Esteja ciente de que a atenção aos princípios e valores morais; respeito pela identidade, cultura e autodeterminação das pessoas; e o cumprimento dos direitos e deveres humanos produz frutos de liberdade, justiça e paz. Um congresso pela paz, organizado por três universidades da América Latina e realizado no campus da Univem - Marília, transformando a cidade na capital da paz latino-americana.
PAZ, EDUCAÇÃO
LIBERDADES RELIGIOSAS
ANÁLISE DAS ESCOLHAS RELIGIOSAS CONFORME O NÍVEL DE
ESCOLARIDADE DE PESSOAS ACIMA DE VINTE E CINCO ANOS NO PARANÁ
RELIGIÃO E CIÊNCIA
Então você pode verificar o percentual de pessoas com e sem religião de acordo com sua escolaridade com os dados divulgados pelo IBGE. Quando verificamos a Tabela 1, as pessoas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto 49,15% na participação na escolha da religião no estado do Paraná, como podemos constatar com a grande maioria dos praticantes das religiões católica e evangélica.
ESTADO LAICO
A “CO-LABORAÇÃO” DO ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS
Essa “colaboração” da educação com o ensino religioso não fere a liberdade religiosa, a laicidade do Estado e a previsão constitucional que dispõe sobre o ensino religioso nas escolas públicas7. 4.439 (que até a conclusão deste trabalho não havia sido julgado pelo STF) questionando a obrigatoriedade do ensino religioso nas escolas públicas.
O artigo XVIII da Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU, 1948) discute a liberdade de pensamento, consciência e religião, portanto, manifestações permissíveis de crença ou religião. O artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU, 1948) menciona a liberdade de opinião e expressão, incluindo a liberdade de ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias.
A CULTURA, A LIBERDADE RELIGIOSA E A EDUCAÇÃO COMO FORMA DE
A atual constituição protegeu os índios, a liberdade de religião e crença e o respeito ao povo, priorizando a educação, a cultura e a religião. Uma das explicações para a intolerância religiosa estaria incluída na teoria da religião como alienação e incompreensão da liberdade religiosa. Barreto (2005, p. piedades, que são aspectos da prática da religião ou crença [...]).
A liberdade de religião e a igualdade estão elencadas na Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pelas Nações Unidas, nos artigos 1º e 2º, que asseguram direitos e liberdades sem distinção de religião. O grande problema é colocar em prática a liberdade religiosa não só no mundo, mas começando pelo Brasil.
DA VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NA TENTATIVA DE
ESTADO ISLÂMICO
UM ENTRAVE NA PROMOÇÃO DA PAZ
- CONCEITO DE SOBERANIA EM CIÊNCIA POLÍTICA
- CONCEITO DE SOBERANIA EM DIREITO CONSTITUCIONAL Miguel Reale (2001, p. 109) pontua a soberania como
- CONCEITO DE SOBERANIA EM DIREITO INTERNACIONAL O conceito de soberania diverge muito no ordenamento
- TAWHID
- RISALAT
- KHILAFAT
A presente pesquisa, por meio do método dedutivo, pretende explicar o sistema político e a natureza da religião do Estado Islâmico, bem como introduzir a discussão sobre a violação excessiva que ocorre na tentativa de impor a religião, e mesmo nas disputas por territórios. Enquanto isso, outras correntes filosóficas buscam eliminar o conceito de soberania da teoria do estado. Atualmente, entende-se por soberania a capacidade de autovinculação e autodeterminação jurídica exclusiva do Estado, ou seja, nada mais do que uma certa qualidade do poder estatal.
Já o aspecto territorial alude ao poder do Estado sobre as coisas e pessoas localizadas em seu território. É essencial explicar os princípios que orientam o sistema político do Estado Islâmico, pois é necessário primeiro entender a natureza da religião islâmica.
A ARTE DE PACIFICAR
Isso só pode ser estabelecido como resultado de uma educação de consciência crítica que aumente a tolerância diante das escolhas feitas por outros cidadãos, conforme discutido aqui em regras futuras, a tolerância diante da liberdade de crença e religião. No Estado Democrático de Direito, seus cidadãos são livres para escolher sua própria religião, seja ela qual for; aceitar sua religiosidade sem sofrer nenhum tipo de discriminação, inclusive convivendo pacificamente com aqueles que têm uma crença diferente ou que não são religiosos. A liberdade religiosa é mencionada na Constituição Federal no artigo 5º, inciso VI: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção dos locais de culto e de suas liturgias”.
Com base nisso, surge a premissa de que todos têm a liberdade de escolha de ter uma religião ou não. A independência da religião não diz respeito apenas à escolha da própria fé, mas também à liberdade de participar ou não nos atos litúrgicos promovidos pelas diversas.
PAZ, INICIATIVA PRIVADA
GESTÃO CONTÁBIL
A INCOMUNICABILIDADE DO DIREITO TRABALHISTA NO
Através da convenção antenupcial, os nubentes podem fazer a miscigenação entre os regimes, sendo que, na falta desta, a lei estabelece como ponto de partida que o casamento seguirá o regime de comunhão parcial de bens. Essa união estável também gera o reconhecimento da comunhão de bens dos companheiros, que geralmente segue o regime de comunhão de bens parcial utilizado no casamento. A não partilha dos rendimentos do cônjuge pode ser contrária ao princípio da comunhão parcial ou da comunhão universal.
As decisões e doutrinas que excluem da comunhão os rendimentos do cônjuge trazem segurança jurídica e igualdade à ordem nacional. É assim que Flávio Tartuce (2014) reflete sobre retirar o produto da comunhão de bens, vai contra a própria essência do regime de comunhão parcial ou universal, pois a falta de comunicação faria com que também não fossem comunicados os bens sub-rogados, e praticamente nada seria comunicado.
PAZ, ÉTICA EMPRESARIAL
ADMINISTRAÇÃO
DE PAZ NAS REDES SOCIAIS
No seu âmbito, o trabalho começa por abordar o facto de o desenvolvimento das relações digitais ter mudado radicalmente os paradigmas tradicionais sobre os quais a sociedade se organizava, antes baseados sobretudo nas “relações entre dádivas”, para um contexto em que as mensagens podem ser enviadas e recebidas . provenientes de diferentes partes do planeta. Vemos que a introdução crescente das tecnologias de comunicação e informação fez surgir um fenómeno que se consolida de forma mais acentuada, nomeadamente o desenvolvimento das relações digitais. Mattos (2013, p. 7) aponta que o desenvolvimento de relacionamentos digitais contribui para o compartilhamento de interesses e objetivos comuns, sejam eles de natureza emocional ou profissional.
O que é certo é que o desenvolvimento das relações digitais mudou e tende a mudar ainda mais a forma como indivíduos e organizações se comportam, possibilitando a criação de relações cada vez mais amplas e dinâmicas. Mizruchi (2006, p. 73), explica que o princípio básico da análise de rede é que a estrutura das relações sociais determina o conteúdo dessas relações.
A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA PARA A CONCRETIZAÇÃO DA DIGNIDADE DA
PESSOA HUMANA DO TRABALHADOR
Após, será feita uma construção teórica da função social da empresa no ordenamento jurídico brasileiro, especialmente em uma análise onde a função social da empresa será tecida como instrumento norteador das atividades, inclusive nas relações de trabalho, em linha. com os propósitos de dispositivos constitucionais para a proteção da dignidade humana. Ao final, será possível realizar uma análise crítica e científica sobre se a função social da empresa contribui para a concretização da dignidade da pessoa humana no ambiente de trabalho. A função social da propriedade estabelecida no artigo 5º, XXIII da Constituição Federal pode ser compreendida de três formas: contrato, propriedade e sociedade anônima.
Apesar de o direito ao trabalho ser uma das formas de proteção dos direitos fundamentais na esfera individual, concretizando a dignidade da pessoa humana de forma abstrata, este tópico analisará a função social da empresa como um viés para a realização da dignidade. da pessoa humana e, conseqüentemente, os direitos fundamentais nas relações de trabalho. Função social empresarial, responsabilidade social e sustentabilidade: um enfoque jurídico na tríade social que integra as sociedades empresariais.
PAZ, INOVAÇÃO
SUSTENTABILIDADE
IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO PARA AUMENTAR
A PRODUTIVIDADE E
ELIMINAR OS DESPERDÍCIOS EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO
O objetivo geral deste trabalho é verificar quais são as possibilidades, problemas, ferramentas e vantagens da utilização de técnicas do Sistema Toyota de Produção em uma indústria de embalagens plásticas da região de Marília - SP. Analisar os resultados da otimização e eliminação de desperdícios com o novo sistema de produção. O estudo de caso, para Yin (2010, p. 39-40) pode ser definido em duas partes de uma definição técnica, onde a primeira diz que o estudo de caso é uma investigação de um evento contemporâneo em detalhes e em seu escopo do real vida.
A segunda definição afirma que o estudo de caso enfrenta circunstâncias em que há muito mais variáveis de interesse do que pontos de dados e, como resultado, ele se baseia em diversas fontes de evidências e se baseia em desenvolvimentos teóricos anteriores para orientar a coleta e análise de dados. O trabalho encontra-se em fase de finalização, com foco atual no desenvolvimento do estudo de caso para coleta de dados e posteriormente para análise e estudo dos mesmos.
PREVISÃO DE DEMANDA AUXILIANDO A PAZ MUNDIAL
O objetivo geral deste trabalho é desenvolver métodos quantitativos para prever a demanda de alimentos. Os métodos quantitativos de previsão de demanda incluem a análise de dados futuros de acordo com modelos matemáticos, o método quantitativo é dividido em série causal (determinando os fatores relacionados à variável a ser prevista) e série temporal (projeções de valores futuros de uma variável, com base em observações atuais e passadas dessa variável). Existem diversas técnicas e modelos para se obter boa precisão na previsão de demanda por meio do método quantitativo.
Em séries temporais, os modelos de previsão de demanda podem ser classificados como modelos determinísticos e modelos estocásticos. Holt-Winter Métodos Estatísticos de Alisamento Exponencial para Previsão de Demanda para uma Empresa do Setor Metalúrgico.
EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE PAZ E INTEGRAÇÃO AO
DESENVOLVIMENTO MUNDIAL PARA BUSCA DE RESULTADOS
COMMERCE E O
DESENVOLVIMENTO SOB A ÓTICA DA CONSTITUIÇÃO DE 1988
A ORIGEM DO E-COMMERCE E COMO CHEGOU AO BRASIL O primeiro sistema que permitiu o processamento de
A REVOLUÇÃO ECONÔMICA PROMOVIDA PELO COMÉRCIO VIRTUAL
POSITIVAÇÃO DO DIREITO AO DESENVOLVIMENTO NA CONSTITUIÇÃO DE 1988
Doutor em História pela Universidade de Paris X - Nanterre, França, Mestre em História do Brasil pela UFPR - Universidade Federal do Paraná, Professor da UFPR - Universidade Federal do Paraná. Atualmente é Professor Associado II da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás, onde coordena o curso de pós-graduação em Cultura Visual. Diretor da Escola de Letras, Faculdade de Filosofia e Humanidades da Universidade Nacional de Córdoba.
Pós-doutora pelo Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário da Faculdade de Direito da USP (2015), Doutora em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2012), Mestre em Direito Econômico e Social (2004) e Especialista em Direito Empresarial Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (2000), Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Paraná (1994). Professor visitante no curso de pós-graduação em Direito Tributário da Universidad Austral de Buenos Aires/Argentina e ex-professor da Faculdade Autônoma de Direito de São Paulo e da PUC/PR.
CONSELHO CIENTÍFICO-EDITORIAL
É professor do programa de mestrado em direito comercial e cidadania do Centro Universitário Curitiba - UNICURITIBA, professor de direito administrativo da Escola da Magistratura do Paraná e da Fundação Escola do Ministério Público do Paraná. É Professor Benemérito da Faculdade de Direito da UNIFOZ e Patrono Acadêmico do Instituto Brasileiro de Direito Político. Filiado ao NELB - Núcleo de Estudantes Luso-Brasileiros da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Foi professor associado do programa de mestrado em direito do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP/DF) em 2012 e 2013. Professor de processo penal do programa de mestrado da Universidade Federal do Paraná.