Estabelece o Programa Nacional de Saúde Avícola no âmbito da SDA e estabelece o Comitê Consultivo do Programa de Saúde Avícola. Aprova, no âmbito do Programa Nacional de Sanidade Avicultura, o Plano Nacional de Prevenção da Gripe Aviária e de Controlo e Prevenção da Doença de Newcastle.
PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE SUÍDEA
PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE DOS EQUÍDEOS
LEGISLAÇÕES COMPLEMENTARES
PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE APÍCOLA
Incorpora no ordenamento jurídico nacional os requisitos de sanidade animal para a troca de sêmen bovino e bubalino entre os Estados Partes. Incorpora ao ordenamento jurídico nacional “Requisitos e certificados zoosanitários para o intercâmbio de caprinos entre os estados participantes do MERCOSUL”.
LEIS E DECRETOS
V - avaliação das ações desenvolvidas nos órgãos locais e intermediários do sistema único de saúde agropecuária; 2º No âmbito do Sistema Único de Sanidade Agropecuária, serão estabelecidos um sistema brasileiro de inspeção de produtos de origem vegetal e um sistema brasileiro de inspeção de produtos de origem animal, bem como sistemas específicos de inspeção de insumos utilizados na agricultura.
6. Os processos de controlo sanitário incluirão a rastreabilidade dos produtos de origem animal e vegetal, dos insumos agrícolas e respetivos ingredientes e matérias-primas ao longo da cadeia produtiva. 8. A importação e exportação de animais e plantas, produtos de origem animal e vegetal, insumos agrícolas e respectivos ingredientes e matérias-primas obedecerão ao disposto neste regulamento.
Das Instâncias
Em primeiro lugar, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, como Autoridade Central e Superior, estabelecerá, regulamentará, coordenará e avaliará periodicamente o Programa Nacional de Educação Sanitária na área de Defesa Agropecuária. 4º Os órgãos intermediários do Sistema Único de Sanidade Agropecuária atuarão na fiscalização agropecuária do trânsito interestadual, com base nas normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, como órgão central e superior.
Das Certificações
1. O registo é obrigatório e será efectuado pelos serviços oficiais sob a tutela da saúde agrícola unificada, nos termos determinados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, como instância central e superior. 4. Serão reconhecidos no Sistema Único de Saúde Agropecuária, em atos especiais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, como Central e Su-.
Das Amostras
6º Os relatórios serão publicados na forma prescrita pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, como instância central e superior. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, como autoridade central e superior, pode solicitar aos países exportadores.
DO PLANEJAMENTO
1. Os Estados e o Distrito Federal, após a adesão, poderão aderir aos Sistemas Brasileiros de Fiscalização de Produtos e Insumos Agrícolas. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento garantirá que as fiscalizações e fiscalizações sejam realizadas utilizando as regras e critérios de controle pré-determinados nos Sistemas Brasileiros de Fiscalização de Produtos e Insumos Agropecuários.
Artigo 3º - Autorizado o sacrifício, nos termos do artigo 1º deste Regulamento, o Chefe da Inspecção Regional de Protecção da Saúde Animal expedirá despacho nomeando a Comissão Avaliadora referida no artigo. 5º da Lei 569, de 21 de dezembro de 1948 e anunciando nominalmente o representante do Governo Federal que presidirá a Comissão. 3 - Quando forem cumpridas as medidas previstas no artigo. 1º devem ser tomadas no Distrito Federal, as medidas previstas neste artigo, de responsabilidade do chefe da Inspetoria Regional, ficarão a cargo do Diretor da Divisão de Proteção Sanitária Animal.
39 - As exigências previstas no art. 38 ficam sob fiscalização direta do Serviço de Defesa Sanitária Animal. Parágrafo único - As decisões do Conselho Nacional de Defesa Sanitária Animal serão publicadas no Diário Oficial.
DISPOSIÇÕES GERAIS
79 - Todas as deliberações do Conselho Nacional de Defesa Sanitária Animal serão tomadas por maioria de votos dos membros presentes. 86 - Os casos omissos neste regulamento ou que necessitem de maiores instruções serão resolvidos por decisão do Ministro da Agricultura, ouvido o Conselho Nacional de Proteção aos Animais.
Membro Único - Os referidos funcionários poderão solicitar a assistência das autoridades governamentais para as etapas necessárias à implementação deste esquema. 84 - Caso se revele necessária a realização de trabalhos de natureza experimental, ou a aquisição de conhecimentos relativos a trabalhos realizados em outras instituições, o Diretor da SDSA fica autorizado a solicitar a cooperação do dirigente dessas instituições.
SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA
2º Na hipótese do § 1º deste artigo, se os animais a serem sacrificados estiverem em propriedades localizadas na faixa de 150 km (cento e cinquenta quilômetros) de largura ao longo das fronteiras terrestres, designada como faixa fronteiriça, e os sacrifícios ocorrerem da implementação de medidas sanitárias de combate ou erradicação da febre aftosa, todas as compensações poderão ser suportadas pela União."
PROGRAMA NACIONAL DE ERRADICAÇÃO E PREVENÇÃO DA FEBRE AFTOSA
Considerando a necessidade de introdução de instrumentos adequados ao planejamento das ações do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA) nas diversas unidades da Federação, com o objetivo de manter ou melhorar a situação sanitária alcançada; O planejamento de medidas sanitárias para erradicação da febre aftosa e a definição de normas para a circulação interestadual de animais suscetíveis à febre aftosa e seus produtos e subprodutos, bem como os procedimentos a serem seguidos para a a redução do risco de propagação do vírus da febre aftosa entre as diferentes unidades da Federação deverá basear-se na classificação de risco realizada.
Considerando que as estratégias de regionalização das ações destinadas à erradicação da febre aftosa são consistentes com os critérios técnicos de zoneamento e regionalização definidos no Código Sanitário Animal Internacional; 3° A avaliação de cada Unidade da Federação e sua classificação de acordo com o nível de risco que representa será realizada pelo Departamento de Proteção Animal desta Secretaria e deverá refletir a qualidade e capacidade técnico-operacional de seus serviços veterinários e sua situação sanitária. em relação à febre aftosa.
INSTRUÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE VIGILÂNCIA VETERINÁRIA NAS ZONAS DE ALTA VIGILÂNCIA DA FEBRE AFTICA (ZAV) APLICADA NAS REGIÕES FRONTEIRAS ENTRE MATO GROSSO DO SUL E AS REPÚBLICAS E REPÚBLICAS DO INTERIOR B. A terceira vacinação sistemática contra a febre aftosa do bovinos e bubalinos deverão observar as orientações gerais previstas na Instrução Normativa nº. 44, de 2 de outubro de 2007 e a ser realizada em consonância com o serviço veterinário oficial dos países fronteiriços envolvidos. com aprovação da Secretaria de Proteção Agrícola.
Paraíba Outubro de 2000 Todo território Sem reconhecimento Pernambuco Fevereiro de 1998 Todo território Sem reconhecimento Piauí Fevereiro de 1997 Todo território Sem reconhecimento Rio Grande do Norte Agosto de 2000 Todo território Sem reconhecimento.
DEFINIÇÕES
II - autorização para introdução de animais, produtos e subprodutos com risco de febre aftosa somente após avaliação do serviço veterinário oficial; VII - identificação específica, no cadastro do serviço veterinário oficial, dos estabelecimentos com maior risco de introdução do vírus da febre aftosa;
Aspectos gerais
3. a entrada em zona livre de febre aftosa, zona tampão ou unidade da federação classificada como no mínimo BR-3 (risco médio) para febre aftosa ou qualquer outra classificação de risco semelhante que venha a ser adotada pelo MAPA deverá ser restrita a rotas específicas definidas pelo MAPA, com base em propostas. Os produtos deverão ser transportados em veículos com carga lacrada pelo serviço veterinário oficial na unidade de origem da unidade da federação ou outro tipo de controle aprovado pelo serviço veterinário oficial, podendo ingressar somente na zona livre de febre aftosa através de locais definidos e previamente aprovados pelo MAP.
DISPOSIÇÕES FINAIS
É permitida a importação de produtos que utilizem como matéria-prima carnes, miudezas ou resíduos que tenham sido submetidos a procedimentos de inativação do vírus da febre aftosa, conforme recomendações da EIA. I - foi obtido em centros de inseminação artificial ou em outros estabelecimentos cadastrados ou homologados pelo serviço veterinário oficial do país exportador e que atendam às condições gerais e específicas recomendadas pelo EIA.
MODELO)
CERTIFICADO ZOOLÓGICO SANITÁRIO DE ORIGEM PARA A ENTRADA DE ANIMAIS SUSCEPTÍVEIS NA ZONA LIVRE DE DOENÇAS DE TAPA, ZONA DE TAMBOV OU COM MÉDIO RISCO. Identificação e assinatura do médico veterinário do serviço veterinário oficial da unidade fonte da federação.
PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE E ERRADICAÇÃO DA BRUCELOSE E
O Estado de Santa Catarina, revelou baixíssima prevalência de propriedades e animais infectados por esta doença; 1º Isentar o estado de Santa Catarina da vacinação obrigatória de fêmeas bovinas e bubalinas contra a brucelose.
OBJETIVOS
APLICAÇÃO
DEFINIÇÕES
- MATERIAL
- AMOSTRAS
- RECEPÇÃO
- MÉTODOS
- LABORATÓRIO
- INSTALAÇÕES
- EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
- SEGURANÇA BIOLÓGICA
- RETESTE
- RESULTADOS E RELATÓRIOS
- RESPONSÁVEL TÉCNICO
- DISPOSIÇÕES GERAIS
A diluição do antígeno para a série de tubos 2-ME deve ser feita em solução salina 0,85% sem adição de fenol; A primeira linha corresponde a quatro diluições de soro SAL e deve ser rotulada com a letra T.
TESTE DO ANEL EM LEITE (TAL)
Deixar as amostras de leite e o antígeno à temperatura de 22°C (vinte e dois graus Celsius) + 4°C (quatro graus Celsius) por pelo menos 60 (sessenta) minutos; Nota: Dependendo do tamanho do rebanho, a quantidade de leite a ser utilizada no teste (utilizando a mesma quantidade de antígeno, 30 μL), deverá ser aumentada para 2 (dois) ou 3 (três).
A critério do Serviço Oficial de Defesa Sanitária Animal, poderá ser aceito para fins de licenciamento que veterinários que trabalhem em associações formais ou cooperativas, até o limite de cinco profissionais, compartilhem seringas e. VI - Comunicar resultado positivo no prazo de 1 (um) dia útil à Unidade Local do serviço oficial de defesa sanitária animal do Município onde está localizado o imóvel atendido;
FICHA CONTROLE DE ANIMAIS TUBERCULINIZADOS
Das DefInIções
O estabelecimento de criação que entra em saneamento para obter certificado
O certificado do estabelecimento de criação controlado para brucelose e tuberculose será emitido pelo Ministério Federal da Agricultura. O primeiro exame diagnóstico de brucelose e tuberculose, realizado no criadouro observado, será realizado por amostragem, conforme
III - comunicar ao serviço oficial de defesa achados de abate em carcaças e órgãos internos que indiquem tuberculose.
PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DA RAIVA DOS HERBÍVOROS
Das DIsposIções
4º Os empregados que trabalham em laboratórios ou em atividades de controle de doenças devem ser protegidos por meio de imunização preventiva, conforme esquema recomendado pela Organização Mundial da Saúde.
Da vaCInação
A aplicação de anticoagulantes em morcegos vampiros deve ser feita sob a supervisão de um veterinário. Os anticoagulantes e as redes de náilon utilizadas no controle dos morcegos hematófagos são materiais de uso exclusivo do programa.
DIsposIções geraIs
A educação e divulgação em saúde devem utilizar todos os recursos e informações disponíveis, bem como representantes dos níveis político, eclesiástico e educativo, com o objectivo de atingir o maior número possível de criadores e outros membros da comunidade rural. A organização dos diversos atores sociais da comunidade em conselhos municipais ou intermunicipais de saúde animal, integrados a um conselho estadual de saúde animal, determina condição fundamental para a solução efetiva do problema da raiva entre os herbívoros domésticos.
PROGRAMA NACIONAL DE PREVENÇÃO E CONTROLE DAS ENCEFALOPATIAS
1. Declara o Brasil livre de encefalopatia espongiforme bovina, de acordo com o disposto no artigo 3.2.13.2 do Codex Sanitário Animal Internacional. 5º A importação para o Brasil de animais e produtos e subprodutos de origem animal provenientes de terceiros países está sujeita à comprovação do cumprimento das medidas de vigilância para encefalopatias espongiformes transmissíveis e que são recomendadas no Capítulo 3.2.13 do Código Zoossanitário Internacional.
Matriz de decisão para importação de animais, produtos e subprodutos de origem animal de acordo com o risco de encefalopatia espongiforme bovina – EEB. Produtos e subprodutos de origem animal não ruminante destinados à alimentação animal, com exceção daqueles constituídos exclusivamente por produtos listados na categoria III abaixo;
Os animais suspeitos mortos ou submetidos a sacrifícios sanitários deverão ser destruídos sob supervisão da autoridade competente do Sistema Único de Saúde Agropecuária. 3º Os animais expostos com teste negativo para tecido linfóide deverão ser submetidos à supervisão da autoridade competente do Sistema Único de Saúde Agropecuária.
TERMO DE RESPONSABILIDADE
- IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome do proprietário ou responsável
- Nome da propriedade
- Coordenadas geográficas
- Nome ou identificação do retiro/sub-retiro (se houver)
- Endereço completo
- Endereço para correspondência
- Telefones
- Endereço Eletrônico
Propriedades expostas são aquelas que possuem animais de alto risco ou expostos e em caso de confirmação laboratorial de tremor epizoótico são consideradas Propriedades Foco. 2º Os animais de alto risco ou expostos encontrados em propriedades expostas deverão ser submetidos aos procedimentos previstos nos incisos V a IX do art.
QUESTIONÁRIO DE INVESTIGAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
- DADOS DE MANEJO DO ESTABELECIMENTO
- Raça(s)
- Finalidade
- Número de animais no rebanho
- Início da criação
- Origem dos primeiros animais
- Manejo reprodutivo da espécie exposta
- IDENTIFICAÇÃO DO ANIMAL AFETADO 22. Espécie: caprina ovina 2 Raça
- HISTÓRICO DA ENFERMIDADE
- Data de início dos sinais clínicos: 29. Data da morte
- Sinais clínicos
- Médico Veterinário responsável pelo diagnóstico clínico
- RASTREAMENTO DOS ANIMAIS AFETADOS
- Nascido na propriedade? Sim Não (indicar propriedade, município e UF de origem)
- Identificação individual e relação de parentesco dos animais de alto risco existentes na propriedade
- Identificação individual, relação de parentesco e destino dos animais de alto risco movimentados para outras propriedades
- Identificação individual dos animais expostos existentes na propriedade
- Identificação individual e destino dos animais expostos movimentados para outras propriedades
Automutilação Cegueira Úlceras de pressão Incoordenação motora Movimento lateral da cabeça Mudança comportamental Olhar fixo Perda de lã ou cabelo Perda de peso acentuada Comichão.
4º Todo bovino e búfalo importado, cujo país de origem tenha registrado ocorrência de caso autóctone de EEB ou seja considerado de risco quando perder as características que justificam sua destinação, deverá ser sacrificado e destruído sob supervisão da defesa oficial. serviço de saúde animal. PROCEDIMENTOS TÉCNICOS PARA INSTRUÇÃO DO PROCESSO DE SACRIFÍCIO E COMPENSAÇÃO OU SACRIFÍCIO DE BOVINOS OU BUBALINA IMPORTADOS DE PAÍS COM RISCO DE ENCEFALOPATIA ESPONGIFORME BOVINA - EEB.
4º Deverá ser mantida vigilância de todos os bovinos ou ovinos/caprinos que apresentem sinais clínicos de distúrbios nervosos, conforme previsto na Portaria nº. Portaria 516, de 9 de dezembro de 1997. 5º Será mantida a vigilância de todo gado importado de países que tenham tido casos autóctones de Encefalopatia Espongiforme Bovina - EEB, conforme previsto na Instrução Normativa Ministerial nº. 08, de 15 de fevereiro de 2001.
Parágrafo único: Qualquer laboratório que realize diagnóstico de raiva deverá enviar amostras de material cerebral de animais sob investigação com idade superior a 24 meses para bovinos e 12 meses para bovinos.
PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA
O MINISTÉRIO DE ESTADO DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO, no exercício das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo nº 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal e nos termos do disposto na Portaria nº 116, de 29 de fevereiro de 1996, e Tendo em conta o Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Decisão nº 6/96 do Conselho do Mercado Comum, a Resolução nº 91/93 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação nº 12/95 do Subgrupo de Trabalho nº 8 1. Aprovar o “ NORMAS DE HIGIENE E SEGURANÇA SANITÁRIA PARA ELEGIBILIDADE DE ESTABELECIMENTOS AVÍCOES PARA CRIAÇÃO E DESFILERIA DE AVES.
Artigo 1º A implementação desta norma será de responsabilidade dos serviços veterinários oficiais dos Estados membros do MERCOSUL. Art. 4º Para fins de registro e habilitação, os estabelecimentos avícolas serão classificados como: .. a) centros reprodutivos de matrizes, avós e bisavós;
InCubatórIos
Os centros de reprodução destinados a mães, avós ou avós devem estar em áreas livres da doença de Newcastle. 7 - O país está livre da gripe aviária (Peste Aviária) e a área está livre da doença de Newcastle.
VIII - INcubatório de BISA-VOSEIROS: unidade de importação, exportação e produção de aves de um dia para produção de avós;. IX - HATCHER DE AVES: instalação de importação, exportação e produção de aves com 1 dia de idade para reprodução;
Da fIsCalIzação
- Localização do Estabelecimento Endereço – logradouro
- Endereço para Correspondência Endereço – logradouro
- Atuação do Estabelecimento
- Cooperativa / Integradora (se a atividade for de integrado ou cooperado) CNPJ/CPF
- Técnico Responsável Nome
- Tipo de Propriedade
- Localização / Instalações DATUM: South American 69 (SAD69)
- Responsabilidade pela Informação Nome do Responsável
- Declaração
Adenovírus Aviário Grupo II (HEV) Adenovírus Aviário Grupo III (EDS76) Vírus da Encefalomielite Aviária Reovírus Aviário. Vírus da doença de Gumboro Vírus da doença de Newcastle Vírus da gripe aviária (tipo A) Vírus da leucose aviária A, B Vírus da leucose linfóide A, B, C, D e J.
LAUDO DE INSPEÇÃO FÍSICA E SANITÁRIA - ROTEIRO MÍNIMO
A empresa foi fiscalizada de acordo com o disposto na Instrução Normativa do MAPA, que dispõe sobre os PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO, FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DE ESTABELECIMENTOS DE CRIAÇÃO DE AVES. A empresa foi fiscalizada de acordo com o disposto na Instrução Normativa do MAPA, que dispõe sobre os PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO, FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS DE AVES.
LAUDO DE INSPEÇÃO FÍSICA E SANITÁRIA - ROTEIRO MÍNIMO
CERTIDÃO DE REGISTRO DE ESTABELECIMENTO AVÍCOLA
V - editar regras de trânsito interestaduais específicas para os diferentes tipos de granjas avícolas, direcionadas às necessidades de implementação do Plano Nacional de Prevenção da Influenza Aviária e de Controle e Prevenção da Doença de Newcastle; A DSA organizará um estudo de vigilância activa da gripe aviária e da doença de Newcastle pelo menos anualmente.