• Nenhum resultado encontrado

PDF - Revista Trilhas da História - UFMS

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "PDF - Revista Trilhas da História - UFMS"

Copied!
242
0
0

Texto

Prof. Dr. Márcia Maria Menendes Motta, UFF, Brasilië Prof. Dr. Mariana Estevez de Oliveira, UFMS, Brasilië. Rivan Menezes Dos Santos, Collonges sous Salève Frankryk, Frankryk Prof. Dr. Rosemeire Aparecida de Almeida, UFMS, Brasilië.

APRESENTAÇÃO: ARTIGOS LIVRES, ENSAIOS E RESENHAS

O ensaio “A construção do conhecimento histórico e a consciência histórica: um debate epistemológico” desenvolvido pelos alunos Deyse Vivian Dias e Victor Hugo de Almeida França visa apresentar um panorama epistêmico sobre a construção do conhecimento histórico, refletindo como a escrita da história muda ao longo do tempo . século XX sob a influência de certas correntes historiográficas. A preocupação central do texto é discutir como a didática da História se torna uma das principais ferramentas para se pensar a formação de uma consciência histórica nas sociedades humanas, tornando-se uma questão central para a ciência histórica nas primeiras décadas do século XXI.

DOSSIÊ

CABELO CRESPO, CORPO NEGRO NA LUTA CULTURAL POR REPRESENTAÇÃO

KINKY HAIR, BLACK BODY IN THE STRUGGLE FOR AFFIRMATIVE REPRESENTATION OF BLACK IDENTITY

Célia Regina Reis da Silva CABELOS CACHEADOS, CORPO NEGRO NA LUTA CULTURAL PELA REPRESENTAÇÃO AFIRMATIVA DA IDENTIDADE NEGRA.

INTRODUÇÃO

CABELO CRESPO, CORPO NEGRO EM PROCESSOS EDUCATIVOS AFRO-POPULARES

Era sempre perturbador que os alunos crespos ou crespos estivessem com o cabelo preso para trás e os meninos com a cabeça raspada ou muito curta, usando bonés. Ainda é comum ouvir profissionais da educação criticarem as alunas por manterem os cabelos crespos soltos, “armados”.

CORPOREIDADE NEGRA, MEMÓRIA E DIÁSPORA

Como existem diversas formas de desvalorização do corpo negro, a invisibilidade ou a presença são estereótipos ancorados no reforço de estigmas. São renúncias que não perdem suas raízes, participam de uma ética e estética contestadas, que vão contra os padrões hegemônicos.

REEXISTÊNCIAS NEGRAS EM PROCESSOS EDUCATIVOS AFRO- POPULARES

Nessa perspectiva, encontramos na apresentação da publicação da experiência do Sarau nas escolas, realizada pelo Coletivo Perifatividade, a definição da "nova forma de educar". Célia Regina Reis da Silva CABELOS ENCRAVADOS, CORPO NEGRO NA LUTA CULTURAL PELA REPRESENTAÇÃO AFIRMATIVA DA IDENTIDADE NEGRA que possam ser os protagonistas dessas ações, desde que quem o esteja fazendo naquele momento7.

FONTES

LIVROS

DOCUMENTÁRIO

A LEI 10.639/2003 E O PROGRAMA NACIONAL DA BIBLIOTECA NA ESCOLA DO ANO DE 2013

COMO A TEMÁTICA ÉTNICO-RACIAL TEM SIDO TRATADA PELO PROGRAMA DEZ ANOS APÓS A

AND THE NATIONAL LIBRARY PROGRAM AT SCHOOL OF THE YEAR 2013: HOW HAS THE PROGRAM’S ETHNIC-RACIAL THEME

No entanto, muitas vezes essa inserção pode acontecer de forma distorcida pela construção de estereótipos negativos atrelados à constituição de mentiras sobre um povo que tanto sofreu nas mãos de outros que se julgavam dignos de dominá-lo. O texto está dividido em: caminhos metodológicos, que apresentam como o trabalho é desenvolvido; a fundamentação teórica, que contribui para uma melhor compreensão do tema da apresentação dos entrevistados e o desenvolvimento de seus trabalhos com a temática étnico-racial nas salas de aula; análise dos dados, onde analisamos os livros produzidos a partir do acervo do PNBE/2013; e as conclusões, que nos fazem perceber que essa inserção da identidade negra em uma história muitas vezes se dá de forma distorcida ou constituída em cima de um estereótipo negativo.

CAMINHOS METODOLÓGICOS

Com base nas respostas, fomos obrigados a ampliar as expectativas da pesquisa e passar para uma análise documental dos livros citados pelos entrevistados, visto que os livros consistem em caixas do PNBE que foram distribuídas aos municípios do país no ano de 2013. as análises são derivadas do entrelaçamento dos dados obtidos nas entrevistas e no tratamento de temas étnico-raciais em livros selecionados e, segundo os entrevistados, contidos no acervo do PNBE.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Street (2000) valoriza páginas de livros com novas funções semióticas com potencialidades e outras especificidades capazes de atender novos e/ou ampliados públicos-alvo, deixando os livros com mais de uma forma de estruturação, com modalidades capazes de movimentar o conhecimento e a compreensão em diferentes contextos. Áreas diferentes. É o único instrumento capaz de transformar os sujeitos para que eles, por sua vez, sejam capazes de transformar a sociedade, como afirmava Paulo Freire.

APRESENTAÇÃO DAS PROFESSORAS ENTREVISTADAS

A professora também considera que os livros são de fundamental importância para que as crianças entendam os problemas mais urgentes da sociedade; a escolha da literatura para desenvolver este trabalho permite à criança compreender o mundo que a rodeia a partir da fantasia mágica que existe nos livros. Enquanto um faz disso uma prática geral em seu planejamento, o outro utiliza os livros para planejar suas aulas, mas sem considerar a representação social que o livro pode trazer para as crianças.

OS LIVROS DO PROGRAMA NACIONAL BIBLIOTECA DA ESCOLA – PNBE/2013

Este livro não aborda um tema étnico-racial claro, mas permite ao professor desenvolver temas transversais como o acima referido. Apenas cinco dos 60 livros tratam explicitamente da temática étnico-racial, que é muito valiosa de ser observada por uma criança, pois permite a construção de um comportamento de aceitação do mundo ao seu redor e de suas diferenças desde muito cedo.

CONCLUSÕES

A visão das obras foi aprimorada com o conhecimento de fontes literárias que permeiam implicitamente algumas das histórias e proporcionam ao professor a oportunidade de enriquecer sua prática ao pensar temas densos e importantes de forma lúdica, com linguagem acessível - com a objetivo de promover uma educação que se preocupe em alcançar sociedades mais justas e justas. É importante estar atento às formas mais sutis de repetição da inferioridade dos personagens negros que permeiam o cotidiano escolar com literatura que tematiza a cultura e os personagens afro-brasileiros de forma positiva, com o objetivo de confrontar as práticas pedagógicas de homogeneidade e racismo .

E SE FOSSE AO CONTRÁRIO?” DJONGA E FANON: UM DIÁLOGO SOBRE RACISMO E

WHAT IF IT WAS THE OTHER WAY AROUND?” DJONGA AND FANON: A DIALOGUE ON RACISM AND ALIENATION

Assim, este artigo visa discutir o processo de racismo e alienação do homem negro na sociedade do trabalho, e assim remeter esta ideia ao clássico de Frantz Fanon, “Pele negra, máscaras brancas”, publicado originalmente em 1952 e também à produção musical de o videoclipe do rapper Djonga, Hat Trick, primeira música que faz parte do álbum "Ladrão", lançado em 13 de março de 2019. Este título foi criado pelo rapper quando ele fez uma insinuação discriminatória que é rechaçada pela sociedade dada a negros, um estereótipo negativo e depreciativo.

A REVOLUÇÃO EM FRANTZ FANON

Além de "Pele negra, máscaras brancas", Fanon também escreveu "Os malditos da terra" em 1961, obra publicada postumamente e produzida ao longo de dez semanas, quando já sofria de leucemia. O autor explica ainda que uma fobia é um medo irracional e pré-lógico de um objeto real ou imaginário, pois "Uma fobia é uma neurose caracterizada pelo medo de um objeto (no sentido mais amplo de qualquer coisa externa ao indivíduo) ou por extensão a uma situação" (FANON.

DJONGA E A “WHITE FACE”

Nesse momento, o MC assume o controle da situação ao aparecer no videoclipe desconstruindo a alienação do personagem por meio de sua voz na música. Indica-se aqui que estar na zona do não-ser significa sobretudo um complexo que se traduz numa negação do próprio comportamento e da sua cor.

Figura 2: primeiras cenas do clipe Hat-Trick: o desprezo aos negros.
Figura 2: primeiras cenas do clipe Hat-Trick: o desprezo aos negros.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Assim, conclui-se neste contexto que é necessária uma operação muito mais profunda para que Fanon tenha uma conexão com seu compromisso, sua militância de conhecimento e causa. A conscientização é um primeiro passo fundamental que muitas vezes significa que os negros “abandonam as máscaras”, que são várias máscaras de imagem impostas pelo branco ou máscaras da falsa imagem da branquitude que os imitadores negros se dão.

ENTRE O SUL E O NORTE DE MATO GROSSO

DOENÇAS, CONFLITOS E A EXCLUSÃO DA LIBERDADE (SÉCULOS XVIII E XIX)

Maria Celma Borges e Rafaely Zambianco Soares Sousa ENTRE O SUL E O NORTE DO MATO GROSSO: DOENÇAS, CONFLITOS E A EXCLUSÃO DA LIBERDADE (SÉCULOS XVIII E XIX). Escravidão e doença se uniam para mostrar o mau tempo que assombrava a vida de homens e mulheres, vagamente, nos acampamentos e aldeias entre o sul e o norte de Mato Grosso.

ALGUMAS IMPRESSÕES DO OLHAR DOS VIAJANTES NO XIX

Em seguida, na busca de indícios que apontassem para as doenças de Sant'Anna, deparamo-nos com duas fichas criminais - sumária de culpa e ação penal4 - que tratava, no meio da trama, da doença e morte de uma escrava e um mestre. Nas narrativas de viagem, trabalhamos um diário de viagem escrito por Joaquim Francisco para entender o que significava entrar nos sertões e vivenciar as intempéries comuns ao meio ambiente, como as doenças às quais estavam expostos diariamente. Lopes (2007) e seu auxiliar, João Henrique Heliott, para destacar a trajetória desses sertanistas na ocupação e conquista do sul de Mato Grosso.

ENTRE DOENÇAS E A INSALUBRIDADE

Em suas considerações finais, Morais enfatizou que: "As viagens científicas têm contribuído para a aquisição de informações sobre as doenças e hábitos das pessoas, e também para a coleta de espécies animais e vegetais". Segundo esse autor, esses saberes, advindos das culturas africana, indígena e portuguesa, foram chamados de "medicina popular" por Câmara Cascudo no século XX (MAGALHÃES, 2004, p.197).

EM SANT’ ANNA DO PARANAHYBA: CRIMES, DOENÇAS E ESCRAVIDÃO

Terceira testemunha, o tenente Antonio Franco de Sousa, 38 anos, empresário, casado, também morador de Sant'Anna do Paranayba, natural da Província de S. Lavrador, viúvo, morador da Vila de Sant'Anna do Paranahyba, natural de Minas, perguntou se ele soube que o escravo Sebastião havia morrido e por qual motivo, disse que: "ouviu que foi condenado à forca por roubar um colar de ouro"13.

DERROTAS” PELOS “SERTÕES” DO SUL DE MATO GROSSO

Quanto ao processo, não temos respostas para saber quem ou o que provocou a morte de José Gabriel: se foi da responsabilidade do médico que o acompanhou no tratamento da sua doença; o ministro por colocar "mesas"; ou mesmo o farmacêutico, como apontou uma das testemunhas. A fonte analisada a seguir nos ajudará a compreender uma parte dessa sociedade do século XIX em que, como relatamos anteriormente, um senhor era responsabilizado pela morte de um escravo e um médico pela morte de um camponês.

ENTRE DOENÇAS E CONFLITOS

O sul de Mato Grosso costuma aparecer nesses relatos como as fronteiras desabitadas da “civilização”, mas sabemos bem que estão grávidas de “gentios”, como evidenciado na obra. Se para alguns, como a administração colonial e imperial, o sertão poderia ser associado a algo humilhante, as fronteiras do sertão brasileiro, repletas de "índios selvagens, incivilizados, natureza e animais exóticos", para outros configurava-se como um espaço. de liberdade e oportunidades, como as inúmeras incursões registradas na história de Mato Grosso, conforme descrito na obra em análise, bem como os quilombos que se formaram em seu interior.

NOS ARREDORES E VILA DO CUYABÁ: VIDA, DOENÇA E MORTE AMALGAMADAS

Foram mais de duas décadas vivendo em liberdade, conquistada com muita dificuldade e morando no "mato", "na mata", como diz Siqueira, que apresenta o local como "perigoso", ou seja, "o risco que estava lá para ficar". Eu gostaria que eles ficassem na "floresta", na "floresta" a vida toda, sem voltar para a escravidão, mas a encruzilhada entre a escravidão e a liberdade, e no meio dela, a doença, virou e voltou muitas vezes, mais do que cativeiro.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

Maria Celma Borges e Rafaely Zambianco Soares Sousa ENTRE O SUL E O NORTE DO MATO GROSSO: DOENÇAS, CONFLITOS E A EXCLUSÃO DA LIBERDADE (SÉCULOS XVIII E XIX) ALENCASTRO, Luiz Felipe de. Maria Celma Borges e Rafaely Zambianco Soares Sousa ENTRE O SUL E O NORTE DO MATO GROSSO: DOENÇAS, CONFLITOS E A EXCLUSÃO DA LIBERDADE (SÉCULOS XVIII E XIX) SOUSA, Gabriel Soares de.

O NOBRE EDUCADOR” DA BAHIA

TRABALHO, CIDADANIA E SOCIABILIDADES (1870-1922)

BAHIA “NOBLE EDUCATOR”: WORK, CITIZENSHIP AND SOCIABILITIES (1870-1920)

O NOBRE EDUCADOR”

De modo geral, os Relatórios dos Trabalhos do Conselho Interino do Governo da Bahia enfatizaram elogios ao aprendizado adquirido pelos alunos do Professor Nazareth e à "ordem e diligência observadas em suas escolas".3. Segundo os argumentos do jornalista, a obra do professor Nazareth nada mais era do que uma cópia da Cartilha Materna elaborada por um professor.

ELIAS NAZARETH E O CONGRESSO BRASILEIRO DE INSTRUÇÃO

As teses são separadas em ensino fundamental (educação escolar de crianças e adolescentes) e ensino médio (educação escolar de adultos). Não sabemos se foi um professor ou uma professora quem escreveu se as mulheres precisam mais da ginástica do que os homens, mas é uma questão muito interessante a tensão das práticas docentes nas relações de gênero em Salvador nas primeiras décadas do século XX.

O PROFESSOR NAZARETH E A IMPRENSA BAIANA

Naquele ano, Elias Nazareth era o diretor do Grêmio Literário da Bahia, instituição literária fundada em 1860 por jovens literatos de Salvador. Defendemos a afirmação de que o elogio da imprensa estava diretamente relacionado ao trabalho que o professor Nazareth realizou no campo da educação pública a partir da segunda metade do século XIX.

Disponível em>http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=130605&pesq=Elias%20Figure. Disponível em>http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=236586&pesq=Elias%20Figure.

OS SURUÍ/AIKEWARA E A GUERRILHA DO ARAGUAIA: MEMÓRIAS DE UMA HISTÓRIA

THE SURUÍ/AIKEWARA AND THE ARAGUAIA’S GUERRILLA

MEMORIES OF A HISTORY IN MOVEMENT

Andrey Minin Martin e Iolanda de Araújo Mendes SURUÍ/AIKEWARA E ARAGUAIA GUERRILHA: MEMÓRIAS DE UMA HISTÓRIA EM MOVIMENTO.

O QUE SABEMOS SOBRE A GUERRILHA DO ARAGUAIA

HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA

Ao longo do conflito, entre 1972 e 1974, foram realizadas três grandes campanhas de busca e morte de comunistas e simpatizantes pelos militares na região do Araguaia. Mesmo após o fim oficial das operações, a presença do exército manteve-se na região do Bico do Papagaio, com um sistema de monitoramento e controle realizado pelo exército por vários anos, o que alguns autores chamam de “a guerra que veio depois foi chamada” . (PEIXOTO, 2011).

OS SURUÍ/AIKEWARA E A GUERRILHA DO ARAGUAIA

A CNV firmou parceria com o Comitê Paraense de Memória e Verdade e Justiça e a Associação dos Torturados da Guerrilha do Araguaia. A Guerrilha do Araguaia contribuiu diretamente para uma mudança de hábitos na aldeia Suruí/Aikewara.

A INVISIBILIDADE/CAMUFLAGEM CIGANA

UMA ANÁLISE SOBRE A REPRESENTAÇÃO DOS CIGANOS NO OLHAR DO GADJE (NÃO-

CIGANO)

THE INVISIBILITY/CAMOUFLAGE GYPSY: AN ANALYSIS ON THE REPRESENTATION OF GYPSIES IN THE GAZE OF GADJE (NON-

GYPSY)

APRESENTAÇÃO

O Gadjen (o não cigano) se limita a falar dos ciganos, situação que deve ser levada em conta na leitura deste texto. “O subalterno não sabia falar”, parafraseia Spivak, a explicação da origem do povo cigano, reproduzida pela maioria dos textos acadêmicos, não faz parte das narrativas de suas tradições orais.

A ORIGEM DO CIGANO SEGUNDO OS GADJE

Para o investigador português Gabriel Pereira Bastos (2012), Portugal não tem feito muito para mudar a situação desagradável em que os ciganos ainda vivem. As punições sofreram alterações: a princípio as coroas espanhola e portuguesa não queriam ciganos no Novo Mundo, mas com o tempo os 'prisioneiros' começaram a ser enviados para a América.

OS CIGANOS NA LITERATURA

Tirados de fora, há quem diga e até escreva que os ciganos são o resto da corte real da Babilônia. As escolas não têm sido um ambiente amigável para os ciganos em todo o mundo (MATUOKA, 2018), seja pelo ambiente hostil, pela falta de mecanismos para garantir a estabilidade dos alunos ou pela falta de participação das famílias ciganas na rotina escolar (CASA - NOVA, 2006).

COMO OS CIGANOS CALON CONTAM SUA HISTÓRIA E APRESENTAM SUA CULTURA

Os ciganos identificam-se como cristãos, mas não são obrigados a seguir a religião8, sendo as suas práticas religiosas condicionadas pelo culto a Santa Sara Kali9 (canonizada no século XVIII), padroeira dos ciganos. É assim que percebemos que durante séculos os ciganos pertenceram a uma cultura não escrita, sem escrita, sem literatura própria.

ARTIGOS LIVRES

A PRESERVAÇÃO DE UMA MEMÓRIA

DISCUSSÕES SOBRE O PATRIMÔNIO E A IMIGRAÇÃO NO BRASIL

THE PRESERVATION OF A MEMORY: DISCUSSIONS ON HERITAGE AND IMMIGRATION IN BRAZIL

Segundo Funari e Pelegrini (2009), a Convenção do Patrimônio implica duas ideias: bens tangíveis transferidos aos herdeiros com valor comercial ou comemorativo; É sabido que uma separação efetiva entre bens tangíveis e intangíveis não é possível, pois tais cruzamentos são inevitáveis.

IMIGRAÇÃO E PATRIMÔNIO MATERIAL

95 Pousadas foram criadas no final do século XIX para receber, triar e encaminhar os imigrantes para o trabalho. Paiva (2014) enfatiza que essa atualização dos museus também deve ser considerada sob outros aspectos, entre eles cita: a atribuição da pluridirecionalidade (novos fluxos migratórios); indicador do movimento de imigrantes e da imigração ilegal.

IMIGRAÇÃO, IDENTIDADES E PATRIMÔNIO IMATERIAL

O próximo ponto enfoca alguns elementos do patrimônio cultural imaterial e sua preservação em diálogo com a imigração após a Segunda Guerra Mundial. O maior grupo de sobreviventes da Segunda Guerra Mundial que veio para o Brasil foi o dos suábios do Danúbio106.

DE MARX AO FEMINISMO: UMA ANÁLISE INTERSECCIONAL DE GÊNERO, CLASSE E

GENDER, CLASS AND RACE IN LABOR RELATIONS

Joselia Aparecida Pires Vicente e Tânia Regina Zimmermann DE MARX AO FEMINISMO: UMA ANÁLISE INTERSECIONAL DE GÊNERO, CLASSE E RAÇA NAS RELAÇÕES DE TRABALHO. Em suma, é urgente compreender a relação intrínseca entre gênero, classe e raça, pois será possível, olhando as realidades históricas de um ponto de vista interseccional, lutar por uma sociedade mais justa.

1 DO MÉTODO MARXIANO 1 À PESQUISA FEMINISTA

Embora Marx não tenha escrito sobre o assunto, sua obra contém muitos elementos importantes para a compreensão do gênero. A metodologia de Marx é muito mais apropriada para a compreensão de gênero do que o liberalismo que vê o papel da mulher como um papel acidental, para Marx (1982, p.263).

2 MULHER OU MULHERES?

MULHER, CLASSE E TRABALHO

Joselia Aparecida Pires Vicente e Tânia Regina Zimmermann DE MARX AO FEMINISMO: UMA ANÁLISE DE INTERSEÇÃO DE GÊNERO, CLASSE E RAÇA NAS RELAÇÕES DE TRABALHO CARRASCO, Cristina. Joselia Aparecida Pires Vicente e Tânia Regina Zimmermann DE MARX AO FEMINISMO: UMA ANÁLISE DE INTERSEÇÃO DE GÊNERO, CLASSE E RAÇA NAS RELAÇÕES DE TRABALHO PISCITELLI, Adriana.

ENTRE A ESCRAVIDÃO E O TRIBUNAL DO SANTO OFÍCIO: AFETOS E DESAFETOS DO

BETWEEN SLAVERY AND THE COURT OF THE HOLY OFFICE

AFFECTIONS AND DESAFETOS OF THE VICAR OF VARA DR

DOMINGOS COELHO SAMPAIO, VILA DO PRÍNCIPE, MINAS GERAIS, FROM 1756 TO 1762

Desde 1714, a Diocese do Rio de Janeiro havia nomeado um vigário do estado-maior para seu distrito eclesiástico em Minas Gerais. Danilo Arnaldo Briskievicz ENTRE A ESCRAVIDÃO E O TRIBUNAL DO SANTO OFÍCIO: IMPACTOS E DESAFIOS DA VIGARA DO TRIBUNAL DR.

UM AFETO: O ESCRAVO FORRO DO VIGÁRIO DA VARA SOLICITA CARTA GUIA

Vejamos agora a carta guia de José Coelho Sampaio transcrita por Maria Eremita de Souza da fl. O antigo dono do escravo indisciplinado José Coelho Sampaio era o pároco da vara, Reverendo Dr.

UM DESAFETO: O VIGÁRIO DO MATO DENTRO DENUNCIADO PELO VIGÁRIO DA VARA

O processo foi retomado em 1757 pelo pároco da comarca de Serro do Frio, Dr. A nova detenção do Padre Costa na prisão de Vila do Príncipe pelo pároco Dr.

CONCLUSÃO

Na verdade, o processo contra o Padre Brito começou com uma denúncia dirigida ao vigário do tribunal, Padre Dr. Ouvir as testemunhas, recolher as suas provas, anotar partes dos processos originários ou cumprir ordens de outros distritos era o papel do vigário. do tribunal.

ENSAIOS DE GRADUAÇÃO

RESISTÊNCIA ESCRAVA APESAR DA LEI: A VIOLÊNCIA SENHORIAL E CERCEAMENTO

SLAVE RESISTANCE IN SPITE OF THE LAW: THE MANORIAL VIOLENCE AND LEGAL RESTRAINT AGAINST THE ENSLAVED IN

André Guilherme Cremonesi RESISTÊNCIA ESCRAVA APESAR DA LEI: ADMINISTRAÇÃO DA VIOLÊNCIA E RESTRIÇÃO LEGAL CONTRA ESCRAVOS NO BRASIL RICO. Assim, o objetivo deste artigo é compreender a utilização de mecanismos de controle em relação aos escravos, como por exemplo a violência fundiária, o Código Penal de 1830 e a Lei n. processos das fazendas do oeste paulista presentes na historiografia coletada.

A VIOLÊNCIA SENHORIAL

Imagem

Figura 1: capa e contracapa do álbum “Ladrão”, do rapper Djonga.
Figura 2: primeiras cenas do clipe Hat-Trick: o desprezo aos negros.
Figura 3: cena do clipe Hat-Trick: a alegria com pessoas brancas.
Figura 3: cena do clipe Hat-Trick: Djonga, uma voz descolonizadora.
+2

Referências

Documentos relacionados

Este trabalho teve como tema a análise das identidades de gênero e sexuais relacionadas às mulheres nas músicas de Rita Lee pela relevância que as trilhas sonoras