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Fundamentos do concreto protendido

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Academic year: 2023

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Esta cartilha é utilizada como anotações de aula da disciplina Concreto Protendido, do curso de Engenharia Civil da Universidade Estadual Paulista – UNESP, Bauru/SP. A cartilha não está completa, por isso recomendamos complementar o aprendizado com o estudo de três livros brasileiros: a) CARVALHO, R.C. Estruturas em Concreto Protendido – Pré-tração, Pós-tensão, Cálculo e Detalhamento.

PRINCÍPIOS BÁSICOS

E XEMPLOS DE E STRUTURAS P ROTENDIDAS

1 - Princípios básicos 4 Da figura 1.4 à figura 1.22 são mostrados exemplos de estruturas de concreto protendido (CP). Fonte: Freyssinet, http://www.freyssinet.com). a) colocação e fixação dos fios tensores no interior da fôrma metálica.

B REVE H ISTÓRICO DO C ONCRETO P ROTENDIDO

Várias técnicas e sistemas de protensão foram desenvolvidos, vários livros publicados, associações e institutos criados, e hoje a CP é plenamente praticada. No Brasil, em 1948 foi construída a primeira ponte CP no Rio de Janeiro, utilizando o sistema Eugene Freyssinet, e em 1952 a Companhia Belgo-Mineira começou a produzir aço de protensão.

C OMPARAÇÃO ENTRE C ONCRETO P ROTENDIDO E C ONCRETO A RMADO

UNESP (Bauru/SP) Fundamentos do Concreto Protendido 11 ancorados com cunhas cônicas, princípio ainda hoje muito utilizado.

M ÉTODOS DE A PLICAÇÃO DA P ROTENSÃO

  • P ROTENSÃO COM P RÉ - TENSÃO
  • P ROTENSÃO COM P ÓS - TENSÃO
  • P ROTENSÃO COM P ÓS - TENSÃO COM C ORDOALHA E NGRAXADA
  • P ROTENSÃO E XTERNA
  • D ISPOSITIVOS DE A NCORAGEM PARA A P ÓS - TENSÃO

A Figura 1.32 e a Figura 1.33 mostram a operação de estiramento realizada em uma alma de protensão utilizada na fabricação de painéis e placas alveolares. A Figura 1.36 mostra a ancoragem passiva de uma pista de protensão para fabricação de viga com dois cabos fixados à viga metálica da estrutura de reação.

N ÍVEL DE P ROTENSÃO

T ENSÕES E LÁSTICAS

  • E XEMPLO – T ENSÕES E LÁSTICAS EM L AJE

A força de protensão axial (P) anulou a tensão de tração na parte inferior e aumentou a tensão de compressão na borda superior para  25 MPa, correspondendo à tensão máxima admissível (fc,max =  25 MPa). 29 A força de protensão colocada h/6 abaixo do CG da seção transversal leva a uma tensão normal zero na borda superior da placa.

MATERIAIS

C ONCRETO

  • C OMPOSIÇÃO DO C ONCRETO
  • R ESISTÊNCIA À C OMPRESSÃO
  • R ESISTÊNCIA À T RAÇÃO
  • M ASSA E SPECÍFICA DO C ONCRETO
  • M ÓDULO DE E LASTICIDADE DO C ONCRETO
  • D IAGRAMA T ENSÃO -D EFORMAÇÃO DO C ONCRETO À C OMPRESSÃO
  • P ARÂMETROS DE P ROJETO
  • D EFORMAÇÕES DO C ONCRETO
    • Deformação Imediata
    • Fluência
    • Retração
  • F ADIGA NO C ONCRETO
  • E FEITOS DA T EMPERATURA E C URA T ÉRMICA
  • P EÇAS P ROTENDIDAS P RÉ - FABRICADAS

Dependendo da resistência característica à compressão do concreto (fck), a NBR 895339 divide o concreto nos grupos I e II. Ec (t) = módulo de elasticidade aos t dias de idade do concreto;41 fcm (t) = resistência do concreto à pressão na idade t;.

A ÇOS PARA A RMADURA A TIVA

  • N ORMAS B RASILEIRAS
  • D EFINIÇÕES
  • F IOS
  • C ORDOALHAS
  • B ARRAS E SPECIAIS
  • M ASSA E SPECÍFICA , C OEFICIENTE DE D ILATAÇÃO T ÉRMICA E M ÓDULO DE E LASTICIDADE
  • D IAGRAMA TENSÃO - DEFORMAÇÃO
  • F ADIGA NOS A ÇOS DE P ROTENSÃO

A Figura 2.22 a Figura 2.26 mostram os dispositivos de ancoragem (chapas de aço e porcas), luva de acoplamento da haste, luva e cilindro hidráulico utilizados no sistema de protensão da haste. No diagrama da Figura 2.28 nota-se que para uma tensão mínima de 55% é aceitável uma variação de tensão de 13%.

A ÇOS PARA A RMADURA P ASSIVA

  • T IPO DE S UPERFÍCIE A DERENTE
  • C ARACTERÍSTICAS G EOMÉTRICAS
  • S OLDABILIDADE
  • D IAGRAMA T ENSÃO -D EFORMAÇÃO

Fonte: Marka Soluções Pré-fabricadas, fotos do autor) Figura 2.32 - Nervuras na superfície de barras de armadura passiva. A NBR 6118 (cláusula 8.3.6) permite a utilização do diagrama  x  simplificado mostrado na Figura 2.34 para aços com ou sem limite de escoamento para o cálculo dos estados limites de trabalho e finais.69.

B AINHA

As bainhas da armadura de protensão devem ser metálicas, projetadas com diâmetro adequado à livre movimentação dos cabos, ao sistema executivo utilizado e capazes de suportar, sem deformação significativa, a pressão do concreto fresco e os esforços de montagem para resistir. A bainha pode ser de material plástico à prova de intempéries com proteção de armadura adequada.”.

C ALDA DE C IMENTO

As Bases de Concreto Protendido UNESP (Bauru/SP) 79 possuem superfície ondulada em espiral para permitir mangas roscadas nas juntas, maior rigidez e melhor aderência com concreto e argamassa de cimento.

CRITÉRIOS DE PROJETO

A GRESSIVIDADE DO A MBIENTE , Q UALIDADE DO C ONCRETO E C OBRIMENTO

  • A GRESSIVIDADE DO A MBIENTE
  • Q UALIDADE DO C ONCRETO DE C OBRIMENTO
  • E SPESSURA DO C OBRIMENTO DA A RMADURA

A Tabela 3.3 (NBR 6118, item 7.4.7.2) apresenta valores nominais de cobertura com tolerância de projeto (c) de 10 mm, dependendo da classe de agressividade ambiental. Para betão com classe de resistência superior ao mínimo exigido, os cobrimentos definidos na Tabela 7.2 podem ser reduzidos no máximo em 5 mm.”, aqui tabela 3.3.

E STADOS -L IMITES

  • E STADO -L IMITE Ú LTIMO (ELU)
  • E STADO -L IMITE DE S ERVIÇO (ELS)
  • D OMÍNIOS DE D EFORMAÇÕES
    • Reta a
    • Domínio 1
    • Domínio 2
    • Domínio 3
    • Domínio 4
    • Domínio 4a
    • Domínio 5
    • Reta b

A linha neutra está fora da seção transversal, com x tendo valor negativo (Figura 3.7b) e variando na faixa – ∞ < x < 0. A tensão é de compressão uniforme (compressão simples ou compressão axial), com compressão normal força atuando no centro de gravidade da seção transversal (Figura 3.13).

A ÇÕES NAS E STRUTURAS

  • A ÇÕES P ERMANENTES
    • Diretas
    • Indiretas
  • A ÇÕES V ARIÁVEIS
    • Diretas
    • Indiretas
  • A ÇÕES E XCEPCIONAIS
  • V ALORES DAS A ÇÕES
    • Valores Característicos
    • Valores Representativos
    • Valores de Cálculo
  • C OMBINAÇÕES DE A ÇÕES
    • Combinações Últimas
    • Combinações de Serviço
  • C OEFICIENTES DE P ONDERAÇÃO DAS A ÇÕES
    • Estado-Limite Último (ELU)
    • Estado-Limite de Serviço (ELS)

Nas combinações de utilidade quase permanente, todas as ações variáveis ​​são consideradas com seus valores quase permanentes ψ2Fqk. Nas combinações quase permanentes, todas as ações variáveis ​​são consideradas com seus valores quase permanentes ψ2Fqk.

R ESISTÊNCIAS DE C ÁLCULO E C OEFICIENTES DE P ONDERAÇÃO

  • V ALORES C ARACTERÍSTICOS
  • V ALORES DE C ÁLCULO
    • Resistência de Cálculo
    • Tensões Resistentes de Cálculo
    • Resistência de Cálculo do Concreto
    • Resistência de Cálculo do Aço
  • C OEFICIENTE DE P ONDERAÇÃO DAS R ESISTÊNCIAS
    • Estado-Limite Último (ELU)
    • Estado-Limite de Serviço (ELS)

Em raras combinações, a ação variável principal Fq1 é executada com seu valor característico Fq1k, e todas as demais ações são executadas com seus valores frequentes ψ1Fqk.. c = coeficiente de ponderação da resistência do concreto, definido na Tabela 3.8. A Tabela 3.8 apresenta os valores de verificação do estado limite último do coeficiente de ponderação da resistência do betão (γc) e do aço (γs), em função do tipo de combinação de ações (apresentado no ponto 3.3.5).

V ERIFICAÇÃO DA S EGURANÇA

  • C ONDIÇÕES C ONSTRUTIVAS DE S EGURANÇA
  • C ONDIÇÕES A NALÍTICAS DE S EGURANÇA
  • E SFORÇOS R ESISTENTES DE C ÁLCULO
  • E SFORÇOS S OLICITANTES DE C ÁLCULO

Para a construção de elementos estruturais em que se prevêem condições desfavoráveis ​​(por exemplo, más condições de transporte, ou consolidação manual, ou fraca betonagem devido à concentração de armaduras), o coeficiente γc deverá ser multiplicado por 1,1. Os requisitos de cálculo são calculados, para a combinação de ações considerada, de acordo com a análise estrutural (ver secção 14).

T ENSÕES A DMISSÍVEIS DO C ONCRETO

O valor da força de protensão é aquele que atua após a ocorrência de todas as perdas de protensão, incluindo perdas progressivas e dependentes do tempo.83. Para todas as ações de serviço e após todas as perdas de pré-carga: .. a) na borda comprimida devido à pré-carga .. mais cargas constantes e variáveisc) 0,45f’c.

V ALORES -L IMITES DE T ENSÃO NO E STIRAMENTO DA A RMADURA DE P ROTENSÃO

Portanto, para a situação em que a carga variável principal e as cargas permanentes juntas constituem o maior percentual da carga total. Este limite é definido de forma conservadora para reduzir a probabilidade de falha devido a carregamento repetitivo e razoável para evitar deformação excessiva por fluência. .. d) quando grande parte da carga total for transitória e temporária (cargas transitórias), como em projetos onde as cargas transitórias (variáveis) excedem a soma das cargas permanentes e outras variáveis; .. f) valor para garantir que a deformação por fluência seja linear, ao carregar a combinação quase permanente;.

No final do trabalho de protensão, a tensão po (x) da armadura protendida ou protendida, resultante da força Po (x), não pode ultrapassar os limites definidos em 9.6.1.2.1-b. E por fim, a NBR 6118 (ponto apresenta uma questão sobre tolerância de execução: “Quando aplicada a força Pi, caso sejam detectadas irregularidades na protensão, em decorrência de falhas de execução em elementos estruturais com armaduras pós-tensionadas, a força de tração em cada cabo pode aumenta., limitando a tensão pi aos valores determinados em 9.6.1.2.1-b), aumentada até 10%, até ao limite de 50% dos cabos, desde que garantida a segurança da estrutura , principalmente nas regiões de ancoragem.”

E SCOLHA DO N ÍVEL DE P ROTENSÃO

As tensões de tração são resistidas por armadura passiva (As), que ajuda a controlar a abertura de fissuras. Capítulo 3 – Critérios de projeto 110 a) na protensão total não são permitidas tensões de tração, exceto nos momentos em que ocorre a rara combinação de ações,90 nas seções finais das peças protendidas e nas etapas transitórias de execução, até ELS -F (início da formação da fissura);

P OSIÇÃO DOS E SFORÇOS S OLICITANTES NAS A RMADURAS A TIVAS E P ASSIVAS

D ISPOSIÇÕES C ONSTRUTIVAS

  • T RAÇADO DE C ABOS DE P ROTENSÃO
  • C URVATURAS DE C ABOS DE P ROTENSÃO
  • C URVATURA NAS P ROXIMIDADES DAS A NCORAGENS
  • F IXAÇÃO D URANTE A E XECUÇÃO
  • E XTREMIDADES R ETAS
  • P ROLONGAMENTO DE E XTREMIDADE
  • E MENDAS
  • A NCORAGENS
  • A GRUPAMENTO DE C ABOS NA P ÓS - TRAÇÃO
  • E SPAÇAMENTOS M ÍNIMOS

As armaduras de protensão que permanecem em posição durante a execução do elemento estrutural devem ser garantidas com equipamentos adequados. (NBR. As armaduras de protensão devem estar espaçadas o suficiente para garantir seu perfeito encaixe no concreto.

ANÁLISE DE VIGAS À FLEXÃO

I NTRODUÇÃO

E FETIVIDADE DA F ORÇA DE P ROTENSÃO

T ENSÕES E LÁSTICAS

Nos casos mais comuns, com armadura de protensão posicionada próximo à base da barra, a força de protensão quando aplicada faz com que a barra suba ao longo de seu comprimento (contra a deflexão), o que faz com que ela resista apenas nas seções extremas e, portanto, no momento de flexão (Mo) devido ao peso próprio começa a agir imediatamente. Em geral, cargas permanentes adicionais são impostas ao peso próprio num momento em que a força de protensão ainda é elevada e não ocorreram perdas dependentes do tempo, configurando uma situação que raramente seria relevante no projeto.

C OMPORTAMENTO DE V IGAS NA F LEXÃO

V IGA P ARCIALMENTE P ROTENDIDA

Por exemplo, uma viga pode ser projetada com a intensidade da força de protensão escolhida de modo que a viga possa fissurar sob um determinado nível de carga e que as fissuras se fechem sob cargas menores, que afetam a maior parte da carga. tempo. A escolha do nível de protensão deve levar em consideração, entre outros aspectos, a natureza da carga (como pontes rodoviárias ou ferroviárias, reservatórios), a relação entre cargas variáveis ​​e permanentes, a frequência com que ocorre a carga total e a questão da a agressividade do meio ambiente. [21].

D ETERMINAÇÃO DA F ORÇA DE P ROTENSÃO E DA E XCENTRICIDADE DA A RMADURA DE P ROTENSÃO

  • E STIMATIVA DA F ORÇA DE P ROTENSÃO F INAL (P  ) COM A E XCENTRICIDADE C ONHECIDA
    • Protensão Completa
    • Protensão Limitada
    • Protensão Parcial
    • Força de Protensão no Estiramento (P i ) e Cálculo da Área de Armadura de Protensão
    • Exemplo 1 – Protensão Completa em Viga Duplo T Pré-tensionada
    • Exemplo 2 – Protensão Limitada em Viga Duplo T Pré-tensionada
    • Exemplo 3 – Protensão Limitada em Viga T Pré-tensionada
    • Exemplo 4 – Protensão Limitada em Viga I Pós-tensionada
  • D ETERMINAÇÃO DA F ORÇA DE P ROTENSÃO E DA E XCENTRICIDADE
  • D ETERMINAÇÃO DA S EÇÃO T RANSVERSAL M ÍNIMA
    • Viga com Excentricidade Variável
    • Viga com Excentricidade Constante
  • D ETERMINAÇÃO DA S EÇÃO T RANSVERSAL M ÍNIMA C ONFORME N ILSON
    • Viga com Excentricidade Variável
    • Viga com Excentricidade Constante
  • E XEMPLO 1 – F ORÇA DE P ROTENSÃO E E XCENTRICIDADE EM V IGA R ETANGULAR P ÓS - TENSIONADA COM P ROTENSÃO
  • E XEMPLO 2 – F ORÇA DE P ROTENSÃO E E XCENTRICIDADE EM V IGA D UPLO T P RÉ - TENSIONADA COM P ROTENSÃO
  • E XEMPLO 3 – F ORÇA DE P ROTENSÃO E E XCENTRICIDADE EM V IGA I P ÓS - TENSIONADA COM P ROTENSÃO P ARCIAL E

Um primeiro valor para a força última de protensão estimada (P,est,A) resulta em comparação com a Figura 4.3 – Tensões transversais na protensão total, para o estado limite de descompressão com combinação frequente de cargas. Uma vez conhecidas a área da armadura de protensão (Ap) e a força de protensão inicial (Pi), as perdas individuais da força de protensão podem ser calculadas e, portanto, as forças de protensão representativas (Pa, Po, Pt).

V ERIFICAÇÃO DE T ENSÕES NAS S EÇÕES T RANSVERSAIS AO L ONGO DO V ÃO

  • P ROCESSO DO F USO L IMITE
  • P ROCESSO DAS C URVAS L IMITES

O eixo limite é definido através dos limites das excentricidades da força de protensão (Figura 4.30). Somente o peso próprio e a pré-carga atuam antes das perdas progressivas (pequena carga e alta pré-carga). b) situação em serviço: gtot + q + P.

PERDAS DE PROTENSÃO

I NTRODUÇÃO

Observa-se que algumas perdas de pré-carga são dependentes do tempo (chamadas de progressivas ou atrasadas), enquanto outras perdas são independentes do tempo. 116 Mais importante que a classificação e os nomes próprios é a compreensão do fenômeno e porque existem diferentes perdas de força de pré-carga.

Sob a influência da força de protensão, o concreto se deforma e encurta, resultando em perda de protensão devido ao encurtamento elástico inicial (ΔPenc). A Figura 5.4 mostra uma mudança típica de tensão na armadura protendida em uma seção pré-moldada protendida, com endurecimento a vapor, uma tensão inicial no aço de 0,8 fptk e uma tensão final ligeiramente superior a 0,5 fptk.[3]

O primeiro cabo esticado por si só não causa perda devido ao encurtamento elástico imediato do concreto (ΔPenc), pois à medida que a peça encurta, o cilindro hidráulico compensa esse encurtamento, e ao final da operação não haverá perda. E o mesmo acontece com o estiramento dos cabos subsequentes, ou seja, um cabo esticado provoca uma perda por encurtamento em todos os cabos estirados anteriormente.

V ALORES T ÍPICOS DA F ORÇA DE P ROTENSÃO

  • F ORÇA DE P ROTENSÃO P I
  • F ORÇA DE P ROTENSÃO P A
  • F ORÇA DE P ROTENSÃO P O
  • F ORÇA DE P ROTENSÃO P T
  • V ALORES C ARACTERÍSTICOS E DE C ÁLCULO DA F ORÇA DE P ROTENSÃO

A força Pa ocorre apenas na força de protensão e corresponde à força na armadura de protensão no momento imediatamente anterior à liberação das ancoragens.125 É chamada de força de ancoragem, aquela imediatamente antes da transferência da protensão para a peça. A força Po(x) é a “força na armadura de protensão no instante t = 0, na seção de abcissas x”. Este é o valor inicial da força de protensão transferida para o concreto.

P ERDAS DE P ROTENSÃO I NICIAIS

  • P ERDA POR E SCORREGAMENTO DA A RMADURA NA A NCORAGEM NA P RÉ -T ENSÃO
  • P ERDA POR R ELAXAÇÃO DA A RMADURA
  • P ERDA POR R ETRAÇÃO E POR F LUÊNCIA DO C ONCRETO
    • Cálculo Aproximado
    • Cálculo Conforme o Anexo A da NBR 6118

O ponto A.2.2 da NBR 6118 afirma: “A deformação por rastejamento do concreto (εcc) consiste em duas partes, uma rápida e outra lenta. “O valor da retração do concreto depende: a) da umidade relativa do ambiente; b) durabilidade do concreto no lançamento;

P ERDAS DE P ROTENSÃO I MEDIATAS

  • P ERDA POR E NCURTAMENTO E LÁSTICO I MEDIATO DO C ONCRETO NA P RÉ -T ENSÃO
    • Exemplo 1 – Perda por Encurtamento Elástico Imediato do Concreto em Viga T Pré-tensionada 187
    • Exercício Proposto – Perda por Encurtamento Elástico Imediato do Concreto em Viga Calha U Pré-
  • P ERDA POR E NCURTAMENTO E LÁSTICO I MEDIATO DO C ONCRETO PELO E STIRAMENTO DOS C ABOS R ESTANTES NA P ÓS -
    • Exemplo 1 - Perda de Força de Protensão por Atrito
    • Exemplo 2 - Perda de Força de Protensão por Atrito
    • Exemplo 3 - Perda de Força de Protensão por Atrito
    • Exercício Proposto - Perda de Força de Protensão por Atrito
  • P ERDA POR E SCORREGAMENTO DA A RMADURA NA A NCORAGEM NA P ÓS - TENSÃO
    • Exemplo 1 - Perda por Escorregamento na Ancoragem na Pós-tensão
    • Exemplo 2 - Perda por Escorregamento na Ancoragem na Pós-tensão

Calcular a perda de tensão na armadura de protensão devido ao encurtamento elástico imediato do concreto, na seção do meio do vão de uma viga T pré-moldada134 protendida (Figura 5.17), assumindo que antes da transferência da protensão, a força ancorada corresponde à tensão de 0,77 fpt. Calcule a perda de tensão na armadura de protensão devido ao encurtamento elástico instantâneo do concreto, na seção 1-1 (meio do vão) de uma viga pré-moldada protendida (Figura 5.18), assumindo que a força é ancorada antes da transferência da protensão. correspondia à tensão de 0,75fptk.

P ERDAS P ROGRESSIVAS P OSTERIORES

  • P ROCESSO S IMPLIFICADO PARA O C ASO DE F ASES Ú NICAS DE O PERAÇÃO (I TEM 9.6.3.4.2)
  • P ROCESSO A PROXIMADO (I TEM 9.6.3.4.3)
  • M ÉTODO G ERAL DE C ÁLCULO
  • M ÉTODO S IMPLIFICADO DO E UROCODE 2
  • M ÉTODO S IMPLIFICADO A LTERNATIVO

ANÁLISE DA RESISTÊNCIA ÚLTIMA À FLEXÃO

T IPOS DE R UPTURA POR F LEXÃO

R ELAÇÃO C ARGA X F LECHA

T ENSÕES E D EFORMAÇÕES EM D IFERENTES E STÁGIOS DO C ARREGAMENTO

D EFORMAÇÕES NA A RMADURA DE P ROTENSÃO A DERENTE AO C ONCRETO

D OMÍNIOS DE D EFORMAÇÃO

D ETERMINAÇÃO DO M OMENTO F LETOR Ú LTIMO

  • S EÇÃO R ETANGULAR
  • S EÇÃO T

C ONDIÇÕES DE D UCTILIDADE

  • E XEMPLO 1 – S EÇÃO R ETANGULAR COM ARMADURA DE PROTENSÃO E ARMADURAS PASSIVAS A S E A’ S
  • E XEMPLO 2 – S EÇÃO I COM ARMADURA DE PROTENSÃO E ARMADURAS PASSIVAS A S E A’ S
  • E XEMPLO 3 – S EÇÃO DUPLO T COM APENAS ARMADURA DE PROTENSÃO
  • E XEMPLO 4 – S EÇÃO R ETANGULAR COM APENAS ARMADURA DE PROTENSÃO E ANÁLISE DA DUCTILIDADE
  • E XEMPLO 5 – S EÇÃO R ETANGULAR COM ARMADURA DE PROTENSÃO E ARMADURA PASSIVA A S E ANÁLISE DA
  • E XEMPLO 6 – S EÇÃO R ETANGULAR COM ARMADURA DE PROTENSÃO E ARMADURAS PASSIVAS A S E A’ S E ANÁLISE DA

D IMENSIONAMENTO DE A RMADURAS P ASSIVAS

  • S EÇÃO R ETANGULAR COM A RMADURA P ASSIVA T RACIONADA
    • Exemplo 1 – Dimensionamento de armadura A s em viga de seção retangular
    • Exemplo 2 – Dimensionamento de armadura A s em seção retangular
  • S EÇÃO R ETANGULAR COM A RMADURAS P ASSIVAS T RACIONADA E C OMPRIMIDA
    • Exemplo 1 – Dimensionamento de armaduras passivas A s e A’ s em viga de seção retangular

E XERCÍCIOS P ROPOSTOS

ANÁLISE À FORÇA CORTANTE

E FEITOS DA F ORÇA C ORTANTE

E FEITO DA C OMPONENTE T ANGENCIAL DA F ORÇA DE P ROTENSÃO

V ERIFICAÇÃO À F ORÇA C ORTANTE NO E STADO -L IMITE Ú LTIMO (ELU)

  • M ODELO DE C ÁLCULO I
  • M ODELO DE C ÁLCULO II

Referências

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O objetivo traçado para o estudo de caso na CST foi de fazer uma análise do projeto de recuperação de energia elétrica, nos moldes do Protocolo de Kyoto, pesquisar de que