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FREQUÊNCIAS E INTENSIDADES DE CORTE

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Academic year: 2023

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O objetivo do presente trabalho foi avaliar a produtividade e as características morfológicas do híbrido Mavuno submetido a três frequências e duas intensidades de corte. Foram realizadas três frequências de corte (25, 35 e 45 dias) e duas intensidades de corte (10 e 20 cm), totalizando seis tratamentos, com quatro repetições. As variáveis ​​avaliadas foram: Altura (cm); DS- Desejabilidade; IP- Incidência de pragas; DO- Doenças; I- Inflorescência; CE- Espessura da enxertia (mm); PI- Pilosidade; DP%- Percentual de solo descoberto; FS- folha senescente (g); PB- Número de perfilhos basais; PA- Número de suportes axilares; REL.

F/C- Relação folha/colmo; PMV/ha - Produção de massa verde por PMS/ha - Produção de massa seca por acres; PF (MV)/. Conclui-se que a frequência de corte interferiu nas variáveis ​​produtivas e morfológicas em todas as avaliações, na frequência de corte de 35 dias o híbrido Mavuvo apresentou melhores resultados, a intensidade de corte não interferiu nas variáveis ​​produtivas do híbrido Mavuno, em nenhum dos as três avaliações realizadas. Ao meu famoso avô Guiga, à minha tia Toinha e à madrinha Fátima por todo o amor, apoio, confiança e inspiração.

Rosicleide Sá, Ivan Pereira e toda sua família, obrigada por todo carinho e apoio, foram fundamentais nessa conquista. MSF- Porcentagem de massa seca foliar e %MS- Porcentagem de massa seca sob diferentes frequências de corte do híbrido Mavuno, segunda avaliação.

INTRODUÇÃO

Um exame mais detalhado de uma determinada forrageira, como suas características morfológicas e estruturais, diz muito sobre seu potencial de produção quando introduzida em área diferente de seu local de origem. As gramíneas do gênero Urochloa são as mais cultivadas no Brasil devido à diversidade de espécies e suas diferenças morfofisiológicas (DUARTE et al., 2019). Os dados coletados sobre morfologia e características estruturais ajudam a explicar por que algumas gramíneas são mais produtivas que outras e dão uma indicação do valor provável de diferentes variedades para a produção de carne na região e como elas podem ser manejadas (RODRIGUES et al., 2014).

O objetivo do presente trabalho foi, portanto, avaliar três frequências e duas intensidades de corte do híbrido de colheita no semiárido, segundo variáveis ​​produtivas e características morfológicas.

  • O Gênero Brachiaria
  • Melhoramento de Brachiarias
  • Híbrido Mavuno
  • Produtividade das Brachiarias
  • Características Morfológicas
  • Frequência e Intensidade de Corte

Possui boa produtividade, vigor, sementes e tem grande potencial para produção animal no período seco, com grande quantidade de folhas e bom valor nutricional (GERMANO et al., 2018). A melhor caracterização das coleções de germoplasma permitirá uma utilização mais rápida para atender às necessidades dinâmicas do setor industrial (SIMEÃO et al., 2021). O melhoramento forrageiro por recombinação genética torna-se assim a melhor opção para criação de novas cultivares (VALLE et al., 2009).

Portanto, torna-se necessário e imprescindível aumentar a diversificação das pastagens por meio da aquisição de novas cultivares mais produtivas e adaptadas à diversidade climática e aos desafios das novas fronteiras pecuárias (PANDOLFI FILHO et al., 2013). Segundo Rodrigues et al. 2021), Mavuno é uma grama híbrida registrada no Brasil (MAPA nº 30488) e foi introduzida como variedade comercial em abril de 2013. É uma cultivar de grama perene de estação quente introduzida no Brasil e pode ser usada como forragem nas regiões. subtrópicos (SILVA et al., 2020).

Há necessidade de intensificar os sistemas de produção de forragem, otimizando fatores de manejo relevantes, para obter maiores aumentos na produtividade e na qualidade da biomassa produzida (DANTAS et al., 2016). As características estruturais das plantas, como altura, relação L/C e número de folhas, bem como a disponibilidade de forragem, afetam o consumo, que é o principal determinante do desempenho dos animais em pastejo (SOUZA et al., 2021). Devido à diversidade de espécies e ambientes, o conhecimento das características morfofisiológicas dessas gramíneas é urgentemente necessário para auxiliar na formulação de práticas de manejo (COSTA et al., 2020).

A altura das plantas, a produção de massa seca total, o comprimento das lâminas e o número de perfilhos nas cultivares Urochloa são fatores decisivos para a composição morfológica em termos de produção de lâminas e teor de proteína bruta (SOUZA et al., 2021). Os resultados da composição química entre as diferentes cultivares forrageiras mostram a importância do manejo correto do pastejo, principalmente da intensidade de pastejo (SOUZA et al., 2021). Em geral, o aumento da frequência de desfolha resulta em aumentos significativos na produção de forragem, mas ao mesmo tempo há diminuição do seu valor nutricional (COSTA et al., 2014).

Portanto, a produção e a duração da rotação variam entre espécies e cultivares e podem ser influenciadas por fatores nutricionais, ambientais e de manejo (SILVA et al., 2016).

OBJETIVOS

Objetivo Geral

Houve efeito significativo na interação frequência x intensidade de corte para as variáveis ​​Produção de massa verde por hectare (PMV/ha) e produção de massa seca por hectare (PMS/ha) em P < 0,05, conforme tabela 2. Na espessura do caule houve efeito significativo na interação frequência x intensidade de corte. o maior valor foi encontrado na frequência de corte de 35 dias com 4,34 mm (Tabela 3). Na Tabela 3, a frequência de tosquia de 25 dias foi a que apresentou maior pilosidade, com escala 5 (extremamente pilosa).

Na interação frequência x intensidade de corte na produção de massa verde por hectare (Tabela 6), e produção de massa seca por hectare (Tabela 7), o IC 10 cm obteve maior produtividade na frequência de 45 dias com 74.800,00 kg . .ha-1. Na segunda avaliação, na frequência de corte (Tabela 8), apenas a variável folha envelhecida (FS) foi significativa com p<0,05. Não houve significância para frequência de corte (FC) e interação da frequência de corte com intensidade de corte (FC x CI), (Tabela 9).

Na segunda avaliação, conforme Tabela 11, todas as variáveis ​​produtivas foram maiores na frequência de corte de 45 dias. Quanto aos dados de altura, pode-se observar na Tabela 16 que a maior altura foi obtida na frequência de corte de 35 dias (71,00 cm). Na espessura do toco, o maior valor encontrado foi na frequência de corte de 45 dias, com 4,37 mm (Tabela 16).

PA- Número de povoamentos axilares sob diferentes frequências de corte do híbrido Mavuno, terceira avaliação. Na intensidade de corte da terceira avaliação (Tabela 18), todas as variáveis ​​avaliadas tiveram as maiores médias no IA de 20 cm com altura (66,63 cm). Com a frequência de corte de 35 dias, o híbrido Mavuvo apresentou melhores resultados, combinando as principais variáveis ​​produtivas e morfológicas.

A intensidade de corte não interferiu nas variáveis ​​produtivas do híbrido Mavuno em nenhuma das três avaliações realizadas.

Objetivos Especifícos

MATERIAL E MÉTODOS

A pesquisa foi realizada em área experimental instalada em agosto de 2019 no IFSertãoPE/Campus Petrolina Zona Rural, com o objetivo de avaliar o híbrido Mavuno (B. Brizantha x B. Ruziziensis) exposto a diferentes frequências e intensidades de corte. Amostras de solo foram coletadas para análises físicas e de fertilidade da área experimental (Figura 1) e enviadas ao Laboratório de Análise de Solos e Plantas do Campus Zona Rural de Petrolina para avaliação. O plantio foi realizado com sementes comerciais da Wolf Sementes com espaçamento entre linhas de 20 cm (Figuras 3 e 4).

Para garantir a manutenção da Brachiaria, a irrigação foi realizada aproximadamente 30 minutos/dia, com base na evaporação de referência. O corte de padronização e monitoramento do sistema de irrigação foi realizado 90 dias após o plantio e antes do início dos cortes experimentais (Figura 4). Para estimar a produtividade, a massa forrageira foi obtida pelo método direto de corte de uma área de 1 m2 por parcela.

A altura média das touceiras experimentais (Figura 6) foi obtida por meio de régua graduada, em centímetros, correspondente ao comprimento médio do nível do solo até a curvatura da última folha totalmente expandida, sendo executadas medidas em dois pontos quaisquer por parcela. . . Ao separar os componentes em laboratório, estimou-se a relação folha/colmo e depois pesou-se com base na massa fresca e seca. A pilosidade foi estimada por meio de uma escala de classificação visual que varia de 1 a 5, onde 1 = quase sem pelos; 2=​​pouco cabelo; 3= peludo médio; 4= muito cabelo; 5= extremamente peludo, em cinco tufos, em cinco pontos dentro do quadrado (0,25 x 0,25 m2).

O monitoramento entomológico foi realizado por meio de escala de acordo com o grau de dano causado pela parcela. As variáveis ​​doença e inflorescência foram avaliadas por meio de uma escala de classificação de acordo com sua ocorrência na parcela, sendo 1 = não; 2 = sim. Os dados de desejabilidade foram obtidos por meio de uma escala de classificação de 1 a 5, onde 1 = indesejável; 2=um pouco desejável; 3= desejável; 4= muito desejável e 5= extremamente desejável considerando a aparência geral da parcela em termos de intensidade de preparo do solo, disponibilidade de forragem, proporção de folhas e prevalência de pragas e doenças.

Os dados foram analisados ​​pelo programa estatístico GENES e as médias comparadas pelo teste de Tukey com p<0,01 e p<0,05 para probabilidade.

Figura 2: Sementes do híbrido Mavuno.
Figura 2: Sementes do híbrido Mavuno.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Para a variável desejabilidade (Tabela 3), a frequência de corte após 45 dias mostrou-se mais desejável, variando de muito a extremamente desejável, com escala de 4,75. Ainda segundo o mesmo autor, a diminuição da relação folha/colmo com o aumento da idade de corte está relacionada à diminuição do crescimento líquido e ao aumento da senescência. De acordo com a Tabela 9, para frequência de corte, a produção de massa seca por hectare (PMS/ha), a produtividade foliar em massa seca por hectare (PF-MS/ha) e a porcentagem de massa seca de folhas (% MSF) foram significativas em p < 0,05.

Produção de massa seca por hectare (PMS/ha), Produtividade foliar em massa verde por hectare (PF-MV/ha), Produtividade foliar em massa seca por hectare (PF-MS/ha), apresentaram efeito significativo a 1 % (p <0,01). De acordo com Dim et al. 2015) o manejo da altura do pasto tem efeito importante na produção de forragem. Com maior frequência de corte, há mais tempo para crescimento da forragem, o que resultará em maior produtividade.

Tabela 4: Produção da massa verde kg.ha-1 (PMV), PMS- Produção da massa seca  (kg.ha-1),  PF  (MV)-  Produtividade  da  folha  em  massa  verde  (kg.ha-1),  PF  (MS)-  Produtividade da folha em massa seca (kg.ha-1), PA- Números de perfilhos axilares,  e %
Tabela 4: Produção da massa verde kg.ha-1 (PMV), PMS- Produção da massa seca (kg.ha-1), PF (MV)- Produtividade da folha em massa verde (kg.ha-1), PF (MS)- Produtividade da folha em massa seca (kg.ha-1), PA- Números de perfilhos axilares, e %

CONCLUSÃO

Produtividade, composição química e dinâmica de manejo do híbrido Brachiaria convertido HD364 em altura de corte. Disponível em: . Efeitos da sombra no híbrido de capim-braquiária Mavuno (Urochloa spp.) como potencial gramínea em sistemas agroflorestais.

Características morfogênicas e estruturais do capim-braquiária na adubação nitrogenada avaliadas nas quatro estações do ano. Massa de forragem e características morfológicas de gramíneas do gênero Brachiaria na região do arenito Caiuá/PR. Efeitos da altura do restolho e da estação do ano nas características morfogenéticas, estruturais e quantitativas do capim Tanzânia.

TCC (Bacharelado em Agronomia) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sertão Pernambucano, Campus Petrolina Zona Rural, Petrolina, PE, 44 f., 2021. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Uverlândia, Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias, Uberlândia -MG, 2017. Características da copa dos híbridos de capim 'Mavuno' e capim-marandu colhidos em diferentes intensidades de corte.

Estrutura da copa e características dos tubérculos em pastagens de capim piatã manejadas com doses de nitrogênio e períodos de pousio variáveis.

Imagem

Figura 1: Coleta de solo da área experimental   Fonte: Acervo pessoal.
Figura 3: Plantio do híbrido Mavuno.
Figura 2: Sementes do híbrido Mavuno.
Figura 4: Corte de uniformização das parcelas experimentais   Fonte: Acervo pessoal.
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Referências

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