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PROJETO APLICATIVO - ITL

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Academic year: 2023

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À empresa ID Cargo Brasil por nos permitir realizar um estudo de atratividade para permitir a criação de uma plataforma para otimizar o transporte de contêineres rodoviários no Rio Grande do Sul. Dessa forma, este trabalho representa o transporte rodoviário de contêineres dentro da ID Cargo Brasil Ltda.

Figura 1 - Perfis de Carga
Figura 1 - Perfis de Carga

Problema de Pesquisa

Dada esta complexidade, as empresas preferem focar cada vez mais no seu produto para obter melhor desempenho e terceirizar a operação logística para quem tem controle e conhecimento do setor. O setor da logística e transportes é, portanto, muito competitivo e os gestores destas organizações procuram cada vez mais ferramentas para a sua melhoria e gestão.

Justificativa da escolha do problema a ser trabalhado e a relevância do projeto para a Organização

Recentemente, grande parte dos exportadores ou importadores, sejam eles pequenos ou grandes, optam pela terceirização do transporte rodoviário, devido à complexidade das operações logísticas, cujo componente com forte impacto nos custos logísticos é o transporte. Porém, do ponto de vista da operação de contêineres, ainda surgem dúvidas sobre o melhor aproveitamento do espaço e a organização das rotas, para que não haja necessidade de transportar um contêiner vazio.

Objetivos

Objetivo geral

Objetivo específico

Breve apresentação dos capítulos do Projeto Aplicativo

Com base nisso, a justificativa para a escolha do problema é otimizar o transporte de retorno de contêineres aos portos do Rio Grande, visando reduzir custos de transporte, utilizar infraestrutura, otimizar e gerenciar a frota, reduzir gases poluentes, para que o processo se torne ágil. e eficaz, gerando lucros para o negócio e para os clientes. Por fim, é apresentada a solução para otimização do transporte de contêineres na região estudada, a qual é suportada e suportada pela análise de viabilidade econômica e pelo horizonte final de implementação.

O transporte de Cabotagem

Benefícios da cabotagem

Referindo-se ao Brasil, o país possui uma grande área de litoral navegável – cerca de 8 mil km – e estradas entre rios e lagos – 40 mil km. Além disso, na figura acima podemos destacar a redução de custos com cargas e seguros, segurança da carga e baixo impacto ambiental, pois são fatores importantes devido às questões ESG, cada vez mais presentes nas organizações.

Figura 2 - Vantagens x Desvantagens do uso da Cabotagem
Figura 2 - Vantagens x Desvantagens do uso da Cabotagem

O Programa BR do Mar

Enquanto a cabotagem emite em média 8 gramas de dióxido de carbono (CO²) por tonelada por quilômetro útil (RTK), o transporte rodoviário é responsável pela emissão de 52 gramas de CO² por RTK.

Histórico

Linha d'água: Também conhecida como linha d'água, é a linha que separa a parte submersa do casco de um navio (partes vivas) de sua parte elevada (partes mortas). Portanto, o custo do combustível do navio representa uma parte significativa dos seus custos. O objetivo de equilibrar essas opções operacionais é oferecer cabotagem regular.

A cabotagem é um modal de alta capacidade e permite conectar portos dentro de um mesmo país, porém sua vantagem é percebida em rotas de longa distância, não concorrendo diretamente com o modal rodoviário.

Figura 3 - Perfil das Cargas
Figura 3 - Perfil das Cargas

O Contêiner

  • Contêiner Dry Box 20 PÉS
  • Contêiner Dry Box 40 PÉS
  • Contêiner High Cube 40 PÉS
  • Contêiner Graneleiro Dry 20 PÉS
  • Contêiner Flat Rack 20 e 40 PÉS
  • Contêiner Tanque
  • Contêiner Ventilado
  • Contêiner Open Top 20 e 40 PÉS
  • Contêiner Plataforma 20 e 40 PÉS
  • Contêiner Reefer 20 e 40 PÉS

Dentre os tipos de contêineres e com algumas diferenças entre este modelo e o Dry Box Container de 20 pés, o contêiner de 40 pés é maior e portanto pode transportar uma maior quantidade de produtos. Este modelo, que pertence ao tipo de contentores, tem mais espaço interior e exterior do que os modelos até agora mencionados. Este modelo foi projetado para transportar grandes cargas com peso extra, por isso não possui teto nem laterais.

O contêiner Open Top é recomendado para cargas que precisam ser carregadas na parte superior do contêiner, por isso possui a tampa aberta.

Figura 9 – Contêiner DRY BOX 20’
Figura 9 – Contêiner DRY BOX 20’

Contêineres Aéreos

Considerando que o universo de pesquisa do presente trabalho é bastante conhecido e amplamente divulgado em diversos meios de comunicação e acadêmicos, e que o problema é exaustivo no contexto logístico brasileiro, utilizou-se a metodologia de pesquisa descritiva. Foi aplicado como estrutura para uma compreensão aprofundada da rede de fluxo de contêineres no Rio Grande do Sul, no contexto descritivo dos tipos disponíveis no mercado e dos diversos temas relacionados à impossibilidade de otimizar totalmente o uso do espaço em a região. todas as seções de viagem. Para apoiar a investigação acima referida, utilizou-se uma estratégia qualitativa com recolha de informação secundária e entrevistas com dois atores relevantes no cenário dos transportes regionais do Sul.

Utilizando um breve panorama da rede e infraestrutura de transporte do Rio Grande do Sul, é realizada uma análise por modo de transporte, destacando suas características, vantagens e desvantagens.

Figura 20 - Contêiner para o Modal Aéreo modelo LD3
Figura 20 - Contêiner para o Modal Aéreo modelo LD3

As malhas de transporte no Rio Grande do Sul

A malha rodoviária no Rio Grande do Sul

O fluxo de cargas ocorre principalmente em rodovias que ligam diversas regiões do país a outros países brasileiros e do Mercosul. Devido à sua localização geográfica, a maior parte dos produtos comercializados entre o Brasil e os países do bloco Mercosul, principalmente a Argentina, passam pelo país. O país tem forte tradição em pesquisar a agricultura e a indústria gaúcha, também contribui para a criação de vias que ligam diversas regiões produtoras do país, desde a região metropolitana, até o porto de Rio Grande até Uruguaiana, localizado no em pontos estratégicos do país, contamos com portos secos e amarrados com estruturas significativas que suportam o escoamento de cargas nas mais diversas formas.

A malha aquaviária no Rio Grande do Sul

A malha ferroviária no Rio Grande do Sul

Com isso, rodovias como a BR-116, BR-101 e BR-290 oferecem volumes de tráfego cada vez mais intensos, principalmente em épocas de fluxo de colheita. Apesar das concessões ao setor rodoviário, que dominou grande parte do setor de transporte de cargas no Brasil nos últimos 60 anos, o governo sempre contou com uma participação importante do setor ferroviário, que atualmente transporta em um conjunto de redes ferroviárias que, somadas, possuem mais de 30 mil km de rotas dedicadas exclusivamente ao frete e à produção. No Rio Grande do Sul, onde existem redes interligadas no estado e em países vizinhos, a rede tem 3.260 km.

No entanto, se não forem tomadas medidas adequadas, o país perderá a oportunidade de finalmente restaurar adequadamente o sector ferroviário e utilizá-lo em todo o seu potencial.

Análise do Setor

Porto de Rio Grande

A ID Cargo Brasil Ltda

Rio Grande X Vale dos Sinos X Rio Grande (Novo Hamburgo, Estância Velha, Ivoti, Portão, São Leopoldo, Sapucaia do Sul). Esta rota é responsável por um fluxo de cerca de 5.470 toneladas/ano, desta capacidade 49% é proveniente de processos de importação, um contêiner carregado sai do porto de Rio Grande até a região do Vale dos Sinos, é descarregado no cliente final e retorna vazio para o porto de Rio Grande e 51% é proveniente de processos de exportação onde o contêiner sai do porto de Rio Grande vazio para a região do Vale do Sinos, carrega no cliente final e retorna cheio para o porto de Rio Grande. Rio Grande X Serra Gaúcha X Rio Grande (Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Carlos Barbosa, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi).

Esta rota é responsável pelo escoamento de cerca de 24.760 toneladas/ano, desta capacidade 31% são processos de importação que saem do contêiner carregado do porto de Rio Grande na região da Serra Gaúcha, descarregando no cliente final e retornando vazio ao porto de Rio Far e 69%.

Figura 21 - Rota Rio Grande - Porto Alegre
Figura 21 - Rota Rio Grande - Porto Alegre

Benchmarking Realizado / Realidades Organizacionais

Transporte Bertolini Ltda

Porém, esta ligação existe apenas de forma reduzida em determinadas situações, para satisfazer a disponibilidade de um determinado cliente que está disposto a pagar muito mais por ela devido às suas respectivas necessidades emergenciais. O que vale na operação atual é a intermodalidade hidroviária e rodoviária, que já é padrão, pois não é possível, por exemplo, entregar mercadorias para Amazonas ou Macapá sem ter intermodal padrão. Na maioria das vezes, os veículos voltam vazios devido à dificuldade de captação de clientes em regiões fora de Belém.

Acredito que uma plataforma digital possa otimizar esse retorno da carga, mas como se trata de uma plataforma onde vários transportadores irão divulgar a sua disponibilidade, precisarei entender melhor do ponto de vista estratégico se faria sentido utilizar esta plataforma para associar , já que outros concorrentes podem ter acesso aos seus clientes."

Rumo Logística Operadora Multimodal S.A

Não há expectativa de expansão da atual malha ferroviária da Rumo na região Sul, que atualmente opera com 7.208 quilômetros de malha ferroviária na região Sul conectando-se a três principais portos locais: Paranaguá (PR), São Francisco do Sul (SC) e Rio Grande (RS). A malha ferroviária gaúcha tem aproximadamente 3.000 km de extensão, dos quais mais de 2.100.000 km estão ativos. Além disso, a Operação Sul da Rumo compreende as concessões das controladas Malha Oeste e Malha Sul, que operam na malha ferroviária dos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Contudo, espera-se um aumento significativo no volume de cargas transportadas nos próximos anos, auxiliado pelas parcerias intermodais, pela expansão da malha ferroviária nas regiões Norte e Nordeste e pela revitalização da malha ferroviária na região Sul.

Entrevista Realizada com Diretor e Colaboradores da ID Cargo Brasil

Giovani de Camargo comentou "que é isso que o mercado precisa, novas alternativas, soluções logísticas que ofereçam cada vez mais oportunidades para otimizar esse retorno do vazio. Verônica Kurchaski Farias comentou com sua visão do processo operacional, "que o setor de transporte de contêineres é realmente específico e, portanto, não pode ser tratado como transporte rodoviário nacional. Diênifer comentou “que este tipo de inovação, a criação desta plataforma trará vantagens competitivas ao cliente final.

Giovani disse ainda “será um grande desafio para o setor de transporte rodoviário de contêineres, pois ainda existem administrações, diretores, gerentes de empresas, com uma cultura muito forte e enraizada que perderão clientes, mas não vejo isso caminho.

Proposta de Solução

Análise de Viabilidade

  • Viabilidade técnica
  • Viabilidade operacional
  • Viabilidade estratégica
  • Viabilidade financeira

Tipo de produto e embalagem Devem ser muito detalhados, levando em consideração peso, volume, quantidade, tipo de produto, etc. Por meio da plataforma digital serão criadas alianças estratégicas e colaborativas que visam beneficiar, reduzir ociosidade e custos sem afetar as estratégias individuais. Contudo, pode-se concluir que o projeto é economicamente viável, visto que o investimento para sua implantação é relativamente baixo, já que não necessita de espaço físico, apenas a criação da plataforma digital, que será acessada pelos usuários cadastrados.

Portanto, a manutenção da Plataforma Digital será realizada mediante cobrança de mensalidade aos usuários nela cadastrados.

Cronograma de Implementação

Assim, foi proposto o desenvolvimento de uma plataforma digital com o objetivo principal de otimizar o transporte de contêineres na rota de retorno ao Porto de Rio Grande, reduzindo custos, criando novas parcerias, coworking e, principalmente, gerando uma nova forma de trabalhar com possibilidades . de melhor utilização dos ativos, aumentando as receitas. Se tivermos apenas em conta o volume da transportadora ID Cargo, que estima um aumento de 300 a 450 contentores por ano em novos movimentos, a sustentabilidade da plataforma poderia facilmente ser alcançada a partir de três. As maiores concentrações de cargas ferroviárias estão em Canoas, Cruz Alta, Passo Fundo e Rio Grande.

Disponível em: Modais de Transporte – Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul (atlassocioeconomico.rs.gov.br).

Imagem

Figura 1 - Perfis de Carga
Figura 2 - Vantagens x Desvantagens do uso da Cabotagem
Figura 3 - Perfil das Cargas
Figura 4 - Tonelagem de Porte Bruto (TPB) consiste na diferença entre o deslocamento bruto e o líquido da embarcação,  ou seja, o que pode ser transportado em carga, combustível e equipagem (tripulação) dentro da embarcação
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Referências

Documentos relacionados

Dissertação de Mestrado - Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (Mestrado Profissional em Arquitetura, Projeto e Meio Ambiente), Universidade Federal do Rio Grande