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paulo roberto baptista stachowiak - Univali

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Academic year: 2023

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O IMPACTO DO NO-SHOW NO TRANSPORTE AÉREO E SUAS CONSEQUÊNCIAS NO SISTEMA TURÍSTICO TOMOU A VARIG COMO BASE DO ESTUDO. 1 No-show: é o não embarque de passageiro com reserva confirmada, dentro da antecedência exigida para o check-in (FARIAS, 2001 - Secretaria Geral de Direito da Sociedade Aeroespacial Brasileira).

OBJETIVOS

Objetivo Geral

Brasília - Rio de Janeiro com conexão imediata para Paris, caso haja atraso ou cancelamento do trecho Brasília-Rio de Janeiro será um não comparecimento involuntário no trecho Rio de Janeiro a Paris. Estas abordagens deverão proporcionar uma nova perspetiva sobre o facto de os passageiros com reserva confirmada não poderem embarcar com a antecedência exigida para o check-in3, numa atitude conhecida como no-show.

Objetivos Específicos

JUSTIFICATIVA

METODOLOGIA

Segundo GIL (1991), a construção da pesquisa limita-se a traduzir seus objetivos em questões específicas. No terceiro momento serão apresentados os resultados obtidos na avaliação e análise do Sr. Alípia Guedesa Filho, gerente geral de sistemas comerciais da VARIG Brasil e chefe do projeto Ghost no-show, que tentará estabelecer um contraponto entre seu pensamento e os resultados obtidos pelas pesquisas realizadas com a rede SBTA - Brazilian Air Transport Research Sociedade.

ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO

Voltamos então a um novo contato com o Sr. Alípio Guedes Filho, no qual procuramos estabelecer um contraponto entre suas considerações e os resultados obtidos através de pesquisas realizadas junto à Rede SBTA - Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo. A pesquisa bibliográfica orienta os trabalhos na direção dada pelos objetivos que visam: caracterizar o transporte aéreo e registar a sua evolução à luz das componentes de concorrência e competitividade; identificar os aspectos mais relevantes dos atrasos, as suas causas e as possibilidades de minimizar este fenómeno no transporte aéreo.

O TRANSPORTE AÉREO E SUA EVOLUÇÃO

O novo tipo de tráfego aéreo não regular, introduzido pelo DAC em 1989 e aceite pelo V CONAC em 1991, foi, juntamente com a introdução de faixas tarifárias, um dos passos mais importantes para tornar as regras do transporte aéreo mais flexíveis. Em 1990, seis empresas começaram a explorar o transporte aéreo não regular e o seu número continuou a crescer, chegando a 23 em 1995.

A IMPORTÂNCIA DO TRANSPORTE AÉREO NA ATIVIDADE DE VIAJAR

Analisando a situação atual do transporte aéreo no Brasil, PALHARES (2001) destaca que esta é uma das grandes mudanças. As aprovações de uma Anac (Agência Nacional de Aviação Comercial) poderiam impulsionar o transporte aéreo no Brasil rumo a uma maior flexibilidade/desregulamentação, maior grau de competitividade entre as empresas, maior capacitação e capacitação para competir no mercado internacional, o que entre outras coisas aumenta a economia; .

OS CONTORNOS DA COMPETITIVIDADE NO TRANSPORTE AÉREO

Os sistemas computadorizados e a distribuição global de serviços

No que diz respeito ao desenvolvimento de alianças entre companhias aéreas, para PAGE (2001) existe uma ligação muito clara entre o uso da tecnologia da informação nos setores de transporte turístico e o desenvolvimento e expansão de alianças entre companhias aéreas. Na verdade, o autor sugere que o surgimento de sistemas de distribuição globais pode ser fundamental para explorar os benefícios potenciais que as alianças entre companhias aéreas podem oferecer.

O turismo no sistema de competição global

Os factores decisivos para o crescimento do turismo no sistema competitivo global são, de facto, as forças criativas do mercado. Concentração que fica mais evidente quando se observa a composição dos principais países receptores de turismo internacional.

Transporte aéreo: a definição do preço

Portanto, uma estratégia de marketing de relacionamento não estará completa sem um atendimento perfeito ao cliente. Ele ressalta que o compromisso com a implementação de um programa de marketing de relacionamento deve partir da alta administração da empresa. O autor, ao discutir o marketing de relacionamento, afirma que ele está evoluindo de um foco único na transação para uma preocupação crescente em desenvolver e manter relacionamentos mutuamente satisfatórios com os clientes.

As campanhas de marketing de relacionamento, segundo COOPER et al (2001), são mais bem-sucedidas quando proporcionam vantagem competitiva e relacionamentos sustentáveis ​​com os clientes que são difíceis de replicar.

O TRANSPORTE AÉREO – MOMENTO ATUAL

A crise da aviação civil

Manuel Guedes, presidente da VARIG, afirma que a crise no sector da aviação ameaça todas as companhias aéreas. Em relação ao novo governo brasileiro – eleito em 2003 – Daniel Mandelli MARTIN (2003) acredita que este deveria recorrer ao setor de aviação civil para discutir e iniciar acordos ou estudos para implementar a política de transporte aéreo do país. Daniel Mandelli Martin aborda a redução das passagens aéreas com cautela e destaca que a redução do tráfego aéreo exige uma revisão de todos os impostos pagos pelo setor.

Uma política de transporte aéreo teria que garantir a existência de recursos de financiamento de longo prazo para que os fluxos de caixa das empresas não fossem seriamente afetados pela necessidade de investir permanentemente" Daniel Mandelli Martin em entrevista a Milton F.

TABELA 2 - O que os grupos TAM e VARIG levam para uma operação conjunta.
TABELA 2 - O que os grupos TAM e VARIG levam para uma operação conjunta.

A possibilidade de uma nova regulamentação no setor aéreo

Ele ressalta que seria interessante que a própria Gol e outras companhias aéreas pudessem desviar seus voos para outras localidades, argumentando que atualmente apenas 129 cidades brasileiras são atendidas por transporte aéreo regular. Desde 1999, o transporte aéreo tem sofrido com o baixo crescimento económico interno e a desvalorização da moeda, o que deteriorou a situação financeira global. Washington Machado, gerente geral da DAC, também leva em conta o usuário do transporte aéreo, quando afirma que a questão do preço não será única e será levada em conta, por exemplo, a expansão da rede, que atualmente está mais focada em cidades grandes. .

Acredita-se que a estrutura do transporte aéreo deva ser desenhada de forma mais estruturada e profissional.

Os aeroportos

Acessado na matéria intitulada: “Aeroporto de Ribeirão receberá tráfego internacional de cargas”, ressaltam que o referido aeroporto foi autorizado para tráfego internacional de cargas pelo Comandante da Aeronáutica Carlos de Almeida Baptista, sob responsabilidade da aviação, do Departamento de Estado de São Paulo (DAESP) coordena a rotina operacional e administrativa. Segundo o secretário de Transportes, Dario Rais Lopes, o Aeroporto de Ribeirão Preto é o primeiro a ser homologado para cargas internacionais fora da Infraero. O Aeroporto de Macaé também será ampliado, conforme informação publicada na Folha de São Paulo no tópico “Infraero Anuncia Ampliação do Aeroporto de Macaé” (homepage da SBTA: - acesso em .

A mesma matéria informa que a Infraero publicou o Plano de Desenvolvimento Aeroportuário (PDA) do Aeroporto de Macaé com informações gerais sobre as obras de ampliação que serão desenvolvidas em colaboração com a Prefeitura.

Serviço de bordo

Isso deverá facilitar o desembaraço aduaneiro para empresas sediadas em Macaé e outras que também desejam utilizar o terminal. Outro fator importante que representa esse “algo a mais” para o usuário do transporte aéreo é, sem dúvida, a oferta de alimentação durante os voos, da qual falaremos no próximo foco. Segundo o autor do artigo (Ricardo Boechat – JB de companhias aéreas brasileiras), ainda é cedo para o passageiro se preocupar em guardar mais dinheiro para a viagem – ou até mesmo em tentar embarcar com um lanche trazido de casa.

Mas a principal estratégia de redução de custos é concretizada assim que se abre a caixa de refeição, que tem mensagens publicitárias na tampa, cujo lucro ajuda a pagar o serviço.

O no-show no transporte aéreo doméstico brasileiro

É um sistema que visa otimizar a venda de serviços como forma de compensar os efeitos negativos das não chegadas. As companhias aéreas reclamam de prejuízos por não comparecimento e dizem que a prática prejudica outros passageiros que não conseguem assento por causa da falsa expectativa de que o voo esteja lotado. No Brasil, segundo o SNEA (Sindicato Nacional das Empresas Aéreas), 20% dos passageiros com reserva não comparecem para embarque – não comparecem.

Por outro lado, existe a não chegada sem aviso prévio de passageiros com reservas confirmadas - no-show - o que acaba por causar graves prejuízos tanto à empresa como aos passageiros que ficam impedidos de confirmar reservas em voos que partem com muitos lugares vazios .

O passageiro do transporte aéreo

Como resultado desta redução, as tarifas destes dois modos de transporte tornaram o transporte aéreo acessível a uma percentagem significativa de utilizadores. Para o contrato de transporte aéreo celebrado no Brasil, é sem dúvida regido "ab initio8" pelo Código Aeronáutico Brasileiro, mas do ponto de vista jurídico, a ausência de regras específicas sobre o. 34;overbooking” e o “no-show” neste diploma legal, remetem-nos para o Código de Defesa do Consumidor (Capítulo VI, Protecção Contratual), daí as questões decorrentes do “no-show” e do “overbooking” no contrato de transporte aéreo celebrado no Brasil deverá ser resolvido no âmbito deste Código de Defesa do Consumidor, nos termos do art.

O usuário, hoje, é o sujeito, o objeto e a razão de todas as ações e empreendimentos do transporte aéreo.

VARIG – VIAÇÃO AÉREA RIOGRANDENSE

VARIG – Viação Aérea Riograndense - frente ao fenômeno no-

O coordenador de mobilização, gerente geral de sistemas comerciais da Varig Brasil da companhia aérea em questão, Alípio Guedes Filho, visitou diversas cidades e ensinou às agências de viagens como evitar o não comparecimento. Como informou a revista VARIG BRASIL em matéria intitulada "Chega de no-show" (julho/agosto de 2001), todos perdem com o não comparecimento. Taxas médias de não comparecimento - VARIG Geral, apresenta a mesma fonte, ou seja, Gerente Geral de Sistemas Comerciais VARIG Brasil (2003), na Tabela 9.

A Tabela 13 apresenta os planos de ação da VARIG para reduzir as atuais taxas de não comparecimento.

TABELA 7 – No-show – desperdício de refeições
TABELA 7 – No-show – desperdício de refeições

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

RESULTADOS DA PESQUISA

A análise do tópico “a” – Medidas tomadas pela companhia aérea junto à agência de viagens – é apresentada nas questões 1, 2 e 3, tabelas, gráficos e análises relacionadas. Isto significa que a companhia aérea e a agência de viagens procuraram, através de um trabalho participativo, melhorar a qualidade dos serviços. A motivação verbal reforça o compromisso da agência de viagens com a companhia aérea, além de aumentar o seu nível de satisfação e orgulho pelo seu trabalho.

Acredita-se que este percentual considera importante o reconhecimento do trabalho da agência de viagens e de seus agentes.

TABELA 11 - Premiação monetária
TABELA 11 - Premiação monetária

COMO PENSAM OS PESQUISADOS

Tópico “b” – Medidas tomadas pelas companhias aéreas aos clientes que oferecem pacote de viagem. A seguir, a tabela 19 e o gráfico 9 correspondente apresentam os resultados da pesquisa referente às medidas tomadas pela companhia aérea junto à agência de viagens e a tabela 20 e o gráfico 10 apresentam os resultados referentes às medidas tomadas pelas companhias aéreas junto aos clientes. Os índices mostram divisões em assuntos relacionados a medidas tomadas pela companhia aérea contra agências de viagens e referem-se a preços, motivação verbal e participação em cursos, seminários, entre outros.

Nas medidas que as companhias aéreas tomam contra o seu utilizador que tenha participado um determinado número de vezes (a critério da companhia aérea).

TABELA 19 - Medidas tomadas pela companhia aérea para com as agências de  viagem
TABELA 19 - Medidas tomadas pela companhia aérea para com as agências de viagem

CONSIDERAÇÕES DO GERENTE GERAL DE SISTEMAS

As grandes agências de viagens também têm muitos problemas com as companhias aéreas. Alípio Guedes Filho, que recompensa os agentes de viagens com uma baixa taxa de não comparecimento, pagaria ao agente de viagens pelo seu bom funcionamento; Alípio Guedes Filho, coordenador do programa de combate ao não comparecimento, apresenta um posicionamento mais baseado na conscientização tanto das agências de viagens quanto dos consumidores.

A agência de viagens deve funcionar como prestadora de serviços e não como simples vendedora de passagens aéreas;

Imagem

TABELA 1 –  O desenvolvimento das alianças entre companhias aéreas
TABELA 2 - O que os grupos TAM e VARIG levam para uma operação conjunta.
TABELA 4 – Indicadores
TABELA 3 - Formato da nova empresa aérea
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Referências

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