• Nenhum resultado encontrado

FELICIDADE - GELEIA - SALPICADA - CASCATA

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "FELICIDADE - GELEIA - SALPICADA - CASCATA "

Copied!
197
0
0

Texto

Os marcos legais da não exclusão

Legislação brasileira: os caminhos frente à educação especial/inclusiva e diversa

Contexto histórico da pessoa cega - concretitude de exclusão social

Desenvolvimento da pessoa com deficiência visual: família e escola

As pessoas com deficiência visual não se diferenciam deste contexto, mas nem sempre possuem os pré-requisitos necessários para se desenvolverem plenamente e com capacidade. Nessa compreensão, a linguagem permite que a pessoa com deficiência visual compreenda e consiga realizar todas as atividades necessárias ao seu desenvolvimento.

A Deficiência como produto social

Desta forma, a pessoa com deficiência apresenta-se como fora da norma. Transformar a percepção das pessoas com deficiência é um passo importante para legitimar os direitos destas pessoas na sociedade.

Revisitando os métodos de alfabetização

A primeira é sobretudo a compreensão de que no processo de aprendizagem a criança exposta aos textos poderá aprender as bases do sistema de escrita alfabética (AEE). Esse conhecimento é visto pelo autor como um processo de hipóteses silábicas que permite a aquisição do sistema de escrita alfabética (AEE) à medida que as estratégias de ensino se expandem.

A Consciência Fonológica e a relação didática no ensino de leitura e escrita

Canções, rimas infantis, poemas, histórias, jogos orais são atividades que permitem o desenvolvimento das habilidades de consciência fonológica (CF), pois promovem a compreensão de palavras com sons iguais/diferentes, repetição de sílabas, som inicial ou final. Como já dissemos, a Consciência Fonológica (CF) não está diretamente ligada a nenhum método de alfabetização, embora alguns autores defendam a abordagem baseada no método fônico, mas a afirmação aqui defendida é a Consciência Fonológica como um reflexo metafonológico da linguagem, estruturado no atividades de habilidades fonológicas baseadas nas estratégias de ensino do professor. Portanto, o papel do professor alfabetizador na construção da dialética do ensino da leitura e da escrita deve ser construído através do eixo fonológico, não porque limitemos essa compreensão a técnicas e métodos para habilidades específicas de alfabetização, mas porque acreditamos que a linguística ( silábica) constitui a complexidade envolvida na habilidade de escrever e ler e que tal domínio é importante para avançar nas etapas de alfabetização.

O Estudo de Caso

A quarta fase é a elaboração do protocolo, considerado como o documento que define o comportamento a ser adotado para a implementação do estudo de caso, servindo como guia facilitador para a fase de coleta de dados. Conforme mencionado, nosso estudo de caso foi construído a partir de duas variáveis ​​e a segunda consistiu na elaboração da proposta didática, materializada em nossa pesquisa como um caderno pedagógico.

Geração de Dados

Intencionalmente, o roteiro seguiu a questão dos métodos e práticas de ensino atuais e a questão do ensino de alunos com deficiência visual. Primeiramente, voltamos à discussão sobre as orientações didáticas para trabalhar as habilidades de consciência fonológica e como isso pode ser feito com alunos com deficiência visual. Em relação à atividade didática, é perceptível a preocupação dos professores em adequar a atividade para alunos com deficiência visual.

O foco está na prática pedagógica da educação especial em relação às habilidades de leitura de alunos com deficiência visual. Trabalhar os dois percursos ao mesmo tempo não contribui para a efetividade do processo de alfabetização de alunos com deficiência visual. Todo esse processo estimulante contribui para a construção do processo de habilidade de leitura dos alunos com deficiência visual.

Tanto os alunos videntes quanto os alunos com deficiência visual são confrontados com a relação entre os símbolos gráficos no processo de leitura e escrita. Primeiramente, voltamos à discussão sobre as orientações didáticas para trabalhar as habilidades de consciência fonológica e como isso pode ser feito com alunos com deficiência visual.

Figura 02- A cela braille
Figura 02- A cela braille

Participantes da Pesquisa

Procedimentos e instrumentos de coleta de dados

Grupo Focal 1

O primeiro encontro com os professores do GF teve como objetivo situá-los sob duas perspectivas: (i) como vivenciaram o processo de alfabetização – enquanto alunos; (ii) como atuam no processo – como alfabetizadores. Para a pesquisadora, o objetivo foi compreender por meio de suas falas e comportamentos se eles utilizam as estratégias de ensino que vivenciam para alfabetizar os alunos hoje. Chegando na sala, os professores se sentiram à vontade, pois foram bem recebidos, começaram a manusear os livros e a ativar suas memórias sobre o que vivenciaram.

Grupo Focal 2

Grupo Focal 3

Grupo Focal 4

A análise de conteúdo no nível manifesto limita-se ao que é dito, sem procurar significados ocultos. Segundo essa percepção, a análise dos dados da pesquisa assume um caráter discursivo, em que o sentido e o significado dos sentidos das falas dos participantes estão relacionados ao contexto da prática docente de cada um. Assim, definimos três categorias de análise, a saber: alfabetização de alunos com deficiência visual; habilidades fonológicas para aquisição da escrita na alfabetização de alunos com deficiência visual; capacitar professores alfabetizadores para trabalhar a consciência fonológica com alunos com deficiência visual.

Ressaltamos que as discussões dessas categorias estão relacionadas à especificidade do objeto de estudo, uma vez que não há como distanciar a construção da Consciência Fonológica (CF) da ação mediadora do professor em sala de aula, principalmente com alunos com deficiência visual.

Primeira categoria: métodos e alfabetização de alunos com deficiência visual

P2 “Lembro que na minha época não havia alfabetização para crianças menores de 5 anos, as crianças iam para a escola aos 6 anos. Voltando à questão dos métodos de alfabetização já iniciada, o foco da reflexão tem sido nas práticas de alfabetização. .de hoje. As falas das professoras trazem um diferencial importante na concepção atual da prática de alfabetização: o foco na leitura do texto.

P2 “Acho que é mesmo só a questão visual porque o aluno que enxerga na sala de alfabetização tem muita coisa, muita informação.

Segunda categoria: habilidades fonológicas e a aquisição da escrita na alfabetização

As atividades silábicas realizadas por meio de jogos e brincadeiras permitem ao aluno desenvolver a Consciência Fonológica (CF) e contribui para o aprendizado inicial da escrita, mas é um processo cognitivo e não pode ser uma atividade feita de forma mecânica, seja sem que haja um objetivo definido. Portanto, a habilidade Consciência Fonológica é “qualquer forma de conhecimento consciente, reflexivo e explícito sobre as propriedades da linguagem. A colocação do P4 foi suficiente em termos de adaptações para o aluno cego, mas o trabalho de consciência fonológica não foi planejado.

Ainda buscando ampliar nossa percepção de como os professores compreenderam a relação entre quais aspectos contribuem para a construção da Consciência Fonológica (CF), propomos a análise de uma atividade de aliteração e rima.

Terceira categoria: formação do professor alfabetizador para trabalhar consciência

Não há como relativizar o ensino do Braille ao processo de alfabetização, pois a pessoa com deficiência visual deve estar envolvida nesse processo para se tornar uma pessoa alfabetizada. Compreender as habilidades que tratam da competência metalinguística por meio da relação saudável presente no processo de alfabetização é importante para todos os alunos no processo de aprendizagem da escrita, mas para o ensino de alunos com deficiência visual, os leva à participação, por meio das habilidades orais, pedagógicas. atividades de forma mais eficaz. Acreditamos que quando o professor compreender a relação entre a construção da consciência fonológica e os percursos de aprendizagem (auditivo, de linguagem e tato) dos alunos com deficiência visual, as relações entre a aquisição da leitura e da escrita estarão próximas das condições e mecanismos das operações cognitivas . aprender com isso.

No processo de alfabetização, trabalhar a oralidade como eixo para aquisição do Sistema de Escrita Alfabética (AEE) significa correlacionar conhecimentos sobre o funcionamento fonológico da língua do aluno.

Caderno Pedagógico

É por meio da diferenciação de sons, articulação e combinação de fonemas que o aluno com deficiência visual é introduzido no processo de leitura e escrita no sistema Braille e só então adquire o caminho lexical pela leitura tátil. A preocupação em discutir os aspectos teóricos da alfabetização e a relação entre as habilidades fonológicas no processo de aquisição da leitura e da escrita de alunos com deficiência visual foi construída ao viver como alfabetizadora desse público na educação especial. A linguagem, juntamente com a estimulação tátil, constitui o caminho de aprendizagem mais importante para pessoas com deficiência visual.

Na alfabetização de deficientes visuais, tanto as habilidades auditivas quanto as táteis são incentivadas. Trabalhar as habilidades fonológicas com alunos com deficiência visual permitirá que eles estejam no mesmo estado dos alunos com visão, pois poderão discutir e refletir sobre o aprendizado da escrita oral, formular hipóteses e refletir sobre suas experiências. Conteúdo: Exploração dos sons iniciais e finais das palavras Público-alvo: Alunos com deficiência visual - alfabetização Tempo: 3 horas e 50 minutos cada.

Em relação ao processo de alfabetização de alunos com deficiência visual, percebemos que os problemas relacionados às dificuldades de leitura e escrita são acentuados porque, como discutimos ao longo do estudo, a educação ainda está voltada para práticas visuais. As falas mostram que a participação dos alunos com deficiência visual se dá de forma oral, principalmente por meio da interpretação oral de textos.

Roteiro para o segundo Grupo Focal e atividade para análise

Roteiro para o terceiro Grupo Focal

Imagens de slides

Roteiro para o quarto Grupo focal

Estamos realizando a pesquisa intitulada “CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA NA ALFABETIZAÇÃO DE ALUNOS COM HABILIDADES VISUAIS LIMITADAS: PROPOSTA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETORES”, com o objetivo de investigar a formação de professores no processo de reconhecimento da alfabetização de alunos com conhecimentos visuais. . Além disso, visa também: identificar conceitos de alfabetização utilizados por professores no processo de ensino de leitura e escrita para alunos cegos e deficientes visuais; verificar se os professores utilizam as habilidades fonológicas nas atividades propostas em sala de aula; discutir competências de consciência fonológica para o processo de alfabetização de alunos com deficiência visual; elaborar um caderno pedagógico para apoiar o professor no trabalho de habilidades de consciência fonológica com alunos cegos e deficientes visuais. Espera-se que a ação pedagógica dos professores participantes seja beneficiada com este estudo, com conhecimentos produtivos sobre alfabetização de alunos com deficiência visual, transformando a realidade desses alunos em termos de acesso à aprendizagem e participação no processo de aprendizagem.

Com isso, acreditamos que a proposta também permitirá maior discussão entre os professores sobre o processo de alfabetização numa prática inclusiva.

Documento - Parecer Consubstanciado do Comitê de Ética e Pesquisa

Documento - Folha de rosto para pesquisa envolvendo seres humano

Documento de Solicitação de espaço físico

Documento - Declaração de Responsabilidade

Contudo, mesmo que não esteja previsto, caso o participante incorra em despesas decorrentes da pesquisa, ele será indenizado, bem como é garantido o direito de ser indenizado caso sofra algum dano em decorrência de sua participação na pesquisa. É-me garantido o direito de retirar o meu consentimento a qualquer momento, sem qualquer penalização ou custo. Foi-me concedido o direito de exibir ou não meu nome nos créditos, caso o caderno pedagógico produzido a partir dos estudos seja impresso ou disponibilizado em mídia.

Com base no exposto, e tendo compreendido a natureza da investigação, manifesto o meu livre consentimento em participar, tendo plena consciência de que não existe qualquer valor económico a receber ou pagar, resultante da minha participação.

Documento - Termo de Consentimento livre e esclarecido (TCLE)

Imagem

Figura 02- A cela braille
Figura 5 - Imagens de Mandrágora

Referências

Documentos relacionados

A visão invisível tem o impacto visual mais leve no livro, e por conta disso foi definida apenas uma paleta de cores (figura x) que seria usada em todas as imagens: A cor azul é