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PDF S /ContentS - UNISAGRADO

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Academic year: 2023

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Portanto, o objetivo desta pesquisa foi analisar o conceito de saúde desenvolvido por alunos do ensino fundamental de escolas públicas de três municípios catarinenses (Brasil). A percepção de saúde relacionada às normas de higiene do corpo foi significativamente mais expressa pelos jovens estudantes.

Tabela 1 - Probabilidade de ocorrência das categorias.
Tabela 1 - Probabilidade de ocorrência das categorias.

A primeira etapa de um autêntico programa de educação em saúde deve ser investigar quais são os saberes, práticas e atitudes dos sujeitos que estarão envolvidos no processo. É necessário que os profissionais compreendam as concepções, valores e atitudes dos sujeitos em relação à saúde e, a partir dessa compreensão, devem atuar como mediadores no processo de reconstrução das concepções e práticas de cuidado em saúde.

Projeto aprendendo saúde na escola: a experiência de repercussões positivas na qualidade de vida e determinantes de saúde de integrantes de uma comunidade escolar de Vitória, Espírito Santo.

No local, os Jogos eram realizados inicialmente a cada três anos, e depois a cada cinco, com uma única prova - uma corrida de 162 m. 1 Para melhor compreensão dessa situação, apresentamos o filme “300, o filme”, no qual é retratada a vida da mulher espartana.

Durante o Iluminismo, mulheres ricas e nobres tiveram voz na corte e começaram a lutar pela liberdade sexual. O progresso, porém, atinge apenas a burguesia; as mulheres do povo foram deixadas à própria sorte.

Tendo em vista que a imagem, segundo Smit, é uma “entidade tripartida”, para que desempenhe as funções de representação e veículo de informação, ela deve ser composta por suporte, expressão imagética e conteúdo informacional. No entanto, a indicação de um interesse geral pelo campo das imagens como área prioritária de trabalho parece, em muitos casos, estar ligada ao uso da imagem como forma analítica adicional – além da forma do texto – para compreender os contornos da realidade.

Uma delas tem o rosto totalmente coberto por uma rede, enquanto o rosto de sua companheira é visível assim que ela desce do bloqueio, mas a rede, como um véu, a impede de melhor visibilidade (uma delas pode ser vista como uma atleta de pele branca, o outro pelo ângulo da fotografia irreconhecível, mas quando perguntamos ao especialista em vôlei, ele disse que era branco). Imagem 5) Não há texto publicado ao lado da foto. O atleta (preto), cujo rosto é visível, esboça uma reação feliz, provavelmente pelo ponto da equipe ter sido marcado. Figura 6) Não há texto ao lado da foto.

Destacamos, como detalhe percebido, que os atletas de voleibol constituem um grupo étnico variado. Curiosamente, quando paramos para observar as imagens com mais precisão por esse viés, notamos que os atletas enxergavam o branco nas poucas vezes que seus rostos.

A exibição de mulheres nessas condições é evitada colocando-as muito ou muito fora de foco. Segundo o gênero, as mulheres (33,1%) se mostraram mais vulneráveis ​​que os homens (26,5%).

VulneraBilidade ao HiV eM estudantes de ensino MÉdio de

Vulnerabilidade ao HIV entre estudantes do ensino médio de uma escola pública do interior paulista. Métodos: participaram do estudo 136 alunos do ensino médio de uma escola noturna do interior paulista.

31% dos homens e 36% das mulheres tiveram os pais como fonte de informação sobre sexualidade, 24% dos homens e 31% das mulheres procuraram amigos para conversar sobre o assunto. Em relação ao uso de anticoncepcionais, 18% dos homens e 7% das mulheres afirmaram não fazer uso (BRETAS et al. 2011).

MÉtodo

À luz das questões colocadas até agora, esta pesquisa teve como objetivo identificar comportamentos de adolescentes relacionados à vulnerabilidade ao HIV, levando em consideração as diferenças de gênero.

Participantes

Procedimento

Os alunos foram considerados não vulneráveis ​​se respondessem ao questionário que nunca tiveram relações sexuais ou tiveram relações sexuais e sempre usaram preservativo, nunca usaram drogas, estavam regularmente sob supervisão médica e sabiam contar. a outras pessoas com quem possam conversar sobre sexualidade e prevenção e que tenham facilidade para comprar ou ter acesso a preservativos. Alunos que fazem sexo com pessoas diferentes foram considerados vulneráveis, alguns usam walk-ins, outros não, usam drogas ou álcool e fazem sexo sem camisinha ou com seringa estranha, têm doenças genitais, mas nunca deixaram de procurar tratamento. , continuou a fazer sexo depois que a camisinha estourou, ou diz que não sente falta de sexo mesmo sem camisinha.

Segundo a resposta dos alunos do primeiro ano do ensino médio, 24 já tiveram relação sexual e 20 não tiveram; no terceiro ano, 13 alunos já tiveram relação sexual e 7 nunca tiveram. Considerando as respostas do primeiro e terceiro anos, 52% dos alunos e alunas já tiveram relação sexual, enquanto 48% não.

AIDS, sexualidade e atitude de adolescentes frente à proteção do HIV Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. Revista da Associação Médica Brasileira, São Paulo, v. Doenças Sexualmente Transmissíveis na Adolescência: Um Estudo de Fatores de Risco. Revista da Associação Brasileira de Medicina Tropical, Uberaba, v. Vulnerabilidade do adolescente ao HIV/AIDS:.

Introdução: a investigação da Qualidade de Vida (QV) de idosos tem se tornado cada vez mais importante como critério de avaliação de resultados de tratamentos na área da saúde. Objetivo: este estudo investigou a qualidade de vida de 27 idosos residentes na Vila Vicentina de Bauru – SP.

Material e MÉtodos

Avaliação da qualidade de vida em idosos institucionalizados na cidade de Natal, estado do Rio Grande do Norte. Contribuição dos domínios físico, social, psicológico e ambiental para a qualidade de vida global do idoso.

Tabela 1 – Frequências absoluta e relativa das respostas dos 27 idosos asilados às  questões sociais – Bauru, São Paulo, 2013.
Tabela 1 – Frequências absoluta e relativa das respostas dos 27 idosos asilados às questões sociais – Bauru, São Paulo, 2013.

MÉtodos

Primeiro, eles buscaram no site da ANS as OPAS que tinham programas de promoção da saúde e prevenção de doenças. OPS, cujo material não permitiu análise adequada para o estudo (por insuficiência de material, tanto textual quanto visual), não foram levados em consideração.

Quanto aos elementos textuais dos PDFs, vemos que os programas geralmente são apresentados de forma que parecem estar alinhados com o 2º PE. A forma como os programas são apresentados lembra muito o 1º PS, ainda que o objetivo do programa seja o 2º PS.

Figura 1 - halteres, fita métrica, grãos e salada (CASSEMS, entre 2006 e 2011a).
Figura 1 - halteres, fita métrica, grãos e salada (CASSEMS, entre 2006 e 2011a).

Aparentemente, o mais importante é que a mulher se previna, faça exames preventivos e adapte seu comportamento individual ao mencionado no guia. Todas as pastas estão no mesmo formato e todas seguem esse padrão em relação às abordagens do PS.

Quanto à mistura das duas abordagens de SP, que aparece em parte do material, podemos usar como exemplo o folder “Atividade física”. As newsletters mensais “Opção Saúde” do programa “Promondo Saúde” abordam vários temas relacionados com a saúde dos beneficiários e tendem a misturar o 1º PS com o outro ou mesmo ter uma abordagem informativa, como é o caso dos aparelhos de ar condicionado. - um arquivo sobre primeiros socorros para crianças.

A qualidade de vida começa com uma boa alimentação” (CAMED, [2012]) torna as pessoas responsáveis ​​pela sua qualidade de vida. Quanto aos mais na linha do 1º PS, recomendamos reescrever os elementos textuais para não culpar apenas o leitor.

Medplan

Vá passear, mexa-se!”, pode-se ver um pouco do 1º SP a partir do imperativo e a ligação entre a inscrição, a saúde do coração e a atividade física. Novamente, as imagens podem ser interpretadas como neutras, mas ao vincular as legendas no imperativo e no contexto geral do arquivo, o primeiro SP torna-se visível, embora menos do que em outros materiais OPS (MEDPLAN, [2011?]) .

Disponível em: . Disponível em: .

Introdução: A síndrome pós-pólio é definida como um novo distúrbio neurológico que desenvolve nova fraqueza muscular e fadiga muscular anormal em indivíduos que se recuperaram da poliomielite aguda. Conclusões: uma questão relevante levantada na atividade física adaptada é a carga de exercício ideal que deve ser prescrita para sobreviventes da poliomielite, pois o overtraining é um fator de risco para o desenvolvimento da síndrome pós-poliomielite.

Introduction: Post-polio syndrome is defined as a new neurological disorder with the development of new muscle weakness and abnormal muscle fatigue in people who have recovered from acute poliomyelitis. Objectives: the aim was to present basic knowledge about post-poliomyelitic syndrome, to clarify the specifics of this clinical condition and to consider the appropriateness of physical activity in patients with this disease.

Dalakas (1995a) relata que o diagnóstico de SPP requer exclusão cuidadosa de outras doenças neurológicas, ortopédicas ou psiquiátricas conhecidas que possam desenvolver os mesmos sintomas. Halstead e Rossi (1987) sugeriram que o investigador e o clínico deveriam considerar os seguintes aspectos ao fazer o diagnóstico de SPP: uma história de poliomielite paralítica seguida por um período de recuperação parcial ou completa; um período de estabilidade neurológica; aparecimento de dois ou mais problemas após um período de estabilidade (fadiga, dores musculares ou articulares, nova fraqueza na

Portanto, uma reflexão sobre a atividade física no tratamento da SPP é um tema atual e atual. Outras abordagens também podem ser utilizadas na prática de atividade física para pessoas com SDPF.

Síndrome pós-pólio: identificando as melhores práticas em diagnóstico e tratamento [documento da Internet] White Plains, NY: March of Dimes Birth Defects Foundation; 2001. Objetivo: relatar o caso de um granuloma gravídico (GG) na gengiva de uma mulher no sexto mês de gravidez, que apresentava queixas funcionais e estéticas e revisar a literatura sobre os principais aspectos clínicos e hormonais e sobre a patogênese da lesão da doença.

Patogênese e asPectos clínicos do granuloMa graVídico: relato de

A GP é um processo reacionário hiperplásico não neoplásico e, apesar do nome, não caracteriza um granuloma verdadeiro (SHAFER, 1983; NEVILLE et al., 2008). Um grande número de crianças e adultos desenvolve PG, com mais mulheres (SHAFER, 1983; NEVILLE et al., 2008).

Os aspectos histopatológicos do GP e do GG são praticamente os mesmos (NEVILLE et al., 2008; JAFARZADEH; SANATKHANI; . MOHTASHAM, 2006). Esses vasos costumam ser de tamanhos diferentes e preenchidos por hemácias (NEVILLE et al., 2008; JAFARZADEH; SANATKHANI; MOHTASHAM, 2006).

Figura 1 - Ao exame clínico intraoral são vistos eritema e edema tecidual que  acometem as papilas gengivais entre os dentes 21 e 23 (setas azuis), A
Figura 1 - Ao exame clínico intraoral são vistos eritema e edema tecidual que acometem as papilas gengivais entre os dentes 21 e 23 (setas azuis), A

Introdução: Por ser o Instituto Lauro de Souza Lima um centro de referência dermatológica, a dermatomiosite é comum no ambulatório. Quanto à incidência de malignidade associada, é maior na DM do que na PM, variando de 6-45% na primeira.

Figura 1 - A) Eritema periorbicular - Heliótropo - e eritema na face extensora das  articulações interfalangeanas dos dedos - Gotron.
Figura 1 - A) Eritema periorbicular - Heliótropo - e eritema na face extensora das articulações interfalangeanas dos dedos - Gotron.

A confirmação diagnóstica da IM é realizada por dosagem sérica de enzimas musculares, neuromiografia eletrônica e biópsia muscular (DALAKAS, 1991; PLOTZ, 1989). Apesar de não ser um critério diagnóstico clássico, é de extrema importância para auxiliar na confirmação diagnóstica, principalmente em locais onde a biópsia muscular não está disponível.

Figura 2 - A) Potenciais da Unidade Motora de curta duração no Bíceps Braquial.
Figura 2 - A) Potenciais da Unidade Motora de curta duração no Bíceps Braquial.

Há autores que defendem a união rígida, outros a não rígida e ainda outros que não recomendam a união dente-implante. Objetivo: este trabalho relata um caso clínico de reabilitação oral com PPR em dentes implantados em paciente com fissura labiopalatina no Hospital de Reabilitação de Anomalias.

No entanto, não há consenso na literatura sobre o prognóstico da união de implantes dentários e os estudos são limitados. Há controvérsia na literatura se a articulação do implante dentário deve ser rígida ou não rígida.

Os dentes 13 e 23 receberam apenas as armações metálicas, e nas armações metálicas dos implantes foi aplicada porcelana (cor A3 na escala Vita - Vitapan®) apenas no lado vestibular, com as coroas fresadas para braquetes para o futuro PPR. As armações metálicas dos dentes 13 e 23 foram cimentadas com cimento de ionômero de vidro modificado por resina (RelyX Luting 2 - 3M ESPE®) e as coroas metalocerâmicas foram parafusadas nos implantes.

Figura 2 - Prótese removível confeccionada com encaixe tipo barra-clip.
Figura 2 - Prótese removível confeccionada com encaixe tipo barra-clip.

Imagem

Tabela 1 - Probabilidade de ocorrência das categorias.
Tabela 1 – Frequências absoluta e relativa das respostas dos 27 idosos asilados às  questões sociais – Bauru, São Paulo, 2013.
Tabela 2 - Medidas descritivas dos domínios apurados por meio do WHOQOL - --bref dos 27 idosos asilados e resultado do teste estatístico, de acordo com o sexo
Tabela 3 - Medidas descritivas dos domínios apurados por meio do WHOQOL- WHOQOL--OLD dos 27 idosos asilados e resultado do teste estatístico, de acordo com o  sexo
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Referências

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