibliotecas no novo antigo Colégio Pedro II: breve histórico e ações de gestão para atender aos anseios da comunidade escolar. Isso confirma o envolvimento das equipes como fator essencial para a modernização das atividades do sistema de bibliotecas do Colégio Pedro II.

As bibliotecas do Colégio Pedro II sempre ofereceram obras e pessoas para a formação e desenvolvimento da cidadania, como almeja o Manifesto da IFLA/. Apesar de poucas menções na literatura, as bibliotecas do Colégio Pedro II estão presentes há muito tempo. As bibliotecas, midiatecas e salas de leitura das dependências do Colégio Pedro II têm como finalidade principal atender às necessidades educacionais da instituição.

O projeto está em processo de elaboração de políticas e análise do aplicativo mais adequado para a realidade do Colégio Pedro II. Aprova o regulamento do conselho técnico do sistema de documentação e bibliotecas do Colégio Pedro II. Forma um grupo de trabalho para a automação das bibliotecas e salas de leitura do Colégio Pedro II.

Figura 1 – Pirâmide etária brasileira
Figura 1 – Pirâmide etária brasileira

O NOVO VELHO

Colégio Pedro II

Imagem

Figura 1- Alunos no Curso Espanhol para Terceira Idade do Campus Duque de  Caxias
Figura 2 – Alunos do Curso de Espanhol para a Terceira Idade
Gráfico 1 - Uso do Computador. Situação dos alunos antes do curso.
Gráfico 2 - Uso da Internet e e-mail - Situação dos alunos antes do curso.
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Referências

Documentos relacionados

Portanto, esta pesquisa teve como premissa provocar discussões e reflexões sobre a formação de professores e seus saberes sobre a educação sexual. Pois, debruçar