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Revista da (o) Pedagoga(o) - NETWORK EDUCATIONAL

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Academic year: 2023

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Este trabalho tem como tema a Educação Ambiental no Programa Escola da Família e apresenta reflexões sobre a importância da Educação Ambiental no campo da educação escolar. As atividades de Educação Ambiental tornam-se estratégias essenciais na aplicação da fixação de conteúdos.

A avaliação da aprendizagem

A avaliação da aprendizagem assume o papel de subsidiar a construção do conhecimento, deixando de ser uma fonte de autoridade adequada que decide o destino dos alunos, para assumir o papel de ajudar os alunos a crescer. Segundo Luckesi, (2006, p.66) “A avaliação da aprendizagem existe justamente para garantir a qualidade da aprendizagem dos alunos.

A avaliação da aprendizagem no Projeto Ler e Escrever

Com essas noções em mente, podemos aprofundar o sentimento de autoritarismo na escola, principalmente na relação professor-aluno, um grande problema no ambiente escolar. Após esses primeiros passos, a relação professor-aluno caminhará para o reconhecimento da autoridade do professor, não precisando, portanto, de artifícios para estabelecê-la.

A avaliação da aprendizagem na abordagem construtivista

Lauro de Oliveira Lima é cearense, natural do município de Limoeiro do Norte, nasceu em 12 de abril de 1921. Lauro de Oliveira Lima, é obrigado a se mudar com a família para o Rio de Janeiro, devido a problemas financeiros.

Quadro geral da teoria de Lauro de Oliveira Lima

Lauro de Oliveira Lima destaca a dinâmica de grupo como fundamental e fundamental, já que não vivemos isolados. Laura de Oliveira Lima obriga-nos a repensar a nossa prática com as suas críticas e o empenho criativo com que desenvolve a sua atividade de educadora.

Os alunos Marcos e João possuem a síndrome de Down, que segundo Stratford (1997, p.47) [14], é uma síndrome que ocorre durante a fecundação, onde você acaba fertilizando um par extra de cromossomo 21 no núcleo de todas as células, que é , em vez de dois, tem três desses cromossomos específicos, esse tipo de síndrome de Down é chamado de trissomia (três cromossomos 21). Logo após a educação física, os alunos foram almoçar, voltaram e foram ao banheiro escovar os dentes.

Considerações finais

Dewey observa o contrário quando diz que educação não é preparação para a vida; para ele, "educação é vida e viver é desenvolver, crescer" (TEIXEIRA, 1975, p. 31)[6]. Dessa forma, Dewey aponta para a importância da experimentação em um contexto educacional; este autor entende a educação como “um processo de reconstrução da experiência através do qual percebemos o significado de forma mais aguda e assim nos qualificamos para melhor direcionar o curso de nossas experiências futuras” (TEIXEIRA, 1975, p. 17)[6].

O cotidiano escolar: negações da experiência e interesse

Entretanto, acredita-se que a aprendizagem dessa forma não se configura, pois “quando a pressão externa sobre a criança diminui, sua atenção voa, livre de constrangimento, para o que lhe interessa” (DEWEY, 1975, p. .64). [8]. Dewey discorda completamente disso – eu não me preparo em um momento para me educar e em outro obter o resultado dessa educação” (DEWEY, 1975, pp. 17-18)[8]. Dewey afirma que “o interesse marca a completa supressão entre a pessoa e a coisa e os resultados de sua ação, é a união orgânica da pessoa e do objeto” (1975, p. 71)[8].

Uma aula sobre substantivos: interesse e esforço em jogo

Foi perceptível que os interesses dos alunos não são levados em consideração, nem estimulados a experimentar o conhecimento. Na aula acima ficou claro que o aprendizado não leva em consideração os interesses dos alunos, nem suas características e idiossincrasias. A ausência de democracia em sala de aula não constrói a autonomia e a reflexão do aluno; muito menos permitirá que sejam disciplinados.

Um conceito Deweyano de participação

Foram abordados diversos problemas que os alunos enfrentam desde o momento em que decidem aprender a ler e escrever até os conflitos em sala de aula. Durante as aulas do EJA, procuramos observar o comportamento dos alunos em sala de aula. Após a fase de adaptação, as principais reclamações dos alunos foram em relação ao material didático e ao número de alunos na turma da outra escola onde estudavam.

Resultados e discussões

Para o efeito, ganhámos experiência com alunos do 4º ano do PIC, onde verificamos impasses e desafios da aprendizagem intensiva, no que diz respeito à leitura e escrita. Os alunos do 4º ano do PIC podiam escolher sozinhos o livro que iriam ler, podiam ler em qualquer lugar da sala de aula. No início do ano letivo de 2011, os alunos do 4º ano do PIC desta UE (unidade de aprendizagem) apresentavam muitas dificuldades de aprendizagem.

Foto 3-  Participantes e profissionais mostram os resultados das aulas realizadas no grupo
Foto 3- Participantes e profissionais mostram os resultados das aulas realizadas no grupo

E PROFº LEONILDA ROSSI BARRIQUELO

A importância da leitura oral segundo os professores pesquisados

As professoras do 5º ano da escola estudada responderam que leem diariamente com os alunos em sala de aula e escolhem diferentes textos que os alunos possam apreciar, refletir e se divertir. Os professores acreditam que o ambiente em que o aluno vive interfere em seu aprendizado em sala de aula. Podemos perceber que embora a leitura seja praticada em sala de aula, como relatam professores e alunos, o interesse pela leitura não é alto para a maioria dos alunos.

A importância da leitura oral de acordo com os alunos pesquisados

Com base nessas motivações, percebemos que os alunos se interessam pela leitura que a professora faz, pelo fato de ela procurar ler sobre temas que são novos para eles e de seu interesse, mantendo assim sua atenção e envolvendo-os em a leitura. No entanto, quando a professora faz a leitura oral, a professora parece assumir um papel centralizador do ensino, onde os alunos a veem como aquela que sabe mais do que eles, o que pressupõe que as obras de leitura sejam diretivas. Dessa forma, o professor pode tornar os alunos um tanto dependentes de sua leitura e assim “acomodados”, eles podem não tentar ler sozinhos.

A visão da família para a leitura oral feita pelos filhos

Segundo os pais, três crianças demonstram grande interesse pela leitura; quatro, razoável; três, pequenos; e uma família acrescentou que sua filha adora ler histórias da Bíblia, ela tem muitas coleções; um não demonstra nenhum tipo de interesse, não tem incentivo dos pais pelo fato de ter que trabalhar, então eles alegam não ter tempo para ajudar o filho a ler, o que reflete essa falta de incentivo no desempenho da criança na sala de aula. Dois dos pais indicam que seus filhos têm hábito de leitura e oito pais têm hábito de leitura compatível com o de seus filhos. Cabe à escola integrar as crianças em um ambiente de leitura, pois assim elas são motivadas a ler.

Existe definição para o brincar?

As crianças pararam de brincar na rua, jogar bola, pular com cubos e passaram a jogar videogames e jogos de computador, não prestando atenção ao sol que brilha e convida a brincar na rua. Resolvi empreender este trabalho, cujo problema é investigar a importância das brincadeiras no mundo infantil, principalmente as brincadeiras que são realizadas espontaneamente sem objetivos pré-determinados, a fim de estudar como elas podem contribuir para o desenvolvimento da criança. Existe uma definição de jogo?”, onde quero discutir as definições e o significado de jogos e jogos; no segundo capítulo intitulado “O jogo em contexto educativo”, onde abordo a escola e o jogo e as vantagens que os jogos trazem; e na terceira, analiso os dados e trago uma contextualização das cenas onde foram feitas as observações.

As razões do brincar

No entanto, deve-se ter em mente que ao longo da história muitos pesquisadores provaram o contrário, ainda hoje, embora ainda haja resistência da sociedade. No entanto, o que se tem visto é a necessidade, a cada dia, de deixar a brincadeira de lado e “levar as coisas mais a sério” com apenas alguns anos de vida. Esse conceito de brincadeira começou a mudar, segundo Wajskop (1999), por meio das propostas de Comenius, Rousseau e Pestalozzi que se baseavam nas ideias de preservar a criança, para que ela desenvolvesse as especificidades da infância, por meio do uso de brinquedos destinado a diversão.

O brincar e a escola

Dessa forma, o brincar é uma atividade humana na qual as crianças são representadas, constituindo uma forma de assimilar e recriar a experiência sociocultural dos alunos. A utilização de "brinquedos educativos" também é bastante interessante, desde que haja um propósito real em utilizá-los, visando o desenvolvimento da criança, e não apenas se forem dados às crianças apenas com o objetivo de chamar sua atenção para para distrair alguns momentos. . É necessário que o professor esteja atento ao nível de desenvolvimento em que as crianças se encontram desde o planejamento da atividade, quando seus objetivos são estabelecidos, portanto é fundamental que os professores tenham conhecimento teórico.

Os Benefícios do brincar

Nada impede essa sensação de estar se divertindo e relaxando em poucas horas, pois o tempo livre também é muito importante e pode ser uma meta, desde que planejado com antecedência. Se o bom uso dos jogos na escola é muito importante, também é fundamental que os professores estejam preparados para implementar tais atividades. Por isso, é necessário que os professores estudem, pesquisem, frequentem cursos, enfim, estejam em constante atualização.

A Instituição de Educação Infantil

Eu gosto de brincar na escola porque aqui eu tenho meus amigos, tem muitos brinquedos aqui, tem um parquinho que eu mais gosto. Vitória (4 anos): "Brincando com a maninha, aqui na escola" (Maninha é o nome da boneca que ela leva para a escola). Bruno (5 anos): "Gosto de brincar com peças pequenas e blocos lógicos na sala de jogos com meus amigos."

Um olhar sobre o brincar

Raul (4 anos): “Eu gosto de brincar com os brinquedos, aqui na escola é mais legal porque tem mais coleguinhas para brincar com os brinquedos”. O que se ensina na escola pode ser chamado de educação intelectualista, pois é para lá que se transfere o conhecimento pronto. Segundo Marques (2007), a dança foi incluída nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) em 1997, e ganhou reconhecimento nacional como uma forma de conhecimento a ser trabalhada na escola.

No entanto, a dança escolar não deve priorizar a execução de movimentos corretos e perfeitos de acordo com um padrão técnico, mas partir do pressuposto de que o movimento é uma forma de expressão e comunicação do aluno. Perceba que, assim como para Rondinelli, a proposta de se trabalhar dança na escola é romper com essa ideia de que a dança é uma coreografia montada com passos prontos.

Figura 1. Criança de 3 anos e 9 meses. Este é o tubarão oh, sabe onde ele mora? Mora lá lá longe
Figura 1. Criança de 3 anos e 9 meses. Este é o tubarão oh, sabe onde ele mora? Mora lá lá longe

A creche

  • A experiência de Reggio Emilia
  • A creche no Brasil

Kramer (1995, p. 49), por outro lado, no que diz respeito ao atendimento das crianças brasileiras, explica que até 1874 existiam institucionalmente a "Casa dos Expostos" ou "Roda"65 para os abandonados na infância e a "Escola dos Aprendizes de Marinheiro". É importante ressaltar que esse sentimento de infância e família representa um padrão burguês que se tornou universal. O cerne da questão era a relação com a família, pois tratava-se de identificar funções de creche que não substituíssem os cuidados maternos precários, criando uma forte ligação entre o contexto extradoméstico e o contexto familiar.

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Foto 3-  Participantes e profissionais mostram os resultados das aulas realizadas no grupo
MAPA 1: Localização da cidade de Monte Mor no estado de São Paulo  Fonte:www.montemor.sp.gov.br
Tabela 1: Estatísticas dos primeiros oito meses de 2011  Fonte: Secretária de Segurança Pública do Estado de São Paulo
Foto 1: Quadro explicando o significado da sigla PROERD, utilizado na 1ª aula.
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Referências

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Seu objetivo é apresentar como a leitura de literatura pode ser trabalhada para se discutir o papel dos espectadores em situações de bullying entre escolares, levando-os a