DO 'TETO À FUNDAÇÃO': Impactos do Processo de Bolonha na Comunicação Social e na Formação de Competências Jornalísticas em Four. Por fim, o professor Gerson Martins, em seu capítulo FORMANDO ESPECIALISTAS E PESQUISADORES NO AMBIENTE DIGITAL, a partir do cenário brasileiro, discorre sobre as dificuldades e problemas da formação de jornalistas para o ambiente digital moderno e nos pergunta: “Os jornalistas estão preparados para a mídia cibernética? ? ".
DESAFIOS DO JORNALISMO EM AMBIENTE COMUNICACIONAL SIMBIÓTICO ESTRUTURADO
PELA COMPUTAÇÃO COGNITIVA
12 Tradução livre do autor de “helps organize public opinion, explains complex issues and clears up fundamental disagreements. 24 Tradução livre do autor de “In the age of programmable systems, humans do most of the driving.
AS MÍDIAS SOCIAIS SÃO REDES, BOLHAS, ESFERAS OU CORRENTES COMUNICATIVAS?
A "alfabetização tecnológica" ainda é fundamental, pois as aplicações são complexas (redes, bancos de dados, software, etc.), exigem abstração conceitual (para entender a virtualidade) e compreensão da lógica do dispositivo. Mas o aumento do poder de conexão entre vários dispositivos móveis exigia ampla largura de banda para acomodar todas as formas de envio e recebimento de imagens, vídeos etc., criando a Web 2.0.
JORNALISMO AUTOMATIZADO, GERAÇÃO DE LINGUAGEM NATURAL E A LÓGICA DO BOM
SUFICIENTE
Interessado na geração de narrativas automatizadas, Kristian Hammond (2015, p.12) explica que a inteligência, em geral, pode ser dividida em três fases (ver figura 1): separação de dados (compreensão), pensar sobre isso (raciocinar) e agir (ação). Mas, segundo o israelense Noam Latar (2015, p.67), eles devem se adaptar porque competirão cada vez mais com os algoritmos na produção de notícias.
INTERNET DAS COISAS E SISTEMAS INTELIGENTES NO JORNALISMO: explorando novas formas narrativas
Descrevemos também, ainda que de forma exploratória, a utilização de plataformas como Dweet.io e Freeboard.io na construção de novas aplicações e produtos com uso jornalístico, partindo da lógica da automação e organização através do código a parte quantitativa e lógica das informações disponíveis, deixando a cargo dos profissionais a sua categorização, bem como o planejamento e a concepção de novas modalidades narrativas e informacionais capazes de incorporar essas mudanças. Em resumo, o crescente interesse por jogos indica que a gamificação do conteúdo que eles consomem parece ser crítica (NEWZOO, 2013; LOFGREN, 2015). A proposta do Jumper é extrair conteúdo potencialmente jornalístico dos diversos fluxos de informação disponíveis, adicionar dados de geolocalização e contextualização espacial ao material original para aumentar a percepção de relevância que é fornecida ao usuário, que acessará o fluxo a partir de um dispositivo de realidade virtual, literalmente inserida na cena onde ocorreu o fato.
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TECNOLOGIA DIGITAL APLICADA AO JORNALISMO
Portanto, este texto foi estruturado da seguinte forma: inicialmente, serão apresentados alguns tópicos para esclarecer o entendimento deste trabalho sobre o paradigma open source e conceitos que contribuem para o entendimento desta prática; Em seguida, é feito um relato das experiências de um grupo de pesquisadores no desenvolvimento de uma tecnologia livre para gestão de mídia dentro de uma universidade federal brasileira. Além da formação de redes, no âmbito da rede e deste trabalho, destaca-se a perspectiva da pesquisa aplicada, compreendida a partir de métodos, técnicas e um pensamento epistemológico capaz de proporcionar a geração de conhecimento vinculado à solução de problemas científicos. problemas e a atividade profissional. Terminologias como ciência aberta, acesso aberto, código aberto, software livre, copyleft, creative commons, crowdfunding, entre outras, são evidências de movimentos em prol de um novo paradigma de produção e disseminação do conhecimento.
É um estado dinâmico de estruturação contínua da autonomia frente ao processo desintegrador, fragmentador, reprodutor, em busca de uma estabilidade nunca encontrada, sempre ameaçada. Para discutir o "como fazer" da pesquisa aplicada e de uma tecnologia de formato aberto, passamos agora a descrever uma experiência das Universidades Federais de São Carlos (UFSCar) e do Paraná (UFPR) no desenvolvimento e aprimoramento de softwares gratuitos de gerenciamento de mídia. O protótipo foi aprimorado com investimento da própria UFSCar e com a entrada de um novo funcionário do departamento de Informática.
PROCESSO METODOLÓGICO DE CONSTRUÇÃO COLETIVA PARA DESENVOLVER UM CONTEÚDO
INTERATIVO PARA TABLETS EM SALA DE AULA
Paulino (2013) observa que as publicações criadas para tablets concentram as possibilidades de apresentar uma linguagem que mescla elementos de mídia impressa e digital. Interatividade que vai muito além de simples experiências como apertar botões, existe a possibilidade de acessar a web sem sair da página da publicação, assim como o acesso às redes sociais. Por meio dessas opções interativas, o leitor busca o diálogo, a discussão, o confronto, o apoio e de uma forma ou de outra estabelecendo uma relação com o outro (comunicação)” (ROST, 2014, p. 58).
A interatividade, portanto, surge de uma circunstância tecnológica que “simula a interação entre pessoas por meio de um meio, seja ele eletrônico, virtual ou tradicional”. (GOBBI; BERNARDINI, 2013, p. 45). Para o desenvolvimento da versão para tablet, utilizamos a edição de abril de 2014, a primeira de uma série sobre os 50 anos da Ditadura Militar. A Ilha do Arvoredo foi um tablet desenvolvido pela aluna Joice Balboa em 2013 a partir de uma série de artigos sobre o país.
LITERATURA E VIDEO GAME: adaptação e reciprocidade
O mesmo não acontece quando a estrutura discursiva sofre uma transformação radical, ou seja, quando o modo de pronúncia é completamente diferente do original, como, por exemplo, a transposição de um romance para um cinema ou uma peça de teatro. Essa mudança ocorre quando o conteúdo é expresso em outro idioma, dentro de um processo criativo, a partir de um maior ou menor aproveitamento da obra original. Talvez não seja exagero dizer que o homem vive em contínua Inter-realidade – termo aqui utilizado para expressar as diversas ações de um indivíduo dentro de um ambiente virtual.
Se tomarmos, por exemplo, as notas de Zygmunt Bauman sobre a “cultura no mundo fluido moderno”, teremos a ideia de um homem fragmentado cuja cultura e identidade estão em constante processo de transformação e adaptação que, como dissemos anteriormente , assemelha-se à dinâmica dos jogos, e possui estreitas relações com as narrativas literárias, como veremos a seguir. A literatura foi e ainda é uma importante fonte de inspiração para a construção do enredo, cenário, personagens e suas representações dentro de um jogo. Em um jogo, o jogador se depara com uma experiência semelhante à leitura de um livro: navegar por narrativas.
CENTROS TRANSMIDIÁTICOS E DE INOVAÇÃO AUDIOVISUAL
Nesta primeira fase, as discussões centraram-se na noção de capital midiático, visando um melhor entendimento da cidade de São Paulo como centro transmídia estratégico para o desenvolvimento do setor audiovisual brasileiro. Entende-se que um centro transmídia é um capital midiático, mas inserido na lógica da convergência, e as análises realizadas pela cidade de São Paulo como tal (permeada por outros centros brasileiros) convergem em uma rede inovadora de produção e distribuição de conteúdo audiovisuais para multiplataformas. Historicamente, houve uma concentração de setores de mídia ligados a grandes conglomerados de comunicação na região sudeste, particularmente no estado de São Paulo.
A cidade de São Paulo implementa essas mudanças reconhecíveis no início dos anos 1950, quando sua rede territorial começa a se transformar. Nesse sentido, a busca por um melhor entendimento da cidade de São Paulo como centro transmídia no contexto da convergência torna-se questão central para a produção de uma cartografia audiovisual de São Paulo. Questionando a noção de centros transmídia e processos de inovação no mercado de entretenimento audiovisual brasileiro, este artigo buscou explorar algumas questões do audiovisual na cidade de São Paulo.
O MODELO DE POLÍTICA PARA A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO EM REDE DO BRASIL
Não há motivação para fazer um inventário dos retrocessos e avanços da entrada dos países latino-americanos na Sociedade da Informação. Na sociedade da informação, o uso adequado da informação é a chave para que o cidadão se torne um agente ativo na sociedade. A sociedade atual é caracterizada pelo fim de uma transição da sociedade da informação para uma sociedade da informação em rede, isso está acontecendo em muitos lugares, na maioria dos países da América Latina e Caribe (CASTELLS et al, 2007).
Para que isso aconteça, é necessário um modelo de política para a sociedade da informação em rede, que pode ou não ser explícito. Por outro lado, não se pode negar que hoje se trata de encontrar, caracterizar e estabelecer um modelo político de sociedade da informação em rede no país. Os crescentes fluxos de informação suportados por redes informáticas aumentaram 50 vezes nos últimos 30 anos, o facto é que vivemos numa sociedade de informação em rede.
DO ‘TELHADO PARA AS FUNDAÇÕES’: impactos do processo de Bolonha nas competências formativas em comunicação social e
DO 'TETO À FUNDAÇÃO': impacto do processo de Bolonha na formação de competências em comunicação social e. Vale ressaltar que essa é a percepção dos a(u)ctores, ou seja, participantes ativos do processo de implantação/implementação do Bolonha. 2 vai ao ponto que parece ser decisivo na formação depois de entrar no processo de Bolonha: o tempo.
Desde 1999, o processo de Bolonha criou e/ou mudou radicalmente as condições de trabalho na Europa, sob os auspícios de uma crise continental. O Processo de Bolonha no seu terceiro ano de existência: diferentes perspectivas para um debate útil. Entre a comunicação e a educação: o processo de Bolonha e as ações formativas nos cursos de comunicação social/jornalismo em Portugal.
AUTORES
Graduado em jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1999), em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica Dom Bosco (1989) e em filosofia pela Pontifícia Universidade Católica Dom Bosco (1983). Foi professor adjunto do Departamento de Comunicação/Jornalismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e ex-presidente do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ). Atualmente é Diretor de Comunicação da FNPJ e Professor Associado da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
Graduação Plena em Letras em Inglês pela Universidade Federal do Piauí (2001), Mestrado Acadêmico em Letras pela Universidade Federal do Piauí (2007), Mestrado em Estudos Literários pela Metropolitan University of London (2008) e Doutorado em Literatura Comparada pela Universidade Metropolitana de Londres (2013). Atualmente é professora da Universidade Federal do Maranhão, onde atua como professora de língua e literatura. É chefe do Grupo de Pesquisa FICÇA (Ficção Científica, Gêneros Pós-modernos e Representações Artísticas na Era Digital) e coordenadora do Projeto de Pesquisa Ficção Científica e Sociedade (UFMA).