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MONOGRAFIA_ALINE pronta! - Univali

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Academic year: 2023

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Com base nessas afirmações, este trabalho teve como objetivo investigar a importância do diálogo entre pais e filhos durante a adolescência, investigar como se dá a comunicação entre pais e filhos diante das mudanças que ocorrem na educação dos filhos durante a adolescência, segundo o ponto de vista tanto dos pais como dos filhos. Identificar, de acordo com os relatos dos pais e dos filhos, que mudanças, se houver, ocorreram na educação dos seus filhos nesta fase.

A família

No que diz respeito ao ciclo de vida familiar, segundo Carter e MCGoldrick (1995), as mulheres sempre foram intervenientes centrais, no papel de mãe e esposa. Diante dessas afirmações, fica claro que a família é em todos os sentidos o produto da evolução que constitui um grupo de pessoas que se adaptam de forma flexível às influências do ambiente em que vivem (ACKERMAN, 1986).

A família com filhos adolescentes

Eles estão tentando alcançar a independência dos pais para mostrar que podem continuar seu processo de amadurecimento sozinhos. Os pais são os líderes da família e se demonstram insatisfação fica difícil equilibrar o relacionamento com os filhos.

As mudanças na educação dos filhos

O que não pode acontecer, diz o referido autor, é que pequenas coisas do cotidiano se transformem em coisas drásticas, como a ordem e a desordem no lar, pois essas pequenas coisas podem ser resolvidas por acordo coletivo, contando com a cooperação de todos. para não acabar em brigas, insultos e acusações. A preocupação excessiva que leva os pais a saberem o que é preciso fazer para que seu filho tenha um bom desenvolvimento emocional, segundo o referido autor, pode embotar a espontaneidade, a intuição e o bom senso tanto do lado paterno quanto materno. nativo.

A educação dos filhos da infância a adolescência

E se os pais encararem os problemas da mesma forma dramática que os adolescentes, só piorarão as coisas (NOLTE e HARRIS, 2005). Os pais não devem insistir em ser uma figura punitiva e ameaçadora, abandonando-a, afirma Tiba (2006).

Comunicação entre pais e filhos adolescentes

Dependendo da conversa que ocorre, os pais podem abrir ou fechar canais de comunicação familiar. Eles as assimilam pela conversa que seus pais têm sobre suas crenças e porque os veem vivendo de acordo com essas crenças (NOLTE e HARRIS, 2005).

A sexualidade dos filhos

Satir (1967 apud FÉRES-CARNEIRO, 1996), é outro autor que enfatiza a importância da comunicação, diz que a baixa ou alta autoestima na família deriva de formas inadequadas ou adequadas de comunicação entre seus membros. Ao mesmo tempo que a família regula o exercício da sexualidade humana, determina as suas distintas configurações e objetivos. A família será beneficiada se for um contexto menos opressivo e, em vez disso, oferecer um ambiente propício ao reconhecimento e à satisfação adequada das necessidades sexuais de seus membros (OSÓRIO e VALLE, 2002).

Surge o dilema: se os pais permitem ou não que o namorado ou namorada do filho durma em sua casa. Isto pode não se transformar numa tragédia, mas também não é um mar de rosas para os pais. Os pais devem sempre ter como critério a flexibilidade ao conversar com crianças e adolescentes, é importante se reciclarem constantemente em relação às mudanças no comportamento sexual do adolescente.

Dessa forma, durante as discussões, os pais se sentirão mais seguros para opinar e os filhos se sentirão mais estruturados, com isso os adolescentes serão mais responsáveis ​​e prontos para iniciar a vida sexual no momento certo (PREDEBON, 2002). Os fatores básicos da pesquisa qualitativa segundo Flick (2004) consistem na escolha correta de métodos e teorias apropriadas, na diversidade de perspectivas dos participantes, na reflexão do pesquisador e da pesquisa sobre a pesquisa que faz parte de um processo de produção de conhecimento. e, por fim, na variedade de abordagens e métodos utilizados na pesquisa.

Participantes da pesquisa

Possuem a capacidade de anotar a complexidade de uma determinada hipótese ou problema, analisar a interação de determinadas variáveis, compreender e classificar processos dinâmicos vividos por grupos sociais, contribuir para o processo de mudança, criação ou formação de opiniões de um determinado grupo e permite maior grau de profundidade na interpretação dos detalhes do comportamento ou atitudes dos indivíduos (OLIVEIRA, 1997).

Instrumentos

Por se tratar de um estudo qualitativo, que visa analisar a qualidade e não a quantidade dos fenômenos coletados, esse número de entrevistados foi suficiente. Outro instrumento utilizado foi a entrevista semiestruturada (Anexos B e C), para explorar os seguintes temas: parentalidade, comunicação e relacionamento entre pais e filhos adolescentes. Entrevista semiestruturada é aquela em que o pesquisador organiza um determinado número de perguntas, quantas julgar necessárias, sobre o tema sob investigação, mas permite, e às vezes até incentiva, o entrevistado a falar livremente sobre temas considerados o tema aparecer. entrevista progride entrevista, como elaboração do tema principal (PÁDUA, 2000).

Coleta de dados

Com respeito aos princípios éticos de confidencialidade e anonimato, os pais e filhos participantes foram referidos pela abreviatura dos seus nomes. Como prática educativa e técnica disciplinar, segundo os autores acima citados, é relevante a inferência que os pais fazem sobre o comportamento e as motivações do filho, bem como sobre suas crenças, opiniões e orientações sociais. Os pais assumirem a responsabilidade pelas ações e intenções dos filhos são diferentes de se sentirem culpados por tudo o que acontece com eles.

A forma de transmitir esse ensinamento aos filhos dependerá de como os pais lidam com as próprias emoções. Como o ensino deve ser feito com amor, os pais ficam satisfeitos ao perceberem o que conseguiram transmitir aos filhos. Embora as crianças frequentem escolas e creches cada vez mais cedo, as crianças levam consigo o elevado valor que atribuem à família, embora os pais geralmente tenham a ideia de que os filhos valorizam mais os amigos.

De acordo com os relatos das famílias, percebe-se que elas mantêm um relacionamento afetivo saudável, com todos os pais dando grande ênfase à demonstração de afeto. É necessário que os pais revejam e resolvam seus conceitos e preconceitos, podendo inclusive quebrá-los para que não passem ideias distorcidas e errôneas aos filhos. Segundo Carter e McGoldrick (1995), as mudanças que ocorrem na relação pais-filhos durante a adolescência envolvem mudanças na maturidade física das crianças, juntamente com as mudanças que ocorrem nos pais à medida que entram na meia-idade.

A responsabilidade mais importante dos pais, tanto na infância como na adolescência, é garantir que os seus filhos se sintam seguros e amados, mesmo quando se comportam de formas que desagradam aos pais. É um tema que ainda paralisa os pais e constrange os filhos quando perguntam sobre o assunto. Os pais e mães das três famílias são muito flexíveis na criação dos filhos adolescentes.

Análise dos dados

Comunicação

Comunicação entre o pai e o (a) filho (a) na infância

Comunicação entre a mãe e o (a) filho (a) na infância

Comunicação estabelecida entre o casal para educar o (a) filho (a) na

Comunicação entre o pai e o (a) filho (a) na adolescência

Comunicação entre a mãe e o (a) filho (a) na adolescência

Comunicação estabelecida entre o casal para educar o (a) filho (a) na

Como o filho percebe a comunicação que tem com os pais na

Regras na infância

Regras na adolescência

Interação Familiar/Convivência na infância

Interação Familiar/Convivência na adolescência

Afetividade na infância

Afetividade na adolescência

Sexualidade na infância

Sexualidade na adolescência

Os limites básicos devem ser discutidos entre os pais para chegar a um acordo sobre como agirão em determinadas situações. Se esse sentimento for muito intenso, os pais superprotegeriam os filhos e sufocariam sua autonomia (MALDONADO, 1994). Os pais de hoje parecem perdidos nas suas boas intenções liberalizantes, não sabendo distinguir entre opressão e estabelecimento de limites.

Devido a fatores psicológicos e culturais, vimos que não é fácil para os pais terem uma parentalidade devidamente partilhada, ainda se deparam com paradigmas que vão ao encontro dos seus valores. Os pais que pensam nos seus filhos como aprendizes essencialmente passivos adquirem atitudes que têm menos probabilidade de promover o desenvolvimento cognitivo (CONGER; MUSSEN; KAGAN, 1990). Os pais podem sempre pedir ao filho que seja cuidadoso e responsável ao acessar a Internet, para que sinta que os pais estão demonstrando o quanto se preocupam com ele e valorizam a interação familiar (CARR-GREGG e SHALE, 2004).

Caso os pais tenham dificuldade em se expressar porque têm dificuldade de ter consciência do que estão sentindo ou de controlar seus impulsos, podem aproveitar o tempo para transmitir valores aos filhos e também aprender (ROSSET, 2003). Se os pais decretarem uma proibição, devem demonstrar as suas causas, porque se tiverem clareza sobre o perigo, a criança seguirá caminhos alternativos e permitidos. O relacionamento é repleto de problemas, isso não significa que os pais não possam ser firmes, pois isso não seria amor.

Eles pensam que quanto mais aberta for a comunicação sobre a sexualidade, os seus filhos ficarão cada vez mais interessados ​​em sexo, mas na realidade os pais enfrentam dificuldades em gerir os seus próprios sentimentos.

Análise geral das Categorias

A terceira subcategoria trata da comunicação estabelecida entre o casal para educar o filho, esta é outra categoria onde não houve alteração, pois os pais destacam que tanto na infância quanto na adolescência, quando necessário, sempre conversam e chegam a um acordo juntos. A próxima categoria é sobre regras/liderança, onde se pode concluir que as três famílias têm em comum o fato de não serem muito rígidas quanto às regras, os pais acharem que não era necessário submeter o filho a punições severas, e esta educação dada , então seus filhos na adolescência souberam distinguir entre o certo e o errado para si, conhecendo seus limites a partir das atitudes dos pais. Nesta categoria, uma variável pode estar relacionada ao número de filhos que o casal possui, e à geração do filho entrevistado, visto que os adolescentes entrevistados das famílias A e C tinham irmãos mais velhos, e estes podem, com base na observação dos irmãos , também têm irmãos mais velhos.. assimilaram quais eram seus limites para que os pais não precisassem se preocupar com quais limites seus filhos deveriam atingir.

Na família B não houve mudanças significativas da infância para a adolescência, os pais parecem favorecer a criança com a fala e a comunicação, embora não falem muito sobre isso, e a criança percebe essa situação da mesma forma. Todos os pais relataram que nunca tiveram que punir severamente ou falar muito duramente, e nunca usaram a violência como meio, o que evidencia fatores muito positivos para a educação dos seus filhos. Pais e filhos geralmente mantêm boa comunicação, com exceção do pai da família C, que afirma ser muito difícil manter diálogo com a filha. Os problemas do pai podem estar relacionados ao fato da filha ser do sexo feminino.

Os pais devem respeitar os limites do adolescente, mas não permitir que ele se feche; ele deveria encorajar o diálogo entre eles. Outro estudo relevante seria sobre como se dá a comunicação entre pai e filho e entre mãe e filho, onde os pais são separados, para verificar se há uma mudança na forma como a comunicação acontecia quando os pais eram casados ​​e como a comunicação se dá hoje. .

Apêndice A – Ficha de Identificação

Apêndice B – Entrevista para os pais

Apêndice C – Entrevista para os filhos

Apêndice D – Termo de consentimento livre e esclarecido para os pais

Referências

Documentos relacionados

Para mitigar nossas preocupações, o autor argumenta que a possibilidade dessa mudança se dar de forma mais pacífica é muito grande, não só pela possibilidade de adotarmos medidas para