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A Região Metropolitana de Natal (RMN) foi criada em 1997 por meio da Lei Complementar Estadual (LCE) nº A gestão de resíduos sólidos na Região Metropolitana de Natal caracteriza-se como um grande desafio.

Tabela 1 - Percentual da população em domicílios sem coleta de lixo nos municípios da Região  Metropolitana de Natal
Tabela 1 - Percentual da população em domicílios sem coleta de lixo nos municípios da Região Metropolitana de Natal

OS RESÍDUOS SÓLIDOS E A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL

11 O levantamento realizado dois anos após as indicações da tabela acima mostra que houve avanços mínimos no cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos pelos municípios integrantes da Região Metropolitana de Natal. I - optar por soluções consorciadas intermunicipais para gestão de resíduos sólidos, incluindo a elaboração e implementação de plano intermunicipal, ou que estejam voluntariamente incluídas nos planos microrregionais de resíduos sólidos de que trata o § 1º do art.

PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

A composição gravimétrica dos resíduos de Natal foi determinada em 2010, de acordo com os tipos de resíduos, sendo: Matéria orgânica; alumínio; metais não ferrosos; papel; cartão; Face ao cenário acima referido, verifica-se uma tendência para um maior consumo e produção de resíduos nas zonas onde a população do agregado familiar é mais idosa.

A PARTICIPAÇÃO DAS COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES

7° - São objetivos da política nacional de resíduos sólidos: a integração dos catadores de materiais recicláveis ​​em ações que envolvam responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. IV - desenvolvimento de projetos de manejo de resíduos sólidos de natureza intermunicipal ou nas condições do inciso I do caput do art.

Tabela 3 -  URBANA – COMPANHIA DE SERVIÇOS URBANOS DE NATAL DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE  PLANEJAMENTO CONTROLE E FISCALIZAÇÃO PRODUÇÃO GERAL – 2016
Tabela 3 - URBANA – COMPANHIA DE SERVIÇOS URBANOS DE NATAL DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO CONTROLE E FISCALIZAÇÃO PRODUÇÃO GERAL – 2016

PROCESSAMENTO E RESPONSABILIDADE NA TRANSFORMAÇÃO DE MATERIAIS

A Lei Nacional de Política de Resíduos Sólidos conceitua e determina os deveres dos envolvidos na responsabilidade compartilhada, incluindo os consumidores. Além disso, também é necessária a criação de multas mais eficazes nos contratos e serviços entre as cooperativas e a Prefeitura de Natal, como forma de garantir o cumprimento correto de todo o processo e, assim, efetivar a Lei da Política Nacional de Resíduos.

A LEI DE INCORPORAÇÃO IMOBILIÁRIA E SUA APLICAÇÃO AOS LOTEAMENTOS

DAS PROPRIEDADES IMÓVEIS DE DOMÍNIO PÚBLICO E DE DOMÍNIO PRIVADO

Ato nº. é comumente conhecida como lei de loteamento e tem a seguinte síntese: “Disposição para Parcelamento de Solos Urbanos e outras disposições”. O parcelamento do terreno urbano poderá ser por loteamento ou parcelamento, observado o disposto nesta Lei e na legislação estadual e municipal pertinente.

TIPOS DE CONDOMÍNIOS

  • CONDOMÍNIO VOLUNTÁRIO
  • CONDOMÍNIO EDILÍCIO
  • LOTEAMENTO FECHADO

Essa forma de condomínio costuma ser vista de forma vertical, em que unidades autônomas se sobrepõem. 7. O lote poderá ser montado na forma de imóvel independente ou de unidade imobiliária integrante do condomínio dos lotes.

A CONSTITUIÇÃO E VENDA DO LOTEAMENTO

Podemos ver alguns deles na arte. 2., § 7. e § 8., da Lei de Atribuição, que permitirá a titularidade de parcelas e atribuição de acesso controlado, vejamos:. Os compromissos de compra e venda, transferências ou promessas de transferência poderão ser firmados por escritura pública ou por documento particular conforme modelo depositado na forma do inciso VI do art. 18 e conterá pelo menos as seguintes informações:

A FORMAÇÃO DOS CONDOMÍNIOS

Caso haja erros cometidos pelo administrador do imóvel que causem danos a terceiros, os condôminos serão responsabilizados e terão direitos regressivos contra o cedente. Ou seja, isso significa que mesmo que os condôminos sejam responsabilizados pelos atos praticados pelo síndico, este poderá ter que indenizar os condôminos por terem cometido tal irregularidade.

AS INCORPORAÇÕES

É claro que os bens imóveis, na acepção do art. 5º, XXII, da Constituição, é necessário compreender o que a ordem jurídica ordinária designa como tal. A proteção é tal que o promotor só pode iniciar a venda de unidades autónomas após a inscrição do monumento fundador no registo predial competente, conforme consta do art.

O PATRIMÔNIO DE AFETAÇÃO

Por ser autônomo, o Ativo Sujeito responde apenas pelas dívidas e obrigações vinculadas à respectiva incorporação. Portanto, é notável o papel dos bens alocados no aumento da segurança jurídica do consumidor em relação à sua aquisição, caracterizando-se como uma ferramenta de proteção ao acesso à moradia.

AMBIENTE VIRTUAL: OS LIMITES DO EXERCÍCIO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO E O DIREITO A PRIVACIDADE

Diante do vislumbre desses casos, concluímos que os respectivos direitos à liberdade de expressão e o direito à privacidade são essenciais para o exercício dos direitos no ambiente virtual e para a proteção da integridade tanto dos dados quanto da própria imagem. É um princípio subjacente da Lei de Animais (Procedimentos Científicos) de 1986 que os animais criados, fornecidos e utilizados para procedimentos científicos sejam tratados de acordo com os melhores padrões da pecuária moderna (BRITISH, 1986).

IGUALDADE DE GÊNERO NO ÂMBITO FAMILIAR: UMA ANÁLISE À LUZ DA APLICAÇÃO DA HERMENÊUTICA DIATÓPICA

MACHISMO, A CULTURA DO PATRIARCADO

Para compreender a sociedade atual no Brasil, é necessário lembrar que a cultura brasileira teve fortes influências de Portugal, que, por sua vez, tem origem no direito romano, cujo berço é o regime que veio da Grécia. Como a cultura brasileira está diretamente relacionada com a de Portugal, é óbvio saber que a ideologia do machismo e da cultura patriarcal existe desde os primórdios no Brasil, refletindo assim diretamente nos costumes e tradições do povo brasileiro.

O DIREITO DA MULHER NO ÂMBITO FAMILIAR SOB A ÓTICA DA CULTURA BRASILEIRA DO PATRIARCADO

Neste caso, o juiz, dependendo das circunstâncias, pode ordenar, em benefício do marido e dos filhos, o sequestro temporário de parte dos rendimentos privados da mulher. 112 5 O PAPEL DA MULHER CONTEMPORÂNEA NA FAMÍLIA ANTES DA PROGRESSÃO JURÍDICA GRADUAL DO DIREITO DE FAMÍLIA NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA.

O ASSÉDIO SEXUAL NO MEIO AMBIENTE DE TRABALHO E SUA RELAÇÃO COM A DESIGUALDADE SALARIAL DE GÊNERO

O ASSÉDIO SEXUAL E A DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO NO TRABALHO

O assédio sexual viola a dignidade da pessoa humana e os direitos básicos da vítima, como a liberdade, a intimidade, a privacidade, a honra, a igualdade de tratamento, o valor social do trabalho e o direito a um ambiente de trabalho saudável, isso é certo. Dito isto, verifica-se que o conceito adotado pelo órgão ministerial classifica o assédio sexual como um ato de natureza discriminatória.

A DISCRIMINAÇÃO COMO FENÔMENO SOCIAL

Portanto, é necessário um modelo sobre o qual uma relação comparativa possa ser estabelecida. Se não houver uma pessoa que apresente as qualidades necessárias para ser modelo de comparação, números como o do cidadão médio podem ajudar.

A DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO

Ressalte-se que deixar de considerar o assédio sexual como uma prática comum, parte da rotina das organizações trabalhistas, é uma emergência. Dumping social e dignidade dos trabalhadores no ambiente de trabalho: propostas para reduzir a incerteza.

PARAÍSO PERDIDO: ESTUDO SOBRE LITERATURA E DIREITO

Este é um tema fundamental para o estudo de qualquer ramo do direito, além disso, desta forma se delineia o próprio entendimento da disciplina como um todo, veja a disciplina usualmente chamada de “Introdução ao Estudo do Direito”, parte integrante do propedêutica os. Muitas das peças de Sófocles, como Antígona e Electra, são uma espécie de ritualização teatral da história do direito.

PRINCÍPIO DO MELHOR INTERESSE DO MENOR E A GUARDA COMPARTILHADA: APLICABILIDADE DIANTE DA ALIENAÇÃO

PARENTAL

DOUTRINA DA SITUAÇÃO IRREGULAR X PROTEÇÃO INTEGRAL DO MENOR

Assim, não passível de proteção jurídica, há necessidade de substituir a situação irregular por um direito que rompa o seu padrão, dando origem à doutrina da proteção integral, na qual, associada à busca dos direitos humanos, as crianças e os adolescentes tornaram-se titulares . dos direitos fundamentais (AMIN, 207, p. 61-62). E para garantir a eficácia da doutrina da proteção integral, prevê um conjunto de medidas do governo aos seus entes federativos, desde programas de assistência social, proteção jurídica e social e serviços de prevenção, por exemplo, a extensão da responsabilidade, que não se limita apenas à família, mas também à comunidade, pelo Conselho Municipal de Direito e Conselho Tutelar e pelo poder público (AMIN, 2017, p. 62).

PRINCÍPIO DO MELHOR INTERESSE DO MENOR

172 juvenis, ou seja, seres em desenvolvimento, independentemente da sua diferença e tendo em conta todas as condições em que os menores estariam envolvidos. Assim, com a nova doutrina, que tenta fazer valer o princípio do superior interesse da criança, os menores passarão a ser tratados com absoluta prioridade, como titulares de direitos e, respeitando a sua condição de seres em desenvolvimento, oferecerão à criança um novo status, como sujeitos de direitos e não mais como simples objetos em situação irregular, abandonada ou delinquente (FERREIRA e DÓI, 2006).

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E O PRINCÍPIO DA DIGNIDADE HUMANA

Diante disso, amparados na dignidade humana, a Constituição de 1988 no artigo 227 e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), têm como princípios gerais e norteadores o da prioridade absoluta; do melhor interesse e do princípio do município. Portanto, estes institutos consagraram a Doutrina da Proteção Integral, que se baseia no fato de que as crianças são sujeitos de direitos; da infância reconhecida como fase especial do desenvolvimento do ser e o fundamento dado no artigo 227 CF88 da prioridade absoluta dada aos menores, ou seja, “no campo do direito infanto-juvenil brasileiro, implementar as normas e princípios deste doutrina, espelho do princípio da dignidade da pessoa humana para crianças e adolescentes”. (AMIN, 2017).

Daqui se depreende que, para além da família, de acordo com o artigo 227.º da CF, o Estado é o principal responsável pela promoção de meios que garantam aos menores os seus direitos fundamentais, os seus direitos de cidadania com respeito pelas suas condições de cidadania. desenvolvimento, com base no princípio da dignidade humana, através da promoção de programas de ajuda essenciais ao desenvolvimento. Contudo, sem atentar ao que estava previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, o Código Civil descuidou-se de introduzir o princípio do melhor interesse do menor, pois dizia respeito ao poder parental através da proteção da pessoa da criança, que era impessoal. e com regime de visitação, “no entanto, é necessário implementar a afirmação da dignidade humana no caso concreto, na vida jurídica quotidiana, como postulado fundamental da ordem jurídica”. (FARIAS, 2006).

A ALIENAÇÃO PARENTAL E SUAS CONDUTAS

Dentre eles, pode-se exemplificar o ato de desqualificar o outro cônjuge para ter filhos; prevenir visitas; tomar decisões importantes sobre crianças sem consultar outras pessoas; ameaçar punir os filhos caso tentem aproximar-se do outro progenitor; Mas a ferramenta mais eficaz é a denúncia de práticas incestuosas” (DIAS, 2014, p. 16), onde o alienador utiliza um período de contacto para insinuar a prática de investidas sexuais entre o cônjuge afastado e o filho, em Esta pessoa muitas vezes termina estar convencido da existência do evento.

EFEITOS E CONSEQUÊNCIAS JURÍDICAS DA ALIENAÇÃO PARENTAL

Dessa forma, a alienação parental afeta o direito fundamental de crianças e adolescentes a uma convivência familiar saudável, rompendo relações amorosas e gerando abusos morais contra esses países em desenvolvimento por ser classificada como uma forma de abuso, afetando a saúde emocional e psicológica da criança Está em perigo. em perigo de um menor, contrário ao princípio do interesse superior do menor. Tal prática viola o princípio do melhor interesse do menor (art. 227, o princípio da dignidade da pessoa humana, previsto no art. 1º, III da CF/88, princípio da paternidade responsável art. 226, §7º e art. 229 Para tanto, o Estatuto da Criança e do Adolescente dispõe que nenhuma criança será objeto de abandono, violência ou crueldade.

ORIGEM HISTÓRICA DA GUARDA

Além disso, o aspecto preventivo pode ser enfatizado pela indicação de autoridade compartilhada, por exemplo, relacionando-a com o art. Assim, considerando a evolução histórica e jurídica da responsabilidade parental partilhada, importa referir que, segundo o ordenamento jurídico brasileiro, “a guarda dos filhos menores decorre de duas situações distintas, mas que dela beneficiam, no entanto.

A GUARDA COMPARTILHADA NO DIREITO BRASILEIRO

Além disso, “o estabelecimento da autoridade parental e a regulamentação da visitação implicaram a exclusão dos pais da maioria das atividades da vida quotidiana da criança”. Assim, segundo Waldyr Grisard (2009), o sistema de autoridade parental já não respondia à problematização da autoridade parental na dissolução das uniões conjugais.

DESDOBRAMENTOS DA GUARDA COMPARTILHADA

De acordo com o artigo 1.632 do CC, a dissolução da união estável e o divórcio não alteram a relação entre pais e filhos, com os responsáveis ​​pelos deveres e direitos do poder familiar, nos termos do artigo 1.583. Atualmente, a preferência pela partilha está expressa em norma legal, podendo ser imposta por consenso ou determinação judicial, podendo ser buscada por um dos genitores em ação autônoma quando não for determinada na dissolução do vínculo matrimonial, nos termos com o artigo 1.5841 I

A GUARDA COMPARTILHADA NA EFETIVAÇÃO DO MELHOR INTERESSE DO MENOR DIANTE DA ALIENAÇÃO PARENTAL

Assim, a guarda compartilhada é, na verdade, o meio mais favorável para inibir a síndrome de alienação dos pais, pois é uma modalidade que garante a existência e o respeito aos princípios e direitos inerentes aos menores. A guarda partilhada assegura, assim, uma relação de igualdade entre ambos os progenitores, exclui potenciais conflitos decorrentes de outras formas de guarda e da síndrome de alienação parental, mitiga interferências no princípio do benefício do menor e, consequentemente, no princípio da dignidade da pessoa humana.

PROCESSO CIVIL BRASILEIRO E O PRINCÍPIO DA

INAFASTABILIDADE JURISDICIONAL: UMA ANÁLISE À LUZ DA FILOSOFIA DO DIREITO E DA EVOLUÇÃO CIENTÍFICA DO DIREITO

PROCESSUAL

O POSITIVISMO JURÍDICO DOS SÉCULOS XIX E XX

Portanto, se fosse legitimado apenas pela moralidade de um determinado grupo social, o sistema jurídico não poderia ser válido em relação aos demais. Portanto, a opinião do aplicador da lei sobre o conteúdo de determinada norma jurídica pouco importava.

O PÓS-POSITIVISMO (JURISPRUDÊNCIA DE VALORES)

197 a legitimidade de uma norma estava condicionada apenas por aspectos materiais, se fosse considerada injusta por outro grupo, não deveria ser aplicada a eles, pois, se fosse injusta, não seria válida em relação a esse grupo. A norma jurídica é válida não porque tenha um determinado conteúdo, (..), mas porque é criada por uma forma determinada – afinal, por uma forma fixada por uma suposta norma fundamental.

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Tabela 1 - Percentual da população em domicílios sem coleta de lixo nos municípios da Região  Metropolitana de Natal
Tabela 4 -  URBANA – COMPANHIA DE SERVIÇOS URBANOS DE NATAL DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE  PLANEJAMENTO CONTROLE E FISCALIZAÇÃO PRODUÇÃO GERAL - 2017
Tabela 3 -  URBANA – COMPANHIA DE SERVIÇOS URBANOS DE NATAL DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE  PLANEJAMENTO CONTROLE E FISCALIZAÇÃO PRODUÇÃO GERAL – 2016

Referências

Documentos relacionados

155 Direito da Criança e do Adolescente nos cursos de direito no Rio Grande do Sul Revista da Faculdade de Direito do Sul de Minas, Pouso Alegre, Edição Especial: 151-164, 2019 Com o