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REVISTA JURÍDICA DA FA7 - Periódicos UNI7

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Academic year: 2023

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UFPR, Programa de Pós-Graduação em Direito, Curitiba, PR, Brasil Prof. dr. Maria José Bravo Bosch. UNI7, Programa de Pós-Graduação em Direito, Fortaleza, CE, Brasil Prof. dr. Rosângela Lunardelli Cavallazzi.

Sumário

Limitaciones legales y consecuencias civiles de su abuso en el derecho romano GROSS, QUINTO MUCIO E L'ABORTO PROVOCATO EX LEGE AQUILIA. RAZONES QUE JUSTIFICARON SU FORMACIÓN E INVESTIGACIÓN EN EL SIGLO XXI, Santiago de Compostela, Andavira Editora S.L., 2018 Escrito por Prof. dr.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUA NORMATIVIDADE SIMBÓLICA 1

Reforça a importância da educação ambiental para garantir a efetividade do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado concretizado no art. Nesse viés, percebe-se a importância dos atos administrativos normativos para a concretude da educação ambiental.

A RELATIVIZAÇÃO DO JUS POSTULANDI COMO FORMA DE PROTEÇÃO AO

TRABALHADOR E SUA REPERCUSSÃO NOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

Do jus postulandi

Um dos raros casos em que se concede capacidade postulatória a uma parte é justamente objeto deste estudo, a saber: o jus postulandi na Justiça do Trabalho. Depreende-se disso que não há proibição absoluta de condenação em relação a benefício pecuniário na Justiça do Trabalho.

Principais críticas aos institutos

Vejamos, portanto, alguns posicionamentos sólidos em defesa do fim do jus postulandi e da consequente obrigatoriedade da presença do profissional do direito nas demandas trabalhistas. Por se tratarem de institutos em si relacionados, também há críticas à forma como são disciplinados os honorários advocatícios na Justiça do Trabalho, justamente em decorrência do entendimento do jus postulandi.

Jus postulandi e honorários na prática

Ataca também os direitos do próprio advogado, que não consegue receber suculentos honorários, apesar de ser matéria essencial da Justiça do Trabalho. Disponível em: .

O DANO EXISTENCIAL NA SOCIEDADE DE CONSUMO

O dano existencial

A ação de dano existencial visa reparar a lesão ou mesmo a expectativa de algo, ultrapassando os limites do dano moral. O dano existencial é formado pela violação de direitos existenciais e com isso afeta a dignidade da pessoa humana, resultando em um vazio existencial.

Vulnerabilidade existencial

Chamadas de consumo padronizadas que simulam um modelo de vida ideal e imaginário merecem melhor regulamentação, ou seja, o consumidor precisa de melhores ferramentas para resistir às ofertas da indústria cultural. Deliberações políticas no contexto das políticas nacionais de relações de consumo e seus desafios.

LOGÍSTICA REVERSA: QUAL É O PAPEL DOS MUNICÍPIOS NO CENÁRIO DA

Cabe à União organizar e manter em conjunto o Sistema Nacional de Informações sobre o Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Sinir), articulado com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (Sinisa) e o Sistema Nacional de Informações sobre Meio Ambiente (Sinima). Além disso, os municípios são obrigados a elaborar o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos com o conteúdo mínimo previsto no artigo 19.

Vantagens

  • Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos
  • O Comitê Orientador
  • Instrumentos para a implantação e operacionalização da logística reversa
  • Disposições comuns aos instrumentos do sistema e abrangência
  • Procedimentos para operacionalização do sistema da logística reversa
  • Os acordos setoriais e os termos de compromissos firmados com o setor empresarial
  • Penalidades
  • A Logística Reversa e os Municípios

Nenhuma responsabilidade pela logística de retorno pode ser assumida pelo prestador de serviço público de limpeza urbana e gestão de resíduos. O processo de implementação da logística reversa por meio de acordos setoriais pode ser iniciado pelo governo ou pelos fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes. O segundo instrumento previsto para a implantação e operacionalização da logística reversa é um regulamento expedido por decreto do poder executivo.

63 Art. 31, inciso IV – o compromisso, por ocasião da celebração de convênios ou termos de compromisso com o Município, de participar das ações previstas no plano municipal de gerenciamento integrado de resíduos sólidos, no caso de produtos que não tenham ainda não foram incluídos no sistema de logística reversa. Como se vê, além do prazo de compromisso que limita a implantação do sistema de logística reversa a municípios que não atendam aos critérios pactuados (o que significa que muitos municípios paulistas ficarão fora do sistema), o setor empresarial ainda opta pelo municípios que já estruturaram a coleta seletiva, centros de triagem (que geralmente estão localizados em prédios próprios ou arrendados pelo município), cooperativas formadas (que geralmente são premiadas pelos municípios ou premiadas com a seleção de produtos de coleta comercializados implementados pelos Municípios).

AS INFLUÊNCIAS DO DIREITO ROMANO NA REGULAMENTAÇÃO DA HIPOTECA NO

Propriedade

Na realidade, a definição de propriedade deu-se de forma indireta, por meio de seus atributos, a saber: jus fruendi, jus abutendi e jus utendi. O conceito de propriedade foi desenvolvido na Idade Média através da análise dos escritos romanos. Sob os auspícios do Código Civil de 1916, Pontes de Miranda defendia que a propriedade poderia ser entendida em sentido amplo, amplo e estrito.

Entendem que, enquanto o domínio seria a “relação material de sujeição direta e imediata da coisa ao poder de seu titular, pelo exercício das faculdades de uso, gozo e disposição” – à semelhança do jus fruendi, jus abutendi e jus utendi do direito romano – a propriedade seria uma “complexa relação jurídica formada entre o proprietário do bem e a comunidade de pessoas”. Quanto à natureza do seu conteúdo, o domínio é um direito real exercido pela posse.

Direitos reais de garantia

Não havia diferenciação entre penhor e hipoteca quanto à natureza jurídica do bem, móvel ou imóvel. No entanto, a criação de uma segunda hipoteca nem sempre foi aceita - o que era uma característica excepcional do sistema. É o que se convencionou chamar de contrato de comissão, pelo qual seria aplicada a penalidade de comissão, ou seja, o que seria “a perda de um direito ou coisa”.

Só excepcionalmente é permitida a constituição de garantia hipotecária sobre bens móveis, nas chamadas convencionais. A Lei dos Registros Públicos (Lei 6.015/73) flexibilizou a regra da prioridade de direito com base na primeira prenotação em relação às hipotecas múltiplas.

O VALOR INDENIZATÓRIO EM DESAPROPRIAÇÕES DE ÁREAS DE

PRESERVAÇÃO PERMANENTE EM ZONA URBANA

O presente trabalho pretende analisar os critérios utilizados para o cálculo do valor da indenização nos casos de desapropriação de área de preservação permanente (APP) em patrimônio municipal, pressupondo-se a prévia justificativa de sua utilidade pública. O artigo 2º da CFlo/2012 estabelece que a instituição de áreas de proteção permanente tem caráter limitativo de propriedade. Neste ponto, é importante analisar separadamente as indenizações por desapropriação de imóveis urbanos pertencentes a áreas de preservação permanente - APP.

Assim, o valor da indenização em casos de expropriação deve abranger toda a extensão do imóvel, inclusive as áreas de seguro permanente. Assim, os critérios de cálculo do valor da indenização em áreas urbanas devem ser aplicados para toda a extensão do imóvel desapropriado, inclusive as áreas de preservação permanente.

EMPRESA CONTEMPORÂNEA E A PROTEÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS

Como e em que medida, de acordo com os princípios da ONU e as diretrizes da OCDE, grupos de sociedades são responsáveis ​​pela realização dos direitos humanos. O último capítulo examina se os princípios da ONU e as diretrizes da OCDE oferecem novas perspectivas para a responsabilidade de grupos da sociedade civil pelo descumprimento dos direitos humanos. Reconhecer a responsabilidade das empresas em relação aos direitos humanos é um ponto essencial nesse sentido.

Os princípios orientadores reconhecem que o Estado e as empresas têm papéis diferentes em relação aos Direitos Humanos; no entanto, obrigam ambos a cumprir. Disponível em: .

AUTONOMIA PRIVADA NAS OPERAÇÕES DE AQUISIÇÃO E VENDA DE MOEDAS

VIRTUAIS

Do ponto de vista constitucional, “o princípio da boa-fé fundamenta-se em cláusula geral de proteção à pessoa humana – na qual ela se supõe parte integrante de uma coletividade e não isolada, cuja vontade em si era absoluta . soberano". Em caso de dúvida, os contratos devem ser interpretados de boa-fé (artigo 113.º do novo Código Civil – função da interpretação de boa-fé). Neste caso específico de operações econômicas envolvendo criptomoedas, deve-se buscar a ideia da finalidade econômica e social do contrato, de forma que se enquadre no princípio da boa-fé.

Do ponto de vista constitucional, é dedutível a aplicação do princípio da boa-fé objetiva, que se funda no fato de que se torna plenamente possível que a regra da coggência seja imposta às partes contratantes, abrangendo os direitos do consumidor e não só. A função social dos contratos, a boa-fé objetiva e os recentes precedentes do Superior Tribunal de Justiça.

INTERESES DE PRESTAMOS DE DINERO

LIMITACIONES LEGALES Y EFECTOS CIVILES DE SU ABUSIVIDAD EN EL

Consecuencias que afectan al derecho de crédito del acreedor

203 y ss., SALAZAR REVUELTA, M., "La Represión Penal de la Usura en la República Romana y su Desarrollo". Se pueden pactar intereses adicionales a la tarifa pactada, sin que ello afecte a la totalidad del contrato. Si realmente hubo litigio judicial, desapareció con una constitución dictada en el año 239, por la que se aclaraba que, en presencia de una disposición tendiente a la usura ilegal, el deudor estaba obligado a pagar tanto el capital como los intereses. al gol de la centésima”.

En consecuencia, sostuvieron que el contrato de préstamo era válido y eficaz y también el acuerdo por el cual el préstamo producía intereses; aunque el monto de los intereses no podía exceder de la tasa legal establecida, de modo que si la excedía, el acreedor sólo podía reclamar la cantidad ajustada a los límites de la tasa legal, considerándose como no lo que se añadía ilegalmente. Por tanto, la disciplina clásica preveía la nulidad parcial de la determinación que estuviera dirigida a intereses que excedieran los límites definidos por la ley53.

Resarcimiento del deudor

  • Si el capital no se había pagado íntegramente
  • Si el capital ya había sido pagado

En efecto, para este autor, la primera modalidad permite cancelar el capital por el exceso de interés pagado sobre el interés legal; mientras que con el segundo no será tan fácil. Según LEYSER, la primera forma de hacer el cálculo debería ser si el acreedor presenta una demanda para obtener el capital, y luego se opone la excepción basada en intereses pagados por encima de la tasa legal. El segundo cómputo debe efectuarse si el deudor, habiendo pagado ya el capital, repite con una condictio el interés pagado por encima del interés legal.

El acreedor debe tolerar este efecto de compensación, ya que él mismo lo causó al aceptar el interés ilegal. El deudor puede reclamar los intereses que el acreedor percibió por encima del tipo legal por medio de la condictio. C.

BRUTO, QUINTO MUCIO E L’ABORTO PROVOCATO EX LEGE AQUILIA

Dall'uso da parte di Plauto dell'espressione fames occidere, per Nörr, deriverebbe il superamento ermeneutico del primo valore giuridico del verbo to occidere. 35 Per Nörr, nell'ambito dell'interpretazione della lex Aquilia, l'espressione causam mortis praestare sarebbe stata utilizzata per tutti quei casi di causalità mediata, per i quali si doveva sperimentare nel processo di formulazione un'actio in factum o utilis. 46 Sia damnas che aes sono stati considerati segni dell'antichità della lex Aquilia: la formula damnas esto (sulla quale cfr.

295 n.32, per il quale l'actio de pauperie non poteva essere compiuta «perché la causa dell'evento dannoso è da ricercarsi nell'azione del padrone del gregge, che spinge le pecore a nutrirsi di ghiande». Mucius sulla base di un'assimilazione limitata all'ipotesi di una natura violenta dell'azione.

PARA QUÉ SIRVE EL DERECHO ROMANO?

RAZONES QUE JUSTIFICAN SU DOCENCIA E INVESTIGACIÓN EN EL SIGLO XXI, Santiago de

A base da crítica, que pretende substituir o ensino do direito romano pelo estudo dos códigos modernos, é a miopia de alguns juristas, que veem este direito como um fóssil histórico. Os romanistas presumiram erroneamente que a promulgação do Código Civil alemão marcava o fim de sua profissão jurídica, abandonaram o lado prático do direito romano e se dedicaram a estudos críticos e históricos. Portanto, seu diagnóstico da crise é preciso, e é louvável sua preocupação em resgatar a pesquisa e o ensino do direito romano das sombras a que muitos a condenaram.

O método a ser utilizado no estudo e ensino do direito romano é uma das principais preocupações do autor. Conforme citado por HAMZA, o direito romano é considerado o denominador comum dos direitos dos países europeus, independentemente de seus arranjos econômicos e políticos.

Referências

Documentos relacionados

a questãoda PRoPRiedade A igualdade para Rawls não se realiza na distribuição igualitária de rendas e riquezas; antes, se realiza na concepção de pessoas livres e iguais, que acordam