• Nenhum resultado encontrado

contabilidade-multiplos-enfoques.pdf - Livraria Edufersa

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "contabilidade-multiplos-enfoques.pdf - Livraria Edufersa"

Copied!
127
0
0

Texto

Esse breve cenário exposto levou à seguinte questão de pesquisa: a capacidade dos accruals em prever retornos é inversamente proporcional à participação de investidores sofisticados no mercado de capitais brasileiro. Nesse contexto, há interesse em estudar a relação entre o tamanho dos accruals e o retorno das ações no mercado de capitais brasileiro. Ressalta-se que uma possível relação negativa entre a variável accruals e o retorno futuro das ações indica a incapacidade dos investidores em compreender a importância dos accruals.

H2: A capacidade dos accruals em prever retornos está inversamente relacionada à participação de investidores sofisticados no mercado de capitais brasileiro. Refira-se que esta análise permite verificar se os investidores são capazes de compreender as diferentes persistências dos acréscimos e fluxos de caixa em prazos mais curtos, ou seja, corrigir periodicamente as suas expectativas quanto aos lucros futuros.

Relevância dos accruals - hipótese 1

Todos os coeficientes das variáveis ​​foram significativos ao nível de 5%, exceto a variável accrual, que foi significativa ao nível de 10%. Por outro lado, Sloan (1996) encontrou uma relação significativa e negativa entre o tamanho das variáveis ​​e o retorno das ações. Ressalta-se que o principal objetivo deste estudo é analisar a capacidade preditiva da variável accruals em explicar o retorno das ações e, portanto, a análise das variáveis ​​de controle é apenas complementar.

No entanto, o resultado encontrado confirma parcialmente os resultados anteriores (Tabela 1), uma vez que o coeficiente da variável accrual foi positivo em ambos os meses. O objetivo é verificar se existe diferença entre a relação entre accruals e retornos das ações e a capacidade dos investidores de entender a persistente diferença entre accruals e fluxos de caixa, documentada na hipótese 1.

Tabela 1 –Regressão dos retornos futuros anuais por valores de  accruals e variáveis de risco
Tabela 1 –Regressão dos retornos futuros anuais por valores de accruals e variáveis de risco

Relevância dos accruals e sofisticação dos investidores - hipótese 2

Isso significa que se os coeficientes contábeis dos quintis 1 e 5, painéis A e B, forem analisados ​​separadamente, observa-se que os coeficientes do quintil 5 são inferiores aos coeficientes do quintil 1. Esse resultado comprova que os investidores são considerados mais sofisticados ( Q5). em comparação com investidores menos informados (Q1), eles entendem melhor as informações contidas nos accruals na formação de suas expectativas de retornos futuros. Isso significa que se analisarmos separadamente os coeficientes de crescimento do quintil 5 e a média dos demais quintis (Q1 a Q4), painéis A e B, observamos que os coeficientes do quintil 5 são maiores que os coeficientes da média do outros quatro quintis.

Também foi testado se a capacidade dos accruals em prever retornos futuros está relacionada à sofisticação do investidor. Portanto, esse resultado demonstra que os investidores considerados mais sofisticados (Q5) conseguem entender melhor as informações sobre retornos futuros contidas nos accruals em relação aos investidores considerados menos informados (Q1).

Tabela 4 – Resultados da regressão para o retorno trimestral
Tabela 4 – Resultados da regressão para o retorno trimestral

Modelo tradicional

Identifica a capacidade da empresa de pagar imediatamente suas dívidas de curto prazo, utilizando apenas os recursos disponíveis. De acordo com Weston e Brigham (2000), o índice atual fornece o melhor indicador individual da medida em que as reivindicações de credores de curto prazo são cobertas por ativos que se espera que sejam rapidamente convertidos em dinheiro. Vieira (2008) determina que o modelo dinâmico de capital de giro visa analisar a liquidez das empresas, visando reclassificar o saldo em contas operacionais, de curto prazo e de longo prazo, nomeando-as como irregulares, cíclicas e permanentes.

Segundo Brasil e Brasil (1999), o saldo da tesouraria resulta do saldo de contas irregulares de ativos e passivos que contemplam empréstimos de curto prazo, incluindo descontos em letras e aplicações financeiras de curto prazo. A deficiência na gestão de caixa é o efeito tesoura decorrente da falta de controle sobre a crescente dependência de empréstimos de curto prazo.

Variáveis

De acordo com as seis classificações identificadas e definidas, Marques e Braga (1995) construíram uma tabela na qual as empresas podem ser percebidas e segmentadas de acordo com sua estrutura financeira e classificação por tipo, começando pelo tipo 1, para empresa com excelente situação financeira. até o tipo 6, classificado como de alto risco, para uma empresa com situação financeira precária que chega perto da insolvência. A pesquisa quantitativa é a base da abordagem de pesquisa, que descreve a análise e interpretação dos dados.

Fonte de dados

Tratamento dos dados

Em 2010, a geração de capital de giro foi superior à da NCG, gerando liquidez positiva e apresentando solidez financeira naquele ano. Na análise do modelo dinâmico, a empresa apresentou uma situação financeira muito ruim nos anos de 2008 e 2011 porque seu NCG, seu CGL e seu SDT foram todos negativos. Na análise do modelo dinâmico, a empresa apresentou situação financeira insatisfatória nos anos de 2008 e 2009, quando CGL e NCG foram positivos e SDT negativos.

O modelo dinâmico mostrou que a empresa estava em situação financeira insatisfatória em 2008, pois indicava capital de giro insuficiente para cobrir todas as necessidades de capital de giro. Nos demais anos analisados, demonstrou estabilidade financeira, pois obteve capital de giro superior ao NCG e gerou saldo de caixa positivo.

Tabela 2 – Índices de liquidez e do Fleuriet da empresa Via Varejo
Tabela 2 – Índices de liquidez e do Fleuriet da empresa Via Varejo

Dados

Os pesquisadores enfatizaram que os modelos Garch e RiskMetrics subestimam o VaR quando a distribuição normal dos erros é assumida. Os resultados da pesquisa mostraram que o CAViaR produz as melhores estimativas para as caudas pesadas dos dados financeiros. Uma das conclusões do autor foi que o CAViaR assimétrico tem um desempenho melhor do que os modelos de Garch estimados com a distribuição t.

Ele também defendeu a tese sobre como melhorar a modelagem da cauda da distribuição com a ajuda do CAViaR. Glasserman, Heidelberger e Shahabuddin (2000) descreveram, analisaram e avaliaram um algoritmo que estima a probabilidade de perda em uma carteira usando simulação de Monte Carlo. Segundo os autores, a simulação de Monte Carlo pode ter um alto custo computacional, principalmente quando há muitos ativos na carteira ou um grande número de simulações de trajetória.

Para reduzir o número de simulações, os autores utilizaram o método de redução de variância e assim resolveram o problema dos altos custos computacionais.

Value at risk (VaR)

Jorion (2002) enfatizou a importância do VaR na comparação do perfil de risco de diferentes bancos.

Modelos da família garch

Simulação de Monte Carlo

Vale ressaltar que todas as carteiras apresentaram desvio padrão inferior aos fundos estudados. Todas as carteiras tiveram retornos médios diários superiores ao retorno do Ibovespa de 0,04%. Esperava-se que a otimização do portfólio reduzisse o risco do portfólio, ou seja, que as carteiras 2 e 3 serão menos arriscadas que a carteira 1.

Fazendo um exercício numérico com as carteiras 1 e 2 e com base no VaR estimado pelos retornos históricos, cada 1% de aumento no retorno proporciona um acréscimo de R$ 9,57 no valor em risco da carteira. A Tabela 2 (Anexo A) apresenta os percentuais a serem investidos em cada ativo e a Tabela 3 (Anexo A) apresenta o cálculo do valor em risco realizado para as três carteiras. O trade-off risco-retorno entre as carteiras 1 e 3 foi de R$ 7,81, indicando um aumento no valor do risco nesse valor para cada 1% de aumento no retorno, conforme mostra a Figura 2 (Anexo B).

Assim, modelos de Garch, EGarch e Glosten-Jagannathan-Runkle (GJR) foram estimados para as três carteiras e variâncias condicionais foram usadas para calcular os valores de risco. O objetivo foi verificar se o valor médio do risco das carteiras 2 e 3 era inferior ao da carteira 1. Esse valor corresponde a mais de três vezes o valor médio do risco observado, que é de R$ 6.682,00.

Observou-se também que à medida que o número de caminhos aumenta, o valor diário em risco diminui para todas as carteiras. Verificou-se que Garch apresentou um número de violações do VaR superior ao nível de significância de 1%, pois rejeitou a hipótese nula do teste de Bernoulli para todas as carteiras. Os valores em risco estimados ao longo do tempo mostram momentos em que a chance de perda chegou perto de 1/5 da posição em alguns períodos de alta volatilidade, como a crise de 2008.

TABELAS Tabela 1 – Estatísticas descritivas

FIGURAS

  • DESCRIÇÃO DA AMOSTRA
  • Análise das redes
  • Descrição e análise geral dos dados
  • Relação entre os antecedentes da capacidade inovativa e o ROA
  • RELAÇÃO ENTRE OS ANTECEDENTES DA CAPACIDADE INOVATIVA E O EBITDA
  • Relação entre os antecedentes da capacidade inovativa e o MVA
  • Processo de harmonização às normas internacionais de contabilidade aplicadas ao setor público (NICSP)
  • Normas brasileiras de contabilidade aplicadas ao setor público (NBCASP)
  • Inovações significativas introduzidas pelas NBCASP
  • Universo e amostra
  • COLETA DE DADOS
  • TRATAMENTO E ANÁLISE DOS RESULTADOS
  • Análise descritiva dos dados
  • Análise da estatística inferencial
  • Gestão estratégica de custos
  • Gestão de custos no serviço hospitalar
  • Caracterização da pesquisa
  • Coleta e análise dos dados
  • Método de análise: testes de raízes unitárias

Possivelmente, a ligação desses investimentos com melhorias de processos pode levar à redução dos custos industriais e, consequentemente, aumento dos resultados das empresas por meio de medidas estratégicas de gestão. A hipótese da relação entre ACI e Ebitda não foi rejeitada, levando em consideração esses resultados com as propostas da VBR, pois investir em software para melhorar processos endógenos ou na forma mais econômica de introduzir inovações tecnológicas no mercado reflete a intenção de reduzir custos de transação com o meio ambiente e consequentemente buscando melhores expectativas de geração de caixa futuro para a empresa a partir de melhorias operacionais. A utilização da contabilidade de custos na administração pública é um tema novo e ainda incipiente.

REGRESSÃO LINEAR DINÂMICA USANDO CAPACIDADE PREDITIVA: ANÁLISE DE CUSTOS NA GESTÃO DE UM HOSPITAL PÚBLICO BRASILEIRO. Os setores de custos utilizam esses dados para compilar seus relatórios de análises comparativas, possibilitando a gestão e o acompanhamento orçamentário. O referencial teórico que fundamenta os resultados empíricos deste artigo será apresentado nas seguintes subseções: classificação de custos, gestão estratégica de custos e gestão de custos no sistema hospitalar.

Para Cruz (2011), o principal objetivo da abordagem de custos é a relação entre a produção de um bem ou serviço e os recursos consumidos nesse processo. O autor acrescenta que o entendimento dos custos está diretamente relacionado ao entendimento da gestão e operação dos custos empresariais. A gestão estratégica de custos tem sido utilizada para indicar a integração que deve existir entre os processos de gestão de custos e a gestão empresarial como um todo, conforme aponta Martins (2003).

Do ponto de vista estratégico, as empresas buscam, por meio da gestão estratégica de custos e do uso de dados de custos, identificar e desenvolver estratégias superiores que produzirão vantagens competitivas sustentáveis ​​(HANSEN; MOWEN, 2001). Para Shank e Govindarajan (1997), a gestão estratégica de custos representa uma análise de custos vista em um contexto mais amplo, em que os elementos estratégicos tornam-se mais conscientes, claros e formais. Assim, a gestão estratégica de custos representa uma ferramenta de óbvia importância no processo de tomada de decisão, pois através dos dados fornecidos aos administradores eles devem embasar suas decisões sobre quanto, quando e em que setor investir ou quanto deve custar. os produtos/serviços que a organização produz (MARTINS, 2009).

Nesse sentido, a gestão estratégica de custos busca analisar as atividades em que pode haver redução dos tempos do ciclo operacional, bem como aquelas que agregam valor, com o objetivo de reduzir custos na cadeia produtiva. Nas decisões operacionais rotineiras de um hospital, as decisões que envolvem o conceito de gestão de custos podem ser vistas em diferentes momentos. Mensurar custos na área da saúde, em qualquer procedimento específico, é uma operação complexa.

A revolução dos custos: como reinventar e redefinir sua estratégia de custos para vencer em mercados cada vez mais competitivos.

Figura 3 – VaR Carteira 1 – distribuição normal
Figura 3 – VaR Carteira 1 – distribuição normal

Imagem

Tabela 1 –Regressão dos retornos futuros anuais por valores de  accruals e variáveis de risco
Tabela 2 – Regressão dos retornos futuros trimestrais por valores  de accruals e variáveis de risco
Tabela 1 – Índices de liquidez e do Fleuriet da empresa Whirlpool
Tabela 2 – Índices de liquidez e do Fleuriet da empresa Via Varejo
+7

Referências

Documentos relacionados

Ressalva-se, contudo, a ocorrência de manifestações provocadas pelo CO, como um leve aumento da freqüência cardíaca, quando o nível de COHb se aprox- ima de 20% e um aumento da V E