São examinados: um poema visual de José Paulo Paes; o poema "Fantástica", de Alberto de Oliveira; um trecho de "Marabá", de Gonçalves Dias; e outro poema de J. O poema “Sem barra”, de José Paulo Paes, relê esta fábula sob um novo ângulo e desafia a interpretação do leitor.
INGLÊS PARA FINS ESPECÍFICOS E O SUJEITO-ALUNO
REPRESENTAÇÕES ACERCA DO PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM
ENGLISH FOR SPECIFIC PURPOSES AND THE STUDENT
REPRESENTATIONS ABOUT THE TEACHING AND LEARNING PROCESS
- O ensino de Inglês para fins Específicos
- O sujeito-aluno e sua representação de uma boa aula de Inglês
- O sujeito-aluno e sua representação de um bom professor de Inglês
- O sujeito-aluno e sua visão de ensino de Inglês para Fins Específicos
24 aulas de inglês; O sujeito aluno e sua representação de um bom professor de inglês; O sujeito aluno e sua representação do processo de aprendizagem da língua inglesa; O sujeito aluno e sua visão sobre o ensino de inglês para fins específicos. No eixo: "O sujeito aluno e sua representação do processo de aprendizagem da língua inglesa", mostramos como os alunos veem o próprio processo de aprendizagem da língua estrangeira.
A AQUISIÇÃO DO ARTIGO DEFINIDO EM L2 1
THE DEFINITE ARTICLE`S ACQUISITION IN L2
Aquisição de Morfologia Funcional
Do ponto de vista dos autores (Op. Cit.), as formas de ocorrência de NP [+countable] no inglês e no PB são:. De acordo com Krifka et al. 1995) pelos autores (Op. Cit.), existem duas teorias sobre onde ocorre a geração. 44 Segundo os autores (Op. Cit.), o facto de um IndefS apresentar uma leitura genérica como em um bailarino é um artista, mas não poder aparecer com um predicado de espécie como em # falta um homem, leva-os a pensar que a leitura genérica se origina ao nível da frase e não ao nível do SN.
Em seu experimento, os autores (op. cit.) comprovam as seguintes afirmações de Dayal (2004) em relação ao inglês, PB e espanhol:. Para a autora (op. cit.), para ser considerado um determinante, o elemento deve assumir a posição D. Para ela (op. cit.), o determinante em inglês pode, na maioria das vezes, ser usado apenas em contextos que representem uma característica de domesticidade, o que ela discorda de Lewis (1979 apud Gillon (2009), que acredita que sua suposição (de familiaridade) já é suficiente para justificar o uso do determinante em inglês, como diz Gillon (2009).
O autor (Op. Cit.) ainda enfatiza o problema do que se entende por determinantes, pois a literatura tradicional considera quantificadores e demonstradores29 como D, embora não ocupem a mesma posição sintática ou as mesmas características semânticas dos determinantes.
A Especificidade
Enquanto propriedades não interpretáveis, formais, - em outras palavras - desempenham um papel na derivação sintática e na interface do componente fonológico - mas não na interface do componente sintático, uma vez que não são objetos interpretáveis nesta interface, devem ser removidos (verificados, excluídos) do cálculo antes que a derivação atinja LF30. Em relação aos traços semânticos intrínsecos à composição lexical, Lopes (2006) ilustra a propriedade de animacidade de menino como [+ animado]; e ilustra as características de especificidade e definição como uma interpretação semântica computacional. Segundo o autor (op. cit.), não deve haver problema na obtenção de propriedades interpretáveis.
Os recursos interpretáveis estão disponíveis no SLA, mas (hipótese) os não interpretáveis não, pois estão sujeitos ao período crítico, segundo Lopes (2006) apud Sánchez (2004); Tsimpli (2004); entre outros. Na visão de Lopes (2006), os traços interpretáveis desempenham um papel na aquisição da linguagem, e essa aquisição é local, ou seja, dependente de contextos sintáticos limitados (Lopes, 2006, p. 3). Segundo Lopes (2006), a interação entre a especificidade da propriedade e a animação é contraditória, o que dificulta a aquisição da primeira, pois são propriedades interpretáveis e não interpretáveis.
A hipótese deste artigo é que assim como há um conflito entre os traços de vivacidade e especificidade, também existe tal relação quanto aos traços de definitude e especificidade quando se trata da aquisição do artigo definido por adultos brasileiros, como ocorre no contexto em que os russos adquirem o artigo definido em inglês, conforme dados de Ionin et al.
O LIRISMO DO CAIPIRA: ANÁLISE DA CANÇÃO VOCÊ VAI GOSTAR, DE ELPÍDIO DOS SANTOS
THE LYRICISM OF CAIPIRA: ANALYSIS OF THE SONG VOCÊ VAI GOSTAR, BY ELPÍDIO DOS SANTOS
Casinha pequenina
Percebemos algumas semelhanças entre Casinha pequenina e Você vai bem, pois as duas músicas remetem a um cenário de paz e tranquilidade, que pode ser percebido até na suavidade das melodias. E as letras, cada uma com seus detalhes, contam histórias de amor envolvendo a figura da casinha, que quase forma o aconchego de um ninho. 76 no final do século XIX, é um gênero urbano e, portanto, tem mais liberdade para descrever assuntos amorosos.
Nesse sentido, podemos notar que o sujeito é muito mais ousado na descrição de seus sentimentos pela amada do que na canção que vai gostar. Há dúvidas sobre a autoria de Casinha Pequenina, mas as pesquisas já feitas, citadas por Severiano e Mello, identificam dois prováveis compositores. Já em Você Vai Curtir não há dúvidas de que é um homem que se declara para uma mulher.
Numa perspetiva geral, notamos que a Casinha pequenina está inteiramente estruturada em memórias do passado, enquanto a canção de Elpídio dos Santos é essencialmente uma previsão e um desejo de felicidade para o futuro.
Casa no campo
77 Semelhante ao ideal apresentado em Você vai gostar, o eu lírico na música Casa no campo também apresenta o desejo de viver entre as coisas simples do universo rural, como podemos perceber nos versos Quero uma casa no campo / Onde eu possa ficar do tamanho da paz / (..) Quero ovelhas e cabras pastando solenemente no meu jardim / (..) Quero uma casa no campo / Do tamanho ideal, pau-a-pique e junco. Elementos do universo urbano também aparecem na letra de Zé Rodrix, porque não se trata de uma música do meio rural. Essa vontade de morar em um lugar remoto, longe dos conflitos da cidade grande, funciona mais como uma espécie de fuga diante de um cenário de repressão que o país atravessava na época, do que um amor pelos encantos da natureza.
Em Você Vai Gostar, o sujeito realmente expressa um desejo genuíno de fazer parte daquele cenário com a formação de uma família nos moldes da vida rural tradicional. Em Casa no campo, apesar do desejo de alguns elementos da vida rural, como descrito acima, o letrista não quer os valores urbanos, expressos em versos como Quero uma casa no campo/ Onde eu possa juntar muitas pedras caipiras/ (..) Quero esperança com óculos/ E um filho da cuca bonzinho/ (..) Onde eu possa plantar e não gravar mais nada/ (..) Onde eu possa plantar e gravar meus amigos/ E um lindo filho de uma cuca abandonada. É uma atitude mais libertária, em sintonia com a juventude urbana dos anos 1970, em que o narrador almeja plantar amigos, discos e livros, ou seja, uma espécie de busca, em tom ansioso, de um sentido para a realidade naquele contexto.
Nesse sentido, a partir da descrição das cenas de You Will Like It, podemos dizer que a própria lírica é, antagonicamente, um assunto 100% rural.
Casinha branca
Casinha Branca também deve muito de seu sucesso à sua inclusão na trilha sonora da novela Marron Glacé, exibida naquele mesmo ano pela Rede Globo. Conforme mencionado no início da segunda parte deste estudo, a música Você vai estar também é conhecida como Casinha Branca e Lá no pé da serra, havendo inclusive gravações fonográficas da música com esses dois outros nomes. O fato é que essa idiossincrasia referente ao nome Casinha Branca ainda faz com que muitos confundam as duas músicas com o mesmo nome, sendo comum em buscas na internet encontrar referências à letra de Casinha Branca, de Gilson, citada como escrita por Elpídio dos Santos.
As duas canções utilizam o conceito de "casinha branca" como representação da simplicidade, com o intuito de relacionar essa qualidade a uma vida feliz e harmoniosa. Assim, a referência à casa simples em meio à natureza como expressão desses sentimentos, sintetizada na concepção da “casinha branca”, figura no imaginário popular, veiculando a idealização da vida no campo como símbolo de felicidade plena. 79 um lugar de mata verde/ Plantar e colher/ Ter uma casa branca com alpendre/ Um quintal e uma janela/ Ver o sol nascer.
Na canção de Elpídio dos Santos podemos ver essa intenção, por exemplo nos versos Fiz uma casinha branca / Bem no pé da montanha / Para nós dois morarmos / (..) O lugar é lindo / Tenho certeza / Você vai gostar.
A cidade e as serras
Porém, não se pode negar que a simplicidade das canções, tanto Você vai gor quanto Casinha Branca, demonstram de forma bela a vontade de viver melhor, a busca de uma existência em harmonia consigo mesmo. Nesse raciocínio proposto por Eça, que então defende a superioridade do campo sobre a cidade em termos de sua capacidade de proporcionar condições para uma existência mais construtiva, podemos relacionar essas características à mensagem de vida simples representada pela música Você vai bem. Ao analisar o comportamento dos personagens de A Cidade e a Serra e Você Vai Gostar, percebemos que não há determinismo no livro, pois o ambiente em que Jacinto viveu oferecia-lhe condições para que ele pudesse transformar radicalmente seu modo de vida em determinado momento, com possibilidade de tomar as rédeas de seu destino.
You'll like it explora elementos de uma atmosfera sentimental, na qual o eu lírico desdobra, em seu jeito simples de camponês, uma atitude cavalheiresca para com sua amante, como vemos nos versos: Te levo de bom grado / De braço dado /. E partindo do princípio de que o propósito de Você vai estar é destacar os benefícios advindos de uma vida simples no campo, é plausível enfatizar apenas as vantagens da simplicidade rural, ainda que com certa intensidade. Disponível em:
Disponível em:
MINORIAS EM NARRATIVAS JUVENIS GALEGAS: UMA LEITURA DE ILLA SOIDADE, DE AN ALFAYA
Além desses temas, a narrativa de Alfaya, elencada neste estudo, trata de um tema delicado e pouco visível nas produções para o público relevante: a vida dos moradores de rua, que, assim como outros elementos textuais, serão brevemente explanados a seguir. Intercalada com a história de Soa, a vida de Lúcia, que mora com os pais, donos de um bar, é apresentada em frente à Praça dos Mistos, local por onde vivem e passam muitos moradores de rua, inclusive Soidade. Depois, e de um modo geral, verifica-se sobretudo uma predominância da linguagem coloquial nos diálogos e no diário de Soidade.
Além disso, eles têm um bar, perto da Praça dos Mistos, onde ficam os mendigos e sobre eles os pais da jovem têm opiniões divergentes. Note-se, ainda que brevemente, que Illa Soidade faz uma analogia entre as personagens da obra francesa - sabe-se que é uma obra densa e complexa - e as desta obra galega, sobretudo no que diz respeito à pobreza e às más condições de vida que vivem em ambos os livros. Lucía sempre pensava nisso e no dia de sua viagem, o simples fato de um passageiro colocar seus fones de ouvido, assim como ela mesma havia feito, fez com que a menina “[..]
Por fim, o título da obra, o banco na capa e o nome do morador da rua Soidade (ou Soa) simbolizam e reforçam não só a ideia de solidão em geral, mas também aquela representada principalmente pelas condições de vida levadas por mendigos que estão à margem da sociedade.