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UFRN- 2OOO EntendendooOrçamento

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(1)

Entendendo Orçamento o

UFRN- 2OOO

Universidade e Desafios Contemporâneos

234 x 32 R$ 7.488

age

Agência de Comunicação da UFRN

om

(2)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO GERAL

COORDENADOR DE ORÇAMENTO

REITOR

Ótom Anselmo de Oliveira VICE-REITORA

Técia Maria de Oliveira Maranhão CHEFE DE GABINETE

Ana Teresa Torres Porpino SUPERINTENDENTE DE INFORMÁTICA

Galileu Batista de Souza

SUPERINTENDENTE DE INFRA-ESTRUTURA Gustavo Fernandes R. Coelho SUPERINTENDENTE DE COMUNICAÇÃO

Márcio José Capriglione

FUNDAÇAO NORTE-RIOGRANDENSE DE PESQUISA E CULTURA Ana Célia Cavalcanti

PROCURADOR GERAL Giuseppi da Costa

PRÓ-REITOR DE PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO GERAL Lúcio Flávio de Sousa Moreira

PRÓ-REITORA DE ADMINISTRAÇÃO E ASSUNTOS ESTUDANTIS Célia Maria da Rocha Ribeiro

PRÓ-REITORA DE GRADUAÇÃO Maria Doninha de Almeida

PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA José Willington Germano

PRÓ-REITOR DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Paulo César Formiga Ramos

PRÕ-REITOR DE RECURSOS HUMANOS Ageu Almintas da Costa

TEXTO:

Ricardo Ferreira Pinheiro (Coordenador da Comissão de Orçamento)

ARTE:

Maurifran Medeiros Galvão DIAGRAMAÇÃO:

Maurifran Medeiros Galvão

(3)

Apresentação

(4)

Aspectos Gerais...

Sobre o Orçamento da UFRN:

Passado, Presente e Futuro...

Suplementações e Recursos Próprios...

Sobre as Unidades da UFRN...

Composição das Receitas da UFRN...

09

21 39 47 51

Sumário

(5)

Aspectos

Gerais

(6)

Pense na sua casa: todo final de mês, normalmente antes de receber o salário, nós sentamos e programamos o que iremos gastar no mês seguinte. Separamos uma parte para as despesas indispensáveis, como contas de água e luz, fazemos uma previsão

para o que não podemos dimensionar previamente com precisão, como o supermercado, e, quando fica alguma coisa, ainda reservamos algo para o lazer, ou para poupar para futuros

investimentos.

O que é orçamento?

UFRN

11

Aspectos Gerais

Em qualquer empresa privada ou instituição pública, como uma universidade, é necessário fazer o mesmo.

A diferença é que, nas instituições públicas, o orçamento é anual. A UFRN está incluída no Orçamento Geral da União, que é proposto pelo Poder Executivo e aprovado no Congresso Nacional

para valer por todo o ano seguinte.

(7)

Mas, qual a vantagem de fazer a programação orçamentária deste o ano anterior?

Isto permite

estabelecer melhor as prioridades, inclusive pela possibilidade de que elas sejam pensadas de acordo

com o Plano de Desenvolvimento Institucional (o PDI), e, portanto, tratadas como políticas de médio e

longo prazos. É uma nova visão de planejamento que se está

estabelecendo na UFRN.

Mas como é possível fazer a distribuição interna do ano seguinte, se o Orçamento Geral da União, pelo que se espera, só será aprovado após iniciado o ano?

É bem mais difícil, mas é possível. Ao elaborar a proposta orçamentária do ano seguinte, o Governo Federal comunica a cada Universidade Federal seu limite de orçamento para o ano seguinte e lhe dá um prazo

até 30 de junho (em 2000 foi 20 de junho) para encaminhar ao MEC sua

programação global.

É? Mas como só agora, no mês de julho, a UFRN está discutindo o orçamento deste ano?

Isto de corre de um procedimento histórico. Como o Orçamento Geral da União só tem sido aprovado no Congresso Nacional vários meses depois de iniciado o

ano (este ano foi no início de junho), a UFRN, para evitar trabalhar com incertezas, espera esta aprovação para poder discutir sua distribuição interna

em cima de valores concretos.

E isto é correto?

Bem, é uma questão de estratégia de gestão.

A atual administração da UFRN acha que será possível utilizar melhor

os recursos se fizermos nossa programação orçamentária interna antes de iniciar o exercício, isto é, antes de iniciar o ano em que os

recursos serão utilizados.

UFRN

12

Aspectos Gerais

UFRN

Aspectos Gerais

13

(8)

E como é esta questão de Orçamentário sem Financeiro?

Imagine, novamente, sua

programação pessoal. Antes do final do mês, sabendo quanto vai receber de salário, você faz sua "Programação Orçamentária" para o mês seguinte.

Se, por alguma infelicidade, seu patrão não lhe pagar o salário, você entrará o mês seguinte tendo seu

orçamento pronto, mas sem ter o dinheiro para cumprir seus compromissos. Neste

caso, você tem "orçamentário"

Mas não tem "financeiro".

No seu caso pessoal, você pode imediatamente se reprogamar e decidir como gastar o dinheiro novo. No caso das Universidades Públicas, estas não têm autonomia para isto.

Quando um recurso financeiro não está orçmentado a instituição

fica impedida de gastá-lo

E daí?

De posse deste limite,

a UFRN já tem uma boa aproximação dos recursos que estarão disponíveis no ano seguinte, desde o mês de junho do ano anterior. É, portanto,

possível já antecipar o planejamento da utilização interna

destes recursos.

Mas, se houver mudanças dos limites ou previsões de despesas após a aprovação do Orçamento Geral da União no Congresso Nacional?

No ano seguinte, havendo alterações destes

limites, para mais ou para Menos, faz-se uma reprogramação orçamentária, que é bem mais simples. Por isso, a

PROPLAN está buscando avançar na elaboração do orçamento do

ano 2001,adotando o

“ORÇAMENTO PROGRAMA", o qual pretende que esteja

concluído até o final de outubro

de 2000.

UFRN

14

Aspectos Gerais

UFRN

Aspectos Gerais

15

(9)

Imagine Agora que, por uma rara felicidade, você não

sabia mas seu generoso patrão resolveu lhe pagar uma gratificação extra no final do mês. Como não sabia, você fez seu orçamento sem contar com

o dinheiro extra, daí, você vai estar com o "financeiro", porém,

sem o "orçamentário".

Comparando com o

caso das instituições públicas, os recursos são repassados pelo Governo Federal mensalmente em duodécimos (um doze avos do orçamento do ano a cada mês). A partir do momento

em que o Orçamento Geral da União é aprovado, o orçamento da instituição, para todo

o ano, fica autorizado, entretanto, o "financeiro", somente

quando do repasse de cada duodécimo.

E o Financeiro sem Orçamento?

E esta situação, como se compara com a das Universidades Públicas?

Porque a Comissão de Orçamento colocou em seu relatório que o Orçamento da UFRN é uma peça de ficção?

Isto decorre da forma como o orçamento vem

sendo feito ao longo dos anos. Em primeiro lugar porque o orçamento não espelha a realidade das

unidades em termos de necessidades, nem vem sendo montado de uma forma planejada em que os gastos se associem às políticas propostas no Plano

de Desenvolvimento Institucional. O CONSAD aprova a distribuição orçamentária da UFRN,

a cada ano, com base no que é fixado como limite de recursos oriundos do Tesouro Nacional, pelo Orçamento

Geral da União.

Freqüentemente as

IFES têm conseguido "suplementações". Como estas suplementações não fizeram parte do orçamento distribuído pelo CONSAD, termina que

algumas unidades, utilizando recursos das suplementações (ou recursos próprios) gastam além

do que o CONSAD lhes distribuiu, daí o EXECUTADO fica muito diferente do

DISTRIBUÍDO.

Mas, daí, de onde vêm os recursos que tornam a execução financeira diferente?

UFRN

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Aspectos Gerais

UFRN

Aspectos Gerais

17

(10)

Eles podem ser diferentes?

Que história é essa de distribuído e Executado?

O orçamento executado, é aquele que cada unidade (e a própria UFRN como um todo) realmente

gasta ao final do ano.

O orçamento distribuído é aquele que, com base nos recursos do Tesouro Nacional destinados à UFRN pelo Orçamento Geral da

União, retirados os itens

"carimbados", é distribuído entre as unidades

da UFRN.

Podem. Primeiro, porque orçamento é uma Previsão de despesas, logo, Quando do gasto real (execução)

o valor pode ser um pouco maior ou menor que o

previsto;

Segundo, porque, havendo alguma suplementação, se ela não for distribuída internamente

mas se for gasta por qualquer das unidades, então estará havendo

execução além do valor distribuído;

Terceiro, isto pode ocorrer pelo uso de recursos diretamente arrecadados

que não se incluem nos recursos passíveis de distribuição, de acordo

Com o estatuto da UFRN; e,

Quarto, porque

pode ocorrer o contrário, isto é, pode haver um contingenciamento por parte do Governo Federal, e parte

do orçamento não ser repassado.

Em 1998, a UFRN não recebeu o último duodécimo, daí, houve

unidades que executaram menos que o

distribuído.

UFRN

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Aspectos Gerais

UFRN

Aspectos Gerais

19

(11)

Sobre o Orcamento

da UFRN:

Passado, Presente e

Futuro

(12)

Mas o que é mesmo distribuição de Orçamento?

Os recursos para manutenção da instituição em Funcionamento, vêm denominados

"Outras Despesas Correntes (ODC)", e representam menos de 10% do total. São estes recursos que podem ser utilizados para o pagamento

de contas (água, energia, etc.), para aquisição de material de expediente (consumo), como papel,

cartuchos de impressoras, clips, grampos, etc. , e pagamento de serviços (manutenção de computadores, serviços de limpeza, conserto de

equipamentos em geral), dentre outras

coisas.

No orçamento

da UFRN, a maior parte dos recursos (mais de 90%), é "carimbada", isto é tem

destino predefinido e inalienável, como por exemplo, a verba de pessoal,

a dos encargos sociais e a do auxílio

alimentação.

UFRN

Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

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(13)

E isto foi sempre assim?

Nem tudo. São

estesrecursos (ODC) os únicos que a UFRN pode decidir em que aplicar. Daí, Para aumentar a eficiência na utilização dos mesmos, a UFRN faz sua distribuição

entre as "unidades orçamentárias", as quais decidem a melhor

aplicação para garantir seus Próprios funcionamentos.

A UFRN tem total autonomia para usar os recursos de (ODC)?

Não. Isto começou em 1985, após um intenso movimento do Chefes de Departamentos

que resultou nas históricas reuniões da Granja Emaús Ocorridas nos anos

de 1983 e 1984.

O que aconteceu na Granja de Emaús?

Alí, através dos

Chefes, a comunidade Universitária reivindicou mais democracia de gestão na

UFRN e mais transparência na aplicação de seus recursos.

E hoje, como é?

E qual foi o resultado?

Ao final, com base

em um conjunto de indicadores da época, foram fixados índices de distribuição de recursos para todas as unidades orçamentárias e a

UFRN foi a primeira Federal a Ter o orçamento descentralizado. Ainda hoje, várias IFES

não descentralizaram o orçamento.

Bem, desde Emaús

nunca mais os índices, hoje chamados

"índices históricos", foram revistos, apesar de que, há vários anos que, freqüentemente, várias

unidades, especialmente Centros Acadêmicos, reivindicam uma revisão

Destes índices.

Porque ver os índices históricos?

A UFRN mudou

significamente sua estrutura, cresceu quantitativa e qualitativamente em todas as áreas acadêmicas e na infra-estrutura física (novos laboratórios, salas de aula, etc.), Mas a

distribuição orçamentária não modificou-se compativelmente

UFRN

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Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

UFRN

Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

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(14)

Em terceiro lugar a PROPLAN já está trabalhando na distribuição orçamentária do ano 2001,

dentro da perspectiva de programar antecipadamente, e seguindo o

modelo de orçamento programa.

E o que a Administração da UFRN está fazendo quanto a isto?

Isto faz parte das

reformas estruturantes propostos no PDI, no âmbito da PROPLAN, em primeiro lugar, foi criada a comissão de Orçamento, que analisou o orçamento da UFRN e propôs, dentre outras coisas,

uma nova matriz de distribuição de recursos entre os Centros

Acadêmicos;

Em segundo lugar, na proposta de distribuição orçamentária de 2000 as unidades ligadas à

Administração Central (aquelas cujas distribuições orçamentárias eram desvinculadas

das ações Planejadas) tiveram sua execuções orçamentárias dos três últimos anos cuidadosamente estudadas, de forma

a que se pode propor valores mais realistas para

a distribuição.

Mas é verdade que na proposta de distribuíção orçamentária

para 2000 a Administração Central está “abocanhando” mais de 50%

do orçamento para gastar em atividade meio?

Não foi necessário.

Como os Centros trabalham, em termos de recursos do Tesouro, somente com o que lhes é distribuído, o histórico anterior de distribuição já fornece

dados suficientes para avaliar seus gastos anteriores.

Ademais, quando estes gastam além do distribuído, isto se deve basicamente a recursos

arrecadados pelos próprios centros, logo, não devem ser computados

nas partições.

E para os Centros Acadêmicos, também Foi utilizado o orçamento executado?

Não é verdade.

Quem analisar a proposta de distribuição

orçamentária para 2000 elaborada pela Administração Central, verificará que, para atender à recomendação da Comissão de Orçamento de aproximar o orçamento da realidade, com base

nos estudos dos gastos das Uniddes da Administração Central (Pró-Reitores,Gabinete do Reitor e Superintendências)

nos três últimos anos, estas unidades estão tendo uma distribuição bem abaixo de que deveriam

(cerca de um terço).

UFRN

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Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

UFRN

Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

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(15)

Então, na verdade, qual o percentual de recursos que está sendo proposto para a manutenção das Unidades vinculadas à Administração Central?

Na proposta,

observando-se os Centros Acadêmicos,

os recursos a eles destinados somam 28,17%. Mas não se pode deixar de verificar que, os recursos das Políticas Acadêmicas (11,81%), beneficiam diretamente as artividades

acadêmicas que ocorrem nos centros, e, quando v erificamos a conta de “gastos comuns”(37,52%),

percebe-se que tudo o que está ali incluíndo serve de suporte às Atividades

acadêmicas.

Na proposta de

Distribuição para 2000, pode-se verificar que o total de recursos ara manutenção da Administração Central (atividade meio) fica em 5,73% do

orçamento distribuído.

Mas dizem que estes gastos comuns são retirados dos Centros...

Por uma questão

de recionalização. Como seria o dia a dia da comunidade universitária se não tivéssemos contratos de manutenção para atender às

demandas de todas as unidades com pedreiros, eletricistas, encanadores, etc.?; E como seria a

segurança da UFRN se não hovesse iluminação pública por todas os seus

Setores comuns?

Mas existem desperdícios grandes em energia elétrica, por exemplo.

É verdade, e a Comissão

de Orçamento tem se preocupado muito

Com isso. A Administração Central também, tanto que está propondo um destaque de R$ 100.000,00 para investir

em um programa emergencial de otimização de gastos com energia elétrica. E para o próximo ano, as ações deverão

se intensificar nos mais diversos tipos de gastos da Instituição.

E este tal de orçamento Programa, traz alguma vantagem?

Claro que sim. Primeiro, Porque Antecipará ao ano anterior a Programação orçamentária, permitindo a todas as unidades orçamentárias da UFRN se programar com

antecedência para as dificuldades e para as possíveis vantagens; segundo, permitirá o levantamento das carências existentes nos mais

diversos setores da instituição em termos de recursos financeiros, as quais poderão ser tratadas

de duas formas.

UFRN

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Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

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Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

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Existem. ao levantar

suas carências, as unidades irão definir os

objetivos e metas para os quais desejam aplicar os recursos, enquadrando-os dentro do Plano de Desenvolvimento Institucional, o que facilitará a "garimpagem" por recursos

extra orçamentários, facilitará a prestação de contas e a preparação dos relatórios finais. Com isso,

a UFRN poderá otimizar seus gastos e modernizar-se.

Conscientes das necessidades, Poderão os gestores da UFRN (e não necessariamente apenas o Reitor) estar atentos

a todas as chances de captação de recursos extraordinários que aparecerem, visando o

atendimento das mesmas;

A partir das prioridades,

cada unidade orçamentária estabelecerá suas prioridades, a fim de que, em não havendo possibilidades de financiamentos externos, dentro de uma programação ano a

ano, as carências possam ir sendo atendidas.

Explique melhor. Que formas são essas?

O Orçamento Programa,

como se pode ver, abre a questão do orçamento ao "espírito universitário", ou seja, possibilitará que a distribuição orçamentária da UFRN passe a ser elaborada

com a mais ampla participação de todas as unidades, especialmente as unidades acadêmicas,

unidades-fins da Instituição.

E existem outras vantagens em adotar o Orçamento Programa?

A Administração da UFRN não está sendo muito lenta em avançar na Programação Orçamentária?

Sem dúvida.

O ideal é que já Trabalhássemos de forma planejada há muito tempo.

Contudo, a UFRN, na questão orçamentária, enfrenta algumas dificuldades com as bases de dados: conseguimos, há alguns anos, avançar para a

informatização da execução financeira, contudo, o

"software" que utilizamos apresenta deficiências técnicas que impedem ter uma precisão maior

do orçamento executado por cada unidade quando, por exemplo, ocorrem trocas de

Dotações temporárias.

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Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

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Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

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E com relação aos Centros Acadêmicos, o orçamento distribuído também, é diferente do executado?

Bem menos, porque os Centros

praticamente só gastam o que lhes é distribuído a partir dos recursos do Tesouro Nacional. Mas, mesmo assim,

ocorrem diferentes, pois, há gastos advindos de recursos diretamente arrecadados e, eventualmente, em anos anteriores, foi possível verificar que recursos extras

(com relação à distribuição do CONSAD) foram executados, Possivelmente,

captados de suplementações.

Também no caso

de utilização de recursos próprios, não informa a vinculação entre a fonte e a unidade executora. Por

isso, é impossível, de forma imediata, precisar os gastos reais das unidades centralizadas com base nas execuções financeiras dos anos anteriores.

Isto determinou que os avanços fossem dados passo a passo, como vem

sendo feito.

Decidida a reestruturar a política orçamentária, a atual Administração da UFRN tem se empenhado em dar total transparência de suas receitas e gastos financeiros, não só através da Comissão

de Orçamento como de outros mecanismos, a ponto de estar fazendo uso da própria Home

Page para tais divulgações.

E que história é essa de Matriz de Distribuição de Recursos entre os Centros Acadêmicos?

Para sair dos

“índices históricos", a Comissão de Orçamento propôs novos critérios para decidir como repartir a parcela de recursos destinados aos Centros Acadêmicos

dentro do orçamento de ODC. São critérios baseados no tamanho de cada Centro

(físico e em Recursos Humanos), e na produção acadêmico-científica

dos mesmos.

UFRN

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Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

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Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

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E veja como

isto se encaixa nas reformas estruturantes que vêm sendo implantadas para o Planejamento da

UFRN. É mais uma peça desta construção.

E isso tem alguma vantagem?

Lógico.

Veja só: saindo dos Índices históricos, os Centros Vão passar a ter seus orçamentos distribuídos a partir de critérios pré- estabelecidos. Isto permitirá que cada um

se programe para buscar uma maior captação de recursos;

Os critérios, terão Indicadores relacionados com as atividades acadêmicas,

fator essencial a uma Universidade;

Os critérios poderão

privilegiar as atividades consideradas prioritárias pela Comunidade Universitária

para a política institucional, logo Contribuirão para o crescimento

qualitativo da instituição.

E o que isto significará para os Departamentos?

Uma grande vantagem.

Passam a lidar com uma nova realidade:

transparência e critérios acadêmicos pré-definidos.

Como é nos Departamentos que a atividade acadêmica de fato acontece, será importante que o processo de distribuição também se estenda, internamente aos

Centros, de forma a que toda a instituição se envolva neste processo que , com

toda ceteza, contribuirá para o crescimento qualitativo

Da UFRN.

E esta tal Matriz, é só para os Centros?

A Administração Central fica na Boa?

Esta é uma falsa impressão.

A dificuldade de estabelecer critérios, de imediato, para a partição orçamentária entre as

unidades da Administração Central deve-se às dificuldades com a obtenção de dados anteriores e pela

estratégia de planejamento anterior que não permite Uma mudança imediata neste caso. Mas

haverão novos critérios também para a Administração Central.

UFRN

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Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

UFRN

Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

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O quarto passo é toda a nova estratégia de distribuição orçamentária que vem sendo prepara da para o ano 2001, através da qual, com base em um levantamento das reais necessidades, será possível estabelecer parâmetros para a

distribuição dos recursos para estas unidades nos anos vindouros,

Começando por 2001.

E como serão estabelecidos estes critérios?

O segundo passo, está se dando, ainda na proposta 2000, por não se propor destaque de recursos

do Tesouro para a Reserva Técnica da Administração Central, ou seja,

buscou-se distribuir m máximo possível dos recursos

Do Tesouro;

O primeiro passo para isto já foi dado no profundo estudo realizado sobre os

orçamentos dos anos anteriores, procurando encontrar valores o mais

próximos possíveis do gasto real destas unidades. A proposta de distribuição orçamentária 2000 já

avança neste sentido;

O terceiro passo, é não

deixar de manter uma "Reserva Técnica" para o Gestor maior da UFRN, o Reitor, dada a indiscutível necessidade

de que o mesmo possa dispor de um mínimo de recursos, não só para solucionar problemas emergenciais, como também para que seja possível efetuar os necessários ajustes

à distribuição proposta para as unidades da Administração Central, para as quais Está se propondo

uma drástica redução no orçamento distribuído em comparação com o executado nos três últimos anos. A

reserva Técnica é essencial não só ao Reitor mas a todos os Gestores da instituição, tanto que

Hoje alguns Centros Acadêmicos já a têm assegurada.

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Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

UFRN

Sobre o Orçamento da UFRN: Passado, Presente e Futuro

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(20)

Suplementaçoes e Recursos

Proprios

~

`

(21)

As Universidades federais recebem do Tesouro Nacional recursos suficiente para suas manutenções?

Não. Há muitos anos o orçamentos tem sido inferior às

necessidades de manutenção da Universidades.

Em particular, nos últimos anos, todas tiveram um grande crescimento no número de alunos matriculados tanto no nível

de graduação como de Pós-Graduação, o que aumenta muito os gastos com a manutenção, mas não houve o retorno

compatível do Governo Federal no que tange Aos recursos financeiros. Além disso as tarifas

públicas vem aumentando consideravelmente nos últimos anos.

E os Reitores, o que fazem?

Em dezembro de 1998,

os Reitores, através da ANDIFES, entregaram um Protocolo de Intenções ao MEC comprometendo-se a aumentar em média 10% ao ano, de 99 a 2002, o número de

estudantes de mestrado e de graduação, e, em 15% os de doutorado, além de buscar soluções para problemas

como evasão e retenção, além de Outros compromissos.

UFRN

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Suplementações e Recursos Próprios

UFRN

Suplementações e Recursos Próprios

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(22)

Em troca, o orçamento

global das IFES teria um aumento gradual para R$

363 milhões em 1998, R$ 450 milhões em 1999, R$

500 milhões em 2000, R$ 550 milhões ern 2001, e R$ 600 milhões

Em 2002.

E os Reitores propuseram este crescimento em troca de que?

E os Universidades estão cumprindo as propostas

do Protocolo?

Sim.

E quanto o MEC, concordou com as propostas?

Estes recursos decorrentes de emendas parlamentares, terminam chegando às Universidades sob a forma de

suplementações ou convênios.

Embora o MEC

tenha assumido tais metas dentro

de seu plano de ação, o retorno orçamentário não tem sido correspondido. O orçamento executado pelas

IFES em 1999 atingiu R$ 429 milhões e em 2000 está garantida uma previsão de R$ 349 milhões mais R$ 50 milhões

resultantes de emendas de parlamentares, estando ainda o MEC a se empenhar por conseguir chegar aos

R$ 429 milhões (o que tornaria o orçamento global das IFES em 2000 seja

igual ao de 1999).

A matriz de ensino,

contempla apenas o número de alunos que ingressa na universidade e o

número de alunos que conclui seus cursos.

E quais os critérios utilizado pelo MEC para distribuir os recursos entre as Universidades?

Nos anos de 1996 e 1997, foi seguida uma matriz de distribuição baseada em indicadores de produção, sugerida pela

ANDIFES.

A partir de 1998, o MEC vem tentando implantar

outros modelos. No modelo atual, a matriz é composta Por apenas duas parcelas, uma de "ensino” e outra de

"pesquisa”.

Como são compostas estas "matrizes"?

Na matriz de pesquisa, também são contabilizados os alunos

ingressantes e concluintes, além dos docentes, em função de suas qualificações. Os docentes contabilizados, contudo, são apenas os vinculados a algum programa de pós-graduação com conceito igual ou superior a 3, e não necessariamente

Os que estão desenvolvendo pesquisa.

UFRN

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Suplementações e Recursos Próprios

UFRN

Suplementações e Recursos Próprios

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(23)

Esta matriz

está sendo questionada por algumas universidades,

Como a nossa.

E quem fornece os dados para o MEC aplicar a matriz?

As próprias Universidades.

Daí, o Planejamento das mesmas necessita manter bancos de informações

perfeitamente atualizados, sob pena de ocorrerem prejuízos

Às atividades acadêmicas

Na UFRN, é a PROPLAN que coordena os dados? E onde os obtém?

É a PROPLAN. Os dados vêm das universidades acadêmicas,

sendo fornecidos pelos Centros Acadêmicos, Departamentos, Cursos, e, em última análise, pelos próprios docentes. É um

processo complexo, e muitos não têm consciência de sua importância. O aperfeiçoamento e atualização dos dados referentes às atividades acadêmicas da UFRN,

repercutem diretamente nos recursos recebidos do Tesouro Nacional, Os quais é que permitirão a

continuidade e, o crescimento destas atividades.

E como são as suplementações?

O orçamento das IFES

tem sido sempre muito inferior às suas necessidades, daí, os Reitores passam a reivindicar junto ao MEC verbas adicionais para poder manter suas uruversidades até o final do

ano. Quando conseguem, diz-se que

“foi liberada uma suplementação".

Além disso, durante

a discussão orçamento no Congresso Nacional, os Reitores se mobilizam junto aos congressistas, solicitando que façam emendas ao projeto do Executivo contemplando mais verbas para as IFES. As emendas aprovadas, são liberadas sob a

forma de suplementações ou de convênios. No primeiro caso, à possível praticar a distribuição no interior da instituição, no segundo, os recursos vêm

"carimbados", embora, na maioria das vezes, a decisão sobre o programa de aplicação dos

mesmos possa ser decidido pela própria Universidade.

UFRN

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Suplementações e Recursos Próprios

UFRN

Suplementações e Recursos Próprios

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Sobre as

Universidades

da UFRN

(25)

E quais são as Unidades Orçamentárias da UFRN?

A rigor, a UFRN tem um único gestor que é o seu Reitor. A descentralização é uma estratégia administrativa importante e necessária, operacionalizada internamente.

Com base nesta estratégia, são Unidades Orçamentárias: o Gabinete do Reitor, as Pró- Reitorias e as Superintendências, compondo o grupo das unidades da Administração Central;

alguns dos órgãos Suplementares (Museu Câmara Cascudo, Creches, NEI, Restaurante

Universitário, Editora Universitária, Biblioteca Central e o CRUTAC );

e os sete Centros Acadêmicos.

Além disso, há uma parcela de recursos destinados a

"Políticas Acadêmicas", que constituem os Fundos de Pesquisa, Graduação, de Pesquisa, de Pós-Graduação e de Extensão, além dos recursos para Bolsas de Pesquisa,

Extensão, Monitoria e Apoio Técnico dos Centros Acadêmicos, os quais são fundamentais para o estabelecimento

das políticas que orientam nossa Instituição como uma Universidade

de verdade. Nestas políticas, está essência da Instituição

Universitária.

UFRN

Sobre as Universidades da UFRN

49

(26)

Estes fundos são

administrados pelas Pró-Reitorias correlacionadas, e são utilizados mediante projetos encaminhados por docentes ou bases de pesquisa de todas as unidades acadêmicas, os

quais são julgados por comissões representadas por docentes também de todas as unidades.

As Pró-Reitorias, apenas os administram.

E quem administra estes Fundos?

Composição das Receitas

da UFRN

50

Sobre as Universidades da UFRN

UFRN

(27)

Finalmente, completando

os recursos de ODC, vêm os recursos para manutenção dos "colégios técnicos" (Escola de Música, Escola de Enfermagem e Colégio Agrícola de Jundiaí), e para manutenção do "ensino de graduação"

(cerca de 5% do total do orçamento do Tesouro), que são destinados não só à manutenção do ensino, de forma

direta, mas à manutenção de toda a atividade meio que suporta a atividade de ensino. Esta é a

parcela que pode ser distribuída Entre as unidades.

Quais as parcelas que compõem o orçamento da UFRN?

A parte mais significativa,

inclui recursos para o pagamento de pessoal (ativo e inativo) e Encargos sociais, verba "carimbada", portanto, compreendendo

cerca de 90% dos recursos oriundos do Tesouro Nacional;

Dentro dos

Recursos de ODC, uma parte t ambém já é "carimbada". São os

"Benefícios" (Assistência pré-escolar, Auxílio Transporte e Auxílio Alimentação);

os recursos para pagamento de "pessoal temporário" (professores substitutos);

e os recursos para o pessoal de “Residência

médica";

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Estes recursos

nem mesmo têm sido incluídos no Orçamento do Tesouro Nacional nos últimos anos. O pouco que se tem

conseguido tem sido através de Recursos Próprios arrecadados pelos Hospitais Universitários.

E os recursos para compra de equipamentos e Material Permanente?

Aluguéis: diz respeito ao recebimento de aluguéis de diversos pontos da UFRN utilizados comercialmente. São espaços do Centro de Convivência, cantinas dos setores de aulas, etc. Estes recursos são destinados às próprias unidades que disponibilizam tais espaços, logo, são distribuídos naturalmente;

Outras Receitas Patrimoniais: são recursos provenientes dos rendimentos de aplicações de recursos arrecadados pelos Hospitais Universitários e NUPLAN. A quase totalidade destes recursos retorna à unidade de origem (HU's e NUPLAM);

NUPLAM: neste item está a meta de arrecadação prevista com a venda de remédios pelo NUPLAM. Destes recursos, 5% são destinados ao FAPAM, visando o financiamento de pesquisas na área de medicamentos e alimentos. São recursos, portanto, que já se destinam ao Centros Acadêmicos. O CCS, CB, CT, CCET e o próprio NUPLAN são beneficiados por estes recursos. Quanto aos demais 95%, retornam ao NUPLAM para repor estoques de matéria prima e propiciar reinvestimentos;

Serviços Hospitalares: esta é uma previsão que se insere no Orçamento da União visando contemplar eventuais recursos arrecadados pelo HUOL ou pela MEJC, em decorrência de atendimento, via SUS, a pacientes encaminhados por Secretarias Municipais de Saúde localizadas no interior do Estado. Estes recursos são gastos pelos respectivos hospitais arrecadadores;

E os Recursos Próprios, ou Recursos Diretamente arrecadados,que

recursos são estes? É verdade que servem como um “caixa 2”

para as IFES?

Não é verdade.

Primeiro, porque os recursos diretamente arrecadados, recebem acompanhamento do Governo

Federal e do Tribunal de Contas da União. Para poder arrecadar estes recursos e utiliza-los,

as IFES têm de fazer parte do orçamento;

segundo, pela própria destinação que é dada a eles, que é a seguinte:

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Serviços Administrativos: são recursos oriundos das taxas de consignações (destinados ao DAP); importações de

equipamentos oriundos de projetos de pesquisa do CNPq, adquiridos pelo Setor de Importações da UFRN; vendas editais de licitações (vão para o DMP); aluguéis de Auditórios; da Capela; recursos de multas aplicadas pela Biblioteca;

pagamento de refeições no RU; ressarcimentos e doações. São destinados à manutenção das unidades geradoras dos recursos, logo, são naturalmente distribuídos;

Serviços Educacionais: são recursos oriundos de taxas escolares (reopção, transferência voluntária, etc.) e das taxas de inscrição no vestibular. Os recursos do vestibular são destinados à COMPERVE, que os utiliza para cobrir suas despesas

operacionais e os custos do vestibular. Os recursos das taxas estão sendo utilizados para subsidiar os Projetos do Fundo de Graduação;

Convênios com Estados e Municípios: pequena dotação prevista com o intuito de garantir a possibilidade de recebimento dos recursos destinados ao acerto de contas com governos Estaduais e Municipais, em função da cessão de servidores, estes Servidores, geralmente são estagiários que, mediante covênios de cooperação técnica participam de projetos conjuntos (UFRN - Estado ou Municípios), sendo pagos pela UFRN, porém, com recursos oriundos da outra parte convenente;

Alienação de Móveis: são recursos oriundos da venda de móveis e utensílios que já estão fora de uso, como carteiras escolares, armários, etc. Estes recursos, em geral são utilizados pela Administração Central. Nos casos de bens de valores significativos, como automóveis, os recursos são destinados às unidades a que pertencem os veículos;

Alienação de Imóveis: previsões incluídas para o caso de a UFRN concretizar a venda de algum bem imóvel. Observe-se que em 2000 a previsão é de R$ 0,00.

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Referências

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