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REFORMULAÇÃO

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Academic year: 2023

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FLAVIA MATEUS RIOS FLAVIO ROVANI DE ANDRADE LUCIANA CORDEIRO DA SILVA LUIS FERNANDO DE FREITAS CAMARGO.

IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

  • IDENTIFICAÇÃO DO CÂMPUS
  • MISSÃO
  • CARACTERIZAÇÃO EDUCACIONAL
  • HISTÓRICO INSTITUCIONAL
  • HISTÓRICO DO CÂMPUS E SUA CARACTERIZAÇÃO

O CEFET-SP tornou-se Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) em 29 de dezembro de 2008 por meio da Lei nº 11.892, caracterizando-se como instituição de ensino superior, básico e profissionalizante. A partir de 1965, a escola passou a se chamar Escola Técnica Federal de São Paulo e, em 1999, Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo.

JUSTIFICATIVA E DEMANDA DE MERCADO

Polêmicos à época, os debates sobre a reestruturação da Licenciatura em Geografia tiveram um início lento em 2012 e início de 2013, período em que foram constituídas comissões de trabalho para discutir propostas de reformulação, que posteriormente foram revertidas. Os dados acima mostram que, apesar da pouca atratividade do ensino, a escolha pelo curso de Licenciatura em Geografia no IFSP tem aumentado gradativamente, demonstrando o sucesso da oferta e a demanda reprimida.

OBJETIVOS DO CURSO

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

IX - atua na direção e organização de instituições de educação básica, planejando, implementando, monitorando e avaliando políticas, projetos e programas educacionais; X - participar da gestão das instituições de educação básica, contribuindo para a elaboração, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico;

FORMAS DE ACESSO AO CURSO

LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA

PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA

Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial de nível superior (cursos de diplomação, cursos de formação de professores de pós-graduação e cursos de segundo grau) e para a formação continuada. Aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais para as disciplinas de Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Sociais - Antropologia, Ciência Política e Sociologia, Comunicação Social, Filosofia, Geografia, História, Letras, Museologia e Serviço Social.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

ESTRUTURA CURRICULAR

Estágio Curricular Supervisionado - Trabalho de Conclusão de Curso Obrigatório (TCC) - CRÉDITO MÍNIMO DE HORAS DO REQUISITO TOTAL.

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO

EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

43 A dimensão ambiental integrará tacitamente parte do conteúdo programático de todas as disciplinas do curso e deverá ser elaborada de forma articulada com os demais itens deste conteúdo, além do tema específico de Educação Ambiental, que propositadamente está incluído no período final do curso. , para permitir a síntese deste tema à integralidade do currículo.

DISCIPLINA DE LIBRAS

PLANOS DE ENSINO

Discutir estratégias para o ensino da climatologia no ensino básico e suas inter-relações com a temática ambiental. A prática pedagógica da geografia agrária no ensino básico e o panorama atual das aulas de geografia agrária. Discutir estratégias de ensino da pedologia no ensino básico e a sua ligação à temática ambiental.

Estratégias para o ensino da geomorfologia no ensino fundamental e suas inter-relações com a temática ambiental. ed.). Discutir estratégias de ensino de geografia urbana no ensino fundamental e suas inter-relações com a temática ambiental. Prática do ensino da geografia económica no ensino básico e panorama atual do ensino da geografia económica.

Discutir estratégias para o ensino da Biogeografia na educação básica e suas inter-relações com as questões ambientais. Discutir estratégias de ensino de Geografia Política na educação básica e suas inter-relações com as questões ambientais.

METODOLOGIA

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

164 Durante o processo avaliativo, também pode ocorrer a retomada paralela, com propostas de atividades complementares para revisão de conteúdo e discussão de dúvidas. A avaliação dos componentes curriculares deve ser feita em dimensão sumária, expressa pela nota final, de 0 (zero) a 10 (dez), com frações de 0,5 (cinco décimos), - em dois meses, em cursos com periodicidade anual regime e, semestralmente, nos cursos em regime semestral; com exceção de estágios, trabalhos de curso, atividades complementares/ATP e disciplinas com características especiais. O resultado das atividades complementares, prática, conclusão do curso e disciplinas com características especiais é registrado ao final de cada período letivo através das expressões “cumprido” / “aprovado” ou “reprovado” / “salvo”.

O critério de aprovação nas componentes curriculares, que envolvem frequência e avaliação, para os cursos semestrais do Ensino Superior, é a obtenção, na componente curricular, de classificação semestral igual ou superior a 6,0 (seis) valores e frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades. O aluno que obtiver na componente curricular uma classificação semestral igual ou superior a 4,0 (quatro) e inferior a 6,0 (seis) e uma assiduidade mínima de 75% (setenta e cinco por cento) está sujeito ao Instrumento de Avaliação Final. aulas e outras atividades. Os alunos que realizam o Instrumento de Avaliação Final, para serem aprovados, devem obter nota mínima de 6,0 (seis) nesse instrumento.

A nota final considerada, para os registros escolares, é a maior entre a nota do semestre e a nota final do instrumento.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

Durante o estágio, o aluno desenvolve suas atividades com base em um projeto de estágio (proposto pelo NDE e aprovado pelo Colegiado do Curso) que inclui observação/regência/participação a partir da oportunidade de vivenciar e interagir com uma escola/turma por meio de orientação. pelo curso por meio de especificações incorporadas à jornada do aluno, mas fora do currículo; procurando conexões que possam estruturar seu pensamento e sua prática. A elaboração deste projeto de estágio pressupõe, em primeiro lugar, o levantamento das situações que fazem parte da realidade escolar, a partir de um processo de discussão coletiva, referente à construção de documentos diagnósticos que demonstrem a realização de uma proposta de ação para o estagiar na chamada Unidade de Estágio, que permite sistematizar a teoria explanada no Curso Superior de Licenciatura em Geografia e os preceitos importantes da prática educativa. Nas aulas de Prática Pedagógica (teoria e prática), procuramos refinar as análises realizadas na escola, com o objetivo de elaborar relatórios preparatórios para a construção de um projeto pedagógico que é o documento produzido pelo aluno, como síntese de sua compreensão do processo de aprendizagem em relação entre teoria, prática e engajamento político.

Dessa forma, a pesquisa se apresenta como princípio pedagógico que norteia o desenvolvimento desses projetos de aprendizagem que destacam, entre outros, o conteúdo, a interdisciplinaridade, a metodologia e a avaliação como mecanismos de compreensão da realidade. Fechando esse circuito, a análise e discussão desses projetos de ensino são referências para uma discussão mais ampla relacionada às políticas educacionais e aos currículos oficiais: Parâmetros Curriculares Nacionais, Propostas Curriculares do Governo do Estado de São Paulo, entre outros. Assim, o conjunto de atividades relativas à prática supervisionada é discutido pelos alunos, a partir de uma proposta descrita e veiculada no que se denomina projeto de aprendizagem.

Ressalta-se, ainda, que as horas de trabalho do aluno no PIBID não serão computadas como horas de prática de estudo obrigatórias, pois estas já estão previstas na parte Teórico-Prática. Para a organização e estrutura do estágio será nomeada uma comissão para elaborar um regulamento de estágio curricular supervisionado para o curso de geografia de acordo com a Lei do Estágio (n.

ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICAS - ATP

Pesquisa bibliográfica supervisionada - 20 h Relatório aprovado e assinado pelo orientador Revisão de trabalhos recentes na área do curso - 10 h Divulgação da revisão Campanha e/ou trabalho de ação social. Os processos de acompanhamento e validação do ATP serão realizados por docente indicado pelo coordenador do curso, que deverá destinar 04 (quatro) horas semanais para este fim. O Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID) é uma iniciativa de valorização e aperfeiçoamento da formação de professores para o ensino fundamental que oferece bolsas de estudos para alunos que participam de projetos de iniciação à docência do IFSP em parceria com escolas de ensino fundamental da rede pública de ensino.

Aumentar a qualidade da formação inicial de professores nos cursos universitários, promovendo a integração entre o ensino superior e o ensino básico; Introduzir os alunos no cotidiano das escolas da rede pública de ensino, oportunizando-lhes a criação e participação em experiências metodológicas, tecnológicas e práticas pedagógicas de caráter inovador e interdisciplinar, que visem a superação dos problemas identificados no processo ensino-ensino; Estimular as escolas públicas de educação básica, mobilizando seus professores como co-formadores dos futuros professores e tornando-os protagonistas nos processos iniciais de formação para a docência; Isso é.

Contribuir para a articulação entre teoria e prática necessária à formação de professores, o que aumenta a qualidade do desempenho acadêmico nos cursos de graduação. 12, Inciso III da Resolução CNE 02/2015, estabelece que as atividades do PIBID contarão com 100 (cem) horas de atividades complementares, ou seja, 50% (cinquenta por cento) das horas exigidas.

ATIVIDADES DE PESQUISA

Cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil, em dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo, o grupo de pesquisa surge dentro do curso de Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de São Paulo e busca uma perspectiva que integre diferentes linhas de pesquisa. existe no campo da ciência geográfica e que avalia a análise da paisagem. O grupo tem as seguintes linhas de pesquisa: Dinâmica da Biogeografia do Relevo (e do Solo), Transformação da Paisagem, Memória e Paisagem Cultural e Bacias Hidrográficas. Cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil, em dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo, o objetivo do grupo de pesquisa é analisar as inquietações e contradições expressas - e/ou que intervêm de alguma forma - nesse debate.

Cadastrado no diretório de grupos de pesquisa no Brasil em dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo, o grupo visa trabalhar na análise da formação de grupos sociais e suas interfaces com o espaço sócio-histórico-geográfico em que se configuram . O grupo tem as seguintes linhas de pesquisa: Fronteiras conceituais e conhecimentos transversais, Produção social da territorialidade. Cadastrado no diretório de grupos de pesquisa no Brasil em dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo.

O grupo tem as seguintes linhas de pesquisa: Contribuição teórica conceitual de David Harvey para a compreensão do capitalismo contemporâneo, territórios e redes de migração internacional para a Metrópole Contemporânea de São Paulo. Além disso, a existência de projetos de pesquisa depende da disponibilidade de corpo docente, de forma que os projetos sejam renovados periodicamente (anual e semestralmente).

ATIVIDADES DE EXTENSÃO

CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

APOIO AO DISCENTE

185 outras ações, o Serviço Sociopedagógico fará o acompanhamento permanente do aluno, com base em questionários sobre os dados do aluno e sua realidade, dados de frequência e desempenho/nota, entre outros elementos.

AÇÕES INCLUSIVAS

AVALIAÇÃO DO CURSO

EQUIPE DE TRABALHO

  • NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
  • COORDENADOR(A) DO CURSO
  • COLEGIADO DE CURSO
  • CORPO DOCENTE
  • CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO / PEDAGÓGICO

Atualmente é professor de Geografia no IFSP, onde leciona as disciplinas de Geologia, Geomorfologia e Paisagens Brasileira e Mundial I e ​​II. André Eduardo Ribeiro da Silva Doutor RDE Geografia Geografia Agrícola; Geografia da População André Henrique Bezerra dos Santos Mestrado RDE Geografia Geomorfologia; Cartografia;. Débora Regina Aversan Mestrado Geografia RDE Geografia Urbana; Formação de professores Fausto Henrique Gomes Nogueira Doutorado RDE História História social; Ensino de.

José Guilherme de Almeida Doutor RDE Turismo Metodologia de Ensino de Geografia; Turismo e Lazer Luis Fernando Freitas Camargo Doutor RDE Educação Educação e Geografia;. Márcio Alves de Oliveira Doutor RDE Filosofia História da Filosofia; Filosofia Contemporânea Marco Antônio Teixeira da Silva Doutorado RDE Geografia Geografia Urbana Marcos Vinicius Malheiros Moraes Mestre RDE Antropologia Teoria Antropológica. Douglas Alves de Lima Pedagogia Auxiliar Administrativo Elisângela Rocha da Costa Auxiliar Administrativo de Tecnologia Jefferson Ripi da Silva Auxiliar Administrativo de Ciências Contábeis.

Escola Secundária Kelly Aparecida Duarte Torquato Auxiliar Administrativo Luis Claudio de Matos Lima Junior Eng. Paulo Roberto Silviero Auxiliar Administrativo do Ensino Médio Paulo Sérgio Baptista Diretor Administrativo Rebeca Villas Boas C.

BIBLIOTECA

INFRAESTRUTURA

INFRAESTRUTURA FÍSICA – CÂMPUS SÃO PAULO

ACESSIBILIDADE

LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS

MODELOS DE CERTIFICADOS E DIPLOMAS

Referências

Documentos relacionados

Diante do contexto abordado, o presente estudo tem como tema o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) nos processos de ensino e aprendizagem