Os ensaios teóricos foram produzidos pelas professoras de formação de professores de Libras: Neiva de Aquino e Vanessa Martins. Portanto, é uma leitura interessante para alunos e professores de cursos de literatura que desejam aprimorar o ensino de pesos.
ENSAIOS
SABERES DOCENTES: A PROBLEMÁTICA DA
31 Como devem ser organizados os cursos de formação de professores de língua de sinais para a preparação pedagógica de professores. Ensino de segunda língua com foco no professor: histórias orais de professores surdos de língua de sinais brasileiros.
O ACONTECIMENTO DO ENSINO DE LIBRAS – DIFERENÇAS E RESISTÊNCIAS
É notável a quantidade de cursos de pós-graduação dedicados à formação de professores de Libras e intérpretes de língua de sinais. Portanto, podemos publicar este trabalho como parte de um evento que aconteceu num encontro entre alunos e professores que queriam participar da promoção de um curso especializado para intérpretes de língua de sinais e professores de Libras.
ARTIGOS
O SIGNIFICADO E IMPLICAÇÕES DA INSERÇÃO DE LIBRAS NA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE
Nesse sentido, verifica-se que o entendimento do Decreto nº. ser de fundamental importância para nós. A formação de professores para o ensino de Libra na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental deverá ser realizada em curso de Pedagogia ou curso normal superior, em que Libra e o português escrito constituíram línguas de instrução, tornando-se bilinguismo possível. formação (BRASIL, 2005). Esta discussão será realizada em três momentos principais: inicialmente, a partir da análise dos planos de ensino, das cinco Instituições de Ensino Superior investigadas, mostraremos como foi apresentada a disciplina Libras, na matriz curricular do curso de Pedagogia.
Em seguida discutiremos como, a partir desse formato, a formação docente realizada pelo curso de Pedagogia é pensada para desenvolver a educação de surdos nas escolas regulares. A introdução da disciplina Libras na matriz curricular da disciplina pedagógica e seu papel na formação de professores alfabetizadores bilíngues. 7º “A formação docente para o ensino de Libra na educação infantil e nos primeiros anos do ensino fundamental deverá ser realizada em curso de Pedagogia ou curso superior normal, em que a Libras e o Português escrito sejam as línguas de aprendizagem, possibilitando a formação bilíngue”.
A carga horária de Libras, na matriz curricular do curso de Pedagogia, atraiu nossa atenção especial, dada a diversidade de carga horária oferecida pelas instituições. 74 a ver com eles, a fim de garantir o sucesso no processo de ensino e aprendizagem da criança surda. Contudo, esta parece ser a realidade de força, quando durante a análise dos planos de ensino do curso de Pedagogia constatamos que dos cinco planos analisados, apenas um apresentava o ensino do Português como segunda língua como conteúdo programático (Instituição V ).
O USO DO BLOG COMO RECURSO PEDAGÓGICO NO ENSINO DE LIBRAS: AS POSSIBILIDADES DAS
Formação de professores para apoiar alunos com necessidades educativas especiais: Diretrizes nacionais para o ensino primário e especial.
PALAVRAS NESSE CIBERESPAÇO
UTILIZAÇÃO DO BLOG COMO RECURSO PEDAGÓGICO EM ESCALAS DE ENSINO: POSSIBILIDADES DAS ESCALAS DE ENSINO: POSSIBILIDADES DAS ESCALAS DE ENSINO.
PALAVRAS NESSE CIBERESPAÇO 1
Utilizar o blog como ferramenta pedagógica nos remete ao conceito de mediação introduzido por Vygotsky. 89 Durante a análise, percebemos que faltava alguma coisa, faltavam as palavras de quem participava do blog, na perspectiva do professor ou na perspectiva do aluno. Uma com a professora de Libra que criou o blog “Aprendo Libras” e outra com a consultora que criou o blog “CSS – curso intermediário”.
O autor do blog A utilizou a transcrição de Libra em português (Glosa) e desenhos de placas de identificação em Libra retirados de um livro didático e mencionados no final da mensagem postada no blog. O autor do blog B utilizou transcrição em Libras e softwares que possibilitam criar personagens com características únicas de alguns alunos, aproximando-os ainda mais e personalizando suas imagens. Quando os criadores do blog foram questionados sobre seus objetivos e expectativas ao criar o blog, a autora de “Aprendo Libras” afirma em suas respostas que seus objetivos foram amplamente alcançados.
A organizadora do blog “CSS – Curso intermediário” relatou em seus comentários que o objetivo da criação desta página foi suprir a falta de material didático, que não existia no curso. Os objetivos foram parcialmente alcançados, pois a demanda gerada pela criação de materiais, preparação de aulas e alimentação do blog ultrapassou o tempo destinado à realização de tais tarefas. Uso do blog na prática. http://www.moodle.ufba.br/file.php/8937/textos/blog_na_pratica_pedagogica.pdf.
O ENSINO DA LIBRAS PARA OUVINTES: ANÁLISE COMPARATIVA DE TRÊS MATERIAIS DIDÁTICOS 1
VOCABULÁRIO
Como bem afirma o autor Gesser (2010), aprender vocabulário por si só não garante o aprendizado de uma língua, portanto, memorizar listas de vocabulário ou sinais, de forma isolada, não faz com que uma pessoa se comunique com sucesso. Este espaço está imerso nas atividades propostas, mas é o único que aborda o tema dos regionalismos na língua de sinais. 8. No material 2, o estudo de vocabulário aparece nas sugestões de atividades em que o professor sinaliza e o aluno tenta mostrar ou escrever o que foi sinalizado, como acontece, por exemplo, no exercício 3 da página 67.
O Material 3 é o único que apresenta explicitamente a aprendizagem de vocabulário em vídeo, dividido principalmente em: 1) formas de saudação; 2) evento; 3) cores; Depois apresenta um dicionário que, como diz o folheto, é um dicionário básico, depois aparece uma pessoa sinalizando, por exemplo: avião, carro, bicicleta, etc. Podemos verificar que nenhum dos materiais analisados criou explicitamente mecanismos de ensino de vocabulário com atividades específicas para esta tarefa.
MATERIAL VISUAL
122 Nos três materiais analisados estão presentes recursos visuais, ou seja, cada livro vem acompanhado de um DVD. Além disso, “[..] seria fundamental que os cursos de Libras como segunda língua tentassem desenvolver essa habilidade nos alunos ouvintes [..]” (LEITE, 2009, p. 250). O aspecto mencionado acima, conforme explica o autor, não é apenas importante, mas também necessário para que o professor desenvolva situações de “[..] cadência, entonação, ênfase, velocidade, continuidade e as regras conversacionais da LIBRAS [. .] para promover. , [além de] expressões não manuais” (GESSER, 2010, p. 70).
A apresentação do material 2 e 3, carente dessas explicações, é mais um suporte para a apresentação de diálogos, piadas, vocabulário e sinais da gramática de LIBRA. Notamos que, no entanto, todos os materiais carecem de instrumentos para compreender a língua de sinais em suas diversas nuances, como bem exemplificou Gesser (2010). Os resultados da análise dos materiais didáticos com base nas categorias estabelecidas (ver Figuras 1 e 2) foram resumidos graficamente.
Notamos também que os três materiais são compostos por diálogos, tanto em vídeo quanto em formato escrito. Diário de estudo: Fatores dificultadores e facilitadores no processo de aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais por um adulto ouvinte. Língua Brasileira de Sinais: análise de materiais didáticos como segunda língua para ouvintes.
CLAREZA NA FONTE DE DIGITAÇÃO 1. QUANTO AO
TABELA COM CONTEÚDOS E ENUNCIADOS DOS CAPÍTULOS
SEPARAÇÃO DE SEÇÕES DISTINTAS C. EQUILÍBRIO ENTRE OS ELEMENTOS
UTILIZAÇÃO ADEQUADA DO ESPAÇO 2. QUANTO AO
ATRAENTE B. HARMONIOSO
DIVISÃO DAS INSTRUÇÕES EM ETAPAS 2
MANTÉM VÍNCULO COM A ATIVIDADE B. AUXILIA NA EXPLICAÇÃO OU NO
CAUSAM AGRADÁVEL EFEITO ESTÉTICO 3
OFERECE OPORTUNIDADE AO APRENDIZADO DO LÉXICO
MANTÉM REGISTRO POR MEIO DE DESENHOS OU VÍDEO PARA OPORTUNIZAR A FIXAÇÃO DO
OPORTUNIZA O APRENDIZADO DAS VARIAÇÕES REGIONAIS
AS ATIVIDADES SÃO SIGNIFICATIVAS,
CLAREZA NOS EXERCÍCIOS TANTO PARA O ALUNO QUANTO PARA O PROFESSOR
OPORTUNIZA O DIÁLOGO ESPONTÂNEO ENTRE OS ALUNOS
APRESENTA ATIVIDADES PARA O APRENDIZADO DEDUTIVO
APRESENTA ATIVIDADES PARA O APRENDIZADO INDUTIVO
DE ACORDO COM A ATIVIDADE B. SIGNIFICATIVO
SUFICIENTE PARA A ATIVIDADE PROPOSTA 7
SUFICIENTE PARA REVISAR O CONTEÚDO PROPOSTO
ESTRATÉGIAS DE ENSINO DE VOCABULÁRIO DE LIBRAS: UM ESTUDO DE CASO 1
O artigo está organizado para apresentar, primeiramente, um breve histórico das abordagens teóricas do ensino de línguas e algumas de suas estratégias para apresentação e ensino de vocabulário. O vocabulário deve, portanto, ser trabalhado dentro da proposta comunicativa de ensino da língua em contextos significativos para o aluno e que reflitam o “uso natural da língua” (RICHARDS, 2006, p. 25). Com o reconhecimento do estatuto linguístico das línguas de sinais, o seu ensino passou a ser pesquisado à luz de diferentes abordagens5 relacionadas ao ensino de línguas.
O ensino de vocabulário é um tema recorrente de discussão entre os professores de Libra que muitas vezes se perguntam: Como os alunos ouvintes esquecem os sinais que já foram aprendidos e utilizados em sala de aula. Com base em um levantamento da área de ensino de línguas, o autor agrupou estratégias específicas de aprendizagem de vocabulário em estratégias metacognitivas, cognitivas, sociais e de comunicação. As discussões sobre as variedades sociolinguísticas e o respeito às diferentes formas de expressão dentro de uma língua devem permear o ensino de uma língua.
O desempenho dos alunos não será detalhado, pois o aprendizado de vocabulário ou a expressão do aluno não é o foco da análise, mas sim a proposta de ensino de vocabulário. e) Ocorrência de vocabulário em partes da aula. O tempo de aula é sempre limitado para aprender todos os aspectos do idioma. É fundamental que conteúdos relacionados às diferentes abordagens e metodologias de ensino de uma língua estrangeira sejam incluídos nos cursos de formação de professores de Libra e que seus alunos dediquem tempo a pesquisas, discussões e reflexões sobre o ensino dessa língua de forma eficaz e para que ela realmente contribua. para competência comunicativa.
SOBRE AS AUTORAS
Fui professor do curso de Letras/Libras da Universidade Federal de Santa Catarina no polo São Paulo – USP e formador de instrutores de Libras na Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos FENEIS em São Paulo. Ministrei a formação de intérpretes de Libras em diversos cursos de extensão e pós-graduação, e coordenei o curso de pós-graduação em Libras da FAAG. Formador de intérpretes de Libras e professores de Libras no curso Letras Libras da Unicamp e nos cursos de pós-graduação em Educação de Mortos e Libras da - Atualize/Unibem.
Coordenador dos cursos de pós-graduação em interpretação e tradução de Libras e Libras da UNIP e Libras e Educação de Surdos da Faculdade Mário Schenberg. Especialista em tradução, interpretação e ensino de Libras pela Faculdade de Agudos (2011), formada em pedagogia com especialização em Educação de Surdos (EDAC) pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU (1987). Especialista em tradução/interpretação e ensino de LIBRAS pela Faculdade de Agudos (2011) e graduada em pedagogia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002).
Atualmente atuo como professora de educação infantil na Prefeitura de São Paulo, professora de educação especial na Prefeitura de Guarulhos e professora instrutora de Libras na Universidade de Guarulhos. Experiência na área de Educação Especial (Surdez), no Ensino Regular e no Ensino Superior como Professora Instrutora em Escalas de Ensino. Elizabeth Aparecida Andrade Silva Figueira Especialista em Tradução/Interpretação e Ensino de LIBRAS pela Faculdade de Agudos (2011), sou aluna do curso de pós-graduação “Ensino a Distância” do Centro Universitário UNISEB-COC.