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Rafael Fernando Mora.pdf - Univali

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Academic year: 2023

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Aos recentes Bessa, Neto, Guga, Gean, Fê, Cainho, Quarteto Janjão (Coisa Mais Linda hahahahhahaha), Jeison, Enrico e Paraná e Drean e Pinto, muito obrigado por esses últimos anos de vitórias, derrotas, viagens e muito de aprender com a nossa convivência, que valeu muito a pena. Aos idosos Nelsinho, Mauricio, Japa, Yudi, Ícaro, João, quero que saibam que ajudaram muito a me tornar quem sou hoje, muito obrigado.

INTRODUÇÃO

Além disso, segundo Negrelle (1995), devido à crescente destruição da Mata Atlântica e à sua inegável importância ecológica, muitos estudos têm sido ali desenvolvidos com foco em diferentes áreas das ciências ambientais. Itapoá, por sua localização em meio à Mata Atlântica e ecossistemas associados (manguezais, restinga, brejos), bem como por todo o crescimento e desenvolvimento atribuído à instalação portuária (TECON/SC), é alvo do implementação do Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima, bem como estudos de licença ambiental para instalação do porto.

OBJETIVO

Objetivo Geral

Objetivo Específico

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Gestão Costeira

  • Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro – PGNC
  • Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima
  • Plano Diretor

Em 1987, o CIRM criou o Programa Nacional de Gestão Costeira, GERCO, que surgiu com o objectivo de estruturar o planeamento e gestão da zona costeira de forma integrada, descentralizada e participativa para garantir o uso sustentável dos recursos costeiros. Por outro lado, o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro, PGNC, foi instituído em 1988, que representa a base legal fundamental para o planejamento da zona costeira brasileira.

Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC

  • Reserva Biológica
  • Refúgio da Vida Silvestre
  • Área de Proteção Ambiental
  • Área de Relevante Interesse Ecológico - ARIE
  • Reserva de Fauna
  • Reserva de Desenvolvimento Sustentável
  • Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN

A visitação pública está sujeita às regras e restrições previstas no plano de manejo da unidade, às regras do órgão responsável pela sua administração e às regras previstas em regulamento, estando a pesquisa científica sujeita à autorização prévia do órgão responsável pela visitação da entidade. administração e. A visitação pública poderá ser permitida desde que compatível com a gestão da unidade e de acordo com as regras estabelecidas pelo órgão responsável pela sua administração, sendo proibida a caça amadora ou profissional.

Avaliação Ecológica Rápida (AER) – Como Ferramenta de Conservação

  • Tecnologias de Mapeamento
  • Fotografias Aéreas

Segundo Sayre et al (2000), o sensoriamento remoto é uma tecnologia espacial baseada na interpretação e análise de imagens de satélite, fotografias aéreas ou fotografias aéreas. Fotografias aéreas em cores naturais são geralmente mais adequadas para discriminar comunidades costeiras marinhas.

MATERIAIS E MÉTODOS

Área de Estudo

Área de estudo no município de Itapoá, localizada ao norte do município e divisa com o estado do Paraná. Segundo o mesmo autor, Itapoá, com área de 257.158 km2, teve um desenvolvimento demográfico mais intenso, principalmente entre 2000 e 2010. É importante dizer também que o nome do município é de origem indígena, que significa “ pedra que aparece", devido à influência de seus primeiros habitantes, os índios Carijós, que mencionam a pedra em Balneário de Itapoá, a 300 m da praia.

Figura 2. Área de estudo no município de Itapoá, localizada ao norte do município, divisa com o estado  do Paraná
Figura 2. Área de estudo no município de Itapoá, localizada ao norte do município, divisa com o estado do Paraná

Métodos Utilizados

  • Identificação dos Aspectos Ecológicos Relevantes
  • Análise do Uso e Cobertura do Solo
  • Percepção dos Atores Enolvidos
  • Verificação da Situação Legal
  • Análise das Oportunidades e Ameaças para a Conservação do Local
  • Categorização da Unidade de Conservação

Foram realizadas três saídas de campo oficiais na área de estudo, possibilitando a coleta de informações sobre a paisagem por meio de fotografia. A melhor forma de identificá-los é perguntar a alguns membros da comunidade que sejam especialistas nas atividades na área de estudo. Para este trabalho foram escolhidos 3 informantes-chave, buscando abranger atores sociais envolvidos direta ou indiretamente com a área de estudo.

A caracterização jurídica da área de estudo consistiu na revisão da legislação vigente e demais informações documentais disponíveis na bibliografia e em sites. Esta análise envolveu o exame das oportunidades e ameaças – existentes e potenciais – na área de estudo e áreas vizinhas, utilizando uma avaliação ecológica rápida.

Figura 3. Fluxograma Metodológico.
Figura 3. Fluxograma Metodológico.

RESULTADOS e DISCUSSÕES

Aspectos Ecológicos

Classe Floresta Ombrófila Densa de Várzea: esta classe abrange uma parcela de 60% da área estudada. Essa tipologia, na área de estudo, ocorre na zona de transição entre o ecossistema manguezal e a Floresta Ombrófila Densa de Várzea, bem como na região próxima às margens dos rios e da rodovia. Ambiente que originalmente era composto por floresta aluvial densa, alterado pela retirada da vegetação e plantio de Pinus sp.

Ambiente que originalmente era constituído por floresta aluvial densa, com predominância de espécies arbóreas de médio porte devido ao solo alagado, e presença de vegetação rasteira, resultando em mata ciliar densa. Dessa forma, é possível afirmar que o complexo ambiente formado pelo ambiente de manguezal, restinga e Floresta Ombrófila Aluvial Densa, pode ser atribuído a esta variação na foz do Rio Saí-Mirim.

Figura 4. Mapa de Uso e Cobertura do Solo da área de estudo, Itapoá (SC).
Figura 4. Mapa de Uso e Cobertura do Solo da área de estudo, Itapoá (SC).

Legislação Vigente

Os mais destacados dos instrumentos federais, com o objetivo de conservação da natureza na área de estudo, são o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro – PNGC, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC, a Lei da Mata Atlântica e o Código Florestal Brasileiro. 45 da zona costeira do Brasil, sendo, portanto, de importância ímpar no processo de conservação da área de estudo. Além da legislação pertinente, foi possível verificar que o setor costeiro da área de estudo foi objeto do Projeto de Gestão Integrada do Litoral - Projeto Orla de Itapoá.

52 O cenário atual demonstra pressão antrópica na área de estudo, uma vez que a margem externa da área é regularmente ocupada pelo Plano Diretor do município. Portanto, é possível perceber que além de uma série de legislações que se aplicam à área de estudo, ela é abrangida por Projetos decorrentes de uma Política de Conservação.

Figura 16. Mapa de Área de Proteção Ambiental encontrada na área de estudo.
Figura 16. Mapa de Área de Proteção Ambiental encontrada na área de estudo.

Percepção dos Atores Envolvidos

Ressalta ainda que a área estudada tem grande potencial para se tornar uma referência como portal de entrada do município, já que a estrada que dá acesso ao município margeia a parte oeste da área. Porém, para que isso aconteça, é necessário um processo de preservação do meio ambiente, pois este tem sofrido a pressão antrópica causada pela urbanização próxima, considerando ativamente a implementação de estruturas físicas e políticas para implementar a conservação, afirmando que Esta não é apenas a sua opinião, mas sim a opinião de toda a comunidade do Bairro Barra do Saí. Apesar da falta de conhecimento específico sobre as unidades de conservação e o procedimento para sua implantação, ele enfatiza a vontade da população local em preservar a área estudada.

Conheço bem as Unidades de Conservação e afirmei que gostaria que fosse implementada desde que complemente o trabalho que está sendo feito pela ONG, pois é necessário para conservar o mangue existente, mas desconheço os procedimentos para implementação. Ele citou a ocupação irregular e a pressão humana como os principais problemas, mas não teve o conhecimento dos proprietários, afirmou que a área traz benefícios para o município, considerando-a um ponto de referência devido à especificidade ecológica do local.

Oportunidades e Ameaças na Conservação Local

Facilidade de acesso periférico Visitação, pesquisa e educação ambiental Parte da APP área protegida Implantação da UC. Segundo Ferrari (2009), ao proteger a área por meio da implantação de uma UC, a tendência é aumentar a beleza cênica por meio da adoção de infraestrutura adequada e da proteção de vestígios naturais que possam promover o desenvolvimento e a regeneração dos ecossistemas, atrair a fauna associada, trazer mais atrações cênicas para a área e devolver o respeito comunitário ao local, promovendo seu cuidado. Além das oportunidades, os problemas foram baseados nos resultados das entrevistas com os atores envolvidos, conforme afirma Seixas (2005), através de visitas in loco e mapeamento, os pontos fracos devem ser destacados como ameaças à conservação da área de estudo. , conforme Tabela 6.

Vale ressaltar também que esse ponto fraco também foi considerado um ponto forte, pois pode facilitar as visitas, aproximar as pessoas da área e assim gerar interesse na proteção da área. A falta de fiscalização e manejo adequado da área acarreta problemas de invasão irregular, bem como de futura extração de recursos da área de estudo.

Figura 17. Imagem da foz do rio Saí Mirim, Itapoá, SC, e seu alto grau de beleza cênica
Figura 17. Imagem da foz do rio Saí Mirim, Itapoá, SC, e seu alto grau de beleza cênica

Categorização da Unidade de Conservação

67 Para que uma área seja considerada apta à implantação de UC federal, estadual ou municipal, ela deverá apresentar duas ou mais das seguintes características listadas nas Tabelas 8, Tabelas 9 e Tabelas 10, onde os requisitos de cada categoria se cruzam com os características da área de estudo (IBAMA/GTZ, 2001). Uma área de estudo poderia ser designada pela sua beleza, mas esta categoria não se destina a proteger os ecossistemas e a biodiversidade. Portanto, mesmo esta categoria não corresponde às características e objetivos de conservação da área em questão.

Esta categoria é a mais adequada para ser implementada de acordo com a avaliação das oportunidades e ameaças da área, permitindo o manejo e adaptação à visitação recreativa e educativa, ao mesmo tempo que permite a conservação ambiental da área de estudo. Portanto, o presente trabalho defende a criação de um parque nacional que cubra 86% da área de estudo (Figura 23) e busca maior visibilidade para a área, pois os níveis estadual e municipal também são compatíveis (Tabela 8, Tabela 9 e Tabela 10). .

Figura 23 Mapa da Área da Unidade de Conservação a se Implantada e sua Zona de Amortecimento
Figura 23 Mapa da Área da Unidade de Conservação a se Implantada e sua Zona de Amortecimento

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A área de estudo, como objeto de conservação, também pode fazer parte de um sistema maior no município de Itapoá que contribui para a ligação entre corredores ecológicos, na manutenção de outras áreas protegidas, incluindo a área de proteção ambiental (APA) de Guaratuba e a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Volta Velha. Com a implantação de um parque nacional, a área terá uma visão diferente que gera benefícios superiores caso a região seja ocupada de forma discriminatória pela urbanização generalizada e pela especulação imobiliária. Por exemplo, um AER não é um inventário exaustivo dos recursos biológicos de uma área; um programa de monitoramento da biodiversidade; uma avaliação estatística rigorosa das relações ecológicas; uma avaliação de impacto ambiental; um plano e gestão; pesquisa básica para compreender os processos ecológicos; uma avaliação rural rápida ou outro instrumento de inquérito socioeconómico; uma análise para detectar alterações nas características da paisagem; um modelo que oferece uma estimativa ou previsão que explica a distribuição da biodiversidade; ou uma avaliação de representatividade para projetar uma rede de sítios que preservem a biodiversidade representativa de uma região.

No entanto, é uma ferramenta útil para a conservação, sendo cada vez mais implementada para a caracterização rápida da biodiversidade de uma área, particularmente adequada para a caracterização eficiente da paisagem e da biodiversidade de grandes áreas relativamente pouco conhecidas. É necessário que o Brasil desperte com um caminho não só para a implantação de unidades, mas também direcionado para uma gestão correta, sempre atento ao.

RECOMENDAÇÕES

Visão da Biodiversidade para a Ecorregião Florestal do Alto Paraná – Bioma Mata Atlântica: Planejamento Paisagístico para Conservação da Biodiversidade e Priorização de Ações de Conservação. Cabo Farol – Itajaí/SC Análise do Processo de Conservação: Avaliação Ecológica Rápida (AER). Mapeamento da Planície Costeira e Morfologia e Dinâmica de Praias no Município de Itapoá, Estado de Santa Catarina: Bolsas de Emprego.

78 Curso de Pós-Graduação em Geologia Ambiental, Departamento de Geologia, UFPR, Curitiba, Dissertação de Mestrado, 196 p. Curso de Pós-Graduação em Geologia Ambiental, Departamento de Geologia, UFPR, Curitiba, Dissertação de Mestrado, 196 p.

APÊNDICES

APÊNDICE I - QUESTIONÁRIO

APÊNDICE II – Termo de Ética da Pesquisa

ANEXOS

ANEXO I – Zoneamento Ecológico Econômico do Município de Itapoá

Imagem

Figura 1. Localização geral do Município de Itapoá, SC, com a área de  estudo delineada
Figura 2. Área de estudo no município de Itapoá, localizada ao norte do município, divisa com o estado  do Paraná
Figura 3. Fluxograma Metodológico.
Figura 4. Mapa de Uso e Cobertura do Solo da área de estudo, Itapoá (SC).
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Referências

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