Segundo Luz et al (2012), pacientes traumatizados com sangramento externo grave podem desenvolver um distúrbio de coagulação característico e complexo onde múltiplos fatores etiológicos como diluição, consumo, acidose, hipotermia, utilização deficiente de fibrinogênio e dissolução prejudicada do coágulo. (hiperfibrinólise) são responsáveis pelo seu desenvolvimento. Requer tratamento individual, diferenciando derrame pericárdico associado a neoplasia maligna, derrame pericárdico maligno e carcinomatose pericárdica (MENESES-GARCÍA et al., 2017). Machado et al (2015) afirma que o enfermeiro deve estar preparado para tantas complicações na cardiologia, uma delas é a insuficiência cardíaca (IC), reconhecida como um problema crescente de saúde pública.
A Resolução do Conselho Federal de Enfermagem (COFEn) nº 358/2009 recomenda que a Sistematização da Assistência de Enfermagem organize o trabalho profissional em termos de método, pessoal e instrumentos, possibilitando a operacionalização do Processo de Enfermagem (PE).
Descrição do caso clínico
Estudo de caso é um método de abordagem de pesquisa que envolve a utilização de um ou mais métodos qualitativos de coleta de informações e não segue uma linha rígida de pesquisa (MEIRINHOS; OSÓRIO, 2010). Assim, utilizou-se o estudo de caso de um adolescente de 14 anos, atleta, assintomático, que foi atendido em 2019 no pronto-socorro do Hospital Alberto Urquiza Wanderley da cidade de João Pessoa e sua mãe, e sua mãe, foi utilizado para compor este estudo. adolescente, além de acadêmica do último período de enfermagem.
Dessa forma, foi realizada uma análise dos prontuários para um estudo de caso, selecionando informações relacionadas à síndrome de Wolf Parkinson White, bem como aos cuidados de enfermagem pré e pós-operatórios. Após a coleta, os dados foram organizados e passaram pelo processo de análise para convertê-los em informação, estabelecendo um eixo entre a teoria e as evidências dos exames de imagem e laboratoriais na síndrome de Wolff Parkinson White, realizando uma reflexão crítica e comparativa com a base literária estudada . . No exato momento em que estava sendo atendido pela equipe de enfermagem da triagem, não foi possível aferir sua pressão arterial ou sinais vitais no local.
Foi realizada estimulação vagal para redução da frequência cardíaca e encaminhada ao cardiologista de plantão, que realizou eletrocardiograma confirmando taquicardia e solicitou exames laboratoriais, como troponina I, CKMB massa. Encaminhar para internação e acompanhamento pela equipe de eletrodinâmica do hospital, para avaliar possível intervenção cirúrgica com frequência cardíaca instável e alterações de troponina I e CKMB. Após avaliação pela equipe de eletrodinâmica e avaliação dos exames e eletrocardiograma, o paciente foi diagnosticado com síndrome de Wolf Parkinson White e encaminhado para ablação.
Síndrome de Wolff-Parkinson White e os cuidados de enfermagem
Verificou-se que o paciente do caso investigado recebeu tratamento adequado e os cuidados de enfermagem também foram prescritos corretamente. SUGESTÕES DE DIAGNÓSTICO HOSPITALAR PARA PACIENTES HIPERTENSOS, ASSISTIDOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE À LUZ DA LITERATURA. A equipe de enfermagem deve enfatizar as mudanças no estilo de vida dos pacientes com HAS, pois os fatores de risco modificáveis são representativos de problemas cardiovasculares, bem como o desencadeamento da HAS.
Este estudo baseia-se na seguinte questão norteadora: Quais diagnósticos de enfermagem podem ser feitos para um paciente hipertenso atendido na atenção primária à luz da literatura. Identificar nas principais bases de dados como são realizadas as consultas de enfermagem na linha de cuidado da hipertensão arterial e oferecer possibilidades. Consulta de enfermagem às pessoas com diabetes e hipertensão na atenção básica: relato de experiência.
Identificar diagnósticos de enfermagem em sujeitos com HAS segundo classificação NANDA. Nesta busca foram identificados cinco artigos que abordam diagnósticos de enfermagem em pacientes com hipertensão arterial. Segundo Araújo et al., (2016) em pesquisa sobre o diagnóstico de enfermagem Falta de adesão ao tratamento em homens com hipertensão, por três equipes de Saúde da Família do município de Acopiara, Ceará.
Em estudo sobre diagnósticos de enfermagem (DE) em pacientes com hipertensão arterial, realizado em duas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de um município da Zona da Mata Mineira, Lima et al., 2017, identificaram 25 DE diferentes na amostra estudada. . Faltava um melhor comportamento da enfermagem com a equipe e os pacientes no nível primário de saúde.
FATORES DE RISCO
História familiar - Ter um parente de primeiro grau diagnosticado com câncer de próstata mais que dobra o risco de um homem desenvolver a doença. Mutações nos genes BRCA-1 ou BRCA-2 podem aumentar o risco de câncer de mama e de ovário, mas alterações nesses genes também podem aumentar o risco de câncer de próstata em alguns homens, mas isso representa uma diminuição muito pequena nos casos da doença . Dieta - Estudos sugerem que homens que consomem grande quantidade de cálcio, através de alimentos ou suplementos, podem ter maior risco de câncer de próstata.
Algumas pesquisas sugerem que homens que consomem grandes quantidades de cálcio (através de alimentos ou suplementos) podem ter um risco maior de desenvolver câncer de próstata. Obesidade - Acredita-se que homens obesos apresentam maior risco de câncer de próstata mais agressivo. Fumar – A maioria dos estudos não encontrou nenhuma ligação entre fumar e o risco de desenvolver câncer de próstata.
Prostatite de Exposição - Algumas pesquisas sugeriram que a prostatite (inflamação da próstata) pode estar associada a um risco aumentado de câncer de próstata. Doenças sexualmente transmissíveis – Doenças sexualmente transmissíveis, como gonorréia ou clamídia, podem aumentar o risco de câncer de próstata, podendo levar à prostatite. 34;O câncer de próstata, sendo um problema comum e possível, atrai mais atenção de homens com mais de 50 anos” (MARCOLIM, 2016, p. 34).
ANATOMIA FISIOPATOLOGIAS DO CÂNCER DE PRÓSTATA
Como sabemos, o cancro é a “doença da célula” que provoca desvios significativos no seu comportamento normal. A triagem para detecção precoce de Cap para homens acima de 50 anos é realizada por meio do toque retal (RT) e coleta de sangue para análise do antígeno prostático específico (PSA), com o objetivo de reduzir a incidência da doença tardiamente, afetando a redução na mortalidade, uma vez que a Cap pode ser curada, desde que diagnosticada precocemente (NOGUEIRA, 2013). À medida que os homens envelhecem, a próstata tende a aumentar de tamanho, de modo que o fluxo de urina se torna mais lento e mais difícil de sair após os 50 anos; Devido à compressão da uretra, que dificulta a micção, o fluxo de urina torna-se gradativamente fino e fraco (SILVA, 2017).
Esta patologia ocorre quando as células da próstata começam a dividir-se e a multiplicar-se de forma desordenada, criando um tumor que pode desenvolver-se rapidamente, espalhar-se para outros órgãos do corpo e potencialmente levar à morte. Porém, a grande maioria cresce tão lentamente que não produz sintomas durante a vida nem ameaça a saúde do homem, demorando cerca de 15 anos para atingir 1 cm³ (SILVA, 2017). O câncer de próstata é chamado de adenocarcinoma ou câncer de glândula, que começa quando as células da glândula secretora de espermatozoides na próstata sofrem mutação e se transformam em células cancerígenas.
A região da próstata onde ocorre mais comumente o adenocarcinoma é a zona periférica. Inicialmente, pequenos aglomerados de células cancerígenas permanecem confinados às glândulas prostáticas normais, uma condição conhecida como carcinoma “in situ” ou neoplasia intraepitelial prostática (NIP ou PIN). ) (SILVA, 2017). Embora não haja provas de que a PIN – Neoplasia Intraepitelial Prostática seja um precursor do câncer, ela está intimamente relacionada ao câncer. Com o tempo, essas células cancerígenas começam a se multiplicar e se espalhar para o tecido circundante da próstata (estroma) e formar um tumor.
ASPECTOS CLÍNICOS
O câncer de próstata pode causar problemas na função sexual, como dificuldade em conseguir uma ereção ou ejaculação dolorosa. O câncer de próstata avançado pode causar sintomas adicionais quando a doença se espalha para outras partes do corpo. O sintoma mais comum é dor óssea, geralmente nas vértebras (ossos da coluna), pélvis ou costelas, devido ao câncer que se espalhou para esses ossos.
O câncer de próstata espinhal também pode comprimir a medula espinhal, causando fraqueza nas pernas e incontinência urinária e fecal (PONCE, 2015).
DIAGNÓSTICOS DO CÂNCER DE PRÓSTATA
O exame para determinar se um paciente tem câncer de próstata é a biópsia, que envolve a coleta de pequenos pedaços da próstata e sua análise em laboratório para estudar os tipos de células contidas nos pedaços coletados. As células da próstata podem ser de 5 tipos, o tipo 1 são células normais e o tipo 5 são células 19 nas quais o desenvolvimento do câncer está mais avançado. O scanner nos permitirá determinar se o câncer de próstata está contido na glândula ou se invadiu a cápsula que envolve a próstata ou as vesículas seminais (glândulas localizadas sob a próstata que produzem fluido seminal) ou mesmo os gânglios linfáticos (PONCE). , 2015).
É frequentemente observada resistência do público masculino às medidas preventivas de saúde, especialmente medidas relacionadas ao câncer de próstata, como o exame de PSA e o exame de toque retal, o que é influenciado por muitos preconceitos sobre a masculinidade. Homens com PSA acima de 10 ng/ml têm mais de 50% de chance de câncer de próstata. É importante ressaltar que fatores como idade do paciente, raça e histórico familiar são levados em consideração para confirmar o diagnóstico de câncer de próstata (FARIAS; CHOW-CASTILLO, 2017).
Segundo FARIAS (2017), a combinação do toque retal com a dosagem do PSA é a melhor forma de diagnosticar o câncer de próstata, pois o primeiro exame falha em 30% a 40% dos diagnósticos, e o segundo em 20%. Vale ressaltar que a prevenção é a melhor alternativa no combate ao câncer de próstata, mesmo considerando a predisposição genética e os preconceitos dos homens (FARIAS;; CHOW-CASTILLO, 2017). As taxas de incidência e mortalidade do cancro da próstata mostram que os homens são vulneráveis aos problemas de saúde, mas existem factores que distorcem as práticas de saúde, deixando os cuidados de saúde apenas numa vertente curativa ou reabilitativa e minimizando a acção preventiva e de promoção. 2015).
PREVENÇÃO
Segundo dados do Ministério da Saúde, o valor normal do PSA deve ser inferior a 4ng/ml; quando o nível está acima de 4ng/ml, o estudo mostra alterações no PSA que podem indicar a presença de neoplasia. Mas cerca de 15% dos homens com PSA abaixo de 4 ng/ml são diagnosticados. Em pessoas com nível entre 4ng/ml e 10ng/ml, existe a probabilidade de uma em cada quatro apresentar a doença.
TRATAMENTO