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políticas públicas municipais

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Academic year: 2023

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O projeto Prefeito Criança não é realizado de forma isolada, mas em parceria com prefeitos, governos estaduais e conselhos estaduais e municipais dos direitos da criança e do adolescente. O segredo é colocar os interesses da criança acima de todos os outros, o que implica uma mudança ética para as pessoas e para a sociedade.

EXPERIÊNCIAS DOS MUNICÍPIOS PREFEITO CRIANÇA

RELAÇÃO DE PARCEIROS E CONSULTORES

A PRESENTAÇÃO

Para implementar essa proposta, a Fundação Abrinq firmou parceria com o Unicef ​​​​​​e contou com o patrocínio da empresa Sadia. O primeiro desses Encontros foi realizado no Mato Grosso do Sul, com o apoio do Governo do Estado e a colaboração do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM), e contou com metodologia e programa elaborados em conjunto pelos organizadores.

E NCONTROS P REFEITO C RIANÇA

Novo Santo Antônio Palmeira do Piauí • Patos do Piauí Paulistana • Pedro II • Pimenteiras Porto • Prata do Piauí. São José do Divino • São José do Peixe São Julião • São Lourenço do Piauí São Miguel do Fidalgo.

Perfil dos participantes

Santa Cruz de Salinas Santa Cruz do Escalvado Santa Rita de Minas Santana de Pirapama Santana do Garambéu Santana do Paraíso Santo Antônio do Grama Santo Antônio do Itambé São Domingos do Prata São Francisco de Sales São Geraldo do Baixio São Gonçalo do Rio Preto São João da Ponte São João Evangelista São José da Barra São José do Divino. São José do Jacuri • São Lourenço São Pedro da União São Sebastião da Vargem Alegre São Sebastião do Oeste • Sardoá Sem-Peixe • Serra Azul de Minas Serra dos Aimorés • Soledade de Minas Tapira • Tiros • Tocantins • Tombos Três Marias • Tumiritinga • Uberaba Uberlândia • Unaí • União de Minas Varjão de Minas • Varzelândia Verdelândia • Virgem da Lapa Virginópolis • Virgolândia RIO DE JANEIRO Barra Mansa • Casimiro de Abreu Macaé • Parati • Resende • Rio Claro Sapucaia.

Principais problemas dos municípios

O primeiro inclui palestras de consultores que apoiam e implementam a implementação de políticas públicas para crianças e adolescentes nos municípios, destacando questões como os novos paradigmas apresentados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, o sistema de garantia de direitos, a descentralização das políticas públicas, o orçamento municipal e planejamento de ações.

S UBSÍDIOS PARA A I MPLEMENTAÇÃO DE P OLÍTICAS P ÚBLICAS PARA

Da “roda dos enjeitados” à “escola do crime”

O COMPROMISSO DE TODOS COM A PROTEÇÃO INTEGRAL AOS DIREITOS

Somente durante o governo populista de Getúlio Vargas é que o Estado organizou algumas políticas públicas e criou o Departamento Nacional da Criança (1940), com o objetivo de coordenar as atividades de cuidado infantil em nível nacional. No início da década de 60, a sociedade já tinha uma forte convicção de que o SAM era uma escola do crime.

Da doutrina da situação irregular à política de proteção integral

3Conselhos Tutelares no Brasil, publicação organizada pela ANCED – Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente e pelo MNMMR – Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua. 4 Como o Distrito Federal não possui municípios, o Conselho Tutelar foi criado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Síntese dos serviços

Com este trabalho pretendemos discutir o processo de descentralização e as políticas municipais a partir dos fatos mais recentes da história político-administrativa do Brasil, especialmente após a Constituição de 1988. Reconhecendo o múltiplo e o único, o local e o diverso no Brasil municípios é condição essencial para que possamos focar no processo de descentralização e nas políticas municipais no Brasil.

Municípios: uma primeira visão

Acrescente aqui o fato de que dos 5.508 municípios brasileiros, cerca de 4.077 têm até 20 mil habitantes.

O PROCESSO DE DESCENTRALIZAÇÃO E MUNICIPALIZAÇÃO NO B RASIL

Portanto, atua em ambas as áreas – direito público e direito privado – mantendo sempre sua personalidade única de direito público. Como entidade estatal, gozará de autonomia político-administrativa, que funcionará em paralelo com a União e os estados.

Um pouco de história

A descentralização consiste numa divisão efectiva de poder entre o estado e as comunidades locais, implica auto-administração local. Inclui uma redefinição da estrutura de poder do sistema governamental, que se realiza através da deslocalização dos poderes de decisão e executivos, bem como dos recursos necessários ao seu financiamento.

Descentralização: discutindo conceitos

Princípios e diretrizes da descentralização

Municipalização

Princípios da municipalização

O município pode e deve assumir responsabilidades crescentes, desde que sejam tidas em conta determinadas condições, como uma política fiscal alinhada com as novas responsabilidades; acabar com a centralização da legislação, para dar maior autonomia política aos municípios; maior racionalidade e programas eficazes de apoio técnico e administrativo aos municípios; rescisão da administração convencional ou de projeto. O importante nesse processo, que é simultâneo à consolidação da democracia no país, é a agregação de recursos em vez de problemas, a autonomia política e administrativa em vez de estar vinculado ao governo central (Goulart, 1989).

Municipalização e participação

O município é de facto a unidade político-administrativa que oferece melhores condições para o exercício da participação popular na gestão da vida pública. O conselho municipal, entre todos os níveis de governo, é o único capaz de funcionar adequadamente como poder local, ou seja, como poder responsável pelos serviços e equipamentos públicos que constituem o contexto que os cidadãos encontram no seu quotidiano, ou seja, com maior oportunidade de se comprometerem com a organização através da participação popular.

Os mitos

O sindicato avançou parcialmente na nacionalização, mas os municípios acabam enfrentando problemas com os estados na hora de discutir a transferência de recursos e o compartilhamento de serviços. Dentre as muitas dificuldades que aparecem no processo de comunização, devemos considerar: o despreparo dos municípios para atuarem com a gestão das ações locais; falta de recursos humanos qualificados nos municípios de menor porte; a fragilidade da gestão do governo local, dada a tradição de um Estado centralizador que infantilizava prefeitos e vereadores e excluía a participação popular; falta de clareza e preparação nos níveis federal e estadual para orientar o processo de fusão; grande fragmentação dos programas, ações e recursos existentes; a dimensão dos municípios e a fragilidade das administrações locais.

Competências dos municípios

Compete aos municípios assegurar a rede de serviços necessária ao cumprimento do disposto na Lei da Criança e do Jovem. Destacamos também a importância da criação do fundo municipal para os direitos da criança e da atribuição de fundos orçamentais ao mesmo.

Considerações finais

Os municípios foram obrigados a mostrar as suas capacidades para responder de forma eficiente às crescentes exigências de serviços, especialmente no domínio social. Contudo, vale ressaltar que os municípios estão confiantes no seu papel na possibilidade ainda inicial de universalização dos direitos sociais e farão a sua parte para a construção de uma sociedade mais igualitária e justa.

Três anos de experiência profissional em um tribunal regional da infância e da juventude, cuja base territorial abrange 49 municípios do centro do Rio Grande do Sul, levam à conclusão de que o Sistema de Garantia dos Direitos da Criança existe apenas no papel. Então, o que existe é um sistema de garantia que está em fase de implementação e nesta fase é um compromisso com a geração que não é a do futuro, mas sim com o cidadão que hoje ainda não atingiu a maioridade. a partir de 18

S ISTEMA DE G ARANTIA DE D IREITOS DA C RIANÇA E DO A DOLESCENTE

Num país onde os municípios recebem cada vez menos dinheiro, é necessário procurar alternativas criativas para promover o sistema de garantia de direitos. Portanto, no sistema de garantia é necessário encontrar uma forma concreta e criativa de obter recursos.

Dissonâncias entre poder público e sociedade

O poder público deve buscar o esforço coletivo dessas três entidades para estimular a discussão e buscar recursos. Esta é a terceira fase do sistema de garantia, a fase de proteção do sistema, que é o controle social, o acordo que deve ser feito entre a sociedade e o poder público.

A hora de assumir compromissos

O compromisso com a causa da infância é tentar implementar um sistema de garantia que, embora ainda não exista, mostre o caminho a ser seguido. O sistema de garantia será estabelecido quando forem estabelecidos programas de atendimento de apoio aos conselhos tutelares.

Divisão de funções

É necessário, portanto, criar programas de cuidado que incluam uma assistência sofisticada, desde a terapia familiar, que é básica, até a inserção da família em programa de leite, programa de cesta básica, cadastro para moradia em órgão municipal específico. Às vezes, roubar uma meia de náilon do balcão de uma loja da esquina pode mandar um menino para um sistema fechado e nunca mais sair.

A construção da dignidade

Trata-se, portanto, de uma operação de resgate que deve ser realizada no próprio município, evitando a internação de um adolescente delinquente. Mas essa medida não pode ser tomada depois que o problema foi criado, depois que a sociedade não aguenta mais ficar olhando o Joãozinho, porque o Joãozinho é um vilão.

O CONSELHO E O ORÇAMENTO MUNICIPAL

Orçamento e cidadania

O RÇAMENTO E F UNDO DOS D IREITOS DA C RIANÇA E DO A DOLESCENTE

Deve refletir sobre os objetivos e prioridades estabelecidos na LDO (Lei de Diretrizes Fiscais) e dispor dos recursos necessários para alcançá-los. As diretrizes orçamentárias são válidas anualmente e definem os objetivos e prioridades do governo, incluindo despesas de capital para o ano seguinte, com base no que é determinado pelo PPA.

Princípios orçamentários

O Plano Plurianual contém essencialmente as diretrizes, objetivos e metas da administração pública municipal para as despesas de capital, e outras delas decorrentes, e para as relacionadas com programas de duração contínua. Também estabelecem as regras para alterações nas leis tributárias, financeiras e de pessoal, além de definirem diretrizes sobre como preparar o orçamento anual.

Proposta orçamentária

Exame e aprovação

O conselho deve acompanhar a votação do projeto para que seu plano de aplicação não seja afetado. Caso a dotação enviada pelo Poder Executivo seja considerada baixa, o conselho deverá apresentar a emenda por meio de relator ou conselheiro e tomar as providências necessárias para garantir que ela seja adotada pelos demais conselheiros.

Execução orçamentária de despesas

Créditos adicionais

Controle e fiscalização

Quando forem implementados créditos especiais e extraordinários, nos últimos quatro meses do ano e enquanto estiverem abertos, poderão ser reabertos no ano seguinte dentro dos limites do saldo. Aprovada a lei fundadora, o poder executivo deverá zelar pela sua regulamentação e detalhar o seu funcionamento por meio de decreto.

Fonte dos recursos Dotações orçamentárias

Se as empresas gaúchas, em 1998, tivessem feito essa dedução, o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente teria aumentado seu saldo em mais 740 mil dólares. Essas multas, decorrentes das penalidades nas ações cíveis previstas nos artigos 228 a 258, são devolvidas ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Atribuições do Conselho de Direitos

Crianças e adolescentes em situação de risco pessoal e social, como os abandonados (ECA, art. 260), os autores de infrações penais, os dependentes químicos, as vítimas de abusos e as crianças em situação de rua, merecerão, entre outros, especial proteção e preferência na aplicação dos recursos do Fundo. O Fundo Municipal deverá garantir temporariamente programas e projetos que visem atender aos direitos ameaçados ou violados de crianças e adolescentes e custear incentivos para: tutela e adoção; exames e diagnósticos; formação de conselheiros jurídicos, tutelares e profissionais; divulgação de direitos; e reorganização institucional.

A implantação do Fundo

Fundo: forma democrática de gestão dos recursos públicos

Dessa forma, o Fundo será um instrumento privilegiado para a construção da cidadania de crianças e adolescentes. Este texto apresenta alguns parâmetros para o desenvolvimento do planejamento participativo e estratégico, com base nos métodos criados pelo chileno Carlos Matus3.

O que é planejamento

Escrito em forma simplificada de cenário, mostra o caminho possível da gestão municipal - comprometida em investir na priorização de crianças e jovens - para o alcance de ações integradas em diferentes áreas sociais que afetam a realidade local.

D ICAS PARA O P LANEJAMENTO DE

A ÇÕES M UNICIPAIS V OLTADAS À I NFÂNCIA 1 Renata Villa-Bôas 2

Planear significa, portanto, pensar estrategicamente antes e durante a ação, dimensionando a ação para que responda aos problemas e desafios concretos que surgem na realidade social do município, e para que seja capaz de criar uma nova realidade e mudar o seu rumo. de eventos.

Como planejar

Quem planeja

As etapas do planejamento

TRADICIONAL

ESTRATÉGICO

E essa indicação se dá pela variação entre a situação encontrada quando começaram as medidas planejadas pela gestão municipal e a nova situação que surgiu. O realinhamento e a adaptação permanente de um plano a novas situações é consequência do processo contínuo de monitorização e avaliação.

E XPERIÊNCIAS DE P ARCERIAS : S OCIEDADE E P ODER P ÚBLICO

A Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança é uma organização não governamental que há nove anos mobiliza a sociedade civil para desenvolver ações em prol das crianças. A Fundação Abrinq foi criada unicamente a partir do desejo de um grupo de pessoas interessadas em contribuir para a melhoria das condições de vida e a consolidação dos direitos de cidadania de crianças e adolescentes.

F UNDAÇÃO A BRINQ PELOS D IREITOS DA C RIANÇA Ana Maria Wilheim 1

A Fundação Abrinq não trabalha com recursos governamentais nem financia projetos públicos, mas tem fortalecido parcerias e ampliado o diálogo com o estado para tornar a criança e o adolescente uma prioridade para todos. A Fundação Abrinq tem absoluta convicção de que, ao mostrar publicamente boas iniciativas em favor das crianças, elas podem contagiar e estimular o desejo de fazer mais.

F ÓRUM DE E MPRESÁRIOS P ARAENSES PELOS

Algumas ações já foram implementadas, como o projeto Pororoca, que, em colaboração com o exército, restaurou escolas primárias e forneceu médicos e dentistas à população carente; O projeto Tire o Leão e Coloque no Fundo, que visa arrecadar 1% do imposto empresarial e 6% do imposto pessoal doado a fundos estaduais e municipais pelos direitos da criança e do jovem. Outros programas estão em desenvolvimento: adoção financeira de crianças por um ano; adoção financeira de projetos nas escolas; melhoria do ambiente escolar, que envolve doação de materiais ou mão de obra para construção, reforma e pequenos reparos; doação de serviços, programa que busca hospitais e profissionais autônomos (médicos, dentistas, terapeutas) dispostos a ajudar crianças.

D IREITOS DA C RIANÇA E DO A DOLESCENTE

Em 1997, a mineradora estatal Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) foi privatizada e no ano seguinte transformou a Fundação Vale do Rio Doce em gestora de seus investimentos sociais. A fundação pretende estender a iniciativa a todas as favelas da zona sul do Rio de Janeiro e às áreas de atuação da Vale - como, por exemplo, Parauapebas, Marabá e Belém - tentando uma atuação mais ampla e baseada em uma visão regional, para atender crianças da melhor maneira possível.

A N OVA A TUAÇÃO DA

Na primeira fase de implementação, a Fundação tem como parceiros a prefeitura do Rio de Janeiro e os militares, e busca novos aliados para concretizar o Projeto Leme, que atende comunidades de duas favelas do Rio, Morro da Babilônia e Morro. Chapéu Mangueira. Outros projetos estão em implementação: Viva Vôlei, em parceria com municípios, Confederação Brasileira de Voleibol e clubes de futebol, que será implementado no Pará, Espírito Santo e Minas Gerais; Educação Itinerante/Casa da Ciência, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro,.

Este é um dos grandes projetos da empresa, que acredita na educação como ferramenta para transformar crianças em verdadeiros cidadãos. A iniciativa privada contribui por meio da aprovação financeira dos Núcleos de Apoio Sociofamiliar (NASF), que encaminham as crianças para escolas e cursos extracurriculares e oferecem às famílias uma bolsa de R$ 150,00.

F UNDAÇÃO DE E DUCAÇÃO S OCIAL E C OMUNITÁRIA DA P REFEITURA

As organizações não governamentais participantes do programa são indicadas pelas comissões regionais de assistência social e selecionadas por uma comissão composta pela FESC e pelos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e de assistência social de acordo com critérios pré-definidos - definidos . Os recursos oferecidos pelas empresas são repassados ​​primeiramente ao fundo municipal infanto-juvenil, sob coordenação do CMDCA.

U NICEF /A SSOCIAÇÃO DOS M UNICÍPIOS DO A RAGUAIA E T OCANTINS (A MAT )

Numa iniciativa conjunta, a Sociedade Paraense de Pediatria, o Ministério da Saúde Pública e a AMAT – Associação dos Municípios do Araguaia e Tocantins, com apoio da Unicef, começaram a buscar soluções para o problema. UNICEF/ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DE ARAGUAIA E TOCANTINS (AMAT) Organização: Sociedade Paraense de Pediatria, Unicef, Secretaria de Estado de Saúde Pública, Associação de Municípios de Araguaia e Tocantins.

C ENTRO P OPULAR DE C ULTURA E

Todo o processo formativo enfatiza a formação dos educadores como “provocadores” e “criadores de oportunidades”, e não como “donos do conhecimento”. O resultado é a existência hoje, em Curvelo, de uma equipe de educadores comprometidos em proporcionar uma educação completa, integral e prazerosa.

D ESENVOLVIMENTO (CPCD)

A grave situação de abandono em que se encontram as crianças às vésperas do novo milênio levou o governo do estado de São Paulo, todos os municípios do Grande ABC, parlamentares regionais e entidades representativas da sociedade civil, em outubro de 1997, à assinatura do Pacto do ABC. na defesa de crianças e adolescentes. O pacto deu origem ao movimento Regional Criança Prioridade 1, cujo objetivo era coordenar as ações municipais e criar uma rede de serviços que atendesse prioritariamente crianças e adolescentes em situação de risco pessoal e social.

C ONSÓRCIO I NTERMUNICIPAL G RANDE ABC

O projecto, que é implementado de forma gradual e constante, inclui ajuda a crianças e jovens em situação de rua, protecção e apoio à família, ajuda complementar à família e à escola, formação e preparação de maiores de 14 anos para ingressarem na mundo de trabalho. . Parceiros: Governo do Estado de São Paulo, Secretarias Estaduais de Desenvolvimento Social, Justiça, Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Fórum de Conselheiros do Grande ABC, Organizações Representativas dos Trabalhadores, Organizações representativas dos setores econômicos, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP, Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente.

P ASTORAL DO M ENOR - A ÇÃO S OCIAL A RQUIDIOCESANA DE TERESINA

Há onze anos, a Ação Social Arquidiocesana (ASA)/Pastoral do Menor de Teresina (PI) implementou o projeto Periferia para atender a população de comunidades carentes da cidade. Nas Escolas Alternativas, os alunos também desenvolvem atividades recreativas complementares, como esportes, dança, teatro e artes visuais.

E XPERIÊNCIAS DOS

M UNICÍPIOS P REFEITO C RIANÇA

PROJETO ESPERANÇA

Altamira - PA

Bebedouro - SP

MUTIRÃO PELA EDUCAÇÃO

DAR UM FUTURO ÀS CRIANÇAS” – PROJETO ESCOLA CIRCO

Belém - PA

Belo Horizonte - MG

LIBERDADE ASSISTIDA

ATENÇÃO PRIMÁRIA COMO AUXILIAR NO COMBATE À DESNUTRIÇÃO

Betim - MG

Camaragibe - PE

PROGRAMA SAÚDE DA COMUNIDADE

PROGRAMA INTEGRAL DE SAÚDE

Campo Mourão - PR

PROJETO INTEGRAÇÃO AABB/COMUNIDADE

Conceição do Araguaia - PA

Florianópolis - SC

PROJETO CAPITAL CRIANÇA

PROJETO BOLSA EDUCAÇÃO

Franca - SP

Juiz de Fora - MG

CASA DO PEQUENO JARDINEIRO

Secretária Municipal de Educação: Shirley Augusta de Sousa Piccioni Endereço para contato: Rua Espírito Santo, 777 - Centro.

Marechal Cândido Rondon - PR

PROJETO CORREÇÃO DE FLUXO

PROJETO DA RUA PARA A ESCOLA

Paranavaí - PR

Parauapebas - PA

PROGRAMA EDUCAR

PROGRAMA ANDREZINHO CIDADÃO

Santo André - SP

São Sebastião - SP

PROJETO O ALVO É A VIDA

PROJETO DE AÇÃO INTEGRADA NAS OLARIAS DE TERESINA

Teresina - PI

Tucumã - PA

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SÓCIO-EDUCACIONAL

R ELAÇÃO DE P ARCEIROS

E C ONSULTORES DOS E NCONTROS P REFEITO C RIANÇA

Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Paraná Governo do Estado do Paraná. Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Franca Instituto Pró-Criança de Franca.

P ROGRAMAS E P ROJETOS DA F UNDAÇÃO A BRINQ

Formação de uma rede de jornalistas comprometidos com a defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes. SECRETÁRIA EXECUTIVA Inspetora-Chefe: Ana Maria Wilheim Gerente de Articulação Política: Caio Magri Gerente de Mobilização Social: Luís Vieira Rocha Gerente de Desenvolvimento Institucional: Ely Harasawa Gerente de Comunicação Estratégica: Mariângela Nicolellis Coordenadora de Comunicação: Leila Midlej.

Livros Grátis

Referências

Documentos relacionados

§ 3º Os programas em execução serão reava- liados pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, no máximo, a cada 2 (dois) anos, constituindo-se critérios