Coeficiente de correlação de Pearson para refletância e elementos majoritários dos solos de Feira de Santana. Coeficiente de correlação de Pearson para continuidade removida e elementos maiores dos solos de Feira de Santana.
INTRODUÇÃO
- APRESENTAÇÃO
- OBJETIVO GERAL
- OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- QUESTÃO PROBLEMA
- HIPÓTESE
- JUSTIFICATIVA
- REFERÊNCIAS
Neste cenário, a ciência do solo necessita cada vez mais de técnicas analíticas de baixo custo para avaliação de propriedades. Variabilidade espacial da fertilidade do solo em área cultivada com algodão no cerrado brasileiro.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO
- Solos
- Litologia
- Uso e ocupação da terra
- Geomorfologia
- Altitude
No norte do município existem classes de Latossolos Amarelos (LAd) que são solos muito uniformes em termos de cor, estrutura e textura; são profundos e muito profundos, bem drenados, com predomínio de textura argilosa e muito argilosa e horizontes de transição apresentando coesão (EMBRAPA, 2018). Em Feira de Santana as elevações são mais variáveis na parte oeste em comparação com a parte leste do município (Figura 6).
A VARIABILIDADE ESPACIAL DE ELEMENTOS QUÍMICOS NOS SOLOS
- Influência do clima
- Influência do relevo
- Influência do material de origem
- Influência dos Fatores Antrópicos
O material de origem tem grande influência no desenvolvimento e distribuição do solo, bem como em suas propriedades químicas (SHAW et al., 2004). Portanto, o material de origem é de primordial importância para as propriedades químicas do solo e pode afetar sua variabilidade espacial (OLIVEIRA et al., 1992; BRADY, 2013).
SENSORIAMENTO REMOTO E ESPECTRORRADIOMETRIA DE SOLOS
- Sensoriamento Remoto e radiação eletromagnética
- Espectrorradiometria de Solos
Ao observar a assinatura espectral de um determinado alvo, diversos estudos podem ser realizados, como estudos de solos (DEMATÊ, 2004; BELLINASO et al., 2010; VISCARRA-ROSSEL et al., 2006). Muitas técnicas convencionais de análise de solo são utilizadas na tentativa de determinar a relação entre as propriedades físicas e químicas do solo e os componentes individuais do solo, muitas vezes ignorando suas complexas interações multicomponentes (VISCARRA-ROSSEL et al., 2006). Em muitos estudos recentes, o uso de técnicas espectrorradiométricas tem ganhado muita atenção, principalmente porque essas técnicas provaram ser mais rápidas e baratas, e ganharam credibilidade na comunidade científica (BELLINASO et al., 2010).
A espectroscopia de refletância pode ser muito útil na avaliação de variações específicas do solo em profundidade (de diferentes camadas ou horizontes do solo) devido à interação da luz com as propriedades do solo, refletindo dados internos relacionados a elas (DEMATTÊ et al., 2014). Também pode ser utilizado como alternativa para a quantificação de atributos como matéria orgânica do solo (MOS) (DOTTO et al., 2014) e para a caracterização granulométrica de amostras de solos de diferentes classes texturais (FRANCESCHINI et al., 2013 e DOTTO , et al., 2014), entre outros. Nesse sentido, dados espectrais podem ser utilizados para quantificar atributos do solo, utilizando técnicas estatísticas para discriminar a resposta desses atributos com base em suas características espectrais (VISCARRA ROSSEL et al., 2006).
Demmatê et al., (2016) que estudaram a qualidade de modelos de predição de propriedades do solo, como módulos de regressão de mínimos quadrados parciais (PLS) e regressão de estrutura latente (PLSR).
A GEOESTATÍSTICA
- Semivariograma
- Krigagem
O semivariograma é a parte central dos estudos geoestatísticos, sendo capaz de descrever tanto qualitativa quanto quantitativamente a variação espacial, além de ser o ponto chave na determinação do preditor geoestatístico krigagem (MELLO et al., 2005). O próximo passo é ajustar uma função matemática que expresse a estrutura de dependência espacial da característica avaliada no semivariograma. A Figura 8 exemplifica as características de um semivariograma, observa-se que os pontos geograficamente mais próximos possuem um comportamento mais semelhante entre si do que aqueles separados por distâncias maiores.
O Nível (c) está correlacionado com a extensão e considera-se que a partir deste ponto não existe mais dependência espacial. O efeito pepita (C0) mostra a descontinuidade do semivariograma para distâncias menores que a menor distância entre amostras. O princípio da Krigagem é ponderar os vizinhos mais próximos do ponto a ser estimado, obedecendo ao critério não-viesado, o que significa que a diferença entre os valores estimados e observados para um mesmo ponto deve ser zero em média e ter variância mínima, ou seja , que os estimadores apresentam a menor variância entre todos os estimadores imparciais (GREGO et al., 2014).
A krigagem leva em consideração o número de amostras utilizadas, as posições das amostras na área a ser avaliada, as distâncias entre as amostras e a área a ser estimada, e
ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA DA ESPECTRORRADIOMETRIA E
- RESUMO
- ABSTRACT
- INTRODUÇÃO
- MÉTODOS
- RESULTADOS E DISCUSSÃO
- CONCLUSÃO
Esses recursos informatizados possibilitaram o acesso e a manipulação de grandes volumes de dados (LIMA et al., 2010). A utilização de sensores terrestres na aquisição de dados espectrais terrestres tem favorecido a caracterização e o avanço de técnicas de quantificação de atributos (BELLINASO et al., 2010). Nessa perspectiva, este trabalho tem como objetivo analisar publicações multitemporais em revistas científicas sobre espectrorradiometria de solos e geoestatística de solos, numa escala de tempo de 10 anos.
Os estudos sobre espectrorradiometria de solos têm crescido exponencialmente desde o início dos anos 2000, fato identificado na evolução temporal das publicações que abordam esse tema em todo o mundo (Figura 9). Analisando a rede semântica, entre os países que mais publicaram sobre o tema espectroradiometria de solos de 2007 a 2017, destacam-se os Estados Unidos, o Canadá e o Reino Unido desde 2007. Países que mais publicaram artigos no mundo sobre o tópico de espectroradiometria terrestre durante os anos 2007-2017.
Países que mais publicaram nas revistas científicas do mundo cobrindo o tema Geoestatística da Terra de 2007 a 2017.
Variabilidade espacial de parâmetros físico-químicos e biofísicos do solo no cultivo do sorgo. Variabilidade espacial de atributos químicos do solo sob cafeeiro conilon: relação com estrutura, matéria orgânica e relevo. DIAS, L.F.; LOBÃO, J.S.B.; MACHADO, R.A.S.; Mapa de uso e ocupação do solo no município de Feira de Santana-BA.
Abordagens semiquantitativas e quantitativas na avaliação da textura do solo por espectroscopia de reflectância bidirecional em VIS-NIR-SWIR. Caracterização e comparação do comportamento espectral de propriedades do solo adquiridas por sensores orbitais (ASTER e TM) e terrestres (IRIS). Variação espacial do pH, Ca, Mg e V% do solo em diferentes acidentes geográficos sob cultivo de cana-de-açúcar.
Variabilidade espacial de propriedades físicas e químicas relacionadas ao estado de agregação de dois latossolos cultivados em sistema de semeadura direta.
RESUMO
ABSTRACT
INTRODUÇÃO
MATERIAIS E MÉTODOS
- Área de estudo
- Coleta de amostras
- Análise química de solos com verificação de outliers e estatística descritiva dos
- Cálculo do tamanho do pixel e definição do interpolador
- Ajuste dos semivariogramas experimentais
- Espacialização dos resultados por meio da Krigagem Ordinária e critérios para a
Foram realizadas análises químicas que determinaram a concentração total dos principais elementos: fósforo (P), potássio (K), magnésio (Mg), cálcio (Ca) e sódio (Na). O tamanho dos pixels é uma etapa fundamental na definição da resolução espacial de um mapa, levando em consideração a quantidade de pontos amostrados (SILVA, 2018). Neste sentido, o tamanho do pixel da área de estudo foi determinado levando em consideração o número de amostras coletadas e o tamanho da área.
O tamanho do pixel para modelagem de elementos maiores foi definido observando o tamanho da área de estudo, que corresponde a metros, e o número de amostras coletadas, que foi 74. Portanto, o tamanho do pixel para representação da realidade proposta foi de 332 metros, é a expressão escalar de distribuição de elementos maiores no terreno de Feira de Santana que está representada neste trabalho. Nessa perspectiva, foram avaliados os interpoladores Curvatura Mínima, Quadrado Inverso da Distância e Krigagem, sendo observado que o interpolador apresentou o menor número de resíduos nos resultados da análise.
Os critérios utilizados para classificar os elementos maiores em baixo, médio, médio alto e alto foram os da Embrapa (2015).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
O coeficiente de variação (CV) seria uma medida de dispersão criada para estimar a precisão dos experimentos e representa o desvio padrão expresso em porcentagem da média, quanto menor o CV, maior será a homogeneidade entre os dados (MOHALLEM et al. , 2008). Observa-se que valores de curtose teórica próximos a 3 indicam a normalidade dos dados (CARVALHO et al., 2002). As áreas com alta prevalência estão principalmente nas regiões oeste, sudeste e norte do município.
As áreas com valores de distribuição mais baixos concentram-se principalmente na parte oriental e em alguns locais no sudeste. O potássio é o segundo nutriente mineral, depois do nitrogênio, que as espécies vegetais necessitam em maior quantidade (ROSOLEM et al., 2006). É possível que a disponibilidade deste elemento químico esteja mais relacionada com a composição mineralógica do solo (MELO et al., 2004).
O excesso de Na+ pode causar o processo de salinização do solo e limitar o rendimento das culturas (LIMA et al., 2008).
CONCLUSÃO
Efeito da adição de diferentes fontes de cálcio na movimentação de cátions em colunas de solo. Fontes de Potássio em Solos de Caulinita Distroférrica Derivados de Basalto no Rio Grande do Sul. ORTIZ, J.O.; Análise de risco na fase de planejamento em sistemas de produção agrícola por simulação geoestatística condicionada.
ROSOLEM, CA; SANTOS, F.P.; FOLONI, JSS; CALONEGO, J.C.; Potássio no solo como resultado da adubação com palha de milheto e chuva simulada. Fatores que afetam a disponibilidade de fósforo e o manejo da adubação fosfatada no solo em sistemas de plantio direto. Avaliação quantitativa do conforto térmico em uma cidade em zona de transição climática: Feira de Santana-Bahia, Brasil.
SANTO, S. M.; SILVA, B.C.M.N.; SANTOS, RL; FERNANDES, R.B.; População e meio ambiente no limiar do século XXI na cidade de Feira de Santana (Bahia-Brasil).
RESUMO
ABSTRACT
INTRODUÇÃO
MATERIAL E MÉTODOS
- Área de estudo
- Coleta de amostras
- Preparação das amostras para as leituras espectrais
- Avaliação espectral
- Tratamento espectral
- Identificação de minerais
- Avaliação química das amostras
- Correlação linear entre os dados espectrais e químicos de solo
- Fluxograma de atividade
A fase de preparação das amostras ocorreu no Laboratório de Sensoriamento Remoto e Espectrorradiometria (Labespectro) da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). As amostras de solo coletadas foram peneiradas em malha de 2 mm conforme Embrapa (2011). Nesse sentido, a refletância e os valores contínuos removidos de cada banda das curvas espectrais foram exportados para o formato da biblioteca espectral para cálculo da profundidade do recurso.
O cálculo da profundidade do recurso foi realizado no Excel utilizando a fórmula do valor da banda contínua removida menos o valor 1. Como resultado, valores com profundidade do recurso próximo a 1 são considerados como tendo maior teor do elemento químico que reage espectralmente na absorção espectral, enquanto valores com níveis mais baixos do elemento químico são próximos de 0. Para a correlação entre os espectros e a química do solo, foi utilizado o coeficiente de correlação de Pearson (R), que é uma medida de relação linear entre as variáveis, mostrando seu grau de associação (FILHO & JÚNIOR, 2009).
Nessa perspectiva, os valores de refletância, contínuo removido e profundidade de feição dos espectros foram utilizados para uma correlação linear de Pearson entre os elementos majoritários Fósforo (P), Potássio (K), Magnésio (Mg), Cálcio (Ca) e Sódio (At).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Coeficiente de correlação de Pearson para profundidade de feições e elementos principais dos solos de Feira de Santana. Comportamento espectral de solos de Feira de Santana contendo Goethita, mineral de referência do USGS. Comportamento espectral de Chernosossolos de Feira de Santana-BA com minerais de referência do USGS.
Comportamento espectral de Latossolos de Feira de Santana-BA com minerais de referência do USGS. Comportamento espectral de Neossolos de Feira de Santana-Ba com minerais de referência do USGS. Comportamento espectral dos Argissolos Amarelos de Feira de Santana-Ba com minerais de referência do USGS.
Comportamento espectral de Argissolos vermelho-amarelos de Feira de Santana-Ba com minerais de referência do USGS.
CONCLUSÃO
Projeto Cadastro de Diagnóstico de Fontes de Abastecimento de Água Subterrânea do Município de Feira de Santana - Bahia / Organizado [por] VIEIRA. DEMATTÊ, J.A.M.; ESPIHANIO, J.C.; FORMAGGIO, A.R.; Influência da matéria orgânica e das formas de ferro na refletância de solos tropicais. Análise quimiométrica de solos na determinação de bandas específicas para detecção de magnésio e potássio por espectroscopia.
DIAS, L.F.; LOBÃO, J.S.B.; Um Olhar sobre o Município de Feira de Santana: Geografia e Geoprocessamento no Contexto Socioambiental. Disponível em: <
Ministrou o curso de Manejo e Conservação do Solo e da Água promovido pela Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado da Bahia – SFA-BA.
QUÍMICA DE SOLOS
REFLECTÂNCIA
CONTÍNUO REMOVIDO
PROFUNDIDADE DE FEIÇÃO