• Nenhum resultado encontrado

Iomara Albuquerque Giffoni.pdf - Univali

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "Iomara Albuquerque Giffoni.pdf - Univali"

Copied!
143
0
0

Texto

A conclusão do autor foi que a atividade turística na Praça da Estação ainda era emergente naquela época. Portanto, o funcionamento eficaz de atrações como a Praça da Estação é crucial.

Contextualização

Singer (1986, p.347) explica que a Divisão Internacional do Trabalho – DIT aconteceu da seguinte forma: quando havia necessidade de um produto que não poderia ser produzido nos países industrializados, as pessoas iam em busca de um local que tivesse condições de produzi-lo. que. O que é importante reter da teoria do ciclo longo para este estudo é a existência de um centro na economia global que, através da procura de “fornecedores”, ocupa o seu lugar no centro do cenário mundial e os torna conhecidos pelos produtos eles fabricam.

O Brasil e o contexto Internacional

Com o tempo, até os escravos do Nordeste tornaram-se escassos e os barões do café viram a solução para este problema na adoção do trabalho assalariado europeu. A elite cafeeira foi assim forçada a defender o abolicionismo no Brasil, fundando vários partidos republicanos.

Minas Gerais no contexto brasileiro

Segundo Dulci (1999, p.40), Ouro Preto ascendeu à condição de sede de governo quando a mineração se polarizou e seu esgotamento criou um novo cenário no estado: enquanto a área central declinava, Mata e Jugu cresciam. em importância econômica, popular e política, devido ao cultivo do café, fazendo com que suas elites solicitassem a transferência do centro político-administrativo, preferencialmente na região sul do estado. 5 Afonso Augusto Moreira Pena, político brasileiro, foi governador do estado de Minas Gerais entre 1892 e 1894, quando foi decidida a transferência da capital do estado de Ouro Preto para Belo Horizonte.

Belo Horizonte

A demarcação positivista dos espaços da cidade dá inicialmente ao poder público a possibilidade de demarcar áreas, de orientar a população na apropriação adequada dos espaços da cidade, de lhes conferir não apenas um caráter simbólico, mas também uma ordenação de usos. Na área urbana delimitada pela Avenida do Contorno, serão construídos espaços centrais com base no carácter que lhes é atribuído no próprio plano da cidade: o Bairro dos Funcionários - zona residencial de funcionários públicos -, o Parque Municipal - espaço de lazer -, a Praça da Liberdade - destinada à administração estadual -, Avenida Afonso Pena - principal eixo estruturante da cidade -, Rua dos Caetés e Avenida do Comércio (atual Avenida Santos Dumont) - área comercial -, região entre o Ribeirão Arrudas e a Linha Ferroviária - destinada para armazéns e indústrias -, e Praça Rui Barbosa - entrada e saída da cidade.

A Praça da Estação

O entorno da Praça da Estação

Arroyo (2004, p.95) destaca que os dois passam a delimitar o espaço da praça e estabelecerão um novo movimento urbano em seu entorno. Apresentado o espaço urbano no entorno da Praça da Estação, o relato histórico discute o desenvolvimento urbano de Belo Horizonte.

A evolução urbana

A gestão de Juscelino Kubitschek como prefeito de Belo Horizonte, entre 1940 e 1945, marca o início do processo de enfraquecimento da centralidade da Praça da Estação. No entorno da Praça da Estação, muitos galpões industriais estavam subutilizados ou em constante reforma.

A atualidade

Em 2007 foi apresentado um novo Plano de Reabilitação do Hipercentro, reforçando a proposta de consolidação da Praça da Estação como equipamento cultural e recreativo ao indicar uma série de propostas de ação para o local. A Praça da Estação reflete, assim, a afirmação de Car Salad (2001, p.66) de que Belo Horizonte carrega em si a influência de toda a história acumulada de seu povo.

Onde se pretende chegar

A ativação econômica do centro de Belo Horizonte, incluindo a Praça da Estação, é uma dessas questões enfrentadas pelos governos municipal e estadual. Contudo, como salienta Murta (2008, p.129), na Praça da Estação ainda não existem sinais claros de que o uso turístico prevaleça sobre o uso anterior; ou seja, a actividade turística na zona ainda não está consolidada.

Planejamento + Turismo

O primeiro resultado deste programa refletiu-se na Exposição Turística de 2006, onde foram apresentados 396 roteiros turísticos, dos quais “87 foram priorizados pelas Unidades da Federação a fim de obter padrões internacionais de qualidade e assim promover o alcance dos objetivos do PNT”; e o plano atualmente em vigor propõe “a identificação de destinos com capacidade de desencadear o desenvolvimento regional entre os 87 itinerários mencionados” (Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Impulsionando o Desenvolvimento do Turismo Regional – Relatório Brasil). Atendendo às diretrizes estabelecidas pelo Governo Federal e visando aprimorar a gestão da atividade turística no estado, a Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais – SETUR/MG editou o “Plano Setorial de Turismo de Minas Gerais – Diretrizes, Programas, Planos” elaborado. e ações” para o período seguido pelo órgão municipal Belotur, que estabeleceu o “Plano de Marketing Turístico de Belo Horizonte”.

Plano Setorial de Turismo de Minas Gerais

Dentre essas medidas, apenas uma é destinada à cidade de Belo Horizonte: “Programas especiais de promoção do turismo de eventos”. Este programa propõe o desenvolvimento de Belo Horizonte como destino de eventos e turismo de negócios e conta com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID. Esta seção finaliza ressaltando que não foram identificadas medidas específicas para a Praça da Estação no Plano Setorial de Turismo de Minas Gerais - Diretrizes, Programas, Planos e Medidas 2007/2010.

Plano Horizonte – Marketing Turístico de Belo Horizonte

O produto turístico Praça da Estação

A primeira seria se o limite do atrativo “Praça da Estação” fosse a área reabilitada, ou seja, Praça Rui Barbosa e MAO. A segunda possibilidade seria se a delimitação do atrativo “Praça da Estação” fosse o Conjunto Arquitetônico da Praça da Estação. Em ambos os casos, a imagem da Praça da Estação é consistente com a imagem de Belo Horizonte como destino turístico cultural.

Plano Setorial do Turismo de Minas Gerais X Plano Horizonte

Vale ressaltar que o “Plano de Marketing de Belo Horizonte - Plano Horizonte” foi desenvolvido pela empresa Chias Marketing, que foi a mesma que elaborou o “Plano Aquarela”, “Plano Cores do Brasil” para o Ministério do Turismo. A inserção de Belo Horizonte de forma mais competitiva no circuito brasileiro de turismo de negócios e eventos é uma decisão estratégica tomada pelo Governo do Estado com o apoio da Prefeitura de Belo Horizonte e do Ministério do Turismo. Vale destacar também a presença marcante de eventos culturais entre os principais produtos turísticos de Belo Horizonte.

A interação homem e Praça da Estação

Vale ressaltar que no momento da pesquisa estavam sendo realizadas obras no Boulevard Arrudas, razão pela qual, segundo o plano de reabilitação do Hipercentro, afetou negativamente as avaliações da requalificação da Praça da Estação. O facto de apenas a esplanada Praça da Estação estar a amarelo deve-se ao facto de existirem paragens de autocarro e a estação central de metro. A realização de eventos como alternativa de uso da Praça da Estação também é tema levantado no Plano de Reabilitação do Hipercentro de Belo Horizonte, no item “Aquisição Especial de Espaço Público”.

As propostas do Plano de Reabilitação do Hipercentro - Centro Vivo

30 e 31, os croquis de duas das propostas destinadas a locais específicos do Conjunto Arquitetônico Praça da Estação. 32, tabela reduzida com as ações vinculadas ao Conjunto Arquitetônico Praça da Estação e/ou ao turismo, dispostas em sua ordem de prioridade. No caso do Viaduto Santa Tereza, deverá ser considerada a alternativa de tratamento específico para a prática de esportes radicais e, no caso do Viaduto da Floresta, a área abaixo deverá ser tratada para integrar a Casa do Conde de Santa Marinha à Praça de a Estação pela Rua Aarão Reis.” Página 32.

A alquimia do lugar

Os objetivos da Belotur correspondem aos objetivos da Secretaria de Política Urbana municipal de ativar economicamente o hipercentro, e se refletem nos espaços vazios da Praça da Estação. Diz simplesmente que o direito das pessoas de ir e vir à Praça da Estação não deve ser restringido por razões de segurança. Com o objetivo de obter uma abordagem que abrangesse todos os aspectos da Praça da Estação, esta pesquisa foi desenvolvida em duas fases, que são apresentadas a seguir.

Primeira Etapa da pesquisa

A definição do método de pesquisa é uma etapa importante do processo investigativo, pois determinará como os dados serão coletados. Segundo Gonçalves (2002, p. 37), o caminho metodológico é o caminho e as ferramentas utilizadas para abordar aspectos da realidade, incluindo conceitos teóricos, técnicas de pesquisa e a criatividade do pesquisador. O objetivo então foi conectar a visão do lugar como lugar de coisas concretas, com a visão do lugar como lugar de idealização do futuro, com a visão do lugar como lugar onde as pessoas vivem.

Segunda Etapa da pesquisa

  • Contato pessoal
  • Internet
  • Mídia impressa
  • Ponto de venda

Para a comercialização de produtos industrializados, os canais de distribuição são essencialmente o ponto de venda, e os meios de comunicação são as ferramentas utilizadas para promover o produto e garantir o aumento das vendas. Portanto, a pesquisa consistiu nos seguintes canais de distribuição: Contato pessoal, Internet, mídia impressa e ponto de venda. Significa simplesmente que, nesta pesquisa, concluiu-se que estes são os principais canais de distribuição do destino Belo Horizonte, o que permite visualizar como funciona o atrativo Praça da Estação.

Análise do contato pessoal

Percepção do fluxo de visitantes do MAO

Durante seus anos no MAO, Gabriela Araújo Batista desenvolveu a seguinte visão sobre o fluxo de visitantes do MAO. No dia da entrevista com a Comunicação Interna, estava acontecendo uma reunião nacional de enfermagem na cidade e percebi que a lista de visitas do MAO continha registros de enfermeiras. Por fim, do relatório da Assistente de Coordenação do Setor Educacional do MAO, percebe-se que a sua percepção sobre o fluxo de visitantes está fortemente centrada no cidadão como principal usuário do MAO, que é relevante, realmente o público-alvo de qualquer entretenimento, a atividade de lazer e a cultura de uma cidade devem ser seus habitantes.

Meios de comunicação utilizados pelo MAO

Assim, a MAO utiliza outros meios de comunicação e realiza outro tipo de ações promocionais para dar continuidade ao trabalho de distribuição. Ainda em relação à Belotur/Setur, questionou-se como elas se relacionam, se alguma ligação entre elas é reconhecida como destinos e atrativos turísticos, se existem políticas públicas voltadas para trabalhos de divulgação conjunta. Este fato nos dá indícios de que provavelmente o canal de distribuição mais eficaz para gerar fluxo turístico para a Praça da Estação seja o contato pessoal, pois foi apontado pela MAO Comunicação que a maior demanda do local é por pesquisa.

Análise da internet

Análise da mídia impressa

E será essa quantidade que servirá de referência para o fluxo turístico na Praça da Estação. O mais importante aqui é que esse número é real, aliás nos últimos 14 meses 9.729 turistas visitaram a Praça da Estação. Agência Opera BH QtyRoteriosBH apresentou oferta City Tour Praça da Estação está na oferta City Tour Pça Estação Oferta MAO de visita.

Análise do ponto de venda

Perfil da agência de viagens

Operacionalização do atrativo Praça da Estação

Como era de se esperar, todas as agências declararam que estão trabalhando com o atrativo da Praça da Estação. Só uma recepcionista combina a Praça da Estação com outras vias e ninguém tem outra forma de trabalhá-la. O fato de 75% dos agentes de viagens operarem na Praça da Estação indica seu reconhecimento como ícone da identidade de Belo Horizonte, e isso é bom.

Meios de comunicação que utiliza

Procurou-se então criar uma discussão que abrangesse e integrasse todos os elementos envolvidos na Praça da Estação. Foi então definido o quarto objetivo específico: Avaliação dos elementos que formam a ligação entre o atrativo do destino Belo Horizonte/Praça da Estação e o turista. CONVITE PARA PARTICIPAR DA PESQUISA: “BELO HORIZONTE: DA CIDADE PLANEJADA À URBANIZAÇÃO. TURISMO NA PRAÇA DA ESTAÇÃO.".

Seu objetivo é analisar como o atrativo Praça da Estação é utilizado nos canais de distribuição do destino turístico de Belo Horizonte e sua efetividade na geração de fluxo turístico para esse atrativo. Essas campanhas aumentam o número de pessoas que nunca estiveram na Praça da Estação ou que nunca visitaram o Museu de Artes e Ofícios, que vivem em Belo Horizonte a vida toda.

Referências

Documentos relacionados

A atual pesquisa se trata de uma prova de conceito na aplicação do método Yolo em um conjunto de dados sintéticos, que tem como objetivo viabilizar o aprofundamento da pesquisa e