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REVISTA DE DIREITO E ECONOMIA - UAL - Journals

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Academic year: 2023

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No atual ambiente de segurança em que vivemos, a clássica divisão entre segurança interna e segurança externa estará em crise. A parte abrangente sugere, portanto, que os estudos de segurança devem incorporar ambas as ameaças. Este artigo partirá de uma análise retrospectiva do desenvolvimento dos estudos de segurança desenvolvidos principalmente a partir da segunda metade do século XX5, conforme Walt (1982).

O clima de segurança

Nesse período, os desafios aumentaram e o mundo tornou-se mais perigoso, devido à multiplicidade de atores no cenário internacional e à mudança na percepção do poder militar, da guerra e da segurança. Em resposta à tragédia de 11 de setembro, o Congresso dos Estados Unidos aprovou a Lei de Segurança Interna24 em 25 de novembro de 2002, uma lei de segurança interna que visa. Grupos de liberdades civis referiram-se a este Patriot Act como uma lei de consequências não intencionais.

A Segurança cooperativa e a Segurança europeia

É com o fim do período da Guerra Fria que o conceito de segurança se expande para uma ideia de segurança cooperativa (Knudsen, 2001). Nesse contexto, os Estados deixaram de ser os principais agentes produtores da segurança, que passou a ser discutida em fóruns mais amplos, multiculturais, com diferentes concepções de segurança e direitos, mas com menor número de interlocutores. No entanto, a arquitetura de segurança mundial enfrenta um novo desafio: o reforço da política externa e da política de segurança comum da União Europeia decorrente do Tratado de Lisboa38 dá origem a um novo e relevante player na política internacional em matéria de segurança.

A Segurança na Constituição da República Portuguesa

A versão original da Lei de Segurança Interna, aprovada em 1987, manteve as forças armadas fora de problemas internos. A dicotomia segurança interna versus segurança externa, expressa e desenvolvida doutrinariamente após a revisão constitucional de 1982, tem funcionado, de fato, como base e limite para a atribuição de tarefas a policiais e militares. Quase três décadas depois, em 2008, o legislador foi sensível às mudanças ocorridas no contexto que serviu de base para a criação da primeira lei de segurança interna em 198748, permitindo às Forças Armadas cooperar em matéria de segurança interna nos termos da Constituição e da lei, cabendo ao Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna e ao Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas assegurar a coordenação entre si.

Conclusão

Por sua vez, a Lei da Defesa Nacional na sua versão de 2009 introduziu também uma norma na rubrica Forças de Segurança que permite a cooperação entre as forças de segurança que cooperam em matéria de defesa nacional nos termos da Constituição e da Lei. Assim, e face ao atual contexto internacional, faria sentido continuar a utilizar esta dicotomia segurança interna versus segurança externa como forma de condicionar o Estado na afetação dos seus recursos. A natureza das ameaças, a dependência externa do Estado em matéria de segurança e defesa, apela a uma mudança de paradigma que tem gradualmente ancorado este conceito de segurança numa divisão que, por um lado, se debate com as tendências doutrinárias recentes em a conceptualização deste fenómeno e por outro lado está em mania‑.

INTRODUÇÃO

Todos esses marcos normativos regulatórios possuem medidas comuns para redução de riscos e combate à corrupção – objetivo central da governança corporativa. Nesse novo cenário de governança corporativa, o empresariado e o Estado são os fatores mais relevantes e poderosos, pois têm legitimidade para estabelecer boas práticas de governança nas áreas em que atuam. Este artigo tem assim como objetivo geral, com base numa investigação histórica, examinar a evolução do corporate governance no combate à corrupção a nível global e analisar esta evolução em Portugal numa perspetiva essencialmente qualitativa.

O governo das sociedades em Portugal: realidades e prospetos

4 Em Portugal, os órgãos de controle que têm legitimidade para fiscalizar e implementar normas e diretrizes de governança corporativa atribuem diferentes nomenclaturas. Por exemplo, na União Européia, o escrutínio da governança corporativa começou em 1992 por meio do Relatório Cadbury, “por causa de casos de fraude e lavagem de dinheiro. Assim, no plano intergovernamental, as palavras de Santos (2017, p. 29) mostram que “há um movimento crescente de disseminação de iniciativas em prol da governança corporativa”.

A comissão do mercado de valores mobiliários (CMVM) e o Instituto Português de Corporate Governance: breve histórico constitutivo e de sua

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e o Instituto Português de Governo das Sociedades: uma breve história da sua criação e da sua Após uma curta linha temporal de quadros regulamentares, a regulamentação já adoptada conduziu, em 2007, ao primeiro Código de Governo das Sociedades em Portugal. A Comissão de Valores Mobiliários (CMVM), em colaboração com o Instituto Português de Governo das Sociedades (IPCG), lança o Código de Governo das Sociedades do IPCG.

O compliance em Portugal: breve delimitação teórica

O livro "aborda questões práticas de governança corporativa, dedicando algumas análises aos códigos de boa governança corporativa e boas práticas de governança". Por outras palavras, este documento elaborado pelo IPCG visa propor orientações para as sociedades cotadas em Portugal, ao contrário das orientações de Governo das Sociedades elaboradas pela CMVM, que se limitavam apenas às sociedades cotadas. O Corporate Governance surgiu assim para criar um ambiente mais seguro para os investidores e para a sociedade civil, tendo em conta que a sua atuação incide sobretudo em setores vulneráveis ​​à corrupção, e.g. economia, direito societário e direito público.

Introdução

Developments in this area can be seen in the practice of these courts, as the analysis we intend to make is based primarily on the jurisprudence of these courts.

Direito Português: Breves notas

Por fim, de forma bastante inovadora, determinou-se que a vítima também é ouvida nos casos de alteração de medida coerciva.

Direito Internacional: Notas Introdutórias

Em contraste, os sistemas contraditórios não permitem que as vítimas participem do processo a não ser como testemunhas, pois não são partes formais do processo. sarial, as vítimas podem participar como testemunhas, sujeitas aos questionamentos da defesa. Artigo 2007; P. 4) Além da compensação por meio de processo criminal, os sistemas de Common Law podem per‑. permitindo às vítimas obter reparação pelos danos sofridos nos tribunais civis. Durante o julgamento, as vítimas foram ouvidas apenas como testemunhas de acusação ou de defesa.

O Papel das Vítimas no Tribunal Militar Internacional e no Tribunal Militar Internacional para o Extremo Oriente

McGoldrick, Dominic e outros; 2004; P. 320) Face ao exposto, o TPNJ e o TPNJ caracterizam as vítimas de duas formas: as vítimas não podem ser parte no processo penal e não podem receber indemnização pelos danos sofridos. A justiça processual inclui o respeito pelos direitos processuais do Procurador, da defesa e das vítimas garantidos no Estatuto de Roma. Pelo exposto, parece-nos que os juízes do TPI serão competentes para conhecer de todos os casos, inclusive os de natureza cível.

O Papel das Vítimas no Tribunal Penal Internacional para a Ex ‑Jugoslávia (TPIJ) e no Tribunal Penal Internacional para o Ruanda (TPIR)

O estatuto e os regulamentos processuais não garantem o direito das vítimas de participar do processo. O fundamento utilizado para justificar esta situação, a menor participação das vítimas em tribunais ad hoc, foi o facto de se considerar que a atuação dos procuradores seria suficiente para garantir a proteção dos interesses da comunidade internacional, incluindo os direitos das vítimas . (Comentário de Marc Groenhuijsen e Anne ‑Marie Brouwer. Esta experiência demonstrou que "os interesses da acusação nem sempre coincidem com os interesses das vítimas" (Comentário de Marc Groenhuijsen e Anne ‑Marie Brouwer.

O Papel das Vítimas no Tribunal Penal Internacional (TPI)

O Estatuto de Roma garante às vítimas uma voz independente e um papel no processo. No entanto, as modalidades de participação das vítimas no processo devem ser garantidas. tir que não seja prejudicial ou contrário aos direitos da defesa. Para atingir este objetivo, Mugambi Jouet propõe duas hipóteses: a realização de uma interpretação adequada das normas sobre a participação das vítimas no processo ou a sua alteração. Para que o Tribunal de Recurso reconheça a participação das vítimas, é necessário que estas façam uma declaração sobre se e como os seus interesses pessoais são afetados pelo recurso, bem como porque é adequada a participação das vítimas.10 Esta questão é controverso porque Claude Jorda e Jérôme de Hemptinne afirmam que as vítimas não têm o direito de apelar contra o acusado.

Conclusão

  • Introducción
  • Oralidad, calidad de la litigación y juicio por jurados a. La estructura procesal del sistema adversarial
  • Propuestas para el fortalecimiento de la oralidad y el litigio
  • Introdução
  • Sentido e alcance do princípio democrático
  • O princípio democrático enquanto princípio fundamental da União Europeia
  • A Cidadania Europeia e a consolidação da democracia representativa na União
  • A democracia positiva e o Parlamento Europeu: procedimento legislativo ordinário e debate de investidura
  • A democracia negativa e o Parlamento Europeu: o controlo político de outras instituições
  • O princípio da subsidiariedade e a democracia de proximidade
  • O reforço do papel dos Parlamentos nacionais na União Europeia
  • Cidadania Europeia: o ser ou não ser de uma democracia participativa Outra dimensão do princípio democrático tem em vista a vertente de participação, que
  • Conclusão

El siguiente cuadro contiene información sobre las audiencias orales reguladas en las leyes procesales penales de la región. 14 La etapa intermedia del proceso penal hondureño consiste en la audiencia preliminar, prevista para formalizar acusación, contestación de cargos y auto de apertura de juicio. El diseño de las normas procesales penales latinoamericanas indica que coexisten distintas tendencias en la regulación de la estructura procesal del modelo acusatorio.

Es aquella en la que la mayoría de las decisiones judiciales de la etapa preliminar se adoptan por escrito (como en Brasil, Cuba o Costa Rica) o en la que se han concluido las audiencias. Por otra parte, existe una confusión entre la discusión de los hechos en el marco de la formulación de atribución y en el de materialidad para las medidas cautelares. Explicación ilegal porque la fiscalía tiene la carga de la prueba.

La audiencia intermedia no se ha consolidado como un órgano central en la elaboración de acuerdos o la depuración de la prueba en preparación del juicio oral. En El Salvador, “no todos los jueces de instrucción hablan de la pertinencia de la prueba. A nuestro juicio, esta dinámica constituye uno de los mecanismos más efectivos para ampliar la participación ciudadana en el sistema de justicia penal y democratizar la función.

A continuación, haremos un breve análisis de qué aspectos de la oralidad no tienen el desarrollo deseado en el funcionamiento actual de los sistemas de justicia penal. Uno de los elementos que garantizan el correcto funcionamiento del proceso penal es la preservación del juicio oral como espacio únicamente para pacificar los conflictos. La formalización de la investigación como ejercicio de una función procesal estratégica del ministerio público en el proceso penal.

Tabla 2. Audiencias orales reguladas en los Códigos Procesales Penales de América Latina 4
Tabla 2. Audiencias orales reguladas en los Códigos Procesales Penales de América Latina 4

Introducción

Constitución y derecho penal

Principio de proporcionalidad. Aspectos generales

Principio de proporcionalidad en sentido amplio en derecho penal 1. Introducción

  • Consagración constitucional
  • Contenido del principio de proporcionalidad
  • A. Principio de idoneidad
    • Formulación
    • Respeto del principio de idoneidad
  • B. Principio de necesidad en derecho penal
    • Principio de exclusiva protección de bienes jurídicos
    • Principio de intervención mínima: principio de subsidiariedad y principio de fragmentariedad
    • Principio de necesidad de la pena
  • C. Principio de proporcionalidad en sentido estricto
    • Proporcionalidad abstracta
    • Excurso: relación entre principio de proporcionalidad en sentido estricto y el principio de culpabilidad
    • Proporcionalidad concreta

Los tres subprincipios en que puede desglosarse el principio de proporcionalidad en sentido amplio, se concretarán en el ámbito del derecho penal de la siguiente manera. Esta política criminal conduce a un debilitamiento del vínculo entre el derecho penal y los principios. La mayor parte de la doctrina acepta como uno de los límites del ius puniendi el llamado principio de protección exclusiva de los bienes jurídicos.

El principio de subsidiariedad del derecho penal significa que debe utilizarse únicamente cuando sea esencial para la protección de la sociedad. 89 Lo recuerda dentro de la doctrina alemana, LAGODNY, Strafrecht vor den Schranken..., cit., pp. 99 Destacan la importancia de examinar el alcance de la incidencia del principio de mínima intervención en el momento de la interpretación y aplicación de la ley, COBO/VIVES, Derecho penal.., cit., p.

60, considera que el grado de respuesta penal, según el grado de participación interna en el delito, constituye uno de los postulados del principio de culpabilidad. Para este autor, al momento de la individualización jurídica de la pena, predominan los criterios de prevención general y proporcionalidad. 119 Asimismo, si bien derivan el principio de proporcionalidad de otros artículos de la CE, OCTAVIO DE TOLEDO, Sobre el concepto..., cit., p.

Como señala este mismo autor, “Sobre el principio de la culpa como limitación de la pena”, en El derecho penal en un Estado Social y Democrático de Derecho, Barcelona, ​​1994, p.

Delitos de peligro abstracto

  • Delimitación conceptual de los delitos de peligro abstracto
  • Compatibilidad de los delitos de peligro abstracto con el principio de proporcionalidad en sentido amplio
  • A. Principio de idoneidad y delitos de peligro abstracto
    • Idoneidad de los delitos de peligro abstracto para la protección de bienes jurídicos
    • Control constitucional del respeto del principio de idoneidad
  • B. Principio de necesidad y delitos de peligro abstracto
    • Principio de subsidiariedad y delitos de peligro abstracto
    • Control constitucional del respeto del principio de necesidad
  • A. Principio de proporcionalidad en sentido estricto y delitos de peligro abstracto
    • Compatibilidad de los delitos de peligro abstracto con el principio de proporcionalidad en sentido estricto
    • Control constitucional del respeto del principio de proporcionalidad en sentido estricto
    • Globalização, pós ‑modernidade e risco

A lei penal do cidadão exige que a lei penal seja vista como um direito à liberdade. Isso porque a concepção do direito penal como “vara do Estado” capaz de destruir o crime.

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Tabla 2. Audiencias orales reguladas en los Códigos Procesales Penales de América Latina 4
Tabla 3. Situación del juicio por jurados en América Latina

Referências