• Nenhum resultado encontrado

envelhecimento - (www.pgcl.uenf.br).

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "envelhecimento - (www.pgcl.uenf.br)."

Copied!
380
0
0

Texto

O perfil da violência contra idosos: uma análise a partir das respostas recebidas pela Ouvidoria-Geral do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. A violência contra os idosos não é um problema novo, mas sim um problema mais visível. 1 – O perfil da violência contra idosos: uma análise a partir dos comentários recebidos pela Ouvidoria-Geral do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

Ao analisar a violência contra os idosos, é necessário compreender que os idosos fazem parte de uma sociedade em que existem estatísticas sobre diversas formas de violência. Contudo, dados como o “Atlas da Violência” do Instituto de Pesquisas Aplicadas (IPEA) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) de 2017 ignoram, em seu conteúdo, qualquer informação sobre violência contra idosos.

Figura 1 – Sexo da vítima
Figura 1 – Sexo da vítima

Idade da Vítima

1 – O perfil da violência contra idosos: uma análise a partir dos comentários recebidos pela Ouvidoria-Geral do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. Em termos de idade, foi feita uma divisão nas seguintes faixas etárias: a) 69 a 79 anos e; b) maiores de 80 anos. Quanto ao tipo de violência, o Ministério Público do Rio de Janeiro utiliza uma grande diversidade de tipos que não necessariamente coincidem com as propostas de classificação encontradas na literatura sobre o assunto, inclusive as já mencionadas neste trabalho. Refira-se que a classificação adotada visa responder aos objetivos estratégicos de atuação do Ministério Público, que não coincidem exatamente com as opções criadas para fins académicos.

Por outro lado, cabe destacar que uma mesma representação feita na Ouvidoria pode conter mais de um tipo de violência, o que explica os números superiores ao número de representações analisadas neste trabalho. Em relação ao suposto autor da violência, os dados mostram forte presença de violência no seio familiar.

Tipos de violência

Contudo, a prevalência de algumas espécies parece ser bastante proeminente em comparação com outras e indica um padrão que se reflete na literatura especializada, especialmente em Minayo (2014) e Lachs (2015). Abandono da rede Abuso financeiro Falta de família Insegurança da rede Solicitação de tratamento médico Violência psicológica Não identificado. Por último, foram recolhidos dados relativos ao local onde ocorreu a violência, que confirmam o carácter intrafamiliar da violência contra os idosos, pois confirmam uma prevalência esmagadora do ambiente doméstico, como local preferencial para perpetrar abusos contra os idosos. população.

Imputado agressor

Local da ocorrência

Propomos investigar e propor esforços ampliados e práticos em diferentes campos do conhecimento para que possam ser compreendidas as representações de como envelhecer com melhor qualidade de vida. O envelhecimento saudável depende inteiramente do indivíduo e está em grande parte relacionado ao estilo de vida adotado ao longo da vida. Portanto, a falta de qualidade de vida, o meio ambiente, as cargas emocionais e também genéticas, somadas ao estilo de vida precário, completariam o montante que faz do homem o principal responsável pelo que se faz ou deixa de fazer no mundo. vitalício.

O que se discutia anos atrás era a velhice como senilidade física (corpo) e não como mais uma etapa da vida (GROISMAN, p. 51, 1999). É neste contexto de envelhecimento da população e de crescente automatização dos bancos para sistemas self-service que surge a necessidade de investigação nesta área. Idosos analfabetos ou que não concluíram o ensino fundamental são aqueles que se dedicam ao trabalho para ajudar a família, para o próprio sustento, deixando de lado os estudos.

Devido à falta de conhecimento por parte dessas pessoas, o funcionamento das máquinas torna-se difícil.

Gráfico 3 - Número de publicações (artigos científicos) na base Scopus
Gráfico 3 - Número de publicações (artigos científicos) na base Scopus

Resultados y discusión

Estos cambios se acumulan gradualmente y provocan un desgaste a lo largo de la vida, lo que se describe como "fragilidad". Esto provoca una mayor susceptibilidad a las enfermedades, una salud inestable, una reserva funcional reducida, una capacidad de recuperación y puede conducir a un círculo vicioso entre multimorbilidad y fragilidad (BEKTAS et al., 2018). De esta manera, el envejecimiento no es un proceso adaptativo, es un efecto secundario de la evolución que depende de variantes genéticas beneficiosas que mejoran la aptitud y la reproducción; además de la evolución del grado de mantenimiento y los sistemas de reparación de daños intrínsecos y extrínsecos que afectan directamente a la vida de la especie.

Asimismo, como menciona la Organización Mundial de la Salud (OMS): “Los hombres y mujeres que se preparan para la vejez y se adaptan al cambio se adaptan mejor a sus vidas después de los 60 años” (OMS, 2005, p. 27). En la vejez se producen diversos cambios que afectan la salud física, la salud mental y la calidad de vida. Dziechciaż y Filip (2014) refieren que cada sujeto dentro de su contexto tiene roles definidos que se pierden, continúan o modifican en la vejez; Además, se producen nuevos roles y cambios en su estilo de vida como consecuencia de pérdidas como la muerte de familiares y amigos, el abandono del orfanato y la reestructuración de la familia, la pérdida de salud y la pérdida de "vida productiva" después de la jubilación.

Uno de los aspectos sociales que influye en el envejecimiento es el imaginario social, que asigna significado a la edad estableciendo estereotipos basados ​​en la valorización de la juventud y su capacidad de “estatus productivo y socioeconómico”; Según Oliveira, Scortegagna y Oliveira (2014), muchas personas mayores no quieren aceptar su edad, su propia existencia, para ser aceptados socialmente; es más, creen que sus posibilidades de acción y cooperación están cada vez más agotadas. Los medios y la comunicación representan un factor fundamental en la construcción y posicionamiento de ideas sociales sobre el envejecimiento con una orientación actual, que contribuye a fortalecer la imagen positiva de la edad a través de la difusión de información y el aumento de la participación de las personas mayores en un esfuerzo por revertir la carga. de pérdidas asociadas a esta etapa. Pero aún son evidentes su baja representatividad y la superficialidad de los temas relacionados con su edad, además de la persistencia de algunas visiones negativas respecto de las vulnerabilidades que viven, como malos tratos, bajos valores recibidos en el retiro, enfermedades, entre otros. . (AREOSA; BENÍTEZ; WICHMANN, 2012).

Con esto, los sujetos que paulatina e incluso necesariamente mejoran en el proceso de envejecimiento, comenzaron a transformar la imagen y las cargas negativas de la edad, aceptando nuevos roles, logrando beneficios y construyendo otros nuevos. envejecimiento. Minayo y Coimbra (2002) enfatizan cuatro puntos desde un enfoque sociológico del envejecimiento: (1) envejecimiento. Estas percepciones y conceptos necesitan ser transformados para evitar el mantenimiento de la marginación, la carga negativa de la edad y mejorar el cuidado de las personas mayores, una resignificación que debe basarse en el estudio de cómo los sujetos atribuyen significado al envejecimiento, la forma en que en el que integran dichas percepciones en sus vivencias y actitud comportamental al respecto.

Envejecimiento, salud y ambiente

Porém, o idoso, em sua singularidade, apresenta uma trajetória de vida determinada pelo sofrimento psíquico causado pelas alterações fisiológicas, biológicas e sociais que ocorrem naturalmente durante o processo de envelhecimento. Em revisão de literatura, pesquisa realizada no artigo “O sentido da vida e do envelhecimento: relação entre os pilares da logoterapia e o bem-estar psicológico”, dos autores Oliveira, K. O estudo utilizou questionários destinados a mensurar o bem-estar psicológico dos idosos, bem como o Questionário de Sentido de Vida (teste PIL12) para avaliar o sentido existencial e o vazio existencial da população idosa.

Com esta significativa parcela populacional, o envelhecimento apresenta-se como um fenómeno com elevada taxa de esperança de vida humana, mas também está associado a patologias da vida contemporânea. Resiliência e busca de sentido de vida na velhice em meio aos desafios do caminho da existência. É portanto necessário que o Estado garanta a devida competência jurisdicional aos idosos e, desta forma, conceda-lhes uma duração razoável do processo de acordo com a longevidade do cidadão.

Não se pode negar que os idosos constituem um grupo heterogêneo, pois a expectativa de vida brasileira aumentou nas últimas décadas. Por esse motivo, foi necessário prever o processo processual prioritário para a parcela idosa da população, a fim de concretizar os direitos dos idosos e principalmente com base em fatores como idade e expectativa média de vida dos cidadãos brasileiros. Desta forma, a educação como instrumento de promoção da dignidade humana é uma condição que permite aos idosos apresentar planos e realizar projetos de vida, dos quais surgem gradualmente novas possibilidades de ser.

Desta forma, a sociedade deve tratar os idosos como sujeitos ativos e participantes no processo de construção de melhores condições de vida e de uma sociedade que deve ser cada vez mais orientada pelo princípio da solidariedade. Os idosos são aqueles que têm capacidade e legitimidade para carregar tudo o que uma pessoa aprende e absorve ao longo dos anos de vida. A dignidade do idoso é vista como instrumento promotor da cidadania, da saúde, do cuidado e da qualidade de vida para que o idoso alcance a longevidade com condições efetivas de exercício de uma existência digna.

A expectativa de vida está aumentando em todo o mundo, sendo cem anos uma idade atingível (PASCHOAL, 2006). É importante compreender as questões que afetam a qualidade de vida dos idosos, como intervir para otimizar a energia física, intelectual, emocional e social deste segmento social. É fundamental, nesta hipótese, destacar alguns fatores que contribuem para a qualidade de vida dos idosos.

A dignidade da pessoa humana é atualmente medida pela qualidade de vida dos idosos, que, por sua vez, inclui uma alimentação adequada e saudável, os cuidados de saúde, o cultivo da sabedoria, o direito à liberdade do sofrimento, a procura do bem-estar psicossocial. ser. e felicidade, desde a adoção de medicamentos para evitar dor e sofrimento até intervenções estéticas.

Figura 1 – O processo de transição: mudando as reações ao longo do  tempo
Figura 1 – O processo de transição: mudando as reações ao longo do tempo

Imagem

Figura 1 – Sexo da vítima
Figura 2 – Idade da vítima
Figura 3 – Tipos de violência
Figura 5 – Local da ocorrência
+7

Referências

Documentos relacionados

” Após mais de duas décadas de vigência da nossa Constituição Federal, o que se observa é que a dignidade da pessoa humana, princípio basilar dos direitos humanos, expande-se cada vez