Diretor de Assessoria do CGI.br Atividades / Diretor de Assessoria do CGI.br : Hartmut Richard Glaser Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação - Cetic.br Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação - Cetic. . Comunicação NIC.br: Caroline D'Avo, Everton Teles Rodrigues e Fabiana Araujo da Silva Apoio Editorial/Apoio Editorial.
LISTA DE GRÁFICOS / CHART LIST
PROPORÇÃO DE PROFESSORES SEGUNDO O TIPO DE COMPUTADOR NA FAMILIA PROPORÇÃO DE PROFESSORES SEGUNDO O LOCAL DE USO MAIS FREQUENTE DO COMPUTADOR. 127 PROPORÇÃO DE PROFESSORES SEGUNDO O TIPO DE RECURSOS RECEBIDOS NA INTERNET PARA A PREPARAÇÃO DAS AULAS OU ATIVIDADES COM ALUNOS (2014).
LISTA DE TABELAS / TABLE LIST
LISTA DE TABELAS DE RESULTADOS TABLES OF RESULTS LIST
280 PROPORÇÃO DE PROFESSORES POR LOCAL DE ACESSO À INTERNET PROPORÇÃO DE PROFESSORES POR LOCAL DE ACESSO À INTERNET. 340 PROPORÇÃO DE PROFESSORES PELA PERCEPÇÃO DE POSSÍVEIS OBSTÁCULOS PROPORÇÃO DE PROFESSORES PELA PERCEPÇÃO DE POTENCIAIS OBSTÁCULOS.
PREFÁCIO
APRESENTAÇÃO
INTRODUÇÃO
Os dados produzidos pelo Cetic.br têm sido amplamente utilizados por governos, organizações internacionais, sociedade civil, setor privado e instituições acadêmicas. Na sociedade civil e no setor privado, os dados são insumos importantes para avaliar tendências e monitorar o mercado.
TIC EDUCAÇÃO: A CAPACITAÇÃO DOS PROFESSORES PARA O USO PEDAGÓGICO DAS TIC AINDA É UM DESAFIO PARA O BRASIL
TIC EDUCAÇÃO: A FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO USO PEDAGÓGICO DAS TIC AINDA É UM DESAFIO PARA O BRASIL. A pesquisa TIC Educação 2014 aponta que 82% dos professores da rede pública produziram conteúdos para sala de aula por meio do uso de novas tecnologias.
ARTIGOS
AVALIAÇÕES EXTERNAS E DESAFIOS
PARA A QUALIDADE DO TRABALHO ESCOLAR
Em 2007, foi criado o Índice Básico de Desenvolvimento da Educação (Ideb), com o objetivo de ser um indicador objetivo da qualidade da educação (BRASIL, 2007), cujos resultados, em uma escala de 0 a 10, combinam as competências dos avaliados por Saeb com aprovação. índices, com a mesma publicação para escolas públicas de ensino fundamental e resultados estaduais para escolas particulares e secundárias. Nesse contexto, o debate sobre a qualidade da educação, não sem polêmicas e resistências, ampliou o vínculo entre a atuação das redes de ensino e cada uma das escolas, com um “valor” de referência do que deveria (ou deveria) ser uma escola de qualidade . , colocando ainda mais à prova a escola pública.
QUALIDADE E AVALIAÇÃO EXTERNA: CONCEITUAÇÃO E DESAFIOS
Caso contrário, as avaliações externas podem ser apenas dispositivos de políticas de responsabilização que privilegiam a lógica da meritocracia e “culpam” os profissionais da educação, como destaca Freitas (2011, p. 17). Em conclusão, a tendência para a centralidade que as avaliações externas têm tido nas políticas educativas não deve, a nosso ver, levar-nos a desprezá-las no seu conjunto ou a ignorar os seus resultados.
É óbvio que os efeitos nocivos da adoção de políticas de avaliação não estão distantes, especialmente quando transferem responsabilidades dos gestores para os professores ou se baseiam em condições incertas de realização, que por sua vez ameaçam a própria qualidade de seus resultados. Ao contrário, cabe pensar nos processos avaliativos para compreender seus limites e potencialidades, especialmente aqueles que podem contribuir para a formação de alternativas pedagógicas para que políticos e escolas cumpram suas funções democráticas de ofertar educação pública de qualidade para todos, como preconiza Crahay. (2012), e que finalmente as avaliações externas poderiam responder positivamente ao desafio da qualidade do trabalho escolar.
EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E ACESSIBILIDADE
A ESCOLA ONTEM E HOJE
Vai descentralizar o professor para incluir o conceito de que todos aprendemos juntos, que a inteligência é cada vez mais coletiva, com múltiplas fontes de informação (MORAN, 2007). Muitas vezes ouvimos a afirmação de que a tecnologia revolucionou a educação, mas a verdadeira transformação virá por meio do conhecimento e da ação pedagógica, seja com ou sem tecnologia.
CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA DIGITAL FAVORECENDO A PERSONALIZAÇÃO
O DESAFIO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E SUA RELAÇÃO COM A TECNOLOGIA
Todo esse processo de construção da acessibilidade e garantia da participação e aprendizagem deve envolver o aluno com deficiência em todas as etapas, desde a identificação do problema até a tomada de decisão sobre a melhor alternativa em tecnologia assistiva. Alunos com deficiência devem estar cientes de suas dificuldades e habilidades; defina claramente as situações em que deseja ver seu desempenho qualificado por meio de tecnologia assistiva; experimente e defina a melhor solução para você;.
CONCLUSÃO
Ao invés de ver os alunos como "deficientes" e incapazes de aprender, quem trabalha pela inclusão sabe que as deficiências estão na própria estrutura da escola, em seu currículo único e rígido demais, em materiais didáticos fixos, em métodos. do ensino, na forma de avaliação, no desconhecimento sobre alternativas em tecnologia assistiva para comunicação e acesso ao computador, na ausência de recursos pedagógicos acessíveis. A educação inclusiva exigirá uma parceria com os dirigentes escolares, o professor titular, o professor especialista, a família e o aluno com deficiência.
HISTÓRIA E TECNOLOGIA
DESAFIO NA FORMAÇÃO INICIAL DOCENTE
Divididos em grupos de três, os alunos escolhem um dos temas e realizam todas as tarefas associadas: analisar um recurso isolado; explorar, em repositório digital, o tema escolhido; avaliar materiais didáticos para a disciplina de História Moderna, de um curso na modalidade a distância do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB)4; faça um curso online e leia um artigo científico disponível naquela que é a maior plataforma de artigos científicos do país até hoje. A orientação era que os alunos buscassem esses materiais como usuários comuns, uma vez que as instituições de ensino superior que fazem parte da UAB são públicas e, portanto, esse conteúdo seria acessível a princípio a qualquer cidadão, o que não era uma realidade (DURAN ; AMIEL; MOREIRA ; COSTA, 2014).
MODELANDO AS INFLUÊNCIAS NAS CONDIÇÕES DE USO DE DIFERENTES
Como investigar as condições que facilitam ou mais ou menos impedem atividades participativas com o uso de tecnologia a serem realizadas na escola? Com isso damos um primeiro passo rumo ao objetivo de identificar as condições que contribuem para o desenvolvimento de diferentes atividades elaboradas por professores com o uso de novas tecnologias. 6.
METODOLOGIA
O ponto principal das entrevistas com os diretores foi entender a visão da escola sobre os programas que envolvem tecnologia. As entrevistas com os professores visaram compreender o uso concreto da tecnologia em sala de aula.
PRINCIPAIS ACHADOS
Recentemente tem havido um movimento de integração de tecnologias em sala de aula, em detrimento do uso de laboratórios. Há indícios de uma cultura escolar que entende que o uso da tecnologia em sala de aula vai além da simples disponibilização de computadores nos ambientes de aprendizagem.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
The Makers' Movement and FabLabs in Education: Experiences, Technologies, and Research Proceedings of the 12th International Conference on Interaction Design and Children.
ESCOLAS MURADAS
A IMPLANTAÇÃO DAS REDES NO BRASIL
No entanto, este não foi o critério para a constituição da rede educacional e tentou-se implementar o NTE de forma totalmente desvinculada das universidades públicas e sem maior preocupação com as conexões e sustentação da rede que ligaria as escolas. Um exemplo claro dessa situação é o fato de o Programa Banda Larga nas Escolas (PBLE) atender apenas as escolas urbanas e, mesmo assim, não todas.
O QUE QUEREMOS COM AS TIC NA ESCOLA
5 Original: “When people acquired language, we learned not only to listen, but also to speak. When we became literate, we learned not only to read, but also to write.
PERSPECTIVAS PLURAIS PARA A EDUCAÇÃO
Programa UCA-TOTAL: Desafios do Modelo Brasileiro de Inclusão Digital nas Escolas, 36º Encontro Anual da Anpocs, GT29 - Políticas Públicas, 2012. Disponível em:
PESQUISA TIC EDUCAÇÃO 2013 E OS CAMINHOS A PERCORRER NA PRÁTICA EDUCOMUNICATIVA
Procuramos apresentar algumas problematizações que podemos fazer para a situação retratada, ou ainda mais coerente com a educação, para refletirmos sobre as práticas quotidianas de utilização das TIC em contextos escolares que acontecem ou não acontecem. Em seguida, avançaremos na análise da forte presença das TIC no cotidiano dos entrevistados.
O aumento significativo nas taxas de uso de dispositivos móveis entre os jovens é um fato e decorre de múltiplos fatores econômicos e sociais. A taxa de acesso e uso do celular tem uma característica: é maior quanto mais velho o entrevistado.
SOBRE O QUE FAZEM COM AS TIC E A PERCEPÇÃO QUE PROFESSORES E ALUNOS TÊM A RESPEITO DAS
Assim, o uso tradicional que os professores fazem das TIC adapta-se ao modelo pedagógico hegemónico e aos métodos e modelos de ensino existentes. Por outro lado, apontam para a presença de apenas 20% para atos de interação com o professor ou para “aprender com o professor”.
AS AUSÊNCIAS NAS PRÁTICAS CIBERCULTURAIS E A EDUCOMUNICAÇÃO
Por outro lado, percebe-se que há um profundo processo de transformação das possibilidades de práticas pedagógicas advindas do acesso e uso criativo por professores e alunos em inúmeras escolas do país. Nestas circunstâncias, percebemos o importante papel da escola e de seus educadores diretamente, bem como de toda a sociedade em geral, e o enorme desafio que temos pela frente quanto ao tipo de educação midiática e informacional que queremos, pelo tipo de sociedade que queremos.
TIC EDUCAÇÃO 2014
RELATÓRIO METODOLÓGICO TIC EDUCAÇÃO 2014
OBJETIVOS DA PESQUISA
CONCEITOS E DEFINIÇÕES
Três séries serão examinadas nesta pesquisa, a saber: 4ª série/5º ano do Ensino Fundamental I, 8ª série/9º ano do Ensino Fundamental II e 2º ano do Ensino Médio. Para as três primeiras variáveis definidoras de domínio, as informações prévias disponíveis nos registros das escolas e turmas podem ser utilizadas para realizar a estratificação e alocação da amostra de escolas, permitindo um controle prévio sobre a precisão esperada das estimativas para tais domínios de interesse a serem feitos. .
INSTRUMENTO DE COLETA
Uma das etapas do processo de seleção da amostra requer a ordenação das escolas de acordo com os números aleatórios modificados Zi(=Xi/pi). A partir da amostra de escolas, o número de turmas existentes nas séries de interesse em cada escola foi investigado por telefone ou pessoalmente por meio de preenchimento de ficha cadastral.
COLETA DE DADOS EM CAMPO
Relativamente ao ano de escolaridade dos alunos, os do 5.º ano do 1.º ciclo representam 35% da amostra, seguidos dos alunos do 9.º ano, com 33%. Por sua vez, os alunos do 2º ano do ensino médio representam outros 32% dos respondentes (Gráfico 7).
PROCESSAMENTO DOS DADOS
A segunda foi o cálculo do inverso da probabilidade de seleção de cada coordenador, por meio da razão entre o número de coordenadores feitos e o número de existentes. Em cada turma foi recolhida informação sobre o número de professores existentes para cada uma das disciplinas de interesse.
DISSEMINAÇÃO DOS DADOS
Dada a grande quantidade de informações, os limites de erro são apresentados para cada indicador exclusivamente no site Cetic.br.1. Os dados e resultados da pesquisa TIC Educação 2014 foram publicados em livro e estão disponíveis no site Cetic.br (www.cetic.br), com o objetivo de fornecer informações sobre capilaridade para governos, academia e demais interessados. e uso de computador e internet nas escolas brasileiras.
ANÁLISE DOS RESULTADOS TIC EDUCAÇÃO 2014
Em sua quinta edição, a pesquisa TIC Educação, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), tem como objetivo monitorar a adoção das TIC nas escolas públicas e privadas do Brasil, com destaque para aplicações voltadas para o processo de ensino-aprendizagem. Nas considerações finais, este relatório se propõe a sistematizar algumas análises dos resultados da pesquisa com o objetivo de fornecer subsídios relevantes aos gestores públicos responsáveis pela elaboração, implementação e monitoramento de políticas públicas voltadas para o uso dos recursos das TIC na educação.1.
ATIVIDADES DO PROFESSOR
2014 DESTAQUES
USO DAS TIC PELOS ALUNOS
LOCAL DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO
INTERNET E MOBILIDADE: INFRAESTRUTURA PARA A ADOÇÃO DAS TIC EM ESCOLAS PÚBLICAS
PROPORÇÃO DE ESCOLAS POR TIPO DE COMPUTADOR Porcentagem de todas as escolas públicas que possuem computador. PROPORÇÃO DE ESCOLAS SEGUNDO LOCAL DE INSTALAÇÃO DE COMPUTADORES Percentual sobre o total de escolas públicas que possuem computador.
PROFESSORES: FORMAÇÃO E HABILIDADES PARA O USO DAS TIC
Juntos, também cresceu a proporção de professores da rede pública que possuem tablet em casa, representando hoje quase a metade (47%) desses professores (Gráfico 8). Percentual do total de professores da rede pública de ensino que utilizavam computador e/ou internet para realizar alguma atividade.
RECURSOS EDUCACIONAIS DIGITAIS
Percentual do total de professores de escolas públicas que utilizaram algum recurso obtido na Internet. Em relação às permissões de consulta para uso de conteúdo, tema que vem sendo discutido sob a ótica da proteção aos direitos autorais, a pesquisa mostra que 59% dos professores da rede pública afirmaram já ter verificado tais informações para alguns dos recursos recebidos. ou publicado na Internet.
USO DAS TECNOLOGIAS POR ALUNOS DAS ESCOLAS PÚBLICAS
Entre os alunos do 5.º ano do ensino básico, 56% afirmam aceder à Internet através de um dispositivo móvel, dos quais 12% o fazem na escola. Esta é a segunda atividade mais comum entre os alunos do 5º ano do ensino fundamental (81%), e menos da metade dos alunos do 9º ano do ensino fundamental e do 2º ano do ensino médio (42%) afirma que realizou esta atividade. atribuição dentro de três meses antes da pesquisa.
CONSIDERAÇÕES FINAIS: AGENDA PARA POLÍTICAS PÚBLICAS
Os dados da pesquisa indicam que há um amplo reconhecimento entre os diretores do impacto positivo das TIC no processo de ensino e aprendizagem nas escolas. A série histórica da pesquisa também trouxe dados importantes sobre o tipo de uso que os professores fazem das TIC em situações de ensino e aprendizagem.
ENGLISH
It was convened to discuss important aspects of the future development of the Internet, based on a multi-stakeholder perspective. Finally, the Regional Center for Studies on the Development of the Information Society (Cetic.br) has completed 10 years of producing ICT statistics and indicators.
PRESENTATION
INTRODUCTION
In the context of civil society and the private sector, the data provides a significant input for assessing and monitoring market trends. ICT IN EDUCATION: TEACHER TRAINING FOR THE PEDAGOGICAL USE OF ICT IS STILL A CHALLENGE FOR BRAZIL.
ICT IN EDUCATION: TEACHER TRAINING FOR THE PEDAGOGICAL USE OF ICT IS STILL A CHALLENGE FOR BRAZIL
The articles address the progress of ICT and education policies, discuss the effects of the use of these technologies in the classroom and on external assessments. The results of this fifth edition of the ICT in Education survey show the rapid changes in the profile of Internet use in educational institutions.
ARTICLES
EXTERNAL ASSESSMENTS AND CHALLENGES FOR QUALITY SCHOOL PERFORMANCE
Within this framework, the debate about the quality of education, which always involves much controversy and conflict, has strengthened the link between the performance of school districts and that of individual schools, with a reference "value" of what constitutes, or should be to be a quality school, which drew further attention to the public education system. Therefore, the aim of this article is to analyze the role of external assessments in determining the quality of schools, in an attempt to highlight the tension and potential of this policy for everyday life in educational institutions.
QUALITY AND EXTERNAL ASSESSMENT: CONCEPTS AND CHALLENGES
Another factor that makes this trend more complex is the expansion of external evaluations in the form of municipal initiatives of the education system. With this focus, evaluations can prompt systematic questions about the quality of practices and their outcomes in schools and the education system, as well as link the contributions of external evaluations to the culture and tools of schools' self-evaluation and strengthen their ability to became autonomous. , regulating the functioning of the education system.
In this way, policies and schools can fulfill their democratic functions of providing high-quality public education for all, as endorsed by Crahay (2012), so that external assessments ultimately positively address the challenges of quality school performance. Study on the use of information and communication technology in Brazilian schools - ICT in education 2013.
EDUCATION, TECHNOLOGY AND ACCESSIBILITY
SCHOOLS IN THE PAST AND TODAY
Each student's own learning style is respected, without any effort to force students to achieve the same level of performance in all academic areas (LITTO, 2002). Teaching is becoming more transdisciplinary, focusing on experiences, projects, online research, interactivity and individual and group orientation.
CHARACTERISTICS OF DIGITAL MEDIA THAT PROMOTE PERSONALIZATION
THE CHALLENGE OF INCLUSIVE EDUCATION AND ITS RELATIONSHIP TO TECHNOLOGY
Assistive technology is considered necessary based on an assessment that considers user skills and needs, the characteristics of the environment where the technology will be used, and the definition/characteristics of the task to be performed using the tool. Students with special needs must be aware of their difficulties and skills; clearly identify the situations in which they want their performance to be improved with the help of assistive technology; test and identify the solutions that are best for them; and commit to using resources and achieving expected results.
CONCLUSION
Inclusive education requires partnerships between school management, teachers from general classrooms, specialized teachers, families and students with disabilities. Available at: HISTORY AND TECHNOLOGY Internal consistency, mastery of the material, and its creative application in the lesson plan were the grading parameters that, while isonomic, were not equal. Interestingly, 56% of students said they had learned how to use ICT to improve their research. MODELING THE INFLUENCES The purpose of the interviews with teachers was to understand the actual use of technology in the classroom. They were also asked about programs involving technology in the school and about the use of equipment. This is demonstrated by the fact that the idea of putting computers in classrooms was abandoned. In the case of a play program incorporating materials to be used at home with parents, one teacher commented that some do not do the planned activities with their children. High access and low use of technologies in high school classrooms: An explanation of the apparent paradox. In: Research on the Use of Information and Communication Technologies in Brazilian Schools: ICT in Education 2012. WALLED SCHOOLS Thus, in June 1995, the first public school in Salvador went online - Novo Marotinho - in the lower-income neighborhood of the same name. In the past, at the time of the establishment of Educational Technology Centers (ETCs) across the states, we have advocated that a strong link should be established between these new spaces and the public universities present in the various regions. And it is impossible to conceive of educational processes that take place in the isolation of cultures. It is important to understand the extent to which collaborative development can produce amazing results, as seen with the free software movement. It is a school rich in activities that enhance the interaction between cultures, knowledge and values, with the potential to form well-rounded citizens. Available at: ICT IN EDUCATION 2013 SURVEY We then analyze the strong presence of ICT in the daily lives of the interviewees. We hope that this analysis of the data, based on the educational communication paradigm, can contribute to the social debate on possible educational paths for the conscious, critical and active use of ICT in contemporary society. INCREASING INTEGRATION WITH CYBERCULTURE AND MISCONCEPTIONS ABOUT TECHNICAL SKILLCHALLENGES IN INITIAL TEACHING TRAINING
ON CONDITIONS OF USE OF DIFFERENT TECHNOLOGIES IN CLASSROOMS 1
MAIN FINDINGS
FINAL CONSIDERATIONS
IMPLEMENTATION OF THE INTERNET IN BRAZIL
WHAT WE WANT WITH ICT IN SCHOOLS
PLURAL PERSPECTIVES ON EDUCATION
THE PROGRESS NEEDED IN EDUCOMMUNICATIVE PRACTICE IN CYBERCULTURE CONTEXTS