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de Ullman Edward L .. .. .. .. . .. .. .. .. .. .. . 175

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Academic year: 2023

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O Primeiro Plano de Desenvolvimento Nacional (PND .I) Este Plano foi desenvolvido num período em que o boom econômico do Brasil, iniciado em 1968, ganhou mais força.

This article provides an overview of the federal government's regional economic policy since World War II. However, the analysis shows that the federal government's regional plans were not synchronized with the sectoral development plans.

TABELA  10  Saúde  Pública
TABELA 10 Saúde Pública

Contribuição ao Estudo da Hierarquia Urbana no Ceará

1 - INTRODUÇAO

Existem quatro centros regionais integrados na esfera de influência de Fortaleza: São Luís e Teresina (Nível 2a) e Sobral e Crato-Juazeiro do Norte (Nível 2b). 8 Davidovich, Fany - Formas de projeção espacial das cidades da área de influência de Fortaleza - Rev. Fora de Fortaleza, as cidades de Sobral, Crato e Juazeiro destacam-se como os principais centros de comércio e beneficiamento do algodão.

Procurou-se analisar os dados obtidos junto aos serviços rodoviários (DAER e DNER) sobre o fluxo de ônibus que partem de Fortaleza com destino a cidades do interior e de fora do estado. Figura nº. O número 5 representa o número de ligações telefônicas de Fortaleza para cidades do interior do estado, conectadas ao sistema TELECEARÁ (Companhia Cearense de Telecomunicações) em 1972.

NÚMERO DE CHAMADAS TELEFÔNICAS (TELECEARÁ), EM 1972, DE FORTALEZA PARA CIDADES DO INTERIOR DO ESTADO. A concentração urbana é mais densa nas seguintes áreas: próximo a Fortaleza, no Cariri, no entorno das cidades de Crato-Juazeiro e em direção a Sobral, no norte do estado. O ritmo explosivo do crescimento demográfico de Fortaleza representa as dificuldades econômicas e sociais do estado.

Assim, os polos de Sobral, Crato-Juazeiro e Iguatu funcionam como 'pontes de apoio' para Fortaleza, não apenas na distribuição dos produtos manufaturados, mas sobretudo na organização da arrecadação da produção agrícola regional. Na realidade, dentre as dificuldades de estruturação de uma rede urbana no Ceará, destaca-se a excessiva concentração das atividades econômicas e sociais em Fortaleza, aumentando as diferenças entre a capital e as demais cidades.

BIBLIOGRAFIA

Au cours de la période 1962-1963, l'ancienne Division géographique de l'IBGE a développé les premières études sur la hiérarchie des centres urbains du Ceara. Les premières études sur la hiérarchie des centres urbains du Ceara datent de 1962-1963 et ont été réalisées par l'ancienne Division géographique de l'IBGE. Sur la base des questionnaires appliqués dans la commune, les premières hypothèses ont été formulées pour la priorisation des centres urbains du Nord-Est et cinq catégories de villes ont été initialement définies.

34;Divisão do Brasil em Regiões Funcionais Urbanas" (IBGE 1972). En utilisant le modèle proposé par Haggett et Chorley, une matrice a été organisée dans laquelle trois éléments ont été essentiellement considérés : 1) les flux agricoles ; 2) la distribution des biens et services aux économie 3) services fournis et distribution de biens à la population Selon cette méthodologie, différentes classes de centres urbains ont été établies au Ceara : centres régionaux, centres secondaires (équipés) ;

Reflexões Sobre Necessidades

Teóricas para Estudos Geográficos de Problemas da Urbanização Brasileira 1

Por outro lado, constatou-se que nenhum destes países parece ter uma política formal e operacional para o sistema urbano. Nessa perspectiva dos planos gerais, as preocupações da política urbana no Brasil podem encontrar base conceitual nas definições de Castells, M., quando se refere ao planejamento urbano como uma intervenção do sistema político sobre o sistema econômico, no nível da conjuntos socioespaciais específicos. Os estudos de aglomeração realizados apontam certamente para a necessidade de novas formas de organização social, institucional e administrativa, dirigidas a novas escalas de espaço, cujas consequências se estendem a outras áreas urbanas e rurais; ou na medida em que servem de base para diferentes alternativas à estrutura espacial do sistema urbano brasileiro.

No que diz respeito ao enfoque teórico na estrutura do subdesenvolvimento, ou como muitos preferem, das formações capitalistas periféricas, surgem problemas na avaliação da aplicação dos excedentes e na determinação das características do sistema produtivo, que se traduzem em desigualdades sectoriais na produtividade. sistemas e domínio externo. Por outro lado, se o conceito de continuidade na evolução do sistema pode ter origem no agregado urbano, vale a pena analisar as consequências não só para o mundo rural, mas também para os contextos regionais.

O Sistema Urbano Brasileiro

Uma Análise Através dos Fluxos Aéreos de Passageiros

A literatura brasileira existente sobre o tema revela poucos estudos sobre a relação entre o sistema urbano e os fluxos de ar. Uma simples observação da realidade mostra claramente que, apesar de seu desenvolvimento relativamente recente, o transporte aéreo no Brasil, assim como em outros países, teve e ainda tem uma importante ligação com o sistema urbano do país. O objetivo deste trabalho é analisar a evolução recente da estrutura. do sistema urbano brasileiro por meio dos fluxos aéreos de passageiros, visando dar uma primeira contribuição ao conhecimento da relação entre o sistema urbano e as ligações aéreas.

As hipóteses em que se baseia o trabalho são que no período entre 1965 e 1973: a) ocorreu um claro processo de concentração dos fluxos de ar em determinados centros do sistema urbano, em decorrência da extinção de grande parte do fluxos de ar. número de aeroportos comerciais e o aumento do fluxo de passageiros no país; b) o processo de integração do sistema urbano do país intensificou-se devido à inclusão de aeroportos e subsistemas isolados que existiam em 1965.

1 - METODOLOGIA

A metodologia utilizada neste trabalho, para analisar o sistema urbano brasileiro através dos fluxos aéreos de passageiros, foi desenvolvida em três fases. A segunda etapa foi o processo de determinação da hierarquia do sistema urbano brasileiro em 1965 e 1973, por meio do volume de fluxo de passageiros: quanto maior o número de passageiros desembarcando no centro, maior o nível hierárquico. Sua análise permite identificar a estrutura do sistema urbano brasileiro, definindo e delimitando seus subsistemas.

A terceira etapa compreendeu a análise da interação dos centros urbanos que compõem o sistema com as correntes de ar. Para estimar o volume do fluxo de passageiros, foi construída uma matriz de intensidade de fluxo entre 1965 e 1973 entre cada par de centros que compõem o sistema urbano.

5COI - 20.000

2COI 5.000

ITAITUSA

I. HORIZONTE

O número de aeroportos comerciais no país, com fluxo superior a 50 passageiros por ano, diminuiu significativamente entre 1965 e 1973. Contudo, em relação ao número de aeroportos existentes, o número de novos aeroportos não foi muito grande; de 1,5%. em comparação com os aeroportos que existiam em 1965. No ano passado, as companhias aéreas transportaram 4.982.254 passageiros entre estes aeroportos, um aumento de 125% em relação a 1965, quando foram transportados 2.209.500 passageiros.

Este facto contrastou com os resultados obtidos em análises semelhantes realizadas por Wacht nos EUA, onde o que acontece é um processo de descentralização, ou seja, uma distribuição mais equilibrada dos fluxos aéreos de passageiros entre os centros urbanos daquele país. A redução acentuada do número de aeroportos, o modelo da sua organização espacial, em 1965 e 1973, embora mantendo as dimensões adequadas, é semelhante, ou seja, a maioria dos aeroportos concentra-se em duas áreas, estendendo-se primeiro a nordeste. no Sul, e a segunda pelo Noroeste do País. Este procedimento foi desenvolvido para os anos de 1965 e 1973, para que a evolução do sistema pudesse ser analisada também em relação à sua estrutura nodal.

DI GRAFO

Analisando a Tabela I, observa-se também que as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentam maior número de centros dominantes do que as regiões Sul e Sudeste (dígrafo I e dígrafo II). Por outro lado, dado o grande número de ligações existentes entre as duas metrópoles nacionais e outros centros do país, preferiu-se representar as ligações entre São Paulo e Rio de Janeiro com o sistema urbano do país em mapas separados. ligações existentes entre outros pares de centros do país (mapas III, IV, V, VI, VII e VIII). A região com a qual o Rio de Janeiro em 1973 tinha ligações com maior número de centros era o Nordeste (Tabela II).

Alteração no número de centros com os quais o Rio de Janeiro manteve ligações no período 1965-1973. A região com a qual São Paulo tinha, em 1973, conexões com maior número de centros era o Nordeste (tabela 3).

MAPA .  .l1lll
MAPA . .l1lll

A Estrutura do

Comércio Inter-regional no Brasil

1 - INTRODUÇÃO

As tabelas ao final deste trabalho enfatizam a importância da antiga Guanabara e de São Paulo. As relações de intercâmbio entre a antiga Guanabara e São Paulo são as maiores e muito diferentes das demais. Basta comparar as relações comerciais de cada um dos estados nordestinos com as de São Paulo e da antiga Guanabara.

São Paulo exporta principalmente a classe de bens com maior V/P (classe Máquinas e Veículos) e importa principalmente bens da classe com ViP (matérias-primas, alimentos e bebidas, produtos manufaturados) muito menor. Assim como na análise anterior, nos limitaremos aos casos de São Paulo e da antiga Guanabara pelos mesmos motivos.

Gráfico  II :
Gráfico II :

ESTADOS QUE IMPORTARAM DE SÃO PAULO MENOS QUE O ESTIMADO PELO MODELO (áreas ponteadas)

Exportações e importações da antiga Guanabara e São Paulo em 1969 por gêneros industriais e distribuição percentual.

Contribuição à Metodologia do Estudo de Concentração em Geografia Agrária

Quando utilizado no estudo sobre desenvolvimento rural no Brasil elaborado pelo IBGE, utilizando as microrregiões como unidade menor de observação e o país como unidade de referência maior, foram notados alguns inconvenientes. A especialização aqui refere-se à medida em que cada unidade de observação mais pequena tem um rebanho ou cultura específico, em comparação com a unidade de referência maior. O facto de a construção do quociente de renda se basear numa análise interna das culturas ou rebanhos na unidade de observação mais pequena dificulta a avaliação das características a nível horizontal, uma vez que, como vimos, a sua inadequação para comparar as diferentes unidades de observação , quando o objetivo é avaliar a concentração espacial de uma determinada feição.

Para analisar a concentração de culturas e pecuária no sentido horizontal, propõe-se aqui um índice de concentração que parte da consideração da medida em que uma característica na unidade de observação menor participa do representante total daquela característica na unidade maior. . . Esta participação é então comparada com uma participação teórica de cada unidade de observação menor no caso de uma distribuição igual da característica analisada.

O Sistema de Atlas Complexo de Planeiamento do Brasil

Há necessidade de Atlas Regionais, Estaduais e de áreas geográficas ainda menores para lidar com situações especiais, como as das Regiões Metropolitanas. Nesse sentido e para completar o Sistema de Atlas Geral, Regional e Estadual, os Atlas das 9 Regiões Metropolitanas do Brasil, conglomerados de cidades cujos índices estão sendo estudados. Neste caso, o IBGE, assim como no caso dos Atlas Estaduais, também em regime de cooperação técnica e financeira, por meio de convênio, determina as prioridades para a execução dos Atlas em cada Região.

As normas que orientam e orientam a elaboração dos Atlas, emitidas pelo “Comitê de Coordenação do Atlas Estadual” e pelo apoio técnico e material do “Serviço de Atlas” do IBGE, baseiam-se no princípio de tornar rígidos os elementos formais da apresentação cartográfica. . o conteúdo dos Atlas é flexível. O sistema Atlas Complexo para efeitos de planeamento socioeconómico do país não esquece a Unidade Nacional.

Para um Novo Enfoque de

Diversificação e Especialização Industrial

A dominância de categoria é precisamente a definição de especialização máxima de Parr, de modo que a concentração foi implicitamente tratada como sinônimo de especialização. A dominância regional de uma cultura está relacionada com outras culturas na área e está intimamente relacionada com o grau de especialização ou diversificação das culturas. De acordo com este raciocínio, quanto maior for o domínio de uma cultura numa unidade de área, menor será a diversificação.

Porém, Shear não se contenta em manipular uma única variável, o fator de uniformidade representado pela curva de Lorenz. 1.a - especialização zonal ou sub-regional, tomada comparativamente entre as sub-regiões que compõem a região.

COMENTÁRIO BIBLIOGRÁFICO

Sendo a recreação um bem intangível, é muito difícil valorá-la. Os mapas mostraram que o número de pescadores que utilizam um determinado lago diminuiu com o aumento da distância. Os mesmos dados foram usados ​​para criar um gráfico de dispersão com escala logarítmica e.

Em resposta, foi recebido que cerca de um terço dos visitantes seriam desviados para o novo lago mais próximo. No final do artigo, ele ainda sugere qual seria o preço ideal de entrada, supondo que fossem gastos vinte centavos por visitante na manutenção do reservatório.

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TABELA  10  Saúde  Pública
TABELA  11  Educação  e  Cultura  Despesa  Realizada  - 1951-70
TABELA  16  Unidades  Orçamentárias  Despesa Realizada- 1957-1974
MAPA .  .l1lll
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Referências

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Diagrama de bloco do controle das vazões nas bombas Devido às várias intercorrências que podem ocorrer, percebe-se que mesmo após o sistema atingir um regime estacionário, uma