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Academic year: 2023

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IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis ​​ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. Quanto à Responsabilidade Civil da Companhia, ela responderá civil e criminalmente caso cometa algum dano ambiental.

EVOLUÇÃO HISTÓRICA

História do Direito Ambiental no Mundo

A década de 1950 foi marcada por um acontecimento ocorrido em Londres em 1952. Naquela época, as indústrias utilizavam o carvão para produzir energia, que quando queimado liberava grande quantidade de enxofre, causando um fenômeno denominado “smog”. Moura (2002, p. 04) explica que: «Em Inglaterra, na década de 1960, iniciou-se um processo de descontaminação do rio Tâmisa com esforços intensivos para melhorar o ar de Londres, motivados principalmente pelas mortes causadas na década de 1950 pelo smog.»

Histórico Ambiental Brasileiro

Os primórdios do sistema ambiental nacional (SISNAMA) remontam à criação da Secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA) pelo decreto nº. logo após a Conferência de Estocolmo sobre o Meio Ambiente Humano, em 1972. Dezenove anos após a entrada em vigor da Constituição brasileira, ela mudou o tratamento do meio ambiente no Brasil.

NATUREZA JURÍDICA

Natureza Jurídica – Visão Holística e Transversal

Temos uma visão limitada do Meio Ambiente, como se cada elemento da natureza o representasse como uma árvore ou um pássaro. Segundo Leite (2002), o proprietário, seja público ou privado, não poderá usufruir da qualidade do meio ambiente ecologicamente equilibrado, em razão da previsão constitucional, considerando-o um macrobenefício para todos”.

CONCEITO DE DIREITO AMBIENTAL

Instrumentos do Direito Ambiental

I - compatibilizar o desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade ambiental e do equilíbrio ecológico; III - estabelecimento de critérios e padrões de qualidade ambiental e normas relativas ao uso e gestão dos recursos ambientais; V - difusão de tecnologias de gestão ambiental, divulgação de dados e informações ambientais e formação da consciência pública sobre a necessidade de preservação da qualidade ambiental e do equilíbrio ecológico;

VI - a conservação e a recuperação dos recursos naturais, visando seu uso racional e sua disponibilidade permanente, contribuindo assim para a manutenção do equilíbrio ecológico propício à vida; Por exemplo, Sirvinskas (2003, p. 59) relata que: “Os instrumentos da política ambiental nacional não devem ser confundidos com os instrumentos materiais previstos no § 1º, I a VII, do art.

Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA)

2. – Os municípios poderão ainda elaborar as regras do número anterior de acordo com regulamentos e normas federais e estaduais.

PRINCÍPIOS DO DIREITO AMBIENTAL

  • Princípio do Poluidor-Pagador
  • Princípio da Precaução
  • Princípio do Desenvolvimento Sustentável
  • Princípio da Prevenção

Sirvinskas (2003) esclarece que este princípio busca conciliar a proteção ambiental com o desenvolvimento socioeconômico para melhorar a qualidade de vida humana. Portanto, de acordo com o art. 225, § 3º da CF acrescenta que: “As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, sejam pessoas físicas ou jurídicas, a sanções criminais e administrativas, independentemente da obrigação de ressarcir os danos causados”. Na luta pela defesa do meio ambiente, o direito penal tornou-se um dos instrumentos mais importantes.

Valle (2004, p. 17) acredita que: “A gestão ambiental não deve ser vista como um problema adicional para uma organização, pois é essencial para o seu desenvolvimento”. Sirvinskas (2003, p. 80) esclarece que: “Licença ambiental é a outorga concedida pelo Poder Público a quem pretende realizar atividade potencialmente prejudicial ao Meio Ambiente”.

ASPÉCTOS HISTÓRICOS DA EMPRESA

Antiguidade

Um dos primeiros documentos legislativos surge no Império Babilônico confirmando a existência de normas jurídicas específicas ao comércio, especialmente ao comércio marítimo, o Código de Hamurabi3 de 2083 a.C.. n. não., com disposições explícitas sobre empréstimos com juros, contratos de depósito, contratos de empresa e uma forma antecipada de contrato de comissão. Os fenícios, embora considerados os grandes mercadores de sua época, nada deixaram de suas leis. No entanto, é-lhes creditado o costume marítimo, que os romanos compilaram sob o título Lex Rhodia Jactu4 e que foi considerado o mais importante monumento do direito marítimo da antiguidade.

Segundo Dória (1997), os gregos não possuíam legislação comercial e o comércio entre eles era conduzido com base em regras consuetudinárias e consuetudinárias. Pelo que se poderia decifrar em seus artigos, haveria algumas regras sobre direito marítimo”.

Idade Média

Tempos Modernos

Fase Contemporânea

O Código Comercial de 1807 influenciou a elaboração de outros diplomas jurídicos, servindo de modelo ao Código Espanhol de 1829, ao Código Português de 1833 e ao Código Italiano de 1865”. A economia mundial é abalada por choques no início da década de 1920, até que, no meio da prosperidade redescoberta, a grande crise de 1929 revela a solidariedade económica planetária no desastre: uma fenda em Wall Street espalha a depressão económica por todos os continentes. 7 “Já em 1787, uma comissão foi encarregada de examinar a legislação comercial, que abandonara os trabalhos devido à gravidade dos acontecimentos políticos da época.

Após a revolução, a Assembleia Constituinte determinou a elaboração de um código civil e comercial, o que levou à nomeação de uma comissão em 3 de abril de 1801, durante o período consular, para elaborar o projeto. Portanto, neste início de século, o direito econômico experimentará diversas tentativas de absorção para unificar o direito privado.

DIREITO COMERCIAL NO BRASIL

A elaboração do código comercial no Brasil de 1850

EMPRESA

Empresário

966: “É definido como empresário todo aquele que exerce profissionalmente atividades econômicas organizadas de produção ou circulação de bens ou serviços”. Segundo Coelho (2004, p. 64): “As pessoas jurídicas empresariais assumem a forma de sociedade por quotas (Ltda.) ou de sociedade anônima (S/A)”. Portanto, existe o empresário comercial, que deve se organizar para adquirir bens para posterior venda com lucro; empresário industrial, que converte a matéria-prima obtida em produto final; o empresário-prestador de serviços, que trata da aplicação de mão de obra para o desempenho de uma atividade economicamente relevante e, por fim, o empresário agrícola é aquele que utiliza a terra e dela extrai bens para consumo.

Tendo em vista o Novo Código Civil que trata do chamado direito societário e do empreendedor, reconheceu-se a importância de construir um conceito preciso de negócio, percebendo que nosso ordenamento jurídico passou a ter um conceito jurídico do que é um empreendedor. . Portanto, empresário é aquele que exerce atividades econômicas organizadas profissionalmente para a produção ou movimentação de bens ou serviços, sendo, portanto, o dono do negócio e responsável por seus atos.

A EMPRESA E SUA RESPONSABILIDADE FRENTE À QUESTÃO

  • Evolução histórica da Responsabilidade Civil
  • Conceito de Responsabilidade Civil
  • Responsabilidade Civil da Empresa
  • Responsabilidade Civil da Empresa na questão Ambiental
  • Responsabilidade Penal
  • Responsabilidade Administrativa da Empresa
  • Responsabilidade Sócio-Ambiental

O Ministério Público da União e dos Estados terá legitimidade para propor ações de responsabilidade civil e criminal por danos causados ​​ao Meio Ambiente. Porém, Albergaria, 2005, p.140 explica que: [..] “os pressupostos da responsabilidade civil ambiental são a ação ou omissão, o nexo causal (nexo causal) e o dano ao meio ambiente, incluindo o meio ambiente em sentido amplo da concepção". Existem muitas hipóteses em que as sanções administrativas ou civis não são suficientes para reprimir os ataques ao meio ambiente.

225, § 3º, do CF, que define: “As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções criminais e administrativas, independentemente da obrigação de reparação dos danos causados”. Considera-se infração administrativa ambiental qualquer ação ou omissão que viole as normas legais de uso, fruição, promoção, proteção e recuperação do meio ambiente”.

GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL

NORMAS DA SÉRIE ISO 14000

A pressão por produtos e serviços socialmente corretos faz com que as empresas adotem processos de reformulação interna para se adequarem aos padrões impostos pelas entidades certificadoras. Recentemente, a ISO tem sido citada com maior frequência, devido ao grande impacto internacional alcançado com suas normas da série 9000, em referência a sistemas de qualidade”. Posteriormente, esta entidade também publicou normas para garantir a qualidade ambiental da empresa através da série ISO 14000”.

Porém, essas normas são adotadas em quase todos os países, impossibilitando a exportação de produtos brasileiros para países desenvolvidos sem o Selo de Qualidade Ambiental (ISO 14000). 13 - ISO- Fundada em 1947, com sede em Genebra, publica normas que visam garantir a qualidade ambiental dos processos produtivos das empresas, das quais participam 110 organizações nacionais.

LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Licença Ambiental

Tampouco é qualquer atividade que exija licença ambiental; apenas aqueles que têm potencial para causar poluição ou degradação ambiental, ou mesmo aqueles que utilizam recursos naturais”. Fink (2002) esclarece ainda que: “Uma grande questão que se coloca em relação ao licenciamento ambiental é saber qual órgão administrativo é competente para esse fim”. Contudo, o Poder Público Federal, por meio do CONAMA, tem competência para estabelecer regras gerais para a concessão de licenças.

Tais padrões podem ser regulamentados ou modificados por órgãos governamentais estaduais para se adaptarem às peculiaridades locais. Portanto, a autoridade geralmente caberá ao órgão estadual, mas também poderá ser regulamentada pelo órgão federal, que estabelece padrões gerais para licenciamento.

Espécies e Prazos de Validade das Licenças

Além disso, as licenças podem ser alteradas: “Quando as licenças ambientais são emitidas nos termos e prazos legais, não se trata de autoridade para controlar o funcionamento do órgão administrativo, pois quem era administrado era empresário, interessado, totalmente dedicado. " Contudo, alterações poderão ocorrer neste período, Machado (2000, p. 262) explica neste sentido que: “Revogação das condições para que o poder público possa rever a autorização, ainda durante a sua vigência. O órgão público ambiental poderá, mediante decisão fundamentada, alterar as condições e medidas de controle e adequação, temporariamente ou cancelar a licença emitida, quando ocorrer: a) violação ou inadequação de qualquer das condições ou normas legais; b) omissão ou descrição incorreta dos dados relevantes que serviram de base para a emissão da licença; e c) a ocorrência de graves riscos ambientais e de saúde.

Contudo, Fink (2002, p. 83) acrescenta que: “O problema surge quando ocorrem anomalias no procedimento de licenciamento, ou simplesmente quando não ocorrem”. Porém, é fundamental a adoção de um mecanismo de pré-verificação do quanto é possível economizar esses recursos e do quão importante isso é para a sobrevivência humana, já que esse mecanismo é, sem dúvida, as licenças ambientais.

TRIBUTAÇÃO AMBIENTAL

Proteção Ambiental por Seletividade e Essencialidade

Outra proteção ao equilíbrio pode ser dada pelos critérios de seletividade e necessidade, que são ajustados com base no bem jurídico protegido, que seria um meio ambiente ecologicamente equilibrado. A técnica da seletividade constitui faculdade no caso do ICMS, conforme a Constituição, para tal tributo estadual, em seu art. As alíquotas deverão, portanto, variar de acordo com a natureza essencial do produto, sob pena de inconstitucionalidade.

No âmbito estadual, há o uso da seletividade dos produtos do ICMS e da graduação das alíquotas do IPVA. Portanto, utilizando o princípio da seletividade em favor do Meio Ambiente, os indivíduos serão incentivados a produzir bens dentro de um padrão sustentável, e aqueles que não atenderem às condições exigidas pela norma legal sofrerão, no sentido contrário, uma carga tributária.

A Tributação Ambiental Considerada como Incentivo Fiscal

  • ICMS Ecológico
  • Cota de Reserva Florestal

Contudo, a já popular expressão ICMS ECOLÓGICO indica uma maior destinação de parte do ICMS aos municípios devido à sua adequação aos níveis legalmente estabelecidos de conservação ambiental e melhoria da qualidade de vida, desconsiderando os limites constitucionais da distribuição das receitas tributárias e as limitações técnicas São levados em consideração. critérios estabelecidos em lei (PIRES, 2007). O ICMS Ecológico marcou um avanço na busca por um modelo de gestão ambiental compartilhado entre estados e municípios do Brasil, com consequências objetivas em diversos temas, especialmente a conservação da biodiversidade, por meio da busca pela conservação in situ, materialista, por meio da natureza unidades de conservação. áreas e outras áreas especialmente protegidas. As empresas, portanto, desempenham aqui um papel de destaque e estabelecem uma relação responsável com o meio ambiente.

Este trabalho acadêmico tratou do estudo da responsabilidade ambiental empresarial, olhando para os instrumentos de controle e os benefícios que a empresa obtém ao preservar o meio ambiente. Neste capítulo foi estabelecido que os instrumentos de controle são fundamentais para o desenvolvimento gradativo das empresas, e os incentivos fiscais com preservação ambiental são pontos favoráveis ​​e positivos para que as empresas adotem uma atitude responsável no seu contato com o meio ambiente.

Referências

Documentos relacionados

A pesquisa proposta é sobre o processo de participação social através das mobilizações populares para a criação da Área de Proteção Ambiental Parque e