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modos de ser/estar jovem na escola - UEFS

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Academic year: 2023

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Dayrell (2009) analisa que os estudos sobre “Identidades/subjetividades juvenis e escola e culturas juvenis e escola” surgiram em 2002 de forma ainda dispersa e insignificante, destacando o surgimento de novas preocupações entre os pesquisadores da área. Culturas juvenis”, “Juventude e educação”, “Juventude e espaço urbano”, “Identidades juvenis e escola”, “Trajectórias e modos de vida juvenis em espaços populares”, “Papel principal dos jovens”, “Sociedade juvenil”, i.a. .

REDE DE SIGNIFICAÇÕES E A CARTOGRAFIA

Portanto, a produção de dados no campo empírico constituiu um movimento de atenção, imerso na experiência, na localização de vestígios e signos do próprio processo de pesquisa. O percurso metodológico foi traçado ao longo do próprio trabalho com movimentos próprios, caracterizados por uma forma de pesquisa que pensa a vida como pulsante, também em contextos educativos.

OS JOVENS, PARTICIPANTES DA PESQUISA

Nesta instituição participa no grupo de jovens ligados à cultura/arte, concretamente no grupo de música, bem como no projeto FACE (Festival Anual da Canção Estudantil). Nesta instituição participa no grupo de jovens ligados à cultura/arte, especificamente no grupo de música, bem como nos projetos FACE e TAL (Tempos de Artes Literárias). Nesta instituição participa do grupo de jovens ligados à cultura/arte e do projeto Novembro Negro, bem como da Feira do Livro5.

Nesta instituição participa no grupo de jovens ligados à cultura/arte, concretamente no grupo musical, bem como no projeto FACE. Nesta instituição participa no grupo de jovens ligados à cultura/arte, especificamente no grupo musical, bem como no projeto FACE, Projeto Rádio, Novembro Negro. Nesta instituição participa no grupo de jovens ligados à cultura/arte, especificamente no grupo musical, bem como no projeto FACE (Festival Anual da Canção Estudantil), TAL (Tempos de Artes Literárias), Novembro Negro e no grupo desportivo de voleibol.

A OBSERVAÇÃO, O CONTEXTO DA PESQUISA

Esta escola foi escolhida na concepção deste estudo, tendo em conta, nomeadamente, o diálogo que a referida escola tem mantido ao longo dos últimos cinco anos com a Universidade Estadual de Feira de Santana e com o grupo de investigação TRACE. Convidei também um grupo de amigos que faziam parte do projeto Tempos de Artes Literárias (TAL). A intenção era estreitar o diálogo e estreitar vínculos, bem como aprender algo sobre suas trajetórias na escola, como a formação do grupo musical, a participação no grupo de dança e atividades literárias, entre outras.

Os jovens contaram um pouco sobre si mesmos, como trabalharam na dinâmica escolar, como se conheceram e como formaram o grupo musical. Fiquei muito tempo na escola, novamente me aproximei do grupo de dança formado por três meninas (já mencionado). Ainda em relação à formação dos grupos de discussão, no dia 29 de outubro de 2015, às 17h00, realizei uma segunda discussão, com alguns jovens, na biblioteca da escola.

A FOTOGRAFIA

Conversamos sobre os Grupos de Discussão e agendamos o primeiro encontro, marcado para o dia 12 de novembro de 2015. Ao final, entre muitos convites, os jovens interlocutores que participaram dos grupos de discussão foram: Samuel (2º ano), Fernando (2º ano), Gabi (2º ano), Aleksander (2º ano), Victor (3º ano), Sandro (3º ano), Emília (2º ano), Naiara (1º ano), num total de oito. Portanto, as fotografias funcionaram como mobilizadoras da subjetividade e, no caso da análise dos dados, um movimento para se afetar: olhar e sentir a realidade de forma metafórica, com abertura para novas reflexões e relações com experiências no campo. empiricamente e os discursos proferidos pelos jovens em grupos de discussão.

GRUPO DE DISCUSSÃO: BATE-PAPO COM OS JOVENS

Na “bagagem”, porque os viajantes sempre trazem alguma coisa consigo, levaram o material para o grupo de discussão e a primeira fase da Oficina de Imagens10, além de muitas expectativas. Além dos alunos que participaram do primeiro grupo de discussão, Fernando, Gabi, Aleksander, Vitor e Sandro, também tivemos a presença de Samuel e Emília. A produção do vídeo giraria em torno do tema do encontro: “Como os alunos poderiam mudar – ou como estão mudando – a escola?”, com depoimentos do próprio grupo e de outros alunos da escola.

O vídeo e as fotos tiradas pelos alunos fariam parte do próximo grupo de discussão, combinamos. A terceira reunião do Grupo de Discussão aconteceria à tarde, mais precisamente às 14h. 15 A realização do grupo de discussão na sala TRACE foi uma sugestão dos jovens que demonstraram interesse em conhecer este espaço.

O PERCURSO PARA A ANÁLISE DOS DADOS

A pessoa, o lugar, o objeto ficam expostos e escondidos ao mesmo tempo, sob a luz e dois olhos não são suficientes para captar o que está escondido no floreio rápido de um gesto. Inicialmente, o encontro foi planejado para acontecer em três “flashs”: o primeiro – Exposição/avaliação de fotografias tiradas pelos alunos sobre os modos de ser jovem dentro e fora da escola; a segunda - Exposição/avaliação das fotografias por mim tiradas, durante as observações na/na escola, com o tema “Lugar(es) [da] escola que [eu]. Para além das fotografias e das narrativas construídas durante a observação escolar, a discussão estende-se através dos discursos e significados produzidos pelos jovens nos grupos de discussão, tendo em conta as relações que se criam entre sujeitos e contextos, bem como os múltiplos elementos que estão interligados neste processo. .

Nessa perspectiva, os dados produzidos nesta pesquisa exigiram a busca de paradigmas adequados à análise do complexo conjunto de elementos pessoais, relacionais e contextuais que permeiam as redes de significados dos modos de ser jovem no contexto escolar. Nesse sentido, as texturas deste trabalho sobre modos de ser jovem foram moldadas a partir das expressões, práticas e significados produzidos pelos sujeitos participantes da pesquisa, em diálogo com aspectos teóricos, considerando sobretudo as especificidades e peculiaridades das interações. e contextos produzidos. O capítulo de análise dos dados abaixo foi composto a partir de três dimensões sobre os modos de ser jovem na escola: sociabilidade, expressão do protagonismo juvenil, ser jovem e ser estudante.

DENTRO DE SI, FORA DE SI: SOCIABILIDADES ENTRE OS JOVENS

Os espaços de diálogo são caracterizados pela confiança entre iguais e pela oportunidade de enfrentar os desafios que a vida traz. Acho que essa é a realidade atual de alguns adolescentes e jovens: solitários, tristes, deprimidos e mostrando à sociedade que não estão. Acho que as pessoas deveriam se entender, ou pelo menos tentar se entender.

A formação que o espaço escolar nos permite, não só na sala de aula, mas também fora dela, acho mais surpreendente. Eu acho que se a gente vier aqui e só tiver aula e ficar tudo na sala de aula, acho que a escola simplesmente não estaria cumprindo o seu papel. Rapaz, acho que é hora de realmente pensar bem e acho que posso não ser tão persistente.

O ESTÉTICO, O POLÍTICO: EXPRESSÕES DO PROTAGONISMO

Daí a minha escolha pela utilização do termo “expressões de protagonismo”, pois aborda os modos de ser jovem em diferentes nuances. Neste trabalho, as expressões do protagonismo juvenil, uma das dimensões dos modos de ser jovem na escola, referem-se aos significados e às diferentes práticas de participação dos jovens no contexto escolar, conforme as narrativas dos próprios sujeitos desta pesquisa. Da mesma forma, por vezes não conseguem reconhecer as identidades juvenis, os modos de ser jovem, as suas redes de significados, os contextos e as singularidades que os constituem.

Embora um dos alunos tenha destacado que a escola havia perdido sua identidade [...] por causa dos programas definidos antecipadamente pelo governo, quando olhei com mais atenção e sensibilidade, percebi que, entre significados e práticas, emerge, neste contexto, tensão entre a condição de ser estudante e os modos de ser jovem. Os jovens deixam, portanto, marcas com formas de participar, de ser, específicas desses sujeitos, naqueles contextos específicos em que as interações acontecem. Nesse contexto, as dinâmicas produzidas no espaço radiofônico podem se configurar como possibilidades de dar visibilidade aos modos de ser jovem, à tradução de formas de expressão estética, cultural e de posicionamento juvenil.

SER JOVEM, SER ALUNO: CONTEXTOS AMBIVALENTES

Adotando uma perspectiva próxima às ideias de Dayrell (2012), nesta pesquisa os jovens assumiram o papel de sujeitos, para além da sua condição de estudantes. Em suas narrativas, os jovens apontaram outros espaços de formação, além da sala de aula, como oportunidade para reconfigurar lógicas, espaços e contextos escolares que parecem centralizar a condição de ser estudante, mas ignoram o ser jovem. Nesta perspectiva, é legítimo afirmar que os jovens em contexto escolar transitam entre as dimensões do espaço liso e do espaço estriado.

Assim, seja pela resistência, pela (não)participação, pela necessidade de construção de outros espaços de formação e sociabilidade fora da sala de aula e da condição de estudante, os jovens insistem, mesmo que por arestas e fugas, em marcas e expressões juvenis impressas no escola Durante os percursos aprendi com os jovens que a sociabilidade, ou seja, as relações e as conversas com os pares, tem uma dimensão afetiva, reflexiva e formativa. Assim, seja pela resistência, pela participação, pela apatia, pelo desejo e necessidade de espaços de sociabilidade/educacionais mais amplos, fora da linearidade e da centralidade da sala de aula, os jovens estão se reconfigurando e reconfigurando o contexto escolar.

O essencial é saber ver, saber ver sem pensar, saber ver quando se vê, e não pensar quando se vê, nem ver quando se pensa. Portanto, antes de clicar, você pode ir de um lado para o outro, aproximar-se e afastar-se da cena, colocar-se em um ponto mais alto ou mais baixo que ela, para observar o efeito produzido na fotografia por todas essas variações. Os planos determinam a distância entre a câmera e o objeto fotografado, levando em consideração a organização dos elementos dentro do enquadramento criado.

Antecedentes: para se referir a sujeitos, pessoas ou objetos que, embora não se destaquem ou definam o significado da foto, têm importância própria. Entenda a importância da iluminação natural e artificial, quando usar flash, usar zoom, zoom in e o que significa ter foco e enquadramento. A fotografia, assim como a música, a poesia, a pintura, a dança, etc., é um meio de expressão do indivíduo; como tal, tem uma linguagem própria.”

Referências

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