CONCEITO E PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA
- Princípio da Legalidade ....................................Erro! Indicador não definido
- Princípio da Moralidade
- Princípio da Publicidade
- Princípio da Eficiência
- Princípio da Preponderância do Interesse Público
- Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público
- Princípio da Proporcionalidade
- Princípio da Motivação
O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado coloca em sobreposição os interesses da Administração Pública. O princípio da motivação exige que a Administração Pública demonstre a base factual e jurídica das suas decisões.
HISTÓRICO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA DIRETA
- ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA FEDERAL
- ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA ESTADUAL
- ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA MUNICIPAL
- ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA DO DISTRITO FEDERAL
- DESCONCENTRAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
Além da liderança política do país, o Presidente da República exerce a gestão geral da administração federal, com o auxílio dos ministros de estado (conforme fornecido pelo inc. É exercido o chefe do diretor executivo do distrito federal pelo governador, que também exerce a direção geral da administração.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA
- AUTARQUIA
- FUNDAÇÃO
- EMPRESA PÚBLICA
- SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA
Pode ser constituída de direito público ou com a qualidade de pessoa jurídica de direito privado. A Empresa Pública é dotada de pessoa jurídica de direito privado, criada com competência em lei específica, com patrimônio próprio e capital social exclusivamente público, para fins de exploração de atividade econômica exercida pelo poder público em caráter contingencial ou por conveniência administrativa. 900/69, já definiu a empresa pública como “a entidade que tem a qualidade de pessoa colectiva de direito privado, com património público e capital exclusivo na União, criada por lei para a exploração de actividade económica” (art. 5º, II).
A Portaria 900/69 já definiu Sociedade Econômica Mista como “a pessoa jurídica de direito privado, constituída por lei, para fins de pesquisa de atividade econômica, sob a forma de sociedade, cuja maioria das ações com direito a voto pertencente à União ou entidade da administração indireta". Economia mista é a pessoa jurídica de direito privado, constituída mediante autorização legal, sob a forma de sociedade anônima, para fins de pesquisa de atividade econômica ou serviço de interesse comum, sob controle majoritário de pessoa jurídica direta. ou administração pública indireta.
ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO
PRINCIPIO DA CONTINUIDADE
P RINCÍPIO DA INDISPONIBILIDADE DO INTERESSE PÚBLICO ... E RRO ! I NDICADOR NÃO
Compete à ANEEL o desempenho das funções inerentes ao poder de prestação de serviços públicos no domínio da energia elétrica e da utilização das capacidades de energia elétrica (art. 3º, II, Lei nº, com base no art. Ressalte-se que mesmo a competência do O Conselho de Política Energética Nacional no que diz respeito ao estabelecimento de uma política pública geral para o setor tem por objetivo apenas propô-la ao Presidente da República (art. 2º, caput, lei nº 9.478/97). à Agência para aprovar o registro e funcionamento de seguradoras privadas de saúde (art. 4º XX e XXII, Lei nº e art.
Compete ainda à ANA conceder, mediante licença, o direito de uso de recursos hídricos em corpos hídricos sob controle da União (art. 4º, IV, Lei nº 9.984/00). Como sabemos, o sistema brasileiro é um sistema de jurisdição única, o que significa que vigora o princípio da inevitabilidade do acesso à justiça (artigo 5º. XXXV CF).
Princípio igualdade dos usuários
- Princípio da universalidade
- Princípio da neutralidade
HISTÓRICO DO SERVIÇO PÚBLICO
Os serviços industriais são impróprios para o Estado, pois constituem atividade econômica que só pode ser investigada diretamente pelo Poder Público quando for “necessária aos imperativos de segurança nacional ou de interesse coletivo relevante, nos termos da lei” (art. 173 da Lei). FC). 0,97. As responsabilidades da ANATEL incluem a implementação da política nacional de telecomunicações, o exercício das funções do Poder Concedente no setor (por exemplo, a celebração de contratos de concessão), a edição de regras relativas à concessão de serviços no regime público e à prestação de serviços no regime privado, regulamenta os padrões dos equipamentos utilizados pelos prestadores de serviços de telecomunicações e emite normas que asseguram a interligação entre redes, como instrumento de garantia da concorrência no sector (art. 19).135. 8 e 19, Lei nº. que exerce ampla e permanente regulação e fiscalização sobre os mais diversos aspectos de suas atividades, e ainda estabelece as condições gerais para o exercício de cargos de administração nessas sociedades (art. 4º, II a VII, XVIII, XXIII a XXXI e § 2º, Lei nº 9.961/00).
Suas principais funções consistem em fiscalizar a implementação da Política Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (art. 4º, I, Lei nº, estabelecendo, inclusive, as normas de controle e avaliação de seus instrumentos (art. 4º, I Lei nº e as condições de funcionamento ) de reservatórios por agentes públicos e privados, com o objetivo de garantir o uso múltiplo dos recursos hídricos (art. 4º, XII, Lei nº 9.984/00) 9.472/97, que instituiu a ANATEL, qualifica-a como “autoridade administrativa independente "(art. 4º) e permite a perda do mandato de seus dirigentes apenas nos casos mencionados no art.
CLASSIFICAÇÕES DO SERVIÇO PÚBLICO
- SERVIÇOS PÚBLICOS PROPRIAMENTE DITOS
- SERVIÇOS DE UTILIDADE PÚBLICA
- SERVIÇOS PRÓPRIOS DO ESTADO
- SERVIÇOS IMPRÓPRIOS DO ESTADO
- SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS
- SERVIÇOS INDUSTRIAIS
- SERVIÇOS UTI UNIVERSI OU GERAIS
- SERVIÇOS UTI SINGULI OU INDIVIDUAIS
REQUISITOS
- REGULARIDADE
- CONTINUIDADE
- EFICIÊNCIA
- SEGURANÇA
- ATUALIDADE
- GENERALIDADE
- CORTESIA
- MODICIDADE
A regularidade exige que os serviços sejam prestados de acordo com os padrões de qualidade e quantidade impostos pela administração pública, tendo em conta o número e as necessidades dos utilizadores, respeitando também as condições técnicas exigidas pela própria natureza do serviço público e pelas condições da sua prestação. 104. A eficiência exige que os responsáveis pelo Serviço Público estejam extremamente preocupados com os bons resultados práticos dos serviços que se espera que ofereçam aos usuários. O Serviço Público deve ser prestado aos utilizadores de forma segura, tendo em conta a natureza do serviço.
Nada deve ser esquecido se puder de alguma forma pôr em perigo os utilizadores do Serviço Público ou terceiros, ou mesmo bens públicos ou privados. Quem presta o Serviço Público é obrigado a prestar tratamento urbano, sem o desprezo de quem o presta.
FORMAS DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO
- CONCEITO
- AS DIVERSAS ESPÉCIES DE CONCESSÃO DE SERVIÇO PÚBLICO
- Concessão exclusivamente de Serviço Público
- Concessão de Serviço Público antecedida da execução de Obra
- Concessão de exploração de Obra Pública a ser edificada
- A Concessão da exploração de obras já existentes
- AS CONCESSÕES PRÓPRIAS E AS IMPRÓRPIAS
- A concessão-descentralização
- A concessão convênio
- A exploração da concessão como atividade econômica
3.692/00, que integra o Sistema Nacional de Gestão de Recursos Hídricos, cujo principal diploma é a Lei nº. No exercício de suas atribuições deverá cumprir a Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída pela Lei nº. A Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ foram criadas pela Lei nº.
Institui a Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, que regulamenta o regime de concessões dos serviços públicos de energia elétrica. Regula a política energética nacional, as atividades relacionadas com o monopólio petrolífero, institui o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional do Petróleo.
HISTÓRICO
Acabando total ou parcialmente com o monopólio estatal de determinados serviços públicos e outras atividades e transferindo total ou parcialmente o desempenho desses serviços e atividades para o setor privado. Assim, por exemplo, a alteração constitucional 8/95 permitiu à União ou ao sector privado investigar directamente os serviços de telecomunicações que eram anteriormente monopolizados, através de autorização, permissão ou concessão, e previu a criação por lei de um órgão regulador apropriado. Os Estados Unidos ficaram sob influência inglesa e, a partir de 1887, com a criação da Comissão de Comércio Interestadual, começaram a proliferação de agências que regulamentavam atividades, impunham deveres e aplicavam sanções; A FDA (Food and Drugs Administration), responsável por regulamentar, monitorar e punir a produção e comercialização de alimentos, cosméticos e medicamentos, ganhou grande fama.
FUNÇÕES
Após a instituição do programa, em 1997, foram criadas a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), a ANP (Agência Nacional do Petróleo) e a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), todas para regulação e controle de atividades anteriormente exercidas pelo governo. Estado como monopólio. A atribuição às entidades privadas do direito de exercício de uma actividade essencialmente pública deu-se através da Lei de Concessão de Serviços Públicos, que regulamenta a concessão destes serviços anteriormente exercida pelo Estado. Essa lei garantiu a proteção dos usuários desses serviços e garantiu-lhes o direito de receber do poder concedente e da concessionária todas as informações necessárias à defesa dos interesses individuais e coletivos, bem como o direito de denunciar quaisquer irregularidades.
A criação de agências especializadas ocorreu nos níveis federal e estadual, sendo as primeiras criadas com o objetivo de regular serviços de rede de grande escala e serviços de interesse nacional e as últimas tendo autoridade para regular todos os serviços prestados ou autorizados pelos Estados-Membros. e municípios. , para melhor se adaptar às realidades regionais. Em última análise, a função primordial dos reguladores para o autor é compatibilizar a qualidade do serviço prestado com a tarifa a pagar. Tais elementos devem ser equivalentes e atender às necessidades da sociedade, equiparando o serviço desejável ao preço disponível para troca. fora.
AGÊNCIAS REGULADORAS EM ESPÉCIE
- AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL
- AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES – ANATEL
- AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO
- AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA
- AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR – ANS
- AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS – ANA
- AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES – ANTT e
- AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA
- AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL – ANAC
As competências do setor são partilhadas pela agência, pelo Presidente da República e pelo Conselho Nacional de Política Energética. Diversas organizações e entidades federais, estaduais, municipais, governamentais, semigovernamentais e da sociedade civil estão envolvidas na implementação desta política (artigos 32 a 48, Lei nº 9.433/97). A ANA possui, portanto, autoridade nacional, relativa à implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos, e autoridade federal rigorosa para outorga de uso das águas da União.
10.233/01, que possuem modelos e competências paralelos, cada um em seu âmbito, atuando administrativamente de forma independente, mas levando em consideração as políticas formuladas pelo Conselho Nacional de Integração das Políticas de Transportes e pelo Ministério dos Transportes (artigos 20 e 21, § 2). A área de atuação da ANTT é o transporte ferroviário de passageiros e cargas em todo o sistema de transporte nacional; exploração da infra-estrutura ferroviária e aluguer de activos operacionais adequados; transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros; transporte rodoviário de mercadorias; utilização da infraestrutura rodoviária federal; transporte multimodal; e transporte de cargas especiais e perigosas nas estradas federais (artigo 22).
AGÊNCIAS REGULADORAS ESTADUAIS
- AGÊNCIA CATARINENSE DE REGULAÇÃO E CONTROLE – SC / ARCO
AGÊNCIAS REGULADORAS MUNICIPAIS
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E MODO DE FUNCIONAMENTO
A independência em relação ao Poder Judiciário é praticamente inexistente, pois o órgão pode resolver conflitos em última instância administrativa, da mesma forma que outros órgãos administrativos, mas não impede e não pode impedir o controle de suas decisões pelo Poder Judiciário.155. Portanto, qualquer tipo de lesão ou ameaça de lesão pode ser levada a tribunal de forma independente. A atual Constituição eliminou a necessidade de jurisdição condicional (ou agência administrativa compulsória) para que não haja exigência de esgotamento da esfera administrativa para posterior ingresso e avaliação pelo Poder Judiciário156.
Reforma do Estado: o papel das agências reguladoras e fiscalizadoras, em: Agências reguladoras, Alexandre de Moraes (organizador). Também não há necessidade de falar em independência do poder legislativo, uma vez que os atos normativos dessas entidades não podem em caso algum entrar em conflito com as normas constitucionais e legais, uma vez que têm dentro de si limites de atuação próprios, e ainda estão sob o controle do Congresso conforme a leitura do art.
CONTROLE PELO PODER EXECUTIVO E JUDICIÁRIO
Dispõe sobre a organização da Administração Federal. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 27 de fevereiro de 1967. Dispõe sobre o procedimento administrativo para aplicação de penalidades por infrações cometidas em atividades relacionadas à indústria do petróleo e ao abastecimento nacional de combustíveis. Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacional de Gestão de Recursos Hídricos, regulamenta o inciso XIX do artigo.
Dispõe sobre a criação da Agência Nacional de Águas - ANA, ente federal responsável pela execução da Política Nacional de Recursos Hídricos e pela coordenação do Sistema Nacional de Gestão de Recursos Hídricos. Dispor sobre a reestruturação do transporte aquaviário e terrestre, criar o Conselho Nacional de Integração das Políticas de Transportes, a Agência Nacional de Transportes Terrestres, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes.