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LISTA DE ILUSTRAÇÕES

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Academic year: 2023

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A PERCEPÇÃO DA IMAGEM CORPORAL DE MULHERES IDOSAS E SUA RELAÇÃO COM AS CONDIÇÕES HISTÓRICAS E SÓCIO-CULTURAIS DE. A PERCEPÇÃO DA IMAGEM CORPORAL DAS MULHERES IDOSAS E SUA RELAÇÃO COM AS CONDIÇÕES HISTÓRICAS E SÓCIO-CULTURAIS DE GÊNERO.

O Processo de Envelhecimento Humano

Tendências e Aspectos Gerais

Mesmo que vivam uma vida longa, as condições socioeconômicas nem sempre são favoráveis ​​e ideais para garantir suas necessidades e qualidade de vida na velhice (VERAS, 2009). A evolução resultante não resultou do objectivo específico de aumentar a esperança de vida ou de aliviar as condições incapacitantes do envelhecimento.

Terceira Idade: formação de uma categoria social

Segundo Motta (1999), a forma de participação e envolvimento entre mulheres e homens idosos nos espaços oferecidos aos idosos difere em termos de gênero. 26 por entidades governamentais ou privadas, como centros comunitários, clubes e universidades para idosos (MOTTA, 1999).

A longevidade da população idosa no Brasil

  • Condições de Saúde e Autonomia
  • Trabalho e Renda
  • Breves dados sobre a população idosa de Campos dos Goytacazes/RJ

Devido ao fenômeno da maior expectativa de vida, o arranjo familiar das mulheres idosas passou a ser unipessoal. A percentagem de idosos que acumulam idade de reforma varia consoante o sexo e é de 2,8% entre os homens e de 11,7% entre as mulheres idosas.

Tabela 1 – Tempo Médio de Anos de Estudo das Pessoas Idosas
Tabela 1 – Tempo Médio de Anos de Estudo das Pessoas Idosas

O Corpo e sua Historicidade

Representações sobre a Corporeidade

37 meios históricos: não contra a realidade subterrânea difícil de apreender, mas contra a grande rede superficial em que a estimulação dos corpos, a intensificação dos prazeres, o incitamento ao discurso, a formação do conhecimento, o fortalecimento da resistência controlam, encadeiam as reações interagem, segundo algumas grandes estratégias de conhecimento e poder (FOUCAULT, 1988, p.100). Nesse sentido, o autor indica que a sexualidade transcende a dimensão tácita, oculta, é passível de revelação por meio das ciências naturais e envolve a compreensão dos fenômenos sócio-históricos, que vão além da substância do sexo e do corpo.

Perspectivas sobre gênero

A interdependência entre marcadores sociais de gênero e geração destaca o componente biológico embutido na diferenciação entre sujeitos sociais. Heilborn e Brandão (1999) dizem que em sua jornada para esclarecer o conceito de gênero, enfatizam o privilégio da dimensão cultural para explicá-lo e sustentá-lo.

Percurso Histórico e Definições Conceituais

  • Antiguidade Greco-Romana, Monismo/Dualismo e Corpo Social

Na Grécia antiga, a vida ganhou um estatuto diferente, foi concebida como algo que não se justificava em si ou em si, mas foi dividida em Bios e Zoo/Zoé. Foram nomeados – pela primeira vez na história – através dos postulados de Anaxágoras (500-428 a.C.), nos quais “o que se mostra é um aspecto do invisível”. A esfera privada das práticas corporais, como higiene, cuidados de saúde e saúde, expõe o modelo médico normativo dentro das famílias que persiste até os tempos modernos.

Esta tem caráter histórico e processual, pois ultrapassa a tradicional divisão científica de sua época entre a estrutura biológica e o sistema cultural da sociedade (GESSER, 2010). Para a racionalidade moderna, iniciada no século XVII, existem duas formas de conhecer: uma forma de conhecer a matéria e a outra forma de conhecer o espírito (..) o conhecimento foi adquirido através do movimento reflexivo da razão, ou seja, conhecer o próprio o próprio assunto é o conhecimento [..] Nos estudos cognitivos modernos existe esta forte crença de que finalmente transcendemos o dualismo corpo/mente (..) Então teríamos finalmente alcançado uma perspectiva monista nos estudos cognitivos.

Imagem Corporal

Antecedentes

Dentre as principais contribuições, destaca-se o conceito de limites da imagem corporal, denominado função de permeabilidade e limites entre o mundo exterior e o corpo, baseado na consciência e percepção da imagem corporal (RIBEIRO; TAVARES, 2011). Sua principal contribuição diz respeito à conceituação de forças e permeabilidades nos limites dimensionais da imagem corporal, às quais é possível formar barreiras e porosidades (FISHER, 1990). Os conceitos definidos por Fisher incluem: os limites da imagem corporal, a atribuição de significado a partes específicas do corpo, a consciência corporal e as distorções na percepção corporal (CASH; SMOLAK, 2011).

Ribeiro e Tavares (2011) demonstram, por meio de um levantamento da produção teórica de Fisher, que ele considerou as ideias de Piaget sobre as experiências sensório-motoras na infância como uma contribuição para a compreensão do desenvolvimento da percepção corporal. Segundo os pesquisadores, Fisher (1990) sugere com base em Piaget que as experiências corporais na infância são decisivas para a composição da percepção corporal, definição do self e aprendizagem da linguagem, bem como para o desenvolvimento de habilidades cognitivas relacionadas à imagem. e sensações corporais.

Dimensões Imagem Corporal

O componente perceptual refere-se aos distúrbios da imagem corporal externalizados em formas distorcidas de perceber o corpo como deformado em seu tamanho e proporções. Segundo Freitas (2008), os estudos realizados por Sherrington (1956) esclarecem os aspectos fundamentais do conceito de imagem corporal. A cinestesia produzida pela sensibilidade somática inclui dimensões: interoceptiva e proprioceptiva ou postural, cuja base periférica se encontra nas articulações musculares do corpo.

Posturas e movimentos, controle do labirinto, equilíbrio e sinergia são componentes envolvidos nesse processo de percepção das dimensões corporais. Assim, a produção de imagens sobre os contornos do corpo saudável é definida não apenas pelo que ele vê, mas sim pelos conhecimentos previamente reunidos.

Pesquisas em Imagem Corporal

49 imagem corporal em um desenho longitudinal que avalia a percepção da própria imagem corporal pelas mesmas pessoas ao longo do processo de envelhecimento. Embora ainda existam grandes diferenças em relação às pesquisas divididas por sexo, idade e estratificação do componente da imagem corporal a ser avaliado. Segundo Damascen (2005), o Brasil possui um número reduzido de estudos de avaliação da imagem corporal adaptados e transculturalizados para a realidade brasileira.

Fernandes e Garcia (2010) identificaram resultados que indicam um duplo padrão de percepção da imagem corporal entre mulheres idosas. Os estudos sobre a imagem corporal dos idosos brasileiros abrangem segmentos dessa faixa etária, como os idosos institucionalizados.

METODOLOGIA

  • Universo do Estudo
  • População do Estudo e Amostra
  • Tipos de Pesquisa
  • Instrumentos e Variáveis
    • Formulário Social e Demográfico
    • Escala de Silhuetas
    • Escala de satisfação com a Imagem Corporal (ESIC, 2002)
    • Entrevistas Exploratórias

Este estudo tem como objetivo compreender o grau de satisfação com a imagem corporal de mulheres idosas e a relação com variáveis ​​sociais correspondentes ao processo de envelhecimento. A utilização de escalas de silhuetas como instrumento de avaliação da imagem corporal consiste em mensurar, de forma eficiente e simplificada, as habilidades perceptivas e cognitivas do objeto de pesquisa. Para compreender a percepção da satisfação com a imagem corporal, consultamos primeiramente o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI)6.

A escala de satisfação geral com a imagem corporal possui 25 itens que se subdividem em 2 fatores centrais, nomeadamente aparência/. As teorias da imagem corporal costumam classificar seus instrumentos de avaliação em duas categorias: medidas subjetivas e medidas perceptivas.

TRATAMENTO DOS DADOS

A análise estatística teve como objetivo examinar a correlação entre os dados para conhecer o grau de associação entre as variáveis ​​e almejar maior confiabilidade da pesquisa, identificar tendências e características do grupo. Embora a correlação entre variáveis ​​ajude a verificar semelhanças na distribuição de escores e valores, ela não revela a causalidade dessa relação. Ainda segundo os autores (2004), o coeficiente de correlação de Pearson visa medir o grau de proximidade entre os pontos de uma reta de regressão linear.

68 A inferência estatística a partir dos dados requer esclarecimento de que intensidades de correlação positivas indicam que as variáveis ​​têm pontuações mais altas e mais pesadas que a média, ou mais baixas e mais leves que a média. Por outro lado, produtos negativos indicam casos em que as variáveis ​​se movem em direções opostas, ou seja, mais altas, mas mais leves que a média, ou mais baixas e mais pesadas que a média (LEVIN; FOX, 2004).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Perfil da Amostra

  • Escolaridade, Trabalho e Renda
  • Arranjo Familiar e Conjugalidades
  • Outras Características da Amostra

Camarano, Kanso, Mello (1999) enfatizam que a heterogeneidade no caminho das mulheres para a educação se reflete no analfabetismo entre os idosos. A relação entre a mulher e o trabalho doméstico está presente na literatura científica, principalmente entre as mulheres mais velhas. Segundo a autora, o trabalho doméstico na velhice “parece ser um recurso de afirmação, principalmente para as mulheres de classe média” (MOTTA, 2007, p.230).

Em relação aos arranjos familiares e domésticos, o grupo afirma 36%. n=5), o que significa que a maioria das mulheres entrevistadas mora apenas com o cônjuge, 14% (n=2) delas moram com o cônjuge e filhos, mas 7% (n=1) moram apenas com o cônjuge. e um neto. Segundo Giddens (1993), a geração mais jovem de mulheres na variabilidade dos conceitos de género difere da experiência das mulheres mais velhas na medida em que quase sempre foi estruturada em termos de casamento e casamento, mesmo que as mulheres não precisem de ser casadas.

Escala de Satisfação com a Imagem Corporal de Ferreira e Leite (2002)

  • Itens Negativos da ESIC
  • Itens Positivos da ESIC

Segundo Sarah Grogan (2011), há evidências de pesquisas que sugerem uma imagem corporal mais positiva, principalmente entre mulheres com 60 anos ou mais. Segundo o pesquisador, os estudos de Reboussin et al. 2000) e Hetherington e Burnett (1994) mostram que a satisfação corporal aumenta entre os 65 e os 75 anos, tanto em homens como em mulheres. Segundo Oberg e Tornstam (1999), citado por Roy e Payette (2012), as mulheres apresentam maior satisfação corporal à medida que envelhecem.

De acordo com o cálculo da correlação entre as pontuações obtidas nesses itens da ESIC e as variáveis ​​sociais levantadas, no item 3 (gosto do que vejo quando me olho no espelho; n = 13; r = - 0, 64; p o quanto mais dizem gostar do que veem quando se olham no espelho, menor é o seu nível de escolaridade e vice-versa. Portanto, de acordo com os resultados da correlação, quanto mais tempo de casamento e permanência neste estado conjugal, menos idosos eles considere sentir se você é tão bonito quanto gostaria de ser e o oposto também é identificado.

Gráfico 2 – ESIC (2002) - FATORES NEGATIVOS
Gráfico 2 – ESIC (2002) - FATORES NEGATIVOS

Escala de Silhuetas

De acordo com os resultados, as mulheres idosas com maior IMC tendem a apresentar maior insatisfação com sua imagem corporal avaliada pela Escala de Silhueta, embora aquelas com maior IMC apresentem pontuação 1 (um), ou seja, a variância entre o Real e a imagem do Corpo Ideal é apenas uma figura em escala. Portanto, o resultado geral mostra que o grupo de mulheres idosas está satisfeito com a sua imagem corporal. 1998) e Kakeshita (2008), as escalas de silhueta apresentam algumas limitações, os pesquisadores sustentam suas críticas a partir dos seguintes pontos: as escalas de silhueta possuem um número reduzido de figuras representativas; há limitação na escolha de figuras representativas pelos sujeitos, ou seja, limitando-se à escolha de apenas uma imagem real e outra ideal, o leque de representações, adequadas para uma avaliação mais precisa, é limitado; o padrão sequencial de apresentação das imagens pode gerar distorção perceptual, afetando a precisão; escala produz algumas limitações quanto à análise estatística, devido à composição numérica ordinal. Vale ressaltar que, apesar dos incentivos para a produção de novas metodologias de avaliação da FHS utilizando escalas de silhueta, ainda existem poucos recursos para a avaliação dos idosos, respeitando suas características e atributos físicos, pensando em uma avaliação mais específica e mais confiável de esta faixa etária.

Entrevistas Exploratórias

CONCLUSÃO

Imagem

Tabela 1 – Tempo Médio de Anos de Estudo das Pessoas Idosas
Tabela 2 – Estrutura Etária em Campos dos Goytacazes/RJ
Gráfico 1 – Escores por Sujeito da Pesquisa - Escala de Satisfação com a Imagem  Corporal
Gráfico 2 – ESIC (2002) - FATORES NEGATIVOS
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Referências

Documentos relacionados

Dado o grande crescimento do uso do padrão baseado em curvas elípticas, que ainda não foi muito estudado em relação a outros padrões, este documento tem como obje- tivo estudar