Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul Presidente: Air Fagundes dos Santos. Para tanto, foi criado o Programa de Zoonoses - Região Sul, que conta com duas ferramentas como instrumentos de comunicação: este Manual de Zoonoses e também o site w w w.zoonoses.org.br.
BRUCELOSE
Nomes populares
Sinais clínicos nos animaisAgente causador
Sintomas nos seres humanos
Diagnóstico
Laboratórios e Serviços de Referência
Notificação Obrigatória
- HISTÓRICO
- Distribuição Geográfica e Áreas Vulneráveis (Mapa - Região Sul)
- CICLO EPIDEMIOLÓGICO
- EVOLUÇÃO DA DOENÇA
- FORMAS DE TRANSMISSÃO
- DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
- PREVENÇÃO E CONTROLE
- REFERÊNCIAS
- AUTOR
A brucela é transmitida entre animais através do contato com a placenta, fetos, fluidos fetais e secreção vaginal de animais infectados. De acordo com o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT) (Manual, 2006), o teste do antígeno tampão acidificado (AT) e o teste do anel do leite são agora aceitos como testes sorológicos oficiais (TAL) como testes de triagem. .
FEBRE AMARELA
Agente causador
Espécies acometidas
Sinais clínicos nos animais
Introdução
A febre amarela foi considerada o maior flagelo já vivenciado pelo homem nas áreas de colonização recente nas Américas e na África nos séculos XVIII e XIX. Embora o risco de contrair febre amarela seja baixo, essa doença ainda é tratada de maneira diferenciada pelas organizações internacionais de saúde, exigindo a notificação imediata de qualquer evento suspeito que sinalize a circulação do vírus em uma área.
Áreas epidemiológicas
Epidemiologicamente, a doença pode apresentar-se em duas formas distintas: Febre Amarela Urbana (FAU) e Febre Amarela Silvestre (FAS), diferindo entre si pela localização geográfica, espécie do vetor e tipo de hospedeiro (Figura 2) (BRASIL, 2008). Na Febre Amarela Silvestre, o vírus circula entre os macacos que transmitem o vírus durante o período de viremia quando picados por mosquitos silvestres.
- Diagnóstico
- Diagnóstico Diferencial
- Tratamento
- PREVENÇÃO E CONTROLE (BRASIL, 1999; BRASIL, 2008)
- INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
- REFERÊNCIAS
- Referências Gerais
- AUTORES
A vigilância de epizootias na HPN tem sua origem e importância dentro da vigilância epidemiológica da FA, conforme documentos técnicos do Ministério da Saúde (MS) (BRASIL, 1999; BRASIL, 2005). A utilização da vigilância passiva de epizootias no PNS, como ferramenta auxiliar na vigilância epidemiológica da FA, é um instrumento.
FEBRE MACULOSA
- EVOLUÇÃO DA DOENÇA
- FORMAS E CICLO DE TRANSMISSÃO
- DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
- PREVENÇÃO E CONTROLE
- REFERÊNCIAS
- AUTOR
São comumente conhecidos como "carrapato de estrela", "carrapato de cavalo" ou "rodoleiro"; suas ninfas por "vermelhinhos", e as larvas por "micuins". Coordenador de Doenças Transmitidas por Carrapatos da Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores do Departamento de Vigilância Sanitária Ambiental / Superintendência de Vigilância Sanitária / Secretaria de Estado de Saúde do Paraná.
INFLUENZA AVIÁRIA
Vacinação
The use of vaccination as an option to control avian influenza.: 71st General Session - World Organization for Animal Health (OIE) - International Committee, 2003.
AUTORES
LARVA MIGRANS CUTÂNEA E VISCERAL
- DEFINIÇÃO E NOMES POPULARES
- ETIOLOGIA , CLASSIFICAÇÃO E MORFOLOGIA DOS AGENTES DA LARVA MIGRANS CUTÂNEA
- ETIOLOGIA, CLASSIFICAÇÃO E MORFOLOGIA DOS AGENTES DA LARVA MIGRANS VISCERAL
- DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA
- CICLO EVOLUTIVO T. CANIS
- PATOLOGIA E SINTOMATOLOGIA DA LMC
- PATOLOGIA E SINTOMATOLOGIA DA LMV
- DIAGNÓSTICO
- Larva migrans cutânea
- Larva migrans visceral
- Diagnóstico em cães e gatos
- TRATAMENTO
- PREVENÇÃO E CONTROLE
- REFERÊNCIAS
- AUTOR
A larva visceral va migrans é causada principalmente por larvas (L3) de Toxocara canis e secundariamente por larvas de Toxocara cati e A. Vários autores relataram a contaminação do ambiente com ovos e larvas de helmintos excretados nas fezes. O problema é mais comum em pessoas que visitam praias arenosas e terrenos contaminados com fezes de cães e gatos, pois as condições do solo, umidade e calor favorecem o desenvolvimento de larvas infectantes.
Em animais jovens, até seis semanas, as larvas atravessam os alvéolos e chegam à árvore brônquica para serem deglutidas (migração traqueal), chegam ao intestino (L4), (L5) e maturam (PPP de cerca de 30 dias). Contaminação ambiental por ovos e larvas de vermes em fezes de cães na área central de Balneário Cassino, Rio Grande do Sul.
LEISHMANIOSES
Muito pouco se sabe sobre seus criadouros, formas imaturas são encontradas em detritos de fendas de rochas, cavernas, raízes de solo e úmido, folhas mortas, e também nas bifurcações de árvores em tocas de animais - ou seja, em lugares úmidos, mas não encharcados, solo e decomposição rico em matéria orgânica em decomposição.
LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA - LTA
- AGENTE ETIOLÓGICO
- VETORES DE LEISHMANIA
- HOSPEDEIROS E RESERVATÓRIOS
- CICLO EPIDEMIOLÓGICO
- EVOLUÇÃO DA DOENÇA
- FORM AS DE TR ANS MIS SÃO
- DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
- Diagnóstico Clínico
- Diagnóstico laboratorial
- Tratamento
- PREVENÇÃO E CONTROLE
- Vigilância de reservatórios e hospedeiros
Encontra-se em todas as zonas endémicas do país, de norte a sul, tanto em zonas de colonização antiga como recente, estando geralmente associada à presença de animais domésticos. Ocorre na margem norte do rio Amazonas em áreas de colonização recente, estando associada a desdentados e marsupiais como reservatórios primários. Áreas rurais e suburbanas de colonização - associadas ao processo migratório, ocupação de encostas e grupos em centros urbanos associados a matas secundárias ou remanescentes.
As pentamidinas são diamidinas aromáticas que têm sido utilizadas como drogas de segunda linha no tratamento da leishmaniose tegumentar em áreas endêmicas dos continentes americano, asiático e africano. Porém, em regiões de transição ou coocorrência de ATL e LV, é necessário identificar a espécie parasitária.
LEISHMANIOSE VISCERAL
- VETORES DA LV
- RESERVATÓRIOS
- FORMAS DE TRANSMISSÃO
- REFERÊNCIAS
- AUTOR
Isso exige que a Secretaria de Estado da Saúde seja acionada e avalie a necessidade de pesquisas em conjunto com o Ministério da Saúde (MS). Técnicas sorológicas são recomendadas pelo Departamento de Saúde para avaliar a soroprevalência em amostras e pesquisas de censo em cães, ELISA é recomendado para triagem de cães sorologicamente negativos e RIFI para confirmar cães sororreativos no teste ELISA ou como técnicas de diagnóstico de rotina. Os imunorreagentes utilizados em diagnósticos sorológicos disponíveis na rede pública e privada devem ser registrados na ANVISA/Ministério da Saúde (humana) ou Ministério da Agricultura (animais).
A Lei nº 1.426, de 11 de julho de 2008, do Ministério da Saúde (MS) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), proíbe o tratamento de cães com o uso de medicamentos de terapia humana ou não registrados no MAPA. Consultor Técnico Especializado do Ministério da Saúde/Secretaria de Vigilância em Saúde/Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública – Brasília-DF.
LEPTOSPIROSE
AGENTE CAUSADOR E CICLO EPIDEMIOLÓGICO
- Soroaglutinação microscópica (MAT)
- ELISA-IgM
- Reação em cadeia de polimerase (PCR)
- Isolamento da bactéria
As leptospiras são bactérias e espiroquetas e espirais, flexíveis e móveis, constituídas por um cilindro protoplásmico enrolado em torno de um filamento axial central. A disseminação da leptospirose depende se o animal portador é o causador da infecção, da contaminação e sobrevivência do agente causador no ambiente (umidade, temperatura elevada e pH levemente alcalino) e do contato de indivíduos suscetíveis com o agente causador. Os sinais clínicos são diferentes dependendo da extensão das lesões e do tipo de órgão afetado.
Dependendo do sorovar infectante, os sinais clínicos podem até ser vagos ou invisíveis. A demonstração de um aumento de pelo menos quatro vezes no título em amostras pareadas confirma a soroconversão.
PRE VENÇÃO E CONTROLE
A avaliação das variáveis tempo, sensibilidade, especificidade e custo-efetividade mostra que a PCR é um método muito promissor quando utilizado para o diagnóstico precoce da leptospirose. O agente pode ser isolado de amostras clínicas de animais suspeitos ou de material coletado após a morte (órgãos e tecidos). O tratamento preconizado da leptospirose é baseado em antibioticoterapia específica e cuidados de suporte diante das possíveis complicações do quadro clínico.
A vacinação de cães com vacinas contendo bacterinas região-específicas é de extrema importância como medida preventiva para reduzir a incidência de leptospirose canina e evitar o estado de portador. Além disso, a implementação de medidas de controle como investimentos no setor de saneamento básico com a melhoria das condições higiênico-sanitárias da população, controle de roedores e educação ambiental contribuirá para reduzir o potencial zoonótico dessa doença.
ANEXO
RAIVA
1.HISTÓRICO
Propriedade físico-químicas do vírus rábico
O vírus da raiva é inativado por vários meios físicos, como radiação, e meios químicos, como detergentes e sabões, éter, acetona, álcool, componentes iodados, formaldeído, ácido com pH <3 e bases com pH>11.
FORMAS DE TRANSMISSÃO
- Raiva Humana
- Definição de Caso Suspeito
- Manifestações Clínicas no Homem
- Diagnóstico Diferencial
- Manifestações Clínicas no Cão
- Conduta frente a um paciente com raiva
- Diagnóstico Laboratorial
- Tratamento
- Profilaxia Pós-Exposicional
- Soro Antirrábico
- Profilaxia Pré-Exposicional
- Esquema Pré-Exposição
- Resultados
- Reexposição: Esquema Pré-Exposicional
- Raiva Canina
- Controle e Erradicação da Raiva Urbana
- Raiva nos Bovinos
- Raiva em outros Animais Domésticos
- Raiva Silvestre
- Aspectos Epidemiológicos da Raiva
- Coleta das Amostras para Diagnóstico / Colheita de material e acondicionamento
- Diagnóstico Laboratorial
- Situação da Raiva nos Estados do Sul
- Santa Catarina
- Paraná
Nesta fase, todos os sintomas são exacerbados, resultando em aerofobia e aumento da salivação, características da raiva. A alta densidade de cães e as altas taxas de reprodução são fatores importantes nas epidemias de raiva. O envolvimento da comunidade e o trabalho educacional são fundamentais no controle da raiva.
O controle da raiva em herbívoros deve ser exclusivamente preventivo por meio do controle de transmissores e vacinação preventiva de animais suscetíveis em áreas consideradas de risco. Os estados devem seguir as recomendações do Programa Nacional de Controle da Raiva em Herbívoros do Ministério da Agricultura e Controle da Raiva nos Municípios do Ministério da Saúde, adaptadas às situações e características regionais.
Curitiba – Pr
- Rio Grande do Sul
- AUTORES
E em 2007, houve um caso de raiva canina causada por morcego não hematófago no município de Tapes com contato humano. Dentre as ações de vigilância de doenças, destacam-se as consultas antirrábicas por pessoas, que constituem o maior número de notificações do SINAN, e o envio de amostras de animais suspeitos de raiva ao laboratório de referência, contemplando assim a vigilância de doenças no estado. Continua sendo importante manter a vigilância da Raiva, que inclui a vigilância de animais de companhia e de gado economicamente importante.
Ao mesmo tempo, cabe-nos chamar a atenção para a reconhecida importância da participação dos animais selvagens nos ciclos da raiva, em particular das agressões causadas por morcegos não hematófagos. ORGANIZAÇÃO PANAMERICANA DE LA SALUD (OPAS) Anticorpos monoclonais na caracterização e vigilância dos vírus da raiva na América Latina e no Caribe.
TOXOPLASMOSE
Distribuição Geográfica e Áreas Vulneráveis (Mapa Rio Grande do Sul)
CICLO BIOLÓGICO
- Links
Na toxoplasmose, as alterações oculares estão entre as mais frequentemente observadas (Garcia et al., 2005). A infecção aguda em adultos pode levar a alterações ganglionares, febre, resfriado leve ou adenopatia e hepatoesplenomegalia (Costa et al., 2007). O material obtido pode ser utilizado para diagnóstico por inoculação em camundongos ou histopatologia (Moreno et al. 2007).
Após a confirmação do diagnóstico materno e/ou neonatal, o tratamento deve ser instituído o mais precocemente possível (LOPES et al., 2009). Devem beber água tratada, realizar sorologia antes da gestação e, no mínimo, trimestralmente durante a gestação (LOPES et al., 2009).
ANEXOS
TUBERCULOSE
Distribuição Geográfica e Áreas Vulneráveis (Mapa – Região Sul)
- Rio Grande do Sul - Diagnóstico de Tuberculose – junho/2008
- Paraná
A reação tuberculínica, a bacteriologia e a histopatologia são os métodos mais utilizados para o diagnóstico da tuberculose bovina e bubalina. Diagnóstico anatomopatológico - inspeção da carcaça ou necropsia detalhada são ferramentas importantes no diagnóstico da tuberculose bovina. Diagnóstico Alérgico Cutâneo - O diagnóstico alérgico cutâneo com tuberculina é a ferramenta básica para os programas de controle e erradicação da Tuberculose Bovina em todo o mundo.
Estudos sobre vacinação e tratamento da tuberculose bovina não justificam a adoção dessas medidas como forma de controle da doença. Brasília, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento/DAS, Manual Técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose - PNCEBT.
AUTOR
Conhecer a real situação epidemiológica da Tuberculose por estados e regiões é de extrema importância quando se pretende implementar um programa de controle e erradicação, por dois motivos principais: (1) permite selecionar as melhores estratégias; (2) permite acompanhar o andamento do programa e julgar, de forma racional, se há necessidade de promover correções, evitando perda de tempo e recursos. A partir de 2001, iniciou-se uma nova fase no controle e erradicação da tuberculose no Brasil com o lançamento oficial do PNCEBT.
ENDEREÇOS