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Reforma do Código Florestal - Instituto Planeta Verde

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Academic year: 2023

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A partir da visão de renomados advogados, o tema da Reforma do Código Florestal é amplamente discutido do ponto de vista jurídico. A TRATAMENTO DO PL ANEXO E SUA VOTAÇÃO NA COMISSÃO ESPECIAL DO CÓDIGO FLORESTAL DA CÂMARA DOS REPRESENTANTES – 9.

PROCESSO LEGISLATIVO DO CÓDIGO FLORESTAL DE 1965 E SUA EFETIVIDADE

AS MEDIDAS PROVISÓRIAS

Contudo, as medidas provisórias editadas em data anterior à promulgação da Emenda Constitucional nº 32 continuam de acordo com a sua natureza.

MEDIDAS PROVISÓRIAS E O MEIO AMBIENTE

Na tentativa de evitar tal inconstitucionalidade, os líderes do chamado projeto CONAMA promoveram uma reforma completa da Lei Florestal. O episódio em torno da reforma do Direito Florestal merece, portanto, uma reflexão aprofundada de todos nós.

OS PROJETOS ATUAIS DE ALTERAÇÃO DO CÓDIGO FLORESTAL EM TRAMITAÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL

Não há dúvida de que, neste caso, aqueles que usaram o instrumento ilegal, imoral e inconstitucional da medida provisória para prevalecer em suas propostas de alteração do Código Florestal são diretamente responsáveis ​​pelo enfraquecimento da democracia ambiental do Brasil. Hoje, porém, o atual texto da Lei Florestal, alterado pela tão criticada MP, atende às exigências da arte do ponto de vista material.

FLEXIBILIZAÇÃO DO CÓDIGO FLORESTAL: UM PROCESSO PSEUDOCIENTÍFICO E PSEU - DODEMOCRÁTICO

Por outro lado, a falta de participação popular no processo de alteração do Código Florestal leva à exclusão de vários outros setores da sociedade brasileira desta discussão, que é promovida apenas para atender aos interesses de um pequeno grupo. A TRATAMENTO DO PL E SEUS ANEXOS E SUAS VOTAÇÕES NA COMISSÃO ESPECIAL DO CÓDIGO FLORESTAL DA CASA DO REPRESENTANTE.

Parece que o deputado não fez distinção entre esses modelos, mas é fundamental dissociá-los, uma vez que as normas do Código Florestal já consideram os detalhes da pequena propriedade rural ou da propriedade rural familiar, ou seja, da agricultura familiar. 16 Portanto, o primeiro ponto a destacar é que o Código Florestal não entra em conflito com o agricultor familiar, nem com o agricultor empregador, mas estabelece uma lógica de proteção das florestas e da biodiversidade essencial para a própria atividade agrícola, como será ser destacado. mais tarde. Existem dispositivos específicos do Código Florestal que se referem especificamente à agricultura familiar, como o art.

A comunidade científica brasileira quer contribuir significativamente com informações confiáveis ​​que apoiem a modernização do Código Florestal Brasileiro. A comunidade científica brasileira declara, portanto, que qualquer melhoria no Código Florestal deve ser realizada à luz da ciência, uma vez que a mudança de parâmetros deve levar em conta a multifuncionalidade das paisagens brasileiras para compatibilizar produção e conservação.

O TEOR DAS PROPOSTAS DE ALTERAÇÕES

Ou seja: o objetivo era estabelecer outra forma de recuperação28 da reserva florestal legal degradada, atendendo ao limite temporal e aos critérios físico-geográfico-ecológicos. A “regulamentação ambiental” pode ser decodificada como uma anistia geral para ocupações ilegais até 22 de julho de 2008, seja em áreas de conservação permanente ou em áreas de reserva legal.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este trabalho analisa a relação entre o código florestal, o aquecimento global e a biodiversidade, levando em consideração as alterações no PL substitutivo do PL 1.876/99 e que um dos efeitos previstos do aquecimento global é o aumento da quantidade e intensidade das precipitações. A substituição do PL 1.876 é inconstitucional porque legaliza o desmatamento em grande escala, o que aumenta a probabilidade de grandes enchentes e deslizamentos de terra, em violação ao artigo 225; 170, inclusive.

INTRODUÇÃO

Isso ocorre porque as florestas e outras formas de vegetação nativa não apenas constituem a biodiversidade vegetal do Brasil, mas também servem como habitats para a vida selvagem e microorganismos. Primeiramente será analisado o processo de aquecimento global e sua relação com as florestas e outras formas de vegetação, bem como a contribuição do Brasil nesse processo e seu impacto em nosso país.

O AQUECIMENTO GLOBAL DO CLIMA

O IPCC

Além disso, a agricultura também contribuiu para o aquecimento global, uma vez que resulta num aumento dos gases com efeito de estufa NH4 e N2O, especialmente4. A subida do nível do mar devido ao aquecimento global aumentará a penetração das águas das marés nos rios, causando inundações.

O DESFLORESTAMENTO NO BRASIL

Este projeto determinou a destruição da cobertura vegetal dos biomas brasileiros até 2008, exceto o Bioma Amazônia, que é monitorado pelo projeto PRODES, que monitora a Amazônia legal. Além disso, o PRODES não fornece dados sobre a destruição total da cobertura vegetal na Amazônia legal.

O CÓDIGO FLORESTAL E SUA FLEXIBILIZAÇÃO

Aldo Rebelo no seu relatório trata do elevado impacto do actual Código Florestal nos agricultores e na actividade agrícola. O Código Florestal determina que todos os corpos d’água com largura inferior a 10 m tenham APP de 30 m (artigo 2º, alínea “a.1”).

CONCLUSÕES

Para aumentar a produção agrícola brasileira e o acesso da população brasileira aos alimentos, não é necessário flexibilizar a legislação florestal, o que reduz sua proteção ambiental, mas apenas aumentar a produtividade de áreas do território nacional que já foram derrubadas e utilizadas pela floresta. agronegócio, já comprovado cientificamente como possível, e promover maior distribuição de renda no Brasil. Portanto, é falso o conflito que muitos afirmam existir entre o aumento da produção agrícola e o acesso da população brasileira aos alimentos e o atual Código Florestal.

Em julho de 2010, a comissão especial designada pela Câmara dos Deputados aprovou um substitutivo ao projeto de lei nº. 1.876/99, que, além de revogar o atual Código Florestal Federal (Lei nº 4.771, de 1965). 3 Áreas de proteção permanente e reserva legal: uma análise comparativa entre o atual Código Florestal Federal (Lei nº 4.771/65) e a proposta substitutiva da Lei nº. do novo Código Florestal).

DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES CONCEITUAIS: O ATUAL CÓDIGO FLORESTAL FEDERAL E O SUBSTITUTIVO DO PL 1876/99

III – Reserva legal: área localizada em imóvel ou propriedade rural, exceto para preservação permanente, necessária ao uso sustentável dos recursos naturais, à preservação e recuperação de processos ecológicos, à preservação da biodiversidade e ao abrigo e proteção de animais indígenas e espécies de plantas; (Incorporado pela Medida Provisória nº 2.166-67 de 2001). XI - Reserva legal: área localizada em imóvel ou propriedade rural, exceto para conservação permanente, demarcada na forma do art.

DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE – APPS

Como já mencionado, o Projeto de Lei Substitutivo nº. A Portaria 1.876/99 altera os critérios atualmente utilizados para mensuração de Áreas de Preservação Permanente. O § 2º do capítulo II do projeto de lei substitutivo nº. A Lei n.º 1876/99 trata do “Regime de protecção das áreas de conservação permanente”, a que se refere o seu artigo.

DA RESERVA LEGAL

Nessa alternativa, o proprietário não realizaria atividades na área da reserva legal até que a vegetação nativa fosse totalmente restaurada. Os imóveis rurais ou imóveis com área de reserva legal em percentuais inferiores aos especificados no § 1º do art.

CONCLUSÃO

Este artigo analisa a anistia ambiental concedida aos infratores no projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados, contido no programa de governo Mais Ambiente, na perspectiva do Estado de Direito Socioambiental, com vistas a combater a ilegalidade e demonstrar sua inconstitucionalidade. . ANISTIA AMBIENTAL NO PROGRAMA FEDERAL DE APOIO À REGULAÇÃO AMBIENTAL DE PROPRIEDADES RURAIS (PROGRAMA AMBIENTAL MAIS) – 3.

INTRODUÇÃO OU O PANORAMA ATUAL DO “DIREITO DE DESTRUIR” NO SUBSTITUTIVO SOBRE O CÓDIGO FLORESTAL

Isso viola, além do direito ao meio ambiente equilibrado, o pacto federal e sua cristalização através da norma geral já existente, que é o Código Florestal Nacional. Os impactos ambientais negativos do homem devem constituir o parâmetro básico para que o legislador legisle, o juiz julgue, o administrador administre e o cidadão exerça os seus direitos e deveres no direito ao meio ambiente equilibrado. ancorada na nossa constituição e na agenda internacional.

A ANISTIA AMBIENTAL NO PROGRAMA FEDERAL DE APOIO À REGULARIZAÇÃO AMBI- ENTAL DE IMÓVEIS RURAIS (PROGRAMA MAIS AMBIENTE)

Cumpridos os termos de cumprimento e compromisso, dentro dos prazos e condições estabelecidos (são concedidos três anos para o beneficiário aderir ao Programa), a multa será convertida em serviços de preservação, melhoria e restauração da qualidade ambiental (§ 3). ). É interessante notar que este Programa conta com um Comitê Gestor que faz parte, entre outros, do Ministério do Meio Ambiente, Ministério do Desenvolvimento Agropecuário, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (art. 13), o que parece razoável e lógico .

DESCRIÇÃO DA ANISTIA AMBIENTAL NO PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL DO SUBSTITUTIVO

Ainda, cabe ao proprietário ou possuidor do imóvel rural respeitar ou não as condições de regulamentação de comportamento firmadas até a implantação do Programa de Regulação Ambiental (artigo 27, §1º) (!). Caso o estado não implemente esse programa no prazo de cinco anos, o proprietário ou ocupante do imóvel rural deverá assinar um termo de compromisso com o órgão ambiental e aprovar a Reserva Legal, exceto que, neste caso, a aprovação será voluntária ( !) (§10 do Artigo 27).

A ANISTIA AMBIENTAL COMO AMEAÇA AO ESTADO SOCIOAMBIENTAL DE DIREITO OU À GUISA DE CONCLUSÃO

64 A nossa constituição reconhece na ordem social tanto o direito a um ambiente equilibrado como alinha os objectivos do Estado. Este cenário de reformas caracteriza um processo de desconstrução do direito ambiental e do Estado de direito socioambiental.

BIBLIOGRAFIA

5 Explicação das obrigações de proteção do Estado e garantia da proibição de retrocesso em questões (sociais) ambientais. AS OBRIGAÇÕES DE PROTEÇÃO DO ESTADO SOBRE OFERTAS AMBIENTAIS: ENTRE A PROIBIÇÃO DE PROIBIÇÕES EXTRAORDINÁRIAS E A PROIBIÇÃO DE PROIBIÇÃO INADEQUADA – 1.1.

OS DEVERES DE PROTEÇÃO DO ESTADO EM MATÉRIA AMBIENTAL: ENTRE PROIBIÇÃO DE EXCESSO E PROIBIÇÃO DE PROTEÇÃO INSUFICIENTE

O DEVER DE PROTEÇÃO DO ESTADO EM MATÉRIA AMBIENTAL: ENTRE A PROIBIÇÃO DA SOBREPROJEÇÃO E A PROIBIÇÃO DA INSUFICIÊNCIA DE PROTEÇÃO. A inconstitucionalidade de medidas que violem a proibição de proteção insuficiente no âmbito da proteção do direito fundamental ao meio ambiente.

DA GARANTIA CONSTITUCIONAL DE PROIBIÇÃO DE RETROCESSO: DA PROIBIÇÃO DE RETROCESSO SOCIAL À PROIBIÇÃO DE RETROCESSO (SOCIO)AMBIENTAL 21

22 Sobre a proibição de retrocesso em matéria de direitos fundamentais, especialmente no caso de direitos sociais, ver Assim, partindo dessas premissas, o que importa é notar que por causa da proibição do retrocesso (mas não necessariamente e muito menos exclusivamente por causa dele) o mínimo existencial (socioambiental60) funciona como um limite material ao negativo (mas também positivamente) conectar.

ESTUDOS DE CASO SOBRE A GARANTIA CONSTITUCIONAL DE PROIBIÇÃO DE RETROCESSO (SOCIO)AMBIENTAL

7º O regime de uso da área de preservação permanente não se altera nas hipóteses previstas no § 6º”. O “enfraquecimento” da proteção ambiental causado pela degradação da reserva legal e da área de conservação permanente terá impacto direto nas condições de bem-estar da população brasileira, em flagrante violação do direito fundamental ao mínimo existencial socioambiental .

CONSIDERAÇÕES FINAIS

No que diz respeito aos estudos de caso apresentados, em particular no que diz respeito ao Direito Ambiental do Estado de Santa Catarina contestado no Supremo Tribunal Federal e no que diz respeito ao projeto de lei do novo Código Florestal Brasileiro atualmente em discussão no Congresso Nacional, é é possível examinar a possibilidade efetiva de aplicação dos princípios da proibição da proteção inadequada e da proibição do infortúnio, mas também é claro que tais instrumentos não são os únicos, uma vez que, embora sob um rótulo diferente, outros mecanismos podem e deveria ser acionada, como fica claro o argumento derivado das regras jurisdicionais da Constituição, que – caso tal linha argumentativa prevaleça – poderia até prescindir da ideia de proibição de retrocesso. O que é importante, portanto, é que compreendamos quão necessário é que o Estado constitucional sócio-ecológico adote uma atitude vigilante e proativa no que diz respeito ao cumprimento dos seus deveres protetores e quão necessário é investir em critérios racionais e razoáveis ​​para orientar para o controlo das acções estatais que ponham em perigo os níveis indispensáveis ​​de protecção não só do ambiente natural em sentido estrito, mas também dos direitos fundamentais e da dignidade e da vida humanas, entendidas numa perspectiva mais ampla.

Direitos fundamentais e proteção ambiental: a dimensão ecológica da dignidade humana no marco jurídico-constitucional do Estado de Direito Socioambiental. Constituição e proporcionalidade: direito penal e direitos fundamentais entre a proibição do excesso e a proibição da insuficiência”.

Referências

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