As entidades da administração desportiva nacional podem, nos termos dos seus estatutos, filiar-se entidades da administração regional e entidades de prática desportiva. 2º A entidade de administração desportiva será obrigada a exigir à entidade formadora desportiva a prova do visto de trabalho do atleta nacional.
Da Ordem Esportiva
O Supremo Tribunal de Justiça Desportiva e o Tribunal de Justiça Desportiva serão compostos por nove membros, sendo: 30. IV – multas disciplinares aplicadas a atletas profissionais pelos sujeitos da prática desportiva, entidades de administração desportiva ou órgãos de justiça desportiva.
Do Bingo
A entidade desportiva receberá um percentual mínimo de sete por cento da receita bruta da sala de bingo ou bingo ocasional. É proibida a instalação de qualquer tipo de caça-níqueis ou jogos eletrônicos nas salas de bingo.
Disposições Gerais
É instituído o Dia do Esporte, que será comemorado no dia 23 de junho, Dia Mundial do Esporte Olímpico. O nome e os símbolos da administração desportiva ou da prática desportiva, bem como o nome ou apelido desportivo do atleta profissional, são de sua propriedade exclusiva, com proteção legal, válidos em todo o território nacional, por tempo indeterminado, sem necessidade de registo ou aprovação em a autoridade competente. Os árbitros e assistentes de árbitros podem constituir entidades nacionais e estaduais, por modalidade desportiva ou grupo de modalidades, para efeitos de recrutamento, formação e prestação de serviços a entidades administrativas desportivas.
Nos campeonatos gerais ou torneios com mais de uma divisão, as unidades administrativas desportivas estabelecerão em seu regulamento o princípio de ingresso e rebaixamento, sempre respeitando critérios técnicos. É vedado aos administradores e membros da direção de unidade desportiva exercer cargo ou função em unidade administrativa desportiva.
Disposições Transitórias
A garantia legal dada às entidades e aos atletas referidos neste artigo permite-lhes a utilização comercial das suas denominações, símbolos, nomes e apelidos. Independentemente da organização de empresa ou entidades, os árbitros e seus assistentes não terão qualquer vínculo laboral com as entidades dirigentes desportivas em que trabalhem, e a sua remuneração como independentes isenta essas entidades de quaisquer outras responsabilidades laborais, seguras e de segurança social. 41 desta lei será obrigatória exclusivamente para atletas e entidades de futebol profissional.36.
O Poder Executivo regulamentará o disposto nesta lei, inclusive a distribuição de recursos, a gradação das multas e os procedimentos para sua aplicação.37 Art.FERNANDO HENRIQUE CARDOSO – Iris Rezende – Pedro Malan – Paulo Renato Souza – Paulo Paiva – Reinhold Stephanes – Edson Arantes desde o nascimento.
Das Disposições Iniciais
2º A suspensão das atividades desqualifica a entidade desportiva de realizar os benefícios contidos no art. 3º É vedado registrar na administração desportiva da modalidade o contrato de trabalho celebrado entre o atleta e a entidade desportiva. II – quando a entidade administrativa convocante o devolver à entidade praticante inadaptada ao exercício da atividade.
A entidade desportiva comunicará à entidade administrativa desportiva o estatuto profissional, semiprofissional ou amador do atleta em formulário normalizado. A participação de atletas profissionais em seleções nacionais será determinada na forma acordada entre a entidade administrativa convocadora e a entidade desportiva adjudicante.
Da Ordem Desportiva
As entidades desportivas serão obrigadas a contratar seguros de acidentes pessoais e profissionais para os atletas profissionais e semiprofissionais que lhes estejam associados, de forma a cobrir os riscos a que estão expostos. As entidades desportivas têm o direito de negociar, autorizar e proibir a gravação, transmissão ou retransmissão de imagens de espetáculos ou eventos desportivos em que participem. 2º O disposto neste artigo não se aplica aos atos de espetáculo ou evento esportivo com fins exclusivamente jornalísticos ou educativos, cuja duração, no seu conjunto, não exceda três por cento do tempo total previsto para o espetáculo.
4. A entidade administrativa desportiva e as ligas patrocinadoras do espetáculo ou evento desportivo, sem a participação direta da entidade desportiva, têm garantido o direito de negociar, permitir ou proibir a gravação, transmissão ou retransmissão do espetáculo ou evento. 5. O espectador que paga um espetáculo ou acontecimento desportivo é, para todos os efeitos legais, equiparado a consumidor nos termos do art.
Da Justiça Desportiva
7º. A nomeação para o cargo de auditor, membro efetivo do Tribunal Desportivo, é exclusiva das entidades listadas nos incisos I a V do art. 9. Os membros dos Tribunais de Justiça Desportiva deverão ser licenciados em Direito ou pessoas de reconhecido conhecimento jurídico e conduta impecável. As unidades administrativas desportivas que, à data da publicação do presente decreto, não tenham constituído o seu tribunal de quadra desportiva, deverão fazê-lo nas condições deste artigo e no prazo estabelecido no número anterior.
1. Recebidas as indicações, o presidente da entidade gestora instalará, na mesma data da sua tomada de posse, o Tribunal de Justiça Desportiva. 58 deste Decreto, o nome dos escolhidos para integrar, como auditores, membros efetivos, o Tribunal de Justiça Desportiva.
Do Desporto Educacional
4º A Comissão Disciplinar aplicará sanções em procedimento abreviado, em sessão ordinária de julgamento, necessariamente com composição plena.
Dos Recursos para o Desporto
I – um por cento do contrato do atleta profissional integrante do sistema desportivo brasileiro, devido e recolhido pela entidade contratante; II – um por cento do valor da multa contratual, no caso de transferências nacionais e internacionais, a ser paga pelo transferidor; III – um por cento das receitas provenientes de competições organizadas pelas administrações desportivas profissionais nacionais; Isso é.
5º Recebidos, recolhidos e individualizados os rendimentos, a FAAP deverá repassar, no prazo máximo de cinco dias úteis, oitenta por cento do seu valor à Associação de Garantia dos Atletas Profissionais - AGAP, com sede na Unidade da Federação que gerou o renda bruta. 8. Nas Unidades da Federação onde a AGAP estiver inadimplente, mesmo que não exista entidade representativa esportiva, ou sindicato de classe com abrangência interestadual, a FAAP deverá aplicar o percentual previsto de oitenta por cento a projetos específicos daquela Unidade da Federação.
Do Bingo
Dívidas contraídas por entidades desportivas antes da publicação da Lei nº. 9.615, de 1998, junto ao INDESP, que corresponde às contribuições de que trata o inciso II do art.
Do Credenciamento
1. Antes de expirar o prazo de validade da acreditação, a entidade acreditada deve requerer a prorrogação sob pena de revogação. 2. O pedido de prorrogação da validade da acreditação implica a obrigatoriedade de atualização de dados, incluindo certificados. 3. Os certificados e declarações serão válidos pelo período neles indicado, ou seis meses se não for especificado prazo.
Da Autorização
XII – comprovante de que a sede da entidade desportiva é no mesmo município onde será realizado eventual sorteio ou onde funcionará sorteio permanente; No caso de promessa de premiação de bens tangíveis (bens, veículos, aparelhos e outros objetos similares) ou viagens, ações ou títulos de propriedade, no caso de sorteio ocasional, a entidade esportiva deverá apresentar documentos que comprovem sua titularidade efetiva e completa, livre de qualquer ônus ou limites legais. Os sorteios contínuos de bingo podem ser organizados todos os dias, programados para vários sorteios consecutivos, conectados ou independentes entre si.
Os pedidos de renovação de acreditação ou autorização só serão analisados se a entidade tiver cumprido todos os requisitos especificados no reporte do evento anterior, no caso de bingo ocasional, ou do ano anterior, no caso de bingo contínuo. A autorização concedida apenas se aplicará ao local e endereço especificados e é proibida a venda de cartões de bingo permanentes fora da respectiva sala de bingo.
Da Prestação de Contas
IV – comprovante de contratação da empresa para prestação de serviços de auditoria permanente da sociedade gestora; IV – cópia autenticada da fatura de cada prêmio prometido, idêntica à do pedido de autorização; É proibida a instalação de qualquer tipo de caça-níqueis ou entretenimento eletrônico nas salas de bingo, por serem consideradas área fechada onde acontecem sorteios desta modalidade.
Nenhum outro tipo de jogo ou similar, além do bingo permanente ou ocasional, poderá ser permitido com base na Lei nº 9.615, de 1998, e neste Decreto. I – sessenta e cinco por cento do prêmio, incluída a parcela correspondente ao imposto de renda e demais tributos e taxas eventualmente aplicáveis;
Disposições Gerais
Os árbitros e árbitros assistentes podem constituir entidades nacionais e estaduais por modalidade desportiva ou grupo de modalidades, para efeitos de recrutamento, formação e prestação de serviços a entidades administrativas desportivas. Nos campeonatos regulares ou torneios com mais de uma divisão, as entidades administrativas desportivas determinarão o princípio do acesso e da despromoção nos seus regulamentos, tendo sempre em conta os critérios técnicos.
Disposições Transitórias
Legislação Correlata
8º Cabe à associação desportiva que mantém time de futebol profissional informar à entidade promotora do evento esportivo todas as receitas auferidas com o evento, detalhando-as detalhadamente. 9º Caso a associação esportiva que mantém time de futebol profissional receba recursos de empresa ou entidade, na forma de patrocínio, licenciamento de uso de marcas e símbolos, publicidade, divulgação e transmissão de shows, caberá a esta última a responsabilidade Para manter e cobrar a percentagem de cinco por cento do rendimento bruto obtido com o evento, não é permitida qualquer dedução, no prazo definido na alínea “b”, alínea I, do artigo.
A associação patronal e os sujeitos a que está ligada poderão aplicar as punições definidas na legislação desportiva contra o atleta, mediante reclamação ao órgão competente da Justiça e Disciplina Desportiva. Os órgãos competentes de justiça e disciplina desportiva, nos termos da legislação desportiva, poderão aplicar aos atletas as punições previstas nos códigos disciplinares, sendo que a pena de eliminação só será válida se confirmada pelo órgão disciplinar máximo da Confederação, assegurando sempre a proteção mais ampla. Durante 10 (dez) dias após o intervalo, o atleta está proibido de participar de qualquer competição com ingresso pago.
Aos atletas profissionais de futebol aplicam-se as regras gerais da legislação laboral e de segurança social, salvo nos casos em que sejam incompatíveis com o disposto na presente lei. Os recursos para a Justiça do Trabalho somente serão aceitos depois de esgotado o Tribunal Desportivo, conforme mencionado no inciso III do artigo 42 da Lei nº 6.251, de 8 de outubro de 1975, que proferirá decisão final no prazo máximo de 60 dias. (sessenta) dias a partir do início do processo.
Índice Temático
Livros Grátis