LAVITS - Red Latinoamericana de Vigilancia, Tecnología y Sociedad / Fundación Vía Libre / Área 'Tecnología, Cultura y Política de las Principales Ciencias de la Comunicación de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Buenos Aires. Reflexiones sobre la construcción de la videovigilancia como objeto etnográfico a partir de una investigación en curso.
INTRODUCCIÓN
El cambio en la narrativa de seguridad tras el ataque a las Torres Gemelas permitió incorporar una nueva doctrina de vigilancia de la "información total". El simposio, y por ende estas memorias, no serían posibles sin el apoyo de la Fundación Ford, el Centro Cultural San Martín y la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Buenos Aires, a quienes estamos especial y profundamente agradecidos.
APRESENTAÇÃO
Era necessário enfrentar a complexidade das questões colocadas pelo entrelaçamento cada vez mais promíscuo das tecnologias e práticas de vigilância com os processos sociais, afetivos, económicos, informacionais, governamentais, etc. Após as edições realizadas no Brasil (2009 e 2015) e no México (2011), o Simpósio LAVITS foi realizado, pela primeira vez, na Argentina e tentou debater a existência de novos paradigmas de vigilância através da tecnologia, contribuindo com uma perspectiva da América Latina . .
INTRODUCTION
Among the projects developed since its foundation (research, education, publication, etc.), the international symposia have been a privileged opportunity to build knowledge. The symposium would have been impossible, and therefore this book, without the support of the Ford Foundation, the San Martín Cultural Center and the Faculty of Social Sciences of the University of Buenos Aires.
PONENCIAS
DOCTRINA DE SEGURIDAD Y SERVICIOS DE INTELIGENCIA
VIGILANCIA MASIVA DE COMUNICACIONES: UNA
No quiero vivir en un mundo donde todo lo que digo, todo lo que hago, todas las personas con las que hablo, cada expresión de creatividad, amor o amistad quede registrado (Snowden, 2013 y Poitras, 2014).
Vigilância massiva de comunicações: uma (ciber) inquisição
Mass surveillance of communications: A (cyber) inquisition
Como se sabe de los documentos1, el sistema de vigilancia de comunicaciones masivas es resultado de la construcción progresiva de una estructura de monitoreo transnacional encabezada por la Agencia de Seguridad Nacional (NSA) de Estados Unidos en coordinación con otras agencias de ese país como la Oficina Federal de Inteligencia ( FBI). ) y con sus agencias homólogas de los países cooperantes. Paralelamente, la valorización de la información aparece como un eje de negocio fundamental para las empresas relacionadas con la actividad en Internet.
La vigilancia y el discurso del poder punitivo
Las narrativas del poder punitivo se basan en lo que Zaffaroni llama confiscación del conflicto o confiscación de la víctima. La intervención se presenta como una reacción derivada de la necesidad de neutralizar un peligro inminente.
La (ciber)inquisición
De manera similar, se argumenta que una de las dimensiones de la amenaza actual es que los jóvenes son permeables a las ideas de los grupos extremistas. El segundo es un discurso del presidente Obama (2014) en 2014 con motivo del anuncio de la revisión de las disposiciones sobre vigilancia de las comunicaciones.
CONSIDERACIONES FINALES
Conocer los casos de Julian Assange, Jacob Appelbaum y Aaron Schwartz como la cara visible de otros que con su práctica diaria se opusieron al avance de la vigilancia de las actividades de las personas y que con su trabajo permitieron encontrar herramientas y alternativas para crear lo que con tanta eficacia sirve a la protección y a la reflexión colectiva. Esto último en particular permitió comprender las alternativas a la vigilancia a gran escala, que brindan completa evidencia de que se trata de un esquema que llega a toda la población sin mecanismos de selectividad y que ofrece poca eficiencia en términos de sus objetivos planteados.
NOTAS
La mayoría de quienes constituyen hoy la cara visible de estas fuerzas opositoras sufren, tal como lo hicieron hace cinco siglos, bajo el ataque de quienes los perciben como fuentes efectivas de resistencia a la autoridad. Hoy, como ayer, el miedo es un motor fundamental del progreso en el sistema penitenciario. La alternativa, como señala Zaffaroni, es la precaución.
Retrieved from: https://www.whitehouse.gov/the-press-office remarks-president-review-signals-intelligence.
PEÇO PERDÃO PELO VACILO : EXERCÍCIOS AUTORIT ÁRIOS EM VÍDEOS AMADORES
INTRODUÇÃO
Pido perdón por la “vacilación”: ejercicios au- toritarios en videos caseros compartidos en
I beg you forgiveness for my fault: exercises of authority in amateur videos shared on You-
Por fim, refletimos sobre como a midiatização dos pedidos de perdão se distancia, em certa medida, das práticas julgadoras dos Estados modernos, com base no que Foucault descreveu a respeito dos processos disciplinares. Como uma espécie de resquício de práticas anteriores aos julgamentos criminais disciplinares, o conteúdo da playlist analisada parece antes uma forma de fortalecer e manter as relações de poder das autoridades policiais através da midiatização de um arco narrativo da violação e do flagelo do infrator.
A MIDIATIZAÇÃO DA AÇÃO POLICIAL NOS VÍDEOS DE “PEÇO PERDÃO PELO VACILO”
A playlist aqui analisada é a quarta maior em número de vídeos adicionados, de um total de dez listas. Vale lembrar que a playlist “Perdão pelo vacilo” não surge de uma proposta isolada do canal, mas está inserida no contexto de um meme da Internet (Shifman, 2014), também reconhecível pela expressão “Peço perdão pelo vacilo” e que circula por blogs de humor e outras plataformas digitais (onde, por exemplo, é possível encontrar posts marcados com a hashtag #perdaopelovacilo e variações).
NOTAS METODOLÓGICAS
Manifestação do meme da internet peço desculpas pela hesitação, circulando em blogs de humor. A seguir, esperamos explicar um pouco mais sobre as categorias sugeridas apresentando os pontos que consideramos mais relevantes para o primeiro estudo de caso deste objeto.
UM ARCO NARRATIVO COM DOIS MOMENTOS
As categorias sugeridas acima foram úteis para apoiar e ajudar a verificar percepções previamente observadas. É importante destacar que em diversos vídeos o Momento 2 parece acontecer dentro de uma delegacia.
Momento 1, o delito
Por exemplo, no vídeo 9, em que o sujeito é filmado em frente a um muro com o emblema da Polícia Militar de Alagoas, ou no 27, uma compilação de outros oito vídeos de diferentes emissoras mostrando entrevistas com pessoas detidas, em diferentes estados de vulnerabilidade . , expondo-se às câmeras.
Momento 2, a punição e o arrependimento
Há também um vídeo onde não há solicitação, mas os sujeitos aparecem em situação humilhante. São sete vídeos onde é explicitamente identificado o policial participante do Momento 2 ou a delegacia onde o vídeo foi gravado.
Narração
Por exemplo, no vídeo 6, um jovem é obrigado a ler um rap escrito num pedaço de papel pela polícia, pedindo perdão pelos seus atos. O ato que motivou a ação policial foi justamente um vídeo do jovem cantando um rap criticando a polícia, com ameaças de que policiais seriam mortos caso entrassem na favela. São nove vídeos filmados explicitamente por policiais e dois em que são filmados os acusados do crime.
Edição: práticas de remix
Punição e divertimento
No vídeo “Zuou no banco da frente e parado pelo refrão atrás”, por exemplo, a transição entre o momento 1 e o momento 2 é feita com a inserção de uma cena da clássica série de comédia Chaves, onde o personagem recita um linha sobre arrependimento. Outro exemplo pode ser visto no vídeo 32, “Plantei uma ameaça ao Primeiro Ministro e colheu pior”,15 onde um jovem é filmado pintando um muro sobre grafites incitando a morte de policiais.
VIGILÂNCIAS E PRAÇAS PÚBLICAS DIGITAIS
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=JXsbJP7VaFM&list=PLSg0G2l70fo162mAPNOFj7nuPtaVqAR8B&index=21. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=i808Zns3fEo&index=23&list=PLSg0G2l70fo162mAPNOFj7nuPtaVqAR8B.
O vídeo está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=l72geTRTmyU&in-dex=32&list=PLSg0G2l70fo162mAPNOFj7nuPtaVqAR8B.
O DISCURSO DE SEGURANÇA E A PRIVACIDADE NO MARCO CIVIL DA
El discurso de la seguridad y la privacidad en el Marco Civil da Internet
The security speech and privacy on the Marco Civil da Internet
Este ponto tem causado divergências entre os intervenientes envolvidos, uma vez que as preocupações sobre o armazenamento de dados por empresas como Facebook, Google, Microsoft podem, segundo alguns, constituir uma violação da privacidade. Este artigo propõe uma análise dos conflitos que surgiram no contexto do debate sobre armazenamento de dados, com foco nas preocupações de segurança e nos conflitos causados por diferentes posições entre autoridades policiais e movimentos sociais.
GARANTIA DA AÇÃO POLICIAL E O COMBATE À PEDOFILIA E À PORNOGRAFIA
VIGILÂNCIA E A SOCIEDADE DE CONTROLE
Este é o aparato de vigilância distribuída vigente na era atual que envolve jogos de poder e formações de conhecimento específicas criadas através do monitoramento de dados pessoais, principalmente no ciberespaço. No passado recente, as práticas de vigilância envolviam grupos específicos, enquanto no mundo contemporâneo torna-se vigilância para todos.
A SEGURANÇA E O RISCO
Neste sistema de gestão de riscos, o molde que estabelece em torno dos medos é cada vez mais favorável à utilização de mecanismos de controlo. Os preconceitos psicológicos, os meios de comunicação social e os políticos contribuem para um ambiente em que as medidas de controlo são frequentemente introduzidas com base num acontecimento dramático e horrível, mas estatisticamente improvável, que recebe muita atenção dos meios de comunicação social, políticos e públicos (Bennet, 2014: 45).
O CASO BRASILEIRO
A quantidade de dados gerados pelos dispositivos tornou-se um enorme aparato que põe em causa a segurança dessas informações. Deputados ligados à bancada de segurança, como Sandro Alex (PPS-PR) e Fernando Francischini (SDD-PR), que chegaram a apresentar emendas parlamentares para manter os dados dos aplicativos pelo período de 12 meses, citaram como exemplo o caso das investigações em que a Polícia Federal precisava usar essas informações para chegar ao autor do ato ilícito.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O respeito à legislação brasileira na coleta de dados também foi um dos pontos incluídos no texto do relator, considerado como uma ferramenta “para proteger ainda mais a privacidade e a confidencialidade dos dados pessoais, das comunicações privadas e dos registros”. O respeito à legislação brasileira na coleta de dados foi um aspecto incluído no texto do relator, considerando-o como uma ferramenta “para proteger ainda mais a privacidade e a confidencialidade dos dados pessoais, das comunicações privadas e dos registros”, nas palavras do relator.
VIGILANCIA ON LINE Y SECRETO
PERIODÍSTICO: ANÁLISIS Y REFLEXIONES SOBRE SU NECESARIA PROTECCIÓN LEGAL
Online surveillance and journalistic secret
Reflections on the legal protection
Monitoramento on-line e secreto jornalística
Reflexões sobre a protecção jurídica
Se ha informado que la agencia británica interceptó correos electrónicos mediante el uso de fibras ópticas como parte de un entrenamiento. La vigilancia masiva de la actividad periodística implica, como mencionamos, la posibilidad de acceso a metadatos de comunicación.
PRINCIPIOS REGULATORIOS DE VIGILANCIA EN LAS COMUNICACIONES
Titularidad del derecho
El descubrimiento de la verdad de los hechos es especialmente importante en la investigación de delitos y en el control del gobierno y posibles ilegalidades que afectan directamente el proceso democrático. En resumen, como primera conclusión de este estudio, podemos afirmar que la reserva de identidad de la fuente periodística pertenece a la persona como tal y no a la empresa periodística que finalmente la utiliza.
Principios Internacionales sobre la Aplicación de los Derechos Humanos a la Vigilancia de las Comunicaciones
Las decisiones relativas al seguimiento de las comunicaciones deben ser tomadas por una autoridad judicial competente, que sea imparcial e independiente. Los Estados deben establecer mecanismos de supervisión independientes para garantizar la transparencia y la rendición de cuentas de la vigilancia de las comunicaciones.
Secreto de la fuente periodística: ¿protección absoluta o relativa?
Los Estados deberían promulgar leyes que tipifiquen como delito la vigilancia de comunicaciones ilegales por parte de actores públicos o privados y proteger a los denunciantes y ofrecer recursos legales a las personas afectadas. Asimismo, deben garantizar que el material obtenido a través de la vigilancia de las comunicaciones y que ya haya sido utilizado sea destruido o devuelto a los involucrados.
Doctrina
Los Tratados de Asistencia Legal Mutua (MLAT) y otros acuerdos celebrados por los Estados deben garantizar que exista un estándar disponible con un mayor nivel de protección para las personas en los casos en que las leyes de varios Estados puedan usarse para controlar las comunicaciones. De este modo, la confidencialidad y el secreto de las fuentes son una garantía impenetrable, al igual que la libertad de prensa y el derecho a la información.
Jurisprudencia Argentina
El principio de que las personas no tienen expectativas razonables de privacidad cuando transmiten información a través de un tercero, ahora conocido como la "doctrina del tercero", es un concepto que se ha convertido en la piedra angular de la interpretación moderna de la protección de los datos del consumidor de la Cuarta Enmienda en los tribunales. (por ejemplo, Kerr, 2012; Newell, 2013; Newell & Tennis, 2013). Esto significa que la citada inviolabilidad del secreto de la identidad de la fuente periodística, derivada de esta sentencia, puede variar según el caso jurídico y el estado en que se encuentre.
Jurisprudencia de Paraguay
Cabe señalar que el fallo deja la "puerta abierta" a entender que, según el caso y el momento, eventualmente se pueda aplicar esta medida, es decir, a la lista de llamadas salientes y entrantes del teléfono del periodista a exigir si no hay otros medios de investigación para conocer la verdad del asunto. Rolón y Sequera Buzarquis (2016) concluyen que no se tuvo en cuenta la decisión de la Corte Interamericana de Derechos Humanos sobre el controvertido caso en el que Brasil fue condenado por el uso ilegal de escuchas telefónicas en un proceso penal: la misma Corte indicó que el derecho a la intimidad protege tanto el contenido de las comunicaciones electrónicas como otros datos propios del proceso técnico de comunicación como los metadatos o datos de tráfico, entendidos como "el destino de las llamadas salientes o el origen de las que entran, la identidad de los interlocutores, la frecuencia, hora y duración de las llamadas, aspectos que se pueden verificar sin necesidad de registrar el contenido de la llamada mediante la grabación de las conversaciones”10.
CONCLUSIONES FINALES
De hecho, el gobierno pudo identificar su fuente como un ex agente de la CIA llamado Jeffrey Sterling. 43 del Código Penal, protegiendo expresamente la preservación de la identidad de la fuente periodística.
VIGILANCIA, ESPACIO Y TERRITORIO
CIUDADES INTELIGENTES EN
LATINOAMÉRICA, EL CIUDADANO VIGILADO
Cidades inteligentes em latinoamerica, o cidadão vigiado
Smart cities in Latin America, the surveilled citizen
En los países emergentes, el discurso sobre la insuficiencia de las ciudades está ganando terreno; Estamos ante una gran masa informe que es necesario controlar para garantizar la seguridad y el buen funcionamiento de las corrientes. ¿Qué significa esto en un momento en el que la economía de datos es la base del funcionamiento de las soluciones tecnológicas?
TARJETA MULTIFUNCIÓN EN BUENOS AIRES, UN PASO MÁS HACIA LA CIUDAD INTELIGENTE
La Carta VOS es uno de los tantos proyectos emprendidos por la Subsecretaría de Ciudades Inteligentes, dependiente del Ministerio de Modernización de las Ciudades, autorizada para diseñar e implementar políticas para la inclusión y mejora de procesos, tecnologías, infraestructura informática y sistemas y tecnologías de información. del Gobierno de la Ciudad. Como ocurre con la mayoría de las suscripciones realizadas online, los Términos y Condiciones suelen ser el único "contrato" entre las partes, en este caso, entre el usuario de la tarjeta y el gobierno de la ciudad.
RIO DE JANEIRO: HOUSTON, WE HAVE A PROBLEM
Otros productos de Google como Waze y Hangout también forman parte del paquete de alianza de soporte al usuario del alcalde. Las acusaciones van desde la privatización del espacio público hasta la elitización de lo que se percibe como cultura en la zona (la falsa suposición de que allí nunca existió un tejido cultural antes de la construcción de los museos), pasando por el desarraigo violento que sufren los pobres. de la zona han sufrido desde los preparativos de la copa.
SANTIAGO Y LA DEFENSA POR UNA CIUDAD ESTÚPIDA
Por ejemplo, la ciudad más conectada del país es la que cambia la ruta de los autobuses para evitar una conexión directa entre el conurbano y las playas de la zona sur, la más rica de la ciudad. Promueve la importancia de la participación no sólo del gobierno en la construcción de una ciudad inteligente, sino también de la academia, los ciudadanos y el sector privado, como si estuviera concebido en un laboratorio o, como parece preferir, digamos en la jerga de las startups, "laboratorio". tenía el mismo poder.
LA CIUDAD PARTICIPATIVA VS. LA CIUDAD VIGILADA
Marrë nga: http://www.tecmundo.com.br/internet/84148-smart-cities-rio-janeiro-cidade-segura-brasil.htm. Marrë nga: https://www.derechosdigitales.org/9256/las-condes-y-lo -barnechea-niegan-el-derecho-a-la-privacidad-de-sus-vecinos/.
TROPICALIZING SURVEILLANCE: HOW BIG DATA POLICING “MIGRATED” FROM NEW
Tropicalizando a vigilância: Como o
Tropicalizando la vigilancia: Como el
TOTAL DOMAIN AWARENESS: NEW YORK CITY “LEADS THE PACK”
Significantly, the city government left little doubt about the DAS's raison d'être: even though it was introduced as a tool that would support the NYPD in fighting crime, the risk of further terrorist attacks (and the system's ability to to prevent this) was constantly present. called up. This questionable legacy of public-private “security partnerships” in New York City should not be ignored in further analysis of the DAS and subsequently in the implementation of Detecta.
BIG DATA AND PUBLIC ORDER: SOME REMARKS ON ALGORITHMIC GOVERNMENTALITY
In this sense, the government would lose interest in simplification; meanwhile, the kind of information that used to be dismissed as "noise" would gain center stage as the site of reality's emergence (Clough et al., corresponding to a shift in government focus from the actual to the potential and toward the pre-emptied temporality of the perfect future: "it (not ) will.” Meanwhile, critical evaluation should not be limited to opposing the ideal type of big data control with a “messy reality” that would constantly shake this empty dream of an algorithmically staged, clinical social order—as Foucault succinctly pointed out, such an approach would result in “ a very impoverished concept of the real".
TROPICALIZING SURVEILLANCE: DETOURS AND DEVIATIONS OF BIG DATA POLICING
A vivid example of such (post)colonial complexity can be found in McCoy, who shows how the inventions behind the “first American information revolution” in the 1870s (the telegraph and the telephone on the one hand; the typewriter and the new massive data). storage schemes on the other) were crucial to the “capillary” policing of the Philippines after its colonization in 1898 – so much so that the author draws a historical parallel with the current global cyber espionage activities of the NSA (McCoy, 2016: 25ff .). A considerable part of the city's population is therefore marked as potentially dangerous - and as the staggering number of deaths among the same group can testify (Caldeira, 2002), in Brazil "the enforcement of class order and the enforcement of public order are combined" (Wacquant.
NOTES
The question of who is served by whom (and with what) thus acquires a completely new dimension, the implications and consequences of which have not yet been understood by both researchers and activists.
Hentet fra http://www.counterpunch.org wall-streets-secret-spy-center-run- for-the-1-by-nypd/. Hentet fra http://www.oed.com.chain.kent.ac.uk /view/Entry/206705?redirectedFrom=tropicalize&.
AUTOMAÇÃO E VIGILÂNCIA NO METRÔ DE SÃO PAULO
O METRÔ DE SÃO PAULO, A CIDADE E LINHA 4-AMARELA
Automatización y vigilancia en el metro de São Paulo
Automation and Surveillance in the São Paulo Subway
A experiência com a automatização total da condução foi também acompanhada pela implementação de outras automações no edifício do metro. Neste texto, baseado em pesquisa etnográfica, discuto alguns aspectos do superinvestimento em vigilância no contexto dessa reconfiguração do ambiente metroviário da Linha 4 do Metrô de São Paulo, envolvendo agentes, usuários e máquinas.
NA SALA DE CONTROLE
A década de 1990 e o novo milênio trouxeram experiências de automação total da condução em metrôs pesados, ou seja, de grande capacidade, como as linhas 1 e 14 do metrô de Paris, a linha D do metrô de Lyon e a linha 4 – Amarela do metrô de São Paulo. O prédio do metrô tão modernizado às vezes é chamado de “inteligente”, como acontece com outros ambientes, inclusive as cidades.
UM REGIME DE VIGILÂNCIA
No caso dos metrôs e principalmente no contexto da experiência de automação total da condução - e especificamente no caso da linha 4 - os monitorados, além dos transeuntes nos espaços subterrâneos, são as próprias máquinas e seus primeiros usuários , agentes operacionais. Os trens recentemente adquiridos pela Companhia do Metrô para os trajetos que opera também são equipados com câmeras.
MONITORAMENTO E PILOTAGEM
Monitorização é, na minha opinião, a melhor palavra para caracterizar este tipo de observação, feita principalmente pelo MCO, mas também de alguma forma “distribuída” aos agentes da linha. Vimos que o CCO modernizado consegue realizar mais operações remotamente, como injetar um trem na linha.
OBJETOS Y NATIVOS DE LA VIGILANCIA
REFLEXIONES SOBRE LA CONSTRUCCIÓN DE LA VIDEOVIGILANCIA COMO OBJETO
INVESTIGACIÓN EN CURSO
RECONSTRUYENDO UN HÍBRIDO EN SUS ESTADOS DEL ARTE
Objetos e nativos da vigilância. Reflexões sobre a construção da videovigilância como
Objects and natives of surveillance. Reflexions on video surveillance as an object for
De hecho, las denuncias judiciales suelen sostenerse independientemente de la producción de conocimiento empírico sobre la videovigilancia. Leída en clave simétrica, gran parte de la bibliografía disponible sobre videovigilancia oscila entre la naturalización de los aspectos técnicos como "cuestiones de hecho" y su subsunción como un mero ejemplo de procesos sociales más amplios.
UNA TRIBU DE HUMANOS POBLANDO AL DISPOSITIVO
Frente a esta simplificación, los enfoques etnográficos de las salas de monitoreo buscan restaurar la complejidad de la vigilancia. Dada la exposición política y mediática a la que están sujetos los responsables de los sistemas de videovigilancia, sus discursos suelen mostrar un fuerte peso de la imagen institucional que desean proyectar, omitiendo o omitiendo a menudo elementos cruciales de la tarea de vigilancia tal como la experimentan los retorcidos otros actores del sistema, especialmente los operadores de cámara.
HACER UN LUGAR A LOS “NO HUMANOS” Y RASTREAR SUS ASOCIACIONES
Por otro lado, buena parte de los elementos "no humanos" de la red están tan sedimentados, que su funcionamiento queda fuera de discusión, como algo natural y objetivo que se puede sostener. El desafío aquí es mayor, ya que se trata de los componentes centrales de un sistema de videovigilancia, desde el software que permite controlar las cámaras para producir, circular y registrar imágenes, hasta las características de los puestos de observación y del espacio. la distribución de la propia sala de seguimiento.
A MODO DE CIERRE: DISPOSITIVOS Y REDES DE AGENCIAMIENTOS
Como señaló Kevin Walby, los productos de videovigilancia pueden ser tratados como textos que los guardias "activan", pudiendo influir en diferentes escenarios y escalas de tiempo "mediante la organización de la sociedad" (2005). 1986) "Algunos elementos para una sociología de la traducción: la doma de las vieiras y los pescadores de St.
MÁS ALLÁ DE LO “SMART”: IMPLICANCIAS SOCIALES DE LAS TECNOLOGÍAS DE
Se parte de la consideración de que el surgimiento de las “Ciudades Inteligentes” implica la implementación de tecnologías que permitan la generación y recolección de datos vinculados al desarrollo de la vida urbana en formas que no han sido confirmadas previamente, y puede entenderse en contexto. con lo que Bruno ha llamado monitoreo distribuido (Bruno, 2014). Luego intentaremos comprender el contexto económico-político para la instalación de tecnologías "inteligentes".
Beyond “Smart”: social implicancies of surveillance technologies in urban
La siguiente presentación tiene como objetivo discutir el carácter de las llamadas “Ciudades Inteligentes”, discutiendo la lógica detrás de dichos proyectos, la economía política detrás de su desarrollo y las estrategias de implementación que han comenzado a desplegarse en los diferentes países. Resumen: El surgimiento del concepto de "ciudades inteligentes", relacionado con el uso de tecnologías de la información destinadas a optimizar la planificación urbana, dio lugar a una serie de discusiones a nivel global.
LA RACIONALIDAD TRAS LA PRETENDIDA INTELIGENCIA DE LAS SMART CITIES
En esta ocasión el foco está en confirmar la ciudad como un espacio 'inteligente'. La premisa es que las tecnologías de la comunicación permitirían una coordinación social sin precedentes en el espacio urbano.
LA ECONOMÍA POLÍTICA TRAS LAS SMART CITIES
Esto significa que debe plantearse la cuestión del papel de los ciudadanos en los procesos de diseño, implementación y evaluación de las ciudades inteligentes. Especialmente en lo que respecta a la financiación de las estructuras que permitirán la generación y gestión de los datos que alimentan las Smart Cities.
VIGILANCIA DISTRIBUIDA Y PRIVACIDAD: EL RETO DE LAS SMART CITIES
Lo anterior ya nos coloca en el conflicto en torno a la generación de datos para el funcionamiento de tecnologías inteligentes y, más importante aún, la adecuada protección de la privacidad en tales circunstancias. Por tanto, generar y gestionar los datos necesarios para el funcionamiento de las ciudades inteligentes parece poco transparente a los ojos de los ciudadanos.
HACIA CIUDADES REALMENTE INTELIGENTES
En este contexto, no habría un camino único capaz de abordar los problemas que presenta el desarrollo de las ciudades inteligentes en relación con la privacidad, como se afirma, “la elección de tecnologías inteligentes y el uso de (combinaciones de) datos y herramientas analíticas particulares son factores esenciales para comprender las preocupaciones sobre la privacidad de las personas en las ciudades inteligentes” (Van Zoonen, 2016: 7). Hacer que las ciudades inteligentes funcionen frente al conflicto: lecciones de los profesionales de los proyectos U-City de Corea del Sur.
IN)SEGURANÇA PÚBLICA: CARTOGRAFIA DE RELAÇÕES ENTRE DISPOSITIVOS DE
VIOLÊNCIAS EM ESPAÇOS URBANOS CONTEMPORÂNEOS
Dispositivos tecnológicos de controle e vigilância, especialmente sistemas de videovigilância1, são cada vez mais utilizados pelos órgãos de segurança pública. Concebidos como ferramentas de registro de práticas criminosas, investigação policial e prevenção de crimes, os dispositivos tecnológicos de videovigilância têm como objetivo a captação de imagens para aumentar a visibilidade dos espaços.
In)Seguridad pública: cartografía de relaciones entre dispositivos de vigilancia,
Public (in)security: cartography of relations between surveillance devices, public policies
Os dispositivos de controle e vigilância colocam em funcionamento uma tecnologia híbrida que pode ser entendida como uma rede sociotécnica (LATOUR, 2001), composta pela conexão entre diferentes entidades heterogêneas, híbridas de natureza-cultura, científicas, políticas e tecnológicas2. É preciso considerar também que “os atores se conectam por meio da tradução5 [...] eles traduzem a si mesmos e aos outros e são traduzidos ao mesmo tempo”.
MÉTODO
Pretende-se identificar elementos que permitam compreender algumas práticas contemporâneas de vigilância e processos de construção e estabilização de redes sociotécnicas de produção de segurança, articuladas com as políticas públicas que as legitimam. Por meio da cartografia das polêmicas (Latour Venturini, 2010), buscamos destacar atores, elos e agências envolvidos na configuração dos jogos de poder, dando visibilidade às associações de atores e ao que está em disputa, buscando compreender os métodos contemporâneos de vigilância e a processos de construção e estabilização de redes sociotécnicas de produção de segurança.
EXPERIÊNCIAS DE VIDEOVIGILÂNCIA NA REGIÃO DE BRUXELAS
Keersmaecker e Debailleul (2016) avaliam que essas iniciativas de grande escala proporcionaram um salto qualitativo nas tecnologias de videovigilância, como câmeras inteligentes que detectam automaticamente comportamentos suspeitos por meio da aplicação programada de análise de conteúdo de vídeo (VCA). Está em curso um estudo para a implementação de uma rede regional pelo Centro Regional de Informática de Bruxelas (BRIC).
EXPERIÊNCIAS DE VIDEOVIGILÂNCIA NO RIO DE JANEIRO
2013) refere-se ao uso de câmeras de vigilância como estratégia privilegiada da SESEG/RJ para a produção de segurança e prevenção ao crime em 2010. A escolha do Rio de Janeiro como sede da Copa do Mundo de 2013 e das Olimpíadas de 2016 foi outro fator que multiplicou os investimentos em câmeras de vídeo, tanto do capital privado nacional e internacional quanto dos investimentos dos três níveis de governo (municipal, estadual e federal).
EXPERIÊNCIAS DE VIDEOVIGILÂNCIA EM CHAPECÓ
Esta primeira experiência não recebeu os recursos destinados à compra e instalação de câmeras de vigilância, nem do Estado nem da iniciativa privada. Outro aspecto destacado pela pesquisa é que a vigilância por meio de câmeras de vigilância, no cotidiano, não acontece de forma linear e total.
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
Além disso, todas as experiências descritas foram acompanhadas pela produção contínua de discursos sobre a eficácia das câmeras de vídeo, que as vincularam à produção de segurança e à redução de práticas violentas. Para Pedro e Castro (2015), as práticas de vigilância/vigilância por meio de câmeras de vídeo voltadas à segurança e à manutenção da ordem parecem ser uma política irreversível.
A ÚLTIMA PORTA DO ESTADO
AEROPORTOS, VIGILÂNCIA E CONTROLE
La última puerta del Estado. Aeropuertos, vigilancia y control
The State's last door. Airports, surveillance and control
O marco da operação, que abre com cerimónia, é a sua primeira estação de passageiros, uma das partes vitais do aeroporto. Certas palavras do vocabulário cibernético já circulam livremente nas salas de controle dos aeroportos.
OS OLHARES SOBRE A CIDADE: UMA ABORDAGEM BIBLIOMÉTRICA DA
VIGILANCIA NOS ESTUDOS URBANOS
Ojos en la ciudad: un enfoque bibliométrico de la vigilancia en los estudios urbanos
Eyes on the city: a bibliometric approach of surveillance on the urban studies
Atualmente, a tecnologia da informação faz parte do nosso quotidiano e constitui uma estrutura de vigilância global da qual é praticamente impossível permanecer externo. A aplicação tecnológica na gestão urbana surge como resultado deste cenário, onde as unidades de monitoramento estão integradas numa composição tecnológica global.
REVISÃO DA LITERATURA
Desta forma, as tecnologias de vigilância constituem a lista de tecnologias de informação que são utilizadas em numerosos e onipresentes processos cotidianos, inclusive em governos e órgãos públicos em todos os níveis do domínio, ou seja, do supranacional ao municipal. Contudo, o espectro orwelliano do totalitarismo, da perda de privacidade e do controlo total das vidas dos indivíduos reside precisamente no uso do poder de vigilância estatal.
VIGILÂNCIA, AS TICS E A CIDADE
Os sistemas de vigilância evoluíram paralelamente aos Estados democráticos e aos direitos dos cidadãos, pelo que as actuais políticas e formas de administração pública dependem de sistemas de vigilância sofisticados para funcionarem e se tornarem cada vez mais eficazes. Chegamos então ao paradigma urbano em que as tecnologias de vigilância estão presentes em todas as cidades e são utilizadas pela gestão pública e pelo setor privado para controlar espaços e fluxos públicos dentro das cidades.
A BIBLIOMETRIA
Portanto, para obter a correlação, utilizou-se o operador lógico (e, e, y) nas buscas realizadas nas bases de dados. Inicialmente foram identificados artigos duplicados, em seguida procurou-se descartar artigos que, apesar de possuírem palavras-chave compatíveis, não correspondiam à área de estudo delineada por este artigo.
O MAPEAMENTO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA
Os países desenvolvidos do norte são frequentemente aqueles que promovem políticas globais de vigilância e controlo de fronteiras, bem como a recolha de informação digital através de instituições de segurança nacional. Mais especificamente, foi identificado um domínio dos Estados Unidos e do Reino Unido, países que possuem sistemas de vigilância globais e centralizam os discursos de segurança nacional e de controlo de fronteiras.
CONCLUSÃO
Londres: Diálogos em Geografia Humana, vol. Organização de Tomaz Tadeu; traduções de Guacira Lopes Louro, M. Simulando vigilância: hipercontrole em sociedades telemáticas. Disponível em: https://ico.org.uk/media/about-the-ico/documents/1042390/surveillance-society-full-report-2006.pdf.
EL REALITY DE LA INSEGURIDAD”
TELEVISIÓN, CÁMARAS DE VIGILANCIA Y NUEVOS MODOS DE CONSTRUCCIÓN DE
En la construcción de estas imágenes como productos mediáticos se pretende una “estética de la objetividad”, que en el caso de las cámaras de seguridad se basa en la presentación de videos como evidencia, buscando borrar los signos que las constituyen como construcciones intencionales. (Puertas, 2013). Nuestro trabajo se sitúa en la intersección de estas formas de vigilancia y nuevas formas de construir noticias policiales en televisión.
NOTICIA POLICIAL, TECNOLOGÍAS Y NUEVAS FUENTES DE INFORMACIÓN
La presentación de la noticia se basa en las imágenes de las cámaras de seguridad que registraron el momento, dura más de nueve minutos y repite varias veces el material audiovisual, enfatizando lo "extraño". El noticiero “Abogado borracho atropelló a agentes de tránsito” (todos los noticieros están construidos a partir de imágenes tomadas por las cámaras de la Policía Metropolitana de la Ciudad de Buenos Aires.
COMENTARIOS FINALES
En el noticiero “Envían videomensaje a otra banda” (Telenueve, la búsqueda de la primicia se refleja en la presentación de una noticia basada en un video casero subido a las redes sociales por una supuesta banda criminal. (Telenoche informando sobre una Presunta amenaza de masacre contra un estudiante de la Facultad de Diseño y Urbanismo de la Universidad de Buenos Aires.
ESCENAS DE LA VIDA COTIDIANA
ACTORES, DISCURSOS Y
REPRESENTACIONES EN TORNO A LA VIDEOVIGILANCIA PÚBLICA EN UN
MUNICIPIO BONAERENSE
La instalación de cámaras de vigilancia en espacios públicos es un ejemplo de este proceso, que comenzó en Argentina en 2008 y se expandió rápidamente tras la implementación del Plan de Seguridad Ciudadana del gobierno nacional en 2009, en el contexto de consolidación de la inseguridad. los principales problemas públicos (Kessler, 2009) y el auge de las políticas situacionales de prevención del delito (Sozzo, 2009). En los estudios que vinculan ciencia, tecnología y sociedad, la implementación de estos nuevos modos de vigilancia contribuyó al surgimiento de un campo de investigación específico que surgió en el mundo anglosajón.
Cenas da vida cotidiana. Atores, discursos e representações sobre videovigilância pública
En los últimos años, la tecnología se ha involucrado cada vez más en la vida cotidiana de las ciudades. A partir de este escenario, los discursos académicos, políticos y cívicos sobre estas tecnologías comienzan a circular con mayor frecuencia en la esfera pública.
Scenes of everyday life. Actors, discourses and representations about public video
Algunas de estas discusiones académicas están estrechamente relacionadas con interrogantes que surgen en la esfera pública sobre el uso de cámaras de seguridad para monitorear espacios urbanos. Se analizan y problematizan los discursos en circulación, buscando dar cuenta de las representaciones que justifican o rechazan el uso de cámaras de seguridad para el monitoreo urbano.
VIDEOVIGILANCIA Y GOBIERNO LOCAL