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Estatísticas da Saúde - Biblioteca do IBGE

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Academic year: 2023

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4 - Instituições de saúde, por área administrativa e condições operacionais, por grandes regiões, unidades da federação e municípios. 5 - Instituições de saúde, por área administrativa, segundo as grandes regiões, as unidades da federação e os municípios das capitais - 2009. 7 - Instituições de saúde, por área administrativa, categoria e tipo de serviços, segundo as grandes regiões, as unidades da Federação e das comunidades.

13 - Leitos para internação em instituições médicas, por níveis administrativos, por grandes regiões, unidades da federação e municípios. 15 - Admissões em instituições médicas, por áreas administrativas, por principais regiões, unidades da federação e municípios das capitais - 2008. 17 - Equipamentos de infraestrutura existentes em instituições médicas, por áreas administrativas, por principais regiões e tipos de.

Estabelecimentos que são objeto da pesquisa

A definição mais precisa dos critérios de abrangência da AMS decorre da necessidade de estabelecer uma divisão entre consultórios médicos privados, tradicionalmente não abrangidos pela AMS, e pequenos ambulatórios, que muitas vezes se diferenciam apenas pela existência de um registo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ.

Estabelecimentos que não são objeto da pesquisa

Manual de Instrução

Questionários

Questionário Ambulatorial/Hospitalar

Questionário Serviços de Apoio à Diagnose e Terapia

Questionário Simplifi cado

Questionário Financeiro

Folha dos registros não coletados

Coleta de Dados

Identifi cação do Questionário

Localização

Tipo de estabelecimento

Único - Quando o estabelecimento de saúde funciona sem nenhuma empresa que preste serviços de saúde terceirizados em suas instalações

Terceirizado - Quando o estabelecimento de saúde presta serviço terceirizado nas instalações de outro estabelecimento de saúde, desde que atenda aos

Com Terceirização - Quando o estabelecimento de saúde funciona com empre- sas que prestem serviços de saúde terceirizados em suas instalações, desde

Caracterização do estabelecimento

Condição de funcionamento

Tipo de atendimento

Categoria do estabelecimento de saúde

Geral - Estabelecimento de saúde capacitado a prestar assistência de saúde com ou sem internação, nas cinco clínicas básicas (clínica médica, cirurgia, ginecologia,

Com Especialidades - Estabelecimento de saúde, com ou sem internação, que tem mais de uma especialidade, sendo admitidas até dez principais a serem

Especializado - Estabelecimento de saúde, com ou sem internação, que tem so- mente uma especialidade, dispondo de profi ssional qualifi cado e equipamento

Tipos de especialidades

Funcionamento

Modalidades de prestação de serviços

Especializado - Estabelecimento de saúde, com ou sem internação, que possui apenas uma especialidade, dispondo de profissionais e equipamentos qualificados. As modalidades de prestação de serviços não são exclusivas, podendo ser escolhida mais de uma opção. Regime próprio - quando a empresa detém ou é propriedade de um seguro de saúde, de autogestão, de grupo médico ou de grupo médico que financia as suas próprias atividades, através de planos de saúde ou de adesão contingente.

Plano de terceiros - quando a entidade atende clientes planos de saúde ou outras formas de financiamento de ações de saúde, administrados por terceiros.

Instalações e serviços

Atendimento ambulatorial

Instalação física

Consultórios por especialidades

Especialidades médicas básicas

Outras especialidades médicas – especialidades médicas que não estavam anteriormente incluídas, tais como: nefrologia; oftalmologia; ortopedia; etc.;. Outras especialidades não médicas – especialidades oferecidas por profissionais de ensino superior e não médicos, tais como: psicologia; fonte de energia; etc.

Emergência

Atendimento de emergência

Atendimentos realizados em março de 2009

Atendimentos especifi cados

Unidades

Internação

Serviços de alta complexidade

Movimento geral do estabelecimento em 2008

Serviços de apoio à diagnose e terapia

Recursos humanos

Qualificação básica – nesse sentido, foram examinadas as profissões de agente comunitário de saúde ou de saúde pública, enfermeiro, agente de controle de zoonoses, parteira e outras, independentemente de sua formação; Isso é.

Equipamentos

Com base no censo, a Pesquisa Médica e de Assistência à Saúde - AMS busca, em conjunto com as instituições de saúde, as informações mais precisas possíveis para divulgar as tendências na prestação de serviços de saúde no Brasil. Cumprindo a missão da Instituição de retratar o Brasil, por meio do reconhecimento de sua realidade, a AMS tem sido um valioso instrumento na busca de conhecer a realidade das instituições de saúde que atuam no país, independentemente de seu âmbito jurídico ou natureza, bem como como estar ou não vinculado ao setor público (Sistema Único de Saúde - SUS). Ao longo dos anos, a AMS tem apresentado atualizações na definição do seu universo e no aprimoramento das variáveis ​​levantadas, com o objetivo de monitorar as mudanças ocorridas nos serviços de saúde prestados à população brasileira.

Nesse período, buscou-se uma periodicidade e destreza na distribuição das informações, que tornasse o uso dessas informações disponível da forma mais ampla possível para a sociedade, representada não apenas pela população usuária dos serviços de saúde, mas também para as instituições de pesquisa, para o setores de planejamento e gestão, bem como aos órgãos de controle social e agências reguladoras. Com base nos dados recolhidos, é possível identificar necessidades ou oportunidades de investimento, tanto para o sector privado como para instituições governamentais do sector da saúde em determinadas áreas geográficas e avaliar o seu desempenho, quer em função da capacidade instalada (número de instituições de saúde existentes serviços de saúde), ou disponibilizando serviços à população. Esses e outros indicadores obtidos pela AMS permitirão aos níveis de governo federal, estadual e municipal formular políticas de saúde, planejar suas ações e implementar programas para atender necessidades específicas do setor.

Estabelecimentos de saúde em geral

Estabelecimentos de saúde, por municípios - 2005

Estabelecimentos de saúde, por municípios - 2009

As instituições privadas de saúde têm predominantemente fins lucrativos (90,6%), o que mostra uma tendência de diminuição da proporção de instituições sem fins lucrativos (9,4%) e de instituições vinculadas ao sistema público de saúde (SUS), que em 2005 era 30,6% das empresas privadas, que passou para 27,1% em 2009. Quanto à fonte de financiamento de algumas de suas atividades de saúde, as empresas têm predominância de 67,2% referentes ao SUS, seguidas pelo pagamento direto das atividades (privadas) com 42,7%, planos de saúde com 35,5% e planos próprios com apenas 2,8% das atividades. empresas. Embora com ligeira diminuição em relação a 2005, onde esta relação era de 70,9%, o SUS representa a fonte de financiamento mais comum entre as instituições de saúde.

Em 2009, as empresas de outsourcing representaram menos de 2% de todos os entrevistados e cresceram 19,4%, o que é significativamente inferior ao crescimento de 34,6% em 2005. Os estabelecimentos de saúde sem internamento representam cerca de 72,2% de todos os estabelecimentos inquiridos e aumentaram relativamente 22,7% no período 2005-2009. As instituições que realizam apenas serviços de apoio diagnóstico (exames) ou procedimentos terapêuticos (Serviços de Apoio Diagnóstico e Terapêutico - SADT) estão incluídas na pesquisa da AMS desde 1992.

Estabelecimentos de saúde sem internação

Essas participações não mudam muito entre as grandes regiões para o setor privado, mas no setor público variam de mais de 85% dos serviços de cuidados gerais no Norte e Nordeste a 56,4% na Região Sudeste. Na oferta total de atendimento odontológico, as instituições sem internação respondem por 95,7% desse serviço, sendo que em 51,2% destas é relatada a existência de consultório odontológico. A assistência médica oferecida pelas instituições não hospitalares que oferecem atendimento ambulatorial é essencialmente em especialidades básicas (75,3%) e a assistência em outras especialidades é prestada em apenas 26,5%.

Na Região Norte e Centro-Oeste, a proporção de instituições sem internação com esse perfil foi de 20,6% e 20,0% respectivamente. O Gráfico 2 revela a evolução das instituições de saúde sem internação, distribuídas por nível administrativo, para a série mantida pelo IBGE.

Gráfico 2 - Estabelecimentos de saúde sem internação, por esfera administrativa - Brasil - 1976/2009
Gráfico 2 - Estabelecimentos de saúde sem internação, por esfera administrativa - Brasil - 1976/2009

Estabelecimentos que realizam Serviços de Apoio à Diagnose e Terapia

A eletrocardiografia, embora apareça como um dos serviços com maior oferta, é oferecida em instituições sem internação por 8,5% dessas instituições. No setor privado, as instituições prestadoras de serviços ao SUS são responsáveis ​​por 54,5% das unidades de terapia intensiva. O serviço de alta complexidade contra aids era oferecido por apenas 7,2% das unidades de internação do país.

Para cirurgia cardíaca, a oferta foi de 2,3% nas instituições públicas com internação e de 10,5% nas instituições privadas. Cerca de 52,6% das empresas privadas que realizam cirurgia cardíaca declararam prestar serviços ao SUS.

Estabelecimentos de saúde com internação

Estabelecimentos de saúde com internação, por municípios - 2005

Estabelecimentos de saúde com internação, por municípios - 2009

Esta diminuição dos estabelecimentos de saúde de internamento privados resultou num crescimento negativo em quase todas as grandes regiões do país, com exceção da Região Norte, que registou um aumento relativo de 2,3% no número total de estabelecimentos de internamento.

Leitos existentes em estabelecimentos com internação

Com esta redução, que afeta todas as regiões do país, apenas a Região Sul (com 2,6 por 1.000 habitantes) atinge valores deste indicador dentro do parâmetro recomendado pelo Ministério da Saúde, nomeadamente entre 2,5 e 3 camas por 1.000 habitantes. (Gráfico 11). As regiões com maior número de leitos por habitante continuam sendo o Norte (com 1,8 leitos por 1.000 habitantes) e o Nordeste (com 2,0 leitos por 1.000 habitantes). Se olharmos para os leitos privados disponibilizados ao SUS, essa diminuição é ainda maior, nomeadamente (-12,2%) para o período de 2005 a 2009.

Entre as grandes regiões, o Nordeste foi a que mais perdeu leitos privados disponíveis ao SUS (-23,0%), seguida pela região Centro-Oeste com (-16,9%). Calculando o indicador de leitos por 1.000 habitantes disponíveis para o SUS para o conjunto da população, temos um índice de 1,6 para o Brasil, 1,5 para a região Norte e máximo de 1,9 para a região Sul, índice que não atinge o recomendado abrangência pelo Ministério da Saúde (Portaria nº 1.101/GM, de 12 de junho de 2002). Os cartogramas 5 e 6 apresentam a distribuição de leitos por 1.000 habitantes, segundo as unidades da federação para os anos de 2005 e 2009, evidenciando a redução do indicador.

Gráfico 9 - Leitos em estabelecimentos de saúde públicos, segundo as Grandes Regiões - 1999/2009
Gráfico 9 - Leitos em estabelecimentos de saúde públicos, segundo as Grandes Regiões - 1999/2009

Serviços de emergência

Leitos em estabelecimentos de saúde, segundo as Unidades da Federação - 2005

Leitos em estabelecimentos de saúde, segundo as Unidades da Federação - 2009

Internações

O aumento dos empregos no ensino superior foi mais pronunciado na Região Norte, onde foi observado um aumento de 42,0% entre 2005 e 2009. Do total de empregos no ensino superior, 51,4% ou 567.707 foram oferecidos na Região Sudeste. Pela centralidade do seu trabalho no setor da saúde, os médicos têm o maior número de empregos no ensino superior.

Uma análise da distribuição de empregos médicos por 1.000 habitantes dá uma imagem mais completa da distribuição regional. A concentração de empregos médicos nas capitais é mais acentuada na Região Sul, que apresenta uma proporção de empregos médicos por 1.000 habitantes de 7,8 contra 2,8 nos demais municípios desta região (gráfico 24). A maioria dos empregos nas empresas públicas está nas regiões menos desenvolvidas do país – Norte e Nordeste, com 62,2% e 54,1% do total de empregos nessas regiões, respectivamente.

Gráfico 16 - Internações em estabelecimentos de saúde públicos, segundo as Grandes Regiões - 1998/2008
Gráfico 16 - Internações em estabelecimentos de saúde públicos, segundo as Grandes Regiões - 1998/2008

Os médicos que atuam em unidades de saúde exercem dez atividades principais: 1) clínico geral (16,7%); O setor privado se destaca com empregos nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, com 54,9% do total de empregos em instituições de saúde, respectivamente. Para os aparelhos de ultrassom, o maior aumento anual foi observado na região Sul, onde foi registrado um crescimento de 7,7% no indicador de oferta por 100 mil habitantes e o valor do indicador foi de 11,0 aparelhos de ultrassom por 100 mil habitantes.

A região Nordeste apresentou o maior aumento neste indicador (9,2% ao ano), e o indicador ficou em 7,6 por ano. 100 mil habitantes. Por outro lado, os equipamentos de raios X apresentaram queda anual na oferta de nas instituições sem internação era pequena, pois apenas 4,2% delas possuíam tais equipamentos.

Gráfico 25 - Postos de trabalho médico em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa - Brasil - 1999/2009
Gráfico 25 - Postos de trabalho médico em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa - Brasil - 1999/2009

Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Notas: As instalações hospitalares incluem instalações que prestam exclusivamente serviços de apoio diagnóstico e terapêutico. Área administrativa.

Tabela 7 - Estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, categoria e tipo de atendimento,
Tabela 7 - Estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, categoria e tipo de atendimento,

Nota: O número de internamentos em instituições médicas foi recolhido no ano de referência do inquérito, mas corresponde ao ano anterior.

Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais – 2008

Bron: IBGE, Diretoria de Pesquisa, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Pesquisa de Assistência Médico-Saúde 2009. Bron: IBGE, Diretoria de Pesquisa, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Pesquisa de Assistência Médico-Saúde 2009.

Dispõe sobre regulamentos técnicos para planejamento, programação, tramitação e avaliação de projetos físicos para instituições de saúde. distribuição de suprimentos de equipamentos de diagnóstico por imagem no Brasil. Assegura as condições de promoção, protecção e recuperação da saúde, a organização e funcionamento dos serviços relevantes e dá outras providências.

Tabela 31 - Estabelecimentos de saúde sem internação, por esfera administrativa,
Tabela 31 - Estabelecimentos de saúde sem internação, por esfera administrativa,

ASSISTÊNCIA MÉDICO-SANITÁRIA 2009

IDENTIFICAÇÃO DO QUESTIONÁRIO

IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

QUESTIONÁRIO

AMBULATORIAL/HOSPITALAR

ETIQUETA

CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE MANTENEDORA

ATENDIMENTO AMBULATORIAL

INSTALAÇÃO FÍSICA

UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA

EMERGÊNCIA

CAPACIDADE INSTALADA/PRODUÇÃO DE SERVIÇOS

INSTALAÇÃO FÍSICA

UNIDADES E INTERNAÇÃO

INTERNAÇÃO

MOVIMENTO GERAL DO ESTABELECIMENTO EM 2008

SERVIÇOS DE ALTA COMPLEXIDADE

SERVIÇOS DE APOIO À DIAGNOSE E TERAPIA

SERVIÇOS POR ESPECIALIDADES - OFERTA DE SERVIÇOS

RECURSOS HUMANOS

  • PESSOAL DE SAÚDE - NÍVEL SUPERIOR
  • PESSOAL DE SAÚDE - QUALIFICAÇÃO ELEMENTAR
  • PESSOAL ADMINISTRATIVO
  • PESSOAL DE SAÚDE DE NÍVEL TÉCNICO/AUXILIAR
  • EQUIPAMENTOS POR MÉTODOS ÓTICOS EM CONDIÇÕES DE USO
  • EQUIPAMENTOS DE INFRA-ESTRUTURA EM CONDIÇÕES DE USO
  • EQUIPAMENTOS DE TERAPIA/DIAGNÓSTICO POR IMAGEM EM CONDIÇÕES DE USO

GUARDA ENDÊMICA/AGENTE DE CONTROLE DE ZOONOSE/. AGENTE DE CONTROLE VETORIAL 10. TÉCNICO E ASSISTENTE DE SAÚDE ORAL 36.

EQUIPAMENTOS

EQUIPAMENTOS POR MÉTODOS GRÁFICOS EM CONDIÇÕES DE USO

EQUIPAMENTOS PARA TERAPIA POR RADIAÇÃO EM CONDIÇÕES DE USO

EQUIPAMENTOS PARA MANUTENÇÃO DA VIDA EM CONDIÇÕES DE USO

EQUIPAMENTOS DE USO GERAL EM CONDIÇÕES DE USO

OUTROS EQUIPAMENTOS EM CONDIÇÕES DE USO

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES - GESTÃO DE RECURSOS FINANCEIROS

QUESTIONÁRIO SERVIÇO DE APOIO À DIAGNOSE E TERAPIA

Cadastre o código correspondente à oferta do serviço, conforme opções abaixo listadas, conforme modalidades de financiamento, conforme especialidades.

QUESTIONÁRIO SIMPLIFICADO

MOVIMENTO GERAL DO ESTABELECIMENTO EM 2004

Comissão de Controle de Infecção Hospitalar Comissão responsável pela execução do Programa de Controle de Infecção Hospitalar, que

EAS Pesquisa de elementos anormais e sedimentos (exame de urina)

Nd:YAG laser Laser com pulsos de curta duração que concentra uma intensa radiação eletromagnética sobre uma pequena área, durante

Diretoria de Pesquisas

Coordenação de População e Indicadores Sociais Luiz Antônio Pinto de Oliveira

Gerência de Estatísticas Vitais e Estimativas Populacionais Claúdio Dutra Crespo

Gerência da Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária Maria Isabel Fernandes Mendes

Planejamento, apuração e análise da pesquisa Fátima de Carvalho Madeira

Programação do plano tabular André Bruno de Oliveira

Colaboradores

Diretoria de Informática

Supervisores Estaduais da Pesquisa RO - Jurandir Soares da Silva

AM - Sandra Maria Torres de Brito e Jonatas Bentes Picanco RR - Guilherme Ferreira Cornely

PA - Paulo Sergio Borges

AP - Francisco Tomé Teles Menezes

TO - Raimundo Costa Barbosa e João Paulo Dantas Arantes MA - Marcia Silva Furtado e André Coimbra

PI - Jesus Ribeiro Soares e José Ribamar Júnior

CE - Antonio Nogueira Amora e Abel Ramalho da Costa Filho RN - Maria Alzenira Silva e Telma Maria Galvao de Azevedo Frizza

SE - Andir do Carmo Wanderley e Marco Antonio Borges Correia

BA - Lindinalva Nunes Silva, Laura Cristina Garcia de Oliveira e Kátia Maria Nascimento

MG - Maria Suely Ladeira, Emilia Coutinho e Elane Cristina Lopes Da Costa ES - Ilmar Vicente Moreira e Abílio Martins Pinto

RJ - Lino Jose Queiroz de Araujo e Geraldo Louza da Veiga

SP - Marco Antônio Ornelas, Antonio Izidio de Souza Filho, Luiz Carlos Estevam Foglia, Paulo Cezar Bertoli e Yoshiyuki Hirata

PR - Joselita Machado Padilha , Ana Livia Kasseboehmer e Erlete Luiza Schecheli

SC - Alexandre Xavier Presta e Nazareno Barbosa Costa RS - Gladis Moura Guimarães e Renato Barbieri Lima

MS - Loide Bueno de Souza, Wilson Douglas de Queiroz Blini e Marcelo Vieira MT - Deajan David Montanha, Remildo Rodrigues Souza e Ivan da Silva Maia

Projeto Editorial

Centro de Documentação e Disseminação de Informações Coordenação de Produção

Estruturação textual, tabular e de gráfi cos Beth Fontoura

Programação visual da publicação Luiz Carlos Chagas Teixeira

Tratamento de arquivos e mapas Evilmerodac Domingos da Silva

Gerência de Documentação

Pesquisa e normalização bibliográfi ca Ana Raquel Gomes da Silva

Gerência de Gráfi ca Impressão e acabamento

Impressão

Imagem

Tabela 1 - Estabelecimentos de saúde, segundo as Grandes Regiões e  as Unidades da Federação - 1976/2009
Tabela 2 - Estabelecimentos de saúde, por tipo de atendimento e esfera administrativa da entidade mantenedora do estabelecimento - Brasil - 1976/2009
Tabela 3 - Leitos para internação em estabelecimentos de saúde,  por esfera administrativa - Brasil - 1976/2009
Tabela 6 - Estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa e tipo de atendimento,
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Referências

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Os dados secundários foram coletados do Sistema de Informação da Saúde da Atenção Básica (SISAB) e IBGE, totalizando 217 municípios, as variáveis coletadas foram: proporção de