O Pibid veio para nos fazer pensar nos cursos em que atuamos, principalmente no que diz respeito às práticas docentes e aos estágios supervisionados. Os autores levantam questões importantes para o contexto escolar, mas também para o contexto universitário, especialmente para os nossos cursos de graduação.
SUMÁRIO
O PAPEL DO PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE ILE: CONSTRUINDO ESPAÇOS ENTRE O UNIVERSO
TEÓRICO E A PRÁTICA DE SALA DE AULA
INTRODUÇÃO
Especialmente no contexto das línguas estrangeiras modernas, as Diretrizes Curriculares do Estado do Paraná sugerem, para priorizar o ensino contextualizado, que o trabalho em sala de aula seja baseado na perspectiva da interação social. Ora, se a teoria aponta que uma língua funcional está nos movimentos das práticas socioculturais, talvez caiba a nós, teóricos e profissionais (serviço/pré-serviço) das práticas de ensino de línguas estrangeiras, nos perguntarmos: Como (re) ) criando dimensões sociais na sala de aula de língua estrangeira.
CONTEXTUALIZANDO A LINGUAGEM: DA TEORIA À PRÁTICA DE SALA DE AULA
Há falta de domínio da língua inglesa, de consciência linguística e de certo grau de autonomia de aprendizagem para a docência, o que atrapalha o potencial do futuro professor de ir além do trabalho de motivação e de cumplicidade com a turma em sala de aula no sentido que garantem que seus alunos alcancem efetivamente níveis graduais/espirais de aprendizagem. Nesse sentido, Leffa (2011), abordando a questão colocada por Lima no livro English in Public Schools Does NOT Work?, a respeito do ‘fracasso’ no ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras nas escolas públicas, afirmou que ele mesmo chama ‘ máscaras' na aprendizagem, sugere que a 'cumplicidade' existe/é procurada na sala de aula, onde professor e alunos partilham os mesmos objectivos de ensino/aprendizagem.
CONTEXTO E ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO
Leffa, 2011) e 2) fugir da rotina na sala de aula de língua inglesa – diretrizes naturais da regulamentação do PIBID/UNESPAR. Para fundamentar o trabalho, foram estudados autores que discutem o jogo como gênero e analisam o trabalho desenvolvido com jogos na sala de aula de língua inglesa (SZUNDY DELLOVA, 2009).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Essa questão cultural e linguística, característica da língua inglesa, foi levada para sala de aula pelos acadêmicos do Pibid para apresentar, enriquecer e contextualizar o uso do jogo nas aulas de inglês. Da mesma forma que o quiz, o trabalho com a vertente linguística centrou-se no estudo das regras ortográficas num exercício de Compreensão Leitora e no desenvolvimento e aplicação/simulação do Jogo Ortográfico em sala de aula com os alunos, principalmente em relação a e, Primeiramente, a pronúncia das letras do alfabeto em inglês e palavras previamente estudadas com o professor da turma. conscientização sobre essa prática, no caso do contexto de formação docente. Isso evidencia o papel crucial do Programa de Iniciação à Docência na formação inicial, principalmente em relação à motivação do acadêmico para a docência e para a docência na língua inglesa.
Nas escolas parceiras observou-se a criação de expectativas e uma visão de prestígio na comunidade escolar. O impacto na escola do envolvimento dos acadêmicos da Unespar no projeto Pibid tem contribuído positivamente para a sua reputação junto à comunidade escolar.
O grupo pedagógico (professores, pedagogos, diretores), comunidade (pais e responsáveis) e alunos têm demonstrado credibilidade em relação a esta nova perspectiva de melhoria educacional, pois proporcionam um caminho adicional para o ensino-aprendizagem e, consequentemente, para a formação social, observou. -interação dos nossos alunos e futuros educadores”. Transpondo jogos de linguagem para a sala de aula de inglês: criando contextos de ensino-aprendizagem significativos. Jogos de linguagem como gêneros no processo de ensino-aprendizagem de LE para crianças.
VELHA PRÁTICA DE FORMAR PROFESSORES SEGUNDO NOVOS PARADIGMAS: O PIBID E ALGUMAS QUESTÕES
O ESPAÇO DE EXPERIÊNCIA DE UMA TRADIÇÃO QUE SE TORNOU PROBLEMÁTICA
UNIVERSIDADE CONTRA ESCOLA, PESQUISA CONTRA ENSINO
Mas o interesse público pela história não diminuiu, apesar da incapacidade da história produzida academicamente para o atrair. Se é verdade que o ensino na área de História tem sido negligenciado por outras atividades possíveis para os profissionais da área, a educação em História é uma ideia caracterizada pelo idealismo construtivo. O curso de História da UNESPAR, campus Campo Mourão, está dando muita atenção ao que o PIBID prega em termos de aproximação entre ensino superior e ensino básico, universidade e escola.
Tudo foi feito pelo PIBID, Subárea de História da Unespar, Campus Campo Mourão, uma estratégia para conectar não só os alunos. Durante o desenvolvimento da atividade do PIBID no curso de história, percebeu-se que já no primeiro ano do curso os alunos se sentem motivados a “ingressar no PIBID” ao ouvirem seus colegas falarem sobre suas experiências e as vantagens que o programa oferece. traz. suas famílias, sua formação. Abaixo seguem dois gráficos para entender melhor a realidade da turma de história que concluiu a graduação na UNESPAR, Campo Mourão em 2014.
EXPECTATIVA DE NOVOS FUTUROS E AÇÕES POR UMA OUTRA SINTONIA
UNIVERSIDADE A FAVOR DA ESCOLA, PESQUISA A FAVOR DO ENSINO
Analisando os egressos do curso de História da UFMG em 2001, Amorim (2014) demonstra as falhas na formação oferecida pelas universidades, observando que a maioria dos egressos não ingressa na carreira docente. No caso dos egressos do curso de História de 2014 da UNESPAR/Campo Mourão, constatamos que menos de 50% passaram a atuar na Educação Básica. Raspando o iceberg: um olhar sobre os cursos de História por meio do Censo do Ensino Superior brasileiro Paulo Eduardo Dias de Mello responde que houve um aumento nos cursos de História em 2012, chegando a 602 cursos (MELLO, 2014).
Das inúmeras atividades de intervenção desenvolvidas na escola pelo grupo Pibidianos na subárea de História da Unespar, campus Campo Mourão, uma chamou nossa atenção: a utilização da biblioteca escolar como sala de treinamento. Esse tem sido o grande benefício do programa para os alunos do curso de história da UNESPAR, campus Campo Mourão. Arranhar o iceberg: um olhar sobre os cursos de história através do censo do ensino superior no Brasil.
A INICIAÇÃO À DOCÊNCIA E O PLANEJAMENTO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS
UM POUCO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Para que os alunos com NEE possam levar uma vida normal, tornou-se essencial organizar os métodos de trabalho. Surgiu o conceito de integração, com o objectivo principal de integrar os alunos com NEE no sistema educativo. O processo de integração possibilitou o trabalho em diferentes centros educacionais, adaptando seus recursos e metodologias, não só aos alunos com necessidades especiais, mas também aos alunos regulares.
Mendes (2002, p.63) afirma que, na década de 1970, as escolas passaram a incorporar os alunos com necessidades especiais às classes regulares, quando não, às salas especiais ou de recursos, a fim de incluí-los e minimizar possíveis restrições. O processo de integração não surtiu o efeito esperado, pois centrou-se no aluno e não no sistema escolar: os alunos com necessidades especiais que conseguiram atingir um nível de adaptação e enquadrar-se nas chamadas classes normais foram reintegrados nas classes regulares. Beyer (2006) entende que a educação inclusiva consiste em promover “ações mais eficazes por parte do sistema de ensino como um todo para garantir a inclusão e retenção de alunos com necessidades especiais nas escolas regulares”.
O PROJETO EM AÇÃO: O RELATO DE UM CASO
Para preservar a identidade dos alunos e das escolas, foi utilizada a abreviatura E para escola e A para alunos, seguida de um número. Compreender que os alunos inclusivos devem participar das mesmas atividades que os alunos regulares não é uma tarefa fácil; É necessário analisar diferentes estratégias para o aluno como alternativa para responder às suas necessidades de aprendizagem. Uma das preocupações na concepção de um currículo mais flexível é não rotular este processo como uma tendência individualizante e reforçar os princípios de exclusão de alunos com necessidades educativas especiais.
Não se pode pensar que os alunos da inclusão devam ser isolados dos demais alunos, devendo retornar a práticas pedagógicas separadas. possibilitar a participação efetiva dos alunos-alvo da educação especial no ambiente de sala de aula comum. Ficou claro pelas etapas apresentadas que o conhecimento da singularidade dos alunos favorece as condições para estudar o planejamento estratégico de ensino. Disponível em O PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA 1 INTRODUÇÃO: UMA BREVE DESCRIÇÃO SOBRE O PROGRAMA PIBID Este projeto tem como objetivo utilizar oficinas de matemática como ferramenta de ensino, contribuir para a formação inicial de professores e proporcionar aos professores que já ensinam matemática reflexões que contribuam para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem de matemática. Visa também contribuir de alguma forma para a redução da evasão dos alunos do curso de licenciatura em matemática da Unespar – Campus Apucarana, além de proporcionar enriquecimento formativo aos alunos de graduação, pelo fato de terem contato com escolas de diferentes realidades sociais e educacionais. . No início do projeto, os alunos de pós-graduação têm contato com documentos da escola onde iniciam seus trabalhos, tais como: Projeto de Política Pedagógica, Proposta Curricular da disciplina de Matemática, Plano de Trabalho Docente, edital e cadernos, além das Diretrizes Curriculares do estado do Paraná para a disciplina Matemática e contato com diretores, coordenadores, professores, incluindo participação em reuniões, conselhos de classe e semana pedagógica para professores, oferecida pela escola. Após conhecer a escola onde o trabalho será realizado, iniciam-se as oficinas, para as quais, com o auxílio do supervisor e do coordenador de área, foram elaborados planos de aula de alguns conteúdos de Matemática do Ensino Básico. Nas oficinas, os bolsistas em contato com os alunos podem conhecer um pouco da realidade da sala de aula e também como é ensinar matemática em outros ambientes escolares, como o campo de esportes, a fazenda, o campo de futebol. As turmas realizam aulas de matemática ou outras disciplinas, previamente aprovadas pelo professor regente ou mesmo durante o período de recreio, mas as atividades realizadas em período contrário à atividade escolar regular não produziram bons resultados devido à baixa frequência dos alunos, causada por as dificuldades que encontram para se locomover, na escola ou mesmo por estarem envolvidos em algum tipo de trabalho. O Pibid é uma experiência muito importante porque, além de ser um exercício para a prática em sala de aula, oferece novas perspectivas sobre a metodologia na educação matemática. O objetivo deste projeto é envolver os alunos de graduação em sala de aula e fornecer-lhes uma base para que tenham aulas próprias e um ensino de qualidade no futuro. O Programa Institucional de Bolsas para Iniciação à Docência - Pibid nos dá a oportunidade de vivenciar a realidade da sala de aula mesmo estando na graduação. Então o Pibid também é um trabalho científico, é uma pesquisa, muito mais que uma experiência em sala de aula.[..] (SILVA, 2015, p. 1). O Pibid é uma forma de os futuros professores ganharem alguma experiência em sala de aula e também uma forma de mudar os métodos de ensino diários dos professores. Isso me ajudou a ter experiência e facilidade em lidar com os alunos em sala de aula.
O SUBPROJETO DE MATEMÁTICA DO PIBID NA UNESPAR – APUCARANA
O PIBID PARA OS LICENCIANDOS