This work analyzes the institution of the illegal tests in favor of the male defendant, weaves studies of the tests in a general direction, its purpose, ways and valuation, as well as its systems of appreciation and the constitutional principles applied to the investigation of the illegal ones . tests. In that it refers to the specific subject, the constitutional law unlawfully prohibited the use of the evidence obtained, the doctrine and jurisprudence have for the most part adopted the agreement of the relativization to the constitutional text, mainly in relation to the considered. subject, in the case where one can favor the male defendant. Such an agreement is based on the theory of proportionality, which assigns a specific value to both the Justinian codes, in order to analyze them, to determine which will have prevalence.
In this context, it also aims to analyze the importance of the existing constitutional principles, that exaggerated times cannot be applied simultaneously, therefore one interferes with the sphere of the other, with the necessity to be relativized, but not in a way to place one above and to exhaust the content of another one. Specifically, it adds the possibility to analyze the principles of both, for the appearance of the right the freedom of the male defendant, on the existing constitutional prohibition. It is therefore the agreement between the doctrine and the jurisprudence, which is demonstrated in synthetic form in the current research.
Tem como finalidade institucional a conclusão do curso para obtenção do título de bacharel em Direito, tendo como finalidade geral a análise de provas ilícitas e como finalidade específica o exame da possibilidade de admissão de provas ilícitas ao acusado. O segundo capítulo tratará da avaliação da prova, seus sistemas de avaliação e alguns princípios constitucionais relevantes para o exame da questão da prova ilegal.
DAS PROVAS NO PROCESSO PENAL
- Conceito de Prova
- Objeto da Prova
- ClassificaçÃo das Provas
- Meios de prova
- Do Exame de Corpo de Delito
- Das Perícias em Geral
- Da Prova Documental
- Do Interrogatório do Acusado
- Da prova Testemunhal
- Do Reconhecimento de Pessoas ou Coisas
- Da Confissão
- Da Acareação
- Dos Indícios
- Da Busca e Apreensão
- Das Perguntas ao Ofendido
Portanto, as provas, além de buscarem a condenação do juiz, buscam apresentar provas documentais de que os fatos existiram ou não, ou de que ocorreram desta ou daquela forma. Apenas deverão ser demonstrados os fatos pertinentes ao caso, não necessitando ser provados fatos impróprios, alheios ao caso, não podendo o juiz autorizar provas nesse sentido, sob pena de desenvolvimento de atividade inútil. Além de pertinentes, devem ser comprovados apenas fatos relevantes, ou seja, aqueles que possam influenciar em graus diversos a decisão do caso.
É importante salientar que a prova no processo penal é diferente da prova no processo cível, pois enquanto no direito civil apenas devem ser provados factos controversos, no direito penal todos os factos, mesmo os notórios, devem ser provados se corresponderem a factos básicos. . do tipo criminoso. Apenas os factos circunstanciais infames estão isentos de prova, ressalvando que basta a chamada fama relativa, nomeadamente aquela que inclui o local do processo e o tribunal que julgará em segundo grau. Por fim, os factos a favor dos quais exista presunção legal de existência ou veracidade são independentes de prova, pois em ambos os casos, se a lei considerar verdadeiro determinado facto, a parte fica dispensada de o provar, uma vez que a sua presunção é absoluto. .
Caso contrário, o objecto da prova deverá ser apenas os factos que se relacionem com questões factuais relevantes para o processo. O Código de Processo Penal regula como meios legais os seguintes meios de prova: o exame do corpus delicti e outras perícias (artigos 158.º a 184.º), o interrogatório do arguido (artigos. A sessão de interrogatório constitui ato solene de aprendizagem, formal. , sob a presidência do juiz, em que o arguido é questionado sobre os factos articulados na reclamação ou recurso, dando-lhe conhecimento dos mesmos, dando-lhe simultaneamente a oportunidade de se defender.
39MIRABETTE, Júlio Fabrini .Processo criminal.10ª.ed.São Paulo;Atlas,2000 p.277. . especificamente sobre isso), o juiz pode marcar uma data, bem como se o acusado está disposto a ser interrogado.
DAS PROVAS ILÍCITAS
- Avaliação da Prova
- Sistema das Provas legais
- Sistema da íntima convicção ou prova livre
- Sistema da livre convicção ou persuasão racional
- Provas ilícitas x provas ilegítimas
- Princípios constitucionais aplicados a problemática de provas ilícitas
- Princípio da Busca da Verdade Real
- Princípio da Liberdade Probatória
- Princípio do Livre Convencimento
- Princípio da Vedação de Provas Ilícitas
- Princípio da Persuasão Racional na Aplicação da Prova
75 NASCIMENTO, José Carlos doen.provas produzidas por meios ilícitos e sua admissibilidade em processo penal.disponíveis em http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=7180. PEDROSO,Fernando de Almeida.Processo penal.direito de defesa:repercussão, alcance e limitações.2ª.ed.rev.atual e ampliado.
ADMISSIBILIDADE DAS PROVAS ILÍCITAS PRÓ RÉU
O indubio pro reo
In dubio pro reo, o princípio que norteia o processo penal após a acusação do arguido, baseado na presunção de inocência, está muito explícito na Declaração Universal dos Direitos Humanos, no seu artigo XI, nº. o delito tem o direito de ser presumido inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada nos termos da lei, em julgamento público, onde lhe tenham sido fornecidas todas as garantias necessárias à sua defesa. Nesta situação, o arguido deve ser absolvido, pois o ónus da prova cabe a quem faz a denúncia e, em caso de dúvida, a liberdade do inocente não pode ser retirada.
Alípio Silveira já dizia em sua doutrina: “não ter provas suficientes para a condenação é o mesmo que permitir ao juiz a existência de dúvidas insolúveis sobre a criminalidade do acusado”.84. Acrescenta ainda a necessidade de este princípio ser aplicado tendo em conta a sua interpretação, uma vez que haverá casos de interpretações divergentes de uma mesma norma jurídica, situações em que deverá ser escolhida a interpretação mais favorável ao réu. Atualmente, decorrente do princípio nemo tenetur se detegere, o direito de falar ou calar-se, livremente, de acordo com os ditames da própria consciência, é portanto inteiramente preservado”.87.
Além disso, no seu direito de defesa, o arguido poderá agir de forma a pôr em dúvida os factos questionados na acusação, pois será sempre favorecido em caso de dúvida. Porém, o in dubio pro reo prevalecerá apenas nos casos de dúvida e a simples citação do acusado não será suficiente para identificá-lo. O mero pedido reconvencional do réu, sem quaisquer meios de prova subsequentes e outros, é insuficiente para estabelecer in dubio pro reo.
89 PEDROSO, Fernando de Almeida.Processo penal.O direito de defesa:repercussão, alcance e limitações.Apud BITTENCOURT,Edgard de Moura.O juiz. Isso também está regulamentado no artigo 386, VI do CPP: “o juiz absolverá o acusado.. desde que admita.. não haja provas suficientes para a condenação”. o que constata que o favoritismo só funciona em situações em que a absolvição é possível, porém, mesmo que haja condenação, o favoritismo pode ser utilizado, inclusive, como critério para determinação de penas, como nos casos em que há dúvida sobre a classificação de um crime como mais ou menos grave, será escolhido o menos grave. , o que favorece o réu.
Além da situação acima, o favor do réu será utilizado nas situações em que haja necessidade de convencer o juiz na avaliação das provas e na decisão do caso. O legislador através destas disposições preferiu dar garantias extras ao arguido para que este possa usufruir plenamente do seu direito à plena defesa com benefícios não permitidos a outras partes. Tais diferenciações visam proporcionar maiores garantias de segurança antes de uma condenação, pois pior que a impunidade de um culpado é a condenação de um inocente.
- Origem Histórica
- Aplicação no Direito Brasileiro
O princípio da proporcionalidade e o controle da constitucionalidade das leis limitadoras de direitos fundamentais.Brasília jurídica:Brasília/DF,1996 p.95BARROS, Suzana de Toledo. O princípio da proporcionalidade e o controle constitucional das leis que limitam os direitos fundamentais p. 96ARAÚJO, Francisco Fernandes. O princípio da proporcionalidade: sentido e aplicação prática. Campinas/SP: Copola, 2002 p. 33 e 35. Mas nesta legislação não havia escrito princípio. a vinculação e os limites de necessidade do legislador, a congruência, as medidas razoáveis de limitação dos direitos e garantias garantidos surgem no direito português como um reconhecimento daquilo que a jurisprudência alemã já tinha conseguido provar: o princípio da proporcionalidade é uma consequência da necessidade de proporcionar protecção aos estes direitos ou, mais especificamente, a protecção do núcleo essencial dos direitos fundamentais.
O princípio da proporcionalidade e o controle da constitucionalidade das leis que limitam direitos fundamentais.Brasília/DF: Brasília Jurídica, 1996 p. Atualmente, o princípio da proporcionalidade nos Estados Unidos é estabelecido pela Constituição norte-americana de 1787, nas 5ª e 14ª emendas, de acordo com a cláusula do “devido processo legal”. Com o fim da Segunda Guerra Mundial e as consequências da rígida legislação do regime nazista sobre a população, o princípio da proporcionalidade passou a ser utilizado para contrabalançar esses institutos, alcançando reconhecimento doutrinário e jurisprudencial. O princípio da proporcionalidade e do controle das leis que limitam os direitos fundamentais p. controlar as limitações legais desses direitos, estabelecendo sua inclusão em três aspectos, conforme a doutrina de Suzana de Toledo Barros101: necessidade, adequação e proporcionalidade da medida restritiva.
Pois bem, é neste momento que melhor se observa a adequação do princípio da proporcionalidade ao nosso ordenamento jurídico. O princípio da proporcionalidade, como uma das várias ideias jurídicas fundamentais da Constituição, tem lugar precisamente aí, neste contexto normativo em que se introduzem os direitos fundamentais e os mecanismos para a sua proteção. Segundo o mesmo autor, o princípio da proporcionalidade complementa o princípio da reserva legal, descrito no artigo 5. II da CF), como a submissão de um caso específico, como o dos direitos fundamentais, à lei formal.
Para a sua aplicação, a doutrina exige a existência de três componentes do princípio da proporcionalidade, a saber: necessidade, adequação e proporcionalidade em sentido estrito. Segundo Guerra Filho, o princípio da proporcionalidade divide-se em três princípios parciais, a adequação ou adequação dos meios utilizados, a necessidade ou exigência dos meios mais brandos e a proporcionalidade em sentido estrito, também chamada de “equilíbrio máximo”. Do ponto de vista do direito de defesa garantido constitucionalmente, o princípio da proporcionalidade possibilita a defesa do acusado, pois o direito de defesa é superior a quaisquer restrições, pois todo o processo penal é orientado pelo princípio da oportunidade. o rei.
A base da sua teoria assenta no princípio da proporcionalidade, também denominado critério da proporcionalidade, com o qual os tribunais alemães, influenciando posteriormente o nosso tribunal, aceitaram a inclusão desta prova no processo, em casos de grande importância, com base em “no princípio do equilíbrio entre valores fundamentais opostos”. Quando produzidas pelo próprio acusado, acredita-se que a prova deixa de ser ilícita, pois está enquadrada no princípio da legítima defesa. Ressalta-se que qualquer garantia constitucional, por mais importante que seja, não pode ser utilizada em detrimento dos demais membros da sociedade, pois a vida em sociedade é regida pelo princípio da coexistência de liberdades.
Neste caso, a situação é mais grave, porque a Constituição é contrária, o princípio da proibição da prova ilegal é contrário ao princípio da ampla defesa, ao direito à liberdade e ao favor do rei. BARROS, Suzana de Toledo. O princípio da proporcionalidade e a verificação da constitucionalidade das leis que restringem direitos fundamentais. Brasília jurídica: Brasília/DF,1996.
Orientação jurisprudencial